Com conforto

Fumódromos sem aperto

Selecionamos estabelecimentos com ambientes agradáveis para a turma da fumaça

Por: Catarina Cicarelli - Atualizado em

Fumódromo Clash Club
Agito nos fundos da balada: o fumódromo da Clash Club, na Barra Funda (Foto: Otávio Sousa)

Há quase dois anos o paulista não podem mais fumar em lugares fechados. A Lei Antifumo, sancionada em 7 de maio de 2009 pelo então governador José Serra, vigora em todo o Estado de São Paulo. A mudança deu trabalho a muitos estabelecimentos, obrigados a adequar espaços para que os clientes não tivessem que ir à calçada para acender um cigarro.

Se alguém infringe a lei, o penalizado é o estabelecimento, não o fumante, com multa a partir de R$ 872,50 na primeira infração. Em caso de reincidência, o valor dobra. Na terceira vez, o estabelecimento é interditado por 48 horas e, na quarta, o fechamento é por 30 dias. Para se certificarem de que a regra está sendo cumprida, se revezam na fiscalização 500 agentes, mais os funcionários das vigilâncias sanitárias municipais. Até hoje ocorreram 432.800 fiscalizações em todo o Estado, com 945 multas. Apenas dois estabelecimentos foram interditados, por dois dias: um bar em Mogi Mirim, em novembro de 2009, e uma cervejaria na capital, no bairro da Cantareira, no dia 14 de abril. 

Para evitar problemas, bares, restaurantes e baladas muitas vezes improvisam cercadinhos para acomodar fumantes dentro da lei, o que gera aperto entre os convivas.

A boa notícia é que nem todo lugar é assim. Confira aqui vinte endereços com espaço apropriado para as muitas vezes imprescindíveis tragadas.

Fonte: VEJA SÃO PAULO