Roteiro

Fim de noite: bares para curtir até de madrugada

Selecionamos lugares para quem gosta de curtir até altas horas

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

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Genésio: agito até altas horas (Foto: Fernando Moraes)

Botequeiro que se preze gosta de madrugar no bar. Afinal, quer coisa mais chata do que ter que acertar a conta no auge do papo (ou da paquera)? Foi pensando nesse grupo de notívagos que selecionamos os endereços abaixo.

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São lugares que costumam ficar abertos até altas horas, especialmente nos fins de semana, em uma cidade onde os estabelecimentos fecham cada vez mais cedo. Selecionamos bares não só da Vila Madalena, mas de diferentes áreas da cidade.

Como os horários mudam de acordo com o dia da semana, vale ficar atento e checar antes de ir ao local. Divirta-se.

Ambiente do bar SubAstor, na Vila Madalena - Fernando Moraes
Ambiente do bar SubAstor: na Vila Madalena (Foto: Fernando Moraes)

Barão da Itararé: no meio do fervo do Baixo Augusta, é frequentado por héteros e turmas gays. Ocupa um salão de estilo art déco pitoresco, a cerca de 1,5 metro abaixo do nível da calçada. As conversas nas mesas são regadas a cervejas em garrafa (Original, R$ 9,99) e vinhos. Para petiscar, peça o bolinho de abóbora com carne-seca (R$ 27,00 a porção).

Charles Edward: ao som ao vivo de pop rock e flashbacks, o pessoal de 40 anos para cima vai ao lugar com a intenção de dar uma nova chance ao amor — ou à paquera, ao menos. Quem conseguir um lugar nas concorridas mesas poderá relaxar e provar as receitas que a cozinha expede até as 3 horas da matina.

Estadão: o botecão nunca fecha, funciona 24 horas. Seu balcão é um dos mais democráticos da cidade. Gente indo ou voltando da balada, trabalhadores da região, taxistas e famílias turistando costumam se aboletar lado a lado a fim de devorar o famoso sanduíche de pernil no pão francês (R$ 15,00) e até um picadinho com arroz, feijão e farofa (R$ 15,00).

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Fachada do Charles Edward: clima de paquera (Foto: Divulgação)

Filial: como o lugar persiste até tarde — a cozinha alcança as 3h30 às sextas e aos sábados —, costuma receber boêmios emigrantes de estabelecimentos menos notívagos da Vila Madalena. O chope (Brahma) custa R$ 7,40. Para confortar o estômago, a galinha afogada (R$ 42,00) vem na forma de ume molhadinho arroz com lascas de frango coberto de paio.

Genésio: pertence aos mesmos donos do Filial e do Genial, também na Vila Madalena. Aqui, o foco recai na cozinha, que funciona até 2h30 de domingo a terça, 3h30 de quarta e quinta e 4h30 de sexta e sábado, expedindo sugestões bem variadas como pizzas, sanduíches e massas. Para bebericar, vá de caipirinhas (R$ 21,00 a de caju), além de alguns rótulos de vinho.

Ó do Borogodó: com um quê de Lapa carioca, o pequeno boteco lota de gente desencanada, atraída pelos shows de nomes como Anaí Rosa, Giana Viscardi e mais um bom punhado de bambas. Ninguém parece se importar com a precariedade do espaço e requebra até altas horas. A brigada trabalha apressada para entregar garrafas de cerveja (Amstel, R$ 14,00).

Ó do Borogodó
Ó do Borogodó: para amantes de samba (Foto: Raul Zito)

O'Malley's: múltiplos ambientes dão forma ao longevo pub que não costuma fechar antes das 4h. O primeiro dos espaços, abaixo do nível da calçada, apresenta balcões de madeira escura, televisões ligadas em canais de esportes e torneiras de chope importado.

St. John's: o endereço do Tatuapé não foge à regra dos pubs irlandeses à moda brasileira. Estão lá os balcões de madeira escura, a luz baixa e o canto onde as bandas de rock se apresentam. Completam esse cenário a mesa de sinuca e uma varanda. A moçada dá preferência ao chope Heineken (R$ 14,00 o pint) e fica até as 4h nos fins de semana.

SubAstor: até às 3h, é possível bebericar no porão do Astor os drinques do barman italiano Fabio la Pietra. Tem a melhor carta de coquetéis da cidade, segundo a mais recente edição VEJA COMER & BEBER. Peça o ceará vs 007 (R$ 31,00), mistura de gim, vodca com infusão de castanha-de-caju e vermute seco mais uma borrifada de perfume feito do suco da fruta.

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O'Malley's: até as 4h (Foto: Divulgação)

 

Fonte: VEJA SÃO PAULO