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Vejinha cria ferramenta para facilitar compra de ingressos para peças de teatro

Atalho, elaborado em parceria com o Ingresso Rápido, está disponível na resenha do espetáculo

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

Raia 30
Claudia, em meio aos dançarinos: show ao estilo Broadway (Foto: Caio Galucci)

Uma nova ferramenta no site de VEJA SÃO PAULO, elaborada em parceria com o Ingresso Rápido, facilita a compra de entradas para peças de teatro em cartaz na cidade.

+ Confira o blog do crítico de teatro Dirceu Dirceu Alves Jr.

Ao visitar a resenha do espetáculo no site da revista, o internauta terá disponível o botão “comprar ingresso”, que funciona como um atalho. O clique leva o usuário diretamente à página da peça no Ingresso Rápido, evitando que o leitor perca tempo procurando a atração em meio a outras opções.

Confira abaixo uma lista de peça em que a novidade já está disponível:  

 

  • Infantil

    O Alvo
    VejaSP
    3 avaliações
    Com uma combinação de simplicidade, bom texto e elenco talentoso, o diretor e roteirista Pedro Garrafa conseguiu abordar um assunto já bastante explorado — o bullying — de maneira realista. No olho do furacão, encontram-se as inseparáveis adolescentes Amanda (Kuka Annunciato), Maria Anna (Natalia Viviani), Rebecca (Luiza Porto) e Nina (Andressa Andreatto). Junto de Amélia (Júlia Freire), elas se meteram numa confusão na escola ao provocar um grave acidente com Maria Cláudia, a quem não se cansam de chamar de “dinossaura”. Agora, aguardam com tensão o momento de encarar a diretora para falar sobre o ocorrido. Praticamente sem cenário, o espetáculo da Cia. do Bigode é composto de flashbacks, numa estrutura tão benfeita e dinâmica que o espectador fica grudado na cadeira à espera da decisão sobre o destino das meninas. Estreou em 16/5/2015. Até 30/7/2016.
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  • Um dos mais profícuos escritores das décadas de 70 e 80, o gaúcho Caio Fernando Abreu (1948-1996) volta e meia é objeto de inspiração para montagens teatrais. A maioria delas reforça a temática homossexual e, muitas vezes, limita as histórias produzidas pelo contista e romancista ao universo gay. No drama Animais de Hábitos Noturnos, o autor e diretor Robson Phoenix surpreende por trazer à tona um olhar mais amplo em relação aos textos de Abreu. Ele construiu uma dramaturgia estruturada em cenas curtas sem ordem cronológica, mas interligadas, para enfocar dois casais perdidos em andanças noturnas. Amor, solidão, desejo e autodestruição rondam a vida deles. Os atores André Fusko, Einat Falbel, Guilherme Gorski e Wanessa Morgado representam bem os personagens. Um destaque é um diálogo encenado em quatro versões. O quarteto protagoniza um interessante revezamento e, com segurança, envolve o espectador nessa ciranda contemporânea. Estreou em 4/12/2014. Até 16/10/2015.
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  • A fórmula deu certo. Uma década depois de Cada Um com Seus Pobrema, Marcelo Médici criou uma continuação disfarçada da comédia que também tem como pano de fundo os bastidores do teatro. Agora, o título é Cada Dois com Seus Pobrema, e ele divide a cena na primeira parte com Ricardo Rathsam, coautor e hilário em sua participação. No centro da montagem dirigida por Paula Cohen, uma atriz reclusa e louca (vivida por Médici) recebe a visita de um repórter (Rathsam) para uma entrevista. A governanta Aguinalda (também representada por Médici) fica responsável pelo clima de suspense. Essa interessante história, no entanto, tem um ponto final nesse momento do texto. Em seguida, entram em cena figuras impagáveis, como o Mico Leão Dourado, o motoboy Sanderson e a apresentadora Tia Penha. Os personagens já conhecidos de Cada Um com Seus Pobrema mostram-se veículos perfeitos para Médici exercitar seu talento. A plateia gargalha com vontade, mas o grande comediante inegavelmente se apoia em uma zona de conforto que domina como poucos. E fica a dever uma conclusão para a trama inicial. Vale avisar que as duas sessões semanais estão com ingressos bastante concorridos. Estreou em 9/9/2014. Até 25/2/2016. + Leia entrevista com o ator Ricardo Rathsam
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  • Monólogo dramático

    Cartas Libanesas
    VejaSP
    Sem avaliação
    Marcelo Lazzaratto dirige o monólogo dramático Cartas Libanesas, de José Eduardo Vendramini, indicado ao Prêmio Shell de melhor texto do ano. Disposto a prosperar como mascate, um libanês (papel do desenvolto Eduardo Mossri) se muda para cá no início do século XX. Ao mesmo tempo em que se encanta com o Brasil, precisa enfrentar o preconceito, as difculdades com a língua e a saudade da família e da terra-mãe. O espetáculo mostra a importância da trajetória de grupos de outras nações na construção do país. Desenvolvida a partir de relatos verídicos de estrangeiros, a peça conta com apenas um microfone e uma mala como elementos cênicos. O figurino foi criado por Fause Haten. Estreou em 20/3/2015. Até 27/9/2015.
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  • A primeira viagem do luxuoso avião Super Constellation, do Rio de Janeiro a Nova York, nos anos 50, serve como base para a narrativa do musical de Cláudio Magnavita. Moradora de Copacabana, uma garota (a atriz Jullie, ex-participante do reality show The Voice) se candidata a um concurso da Rádio Nacional para embarcar na aeronave. Na empreitada, conta com a ajuda da mãe (a afinada Lovie Elizabeth) e da abusada tia (Andrea Veiga, ex-paquita). Dirigido por Jarbas Homem de Mello, o elenco, composto de mais seis artistas, solta a voz em canções da época, a exemplo de Only You, Blue Moon e Stand by Me. Estreou em 2/8/15. Até 27/9/2015.
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  • Monólogo cômico

    Fale Mais sobre Isso
    VejaSP
    4 avaliações
    Além de atriz, Flávia Garrafa é psicóloga e professora. Nas três atividades, a comunicação estabelecida com o outro, seja o público, seja o paciente ou o aluno, é a chave do sucesso. Sob a direção de seu irmão Pedro Garrafa, ela apresenta o  monólogo cômico Fale Mais sobre Isso, também de sua autoria, em que une um pouco de cada talento. Flávia interpreta uma terapeuta um pouco perdida em inquietações pessoais, tarefas familiares e futilidades. Por seu consultório, quatro pacientes (todos representados pela própria atriz) dividem questionamentos e alguns motivos para o público dar boas risadas. Comediante de mão-cheia, Flávia manda bem, mas deve se soltar mais, assim que estiver relaxada no seu palco e também no divã. Estreou em 14/3/2015. Até 26/7/2016.
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  • Stand-up comedy

    Fora do Normal
    VejaSP
    4 avaliações
    Se existe uma coisa que dá para constatar no espetáculo de stand-up comedy Fora do Normal, do humorista Fábio Porchat, é que ele sabe se promover. Quando a peça começa, o ator surge de camiseta, jeans e chinelos à frente do palco e pede à plateia, de forma divertida, para tirar o som do celular. Só isso já faz rir. Bom de papo, ele emenda um assunto no outro e conta seus casos. Porchat fala sobre o cotidiano nas grandes cidades, a dificuldade para perder peso (ele já integrou o elenco do quadro de emagrecimento Medida Certa, do Fantástico), as roubadas em que se meteu em viagens... O texto cai algumas vezes em piadas manjadas. Mas a capacidade de Porchat de dar graça ao simples com uma boa interpretação e expressões hilariantes revela-se irresistível. Estreou em 6/9/2013. Até 29/11/2015.
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  • Depois de levarem 3 milhões de espectadores ao cinema e conquistarem fãs na série do Multishow, os atores Fábio Porchat e Miá Mello montaram um espetáculo de mesmo nome dos outros produtos. Com história inédita escrita por Tati Bernardi, a comédia se passa na noite de núpcias dos personagens Miá e Fábio, casados um mês depois de terem se conhecido. Diálogos rápidos e piadas certeiras dão o tom. Estreou em 1º/8/2014. Até 29/11/2015.
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  • Atriz de carreira eclética na televisão e no teatro, Claudia Raia relembra suas três décadas de trajetória neste musical. Com direção cênica de José Possi Neto e texto do amigo Miguel Falabella, a peça passeia por diversas fases da biografia da estrela. Começa na juventude da atriz, quando, em busca do sucesso, ela aventurou-se por Estados Unidos e Argentina para estudar dança. Em momentos nostálgicos para a plateia, que retomam sucessos da TV por meio da história da intérprete, surgem personagens marcantes, como a atrapalhada Tancinha, da novela Sassaricando, e a presidiária Tonhão, do programa humorístico TV Pirata. Claudia também solta a voz em canções do naipe de Não Fuja da Raia, da atração homônima que protagonizou nos anos 90. Sua forte ligação com os musicais aparece a todo tempo em números ao estilo da Broadway. A artista, que abusa das trocas de brilhantes figurinos em meio a um cenário portentoso — assinado por Gringo Cardia —, cria empatia com o público em cenas divertidas. Entre os coadjuvantes, brilha Marcos Tumura, experiente nesse tipo de montagem. Estreou 24/7/2015. Até 5/6/2016.
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  • Comédia dramática

    Visitando o Sr. Green
    VejaSP
    7 avaliações
    Trazer de volta a comédia dramática Visitando o Sr. Green, do americano Jeff Baron, é uma tarefa difícil para os envolvidos. A versão brasileira original, dirigida por Elias Andreato em 2000, foi consagrada por Paulo Autran (1922-2007), que contracenava com Cassio Scapin. Os anos se passaram, o mito do célebre ator segue inabalável, e Scapin revela- se corajoso ao comandar a nova montagem. Sérgio Mamberti surge na pele do solitário judeu ortodoxo confrontado com um fato capaz de desestabilizar sua rigorosa rotina. Green conhece o jovem executivo Ross (papel de Ricardo Gelli) depois que os dois se envolvem em um pequeno acidente de trânsito. Considerado culpado, o rapaz deve prestar serviços à contrariada vítima. Em uma visita semanal, ele levará comida a esse idoso ranzinza, tentará engatar um papo com ele e testará sua tolerância. Em um misto de respeito e sensibilidade, Scapin surpreende como encenador por valorizar a mensagem do texto e reforçar um tom cômico que garante um olhar mais leve e delicado. Mamberti é o responsável pelas tiradas irônicas e também comove o espectador nas partes densas. Promissor nome, Gelli defende muito bem o personagem e, mesmo que alguns diálogos pareçam datados, garante a veracidade da trama. Estreou em 24/4/2015. Até 13/12/2015.
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  • Também diretora, Maria Alice Vergueiro estrela e justifica o drama Why the Horse?, que, em formato de happening, mostra o velório da própria atriz. Quem procura uma montagem convencional dificilmente se envolverá. Em cena, Maria Alice está cercada dos atores Alexandre Magno, Carolina Splendore, Luciano Chirolli e Robson Catalunha para celebrar sua vida. Um fiapo de dramaturgia criado por Fábio Furtado traz referências do autor irlandês Samuel Beckett e do roteirista chileno Alejandro Jodorowsky em uma costura com a biografia da artista, que convive com a doença de Parkinson desde 2000. Mas a encenação se apoia mesmo é na imagem de Maria Alice e em suas provocações sobre a morte e na corajosa exposição sem pudores das suas visíveis limitações físicas. Estreou em 10/4/2015. De 19 a 21/8/2016.
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  • Às vésperas da estreia paulistana, o musical Barbaridade perdeu sua principal estrela, Susana Vieira. A atriz machucou o pé e foi obrigada a se afastar do espetáculo. Escalou-se às pressas Stella Maria Rodrigues, com quem Susana já havia contracenado na novela Por Amor (ela no papel da patroa Branca e a substituta como a empregada Zilá). Inspirado em um argumento de Luis Fernando Verissimo, Ziraldo e Zuenir Ventura, o dramaturgo Rodrigo Nogueira escreveu o trabalho sobre a terceira idade. Três autores (vividos por Edwin Luisi, Osmar Prado e Marcos Oliveira) são contratados para criar um espetáculo sobre o universo dos idosos, mas enfrentam um bloqueio criativo. Para dar uma força à criação do enredo, Matusalém (Thais Belchior) lança feitiços para que fiquem ainda mais velhos e, depois, voltem à juventude. Stella encarna Daniela Gordon, rígida produtora encarregada de lidar com a confusão. Adepta da cirurgia plástica, ela se recusa a encarar o envelhecimento. Apesar de interessante a iniciativa de falar sobre um assunto muitas vezes ignorado, o tópico do passar do tempo, entretanto, é tratado com superficialidade. Piadas que beiram o lugar comum pontuam alguns trechos. A boa interação do elenco principal nem sempre faz valer os números de dança. São trinta canções na trilha sonora, que inclui músicas famosas e suas versões, de cantores como Anitta e Frank Sinatra, e composições originais. Oito músicos e doze atores completam o elenco. Estreou em 17/7/2015. Até 27/9/2015.
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  • Gastronomia é um tema da moda. Boas risadas também figuram entre os interesses de frequentadores de teatro. Da união do útil com o agradável, a comédia Não Sou Bistrô, escrita por Paulo Emílio Lisboa, carrega certo charme ao enfocar os bastidores de um restaurante de Barcelona. Fúlvio Stefanini interpreta um estressado chef que dedica a vida aos seus pratos e receitas exclusivas. Um infarto o faz pensar em aposentar as caçarolas, mas para isso precisa encontrar um jovem que assuma a cozinha e leve adiante sua marca. A espanhola Penélope e o francês Henry são os candidatos. Logo, iniciam-se tramas de competição e jogos de sedução. A dramaturgia fica no feijão com arroz, e a direção de Léo Stefanini não acrescenta tempero algum, resultando pouco  inventiva. Quando é aberto espaço para o inesperado, como na divertida brincadeira sobre o cinema espanhol, a montagem dá sinais de que poderia ser mais descontraída. Com João Bresser, Ton Prado, Renata Fasanella, Fulvio Filho, Pamela Otero e Kauê Gibran. Estreou em 3/10/2014. Até 26/9/2015.
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  • Sob a direção de Dagoberto Feliz, o musical recria o clima de cabaré com canções de Cole Porter e George Gershwin. Situações dramáticas são costuradas, porém sem relação direta entre si, por temas vertidos para o português por Claudio Botelho e Carlos Rennó. Momentos divertidos se revezam com cenas que, às vezes, deslizam para o vulgar. Com Silmara Deon, Lilian Blanc, Luciana Carnieli, Fernando Nitsch, Daniel Morozetti, Helder Mariani, Katia Naiane, Cacau Merz, Bruno Guida e Demian Pinto. Estreou em 29/7/2015. Até 6/3/2016.
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  • Comédia

    Casal TPM
    VejaSP
    3 avaliações
    No centro da comédia de Paula Giannini está um casal. Os altos e baixos da paixão, a rivalidade e a impaciência fazem do cotidiano uma bomba-relógio. Nada é surpreendente na abordagem do tema. O carisma e o timing de Paula Giannini como protagonista, no entanto, divertem parte da plateia. Com o também diretor Amauri Ernani. Estreou em 25/4/2008. 
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  • Comédia dramática

    Amores Urbanos
    VejaSP
    2 avaliações
    Helena Ranaldi, Juan Alba, Daíse Amaral e Clóvis Torres interpretam os três contos da comédia dramática Amores Urbanos. De Marcelo Rubens Paiva, Reconfigurar fala de um casal antenado tecnologicamente, mas cuja vida sexual se mostra morna, e de um par com objetivos diferentes para o futuro. Jardim de Infância, com texto de Torres e direção de Clarisse Abujamra, trata da relação entre dois irmãos que se comunicam há anos com a mãe apenas pelas redes sociais. Quatro pessoas que acreditam se ver livres de problemas amorosos formam a trama de Grupo de Apoio para Pessoas Sentimentalmente Muito Bem Resolvidas, de Mário Bortolotto. O assunto amoroso, também ligado ao uso das redes sociais, tem apelo, mas nenhuma das cenas possui impacto suficiente para prender totalmente a atenção da plateia. Estreou em 7/8/2015. Até 1º/11/2015.
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  • O drama inspirado no texto de Nelson Rodrigues é conduzido pela forma sensacionalista de noticiar os fatos pela mídia. Direção de Jair Aguiar e interpretação do Grupo de Segunda e atores convidados. Estreou em 26/8/2015. Até 21/4/2016.
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  • Do Lado Direito do Hemisfério se mostra uma peça leve e divertida, porém sem ser rasa. Inspirados por casos reais envolvendo o neurologista e escritor inglês Oliver Sacks, os mineiros da Cia. Afeta interpretam o drama. A encenação se vê centrada em três personagens: um homem com perda de memória recente, um sujeito que se desestabiliza ao sentir emoções mais fortes e outro que enxerga o mundo de forma abstrata. Suas histórias trágicas, mas tratadas de maneira delicada, cruzamse entre si e com a de uma moça que atua como uma espécie de narradora. Trechos com o uso de metalinguagem e uma simpática música de abertura pontuam o espetáculo. A dramaturgia foi construída por Antonio Hildebrando e Nando Motta, também diretor e ator. Com Alexandre Cioletti, Barbara Salomé e Rodrigo Fidélis. Estreou em 29/7/2015. Até 25/9/2015.
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  • Ronaldo Ciambroni escreveu a comédia. Diva Maria, uma viúva obcecada pelo sucesso, move mundos e fundos para promover suas filhas. Um dia, as meninas resolvem dar um basta na mãe superprotetora e fugir de casa. Com Luiggi  Francesco, Carmen Sanches, Alexandre  Battel e outros. Estreou em 16/1/1999. Até 17/12/2015.
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  • De Newton Moreno, a montagem juvenil tem músicas de Lulu Santos na trilha sonora. Aborda temas do universo adolescente, do naipe de virgindade, homofobia e dificuldade de diálogo com os pais. De 5/8/2015. Até 14/10/2015.
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  • Nesta tragicomédia, o Grupo Careta se propõe a reconstruir Hamlet, de Shakespeare, na estrutura do cordel. O objetivo é suavizar o peso da tragédia, mas sem perder o aspecto reflexivo da obra. Estreou em 29/8/2015. Até 25/3/2016.
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  • Com direção de Ricardo Malerbi, a peça conta, por meio de números de ilusionismo, a história de um extraterrestre que vem à Terra procurar água para salvar seu planeta. Junto de seu bichinho de estimação alienígena de pelúcia, o protagonista Tontonok (Cláudio Grassi) tenta se comunicar com os seres daqui. Estreou 8/8/2015. Até 27/9/2015.
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  • A peça A Tempestade teria sido a última escrita pelo inglês William Shakespeare (1564-1616). Com quatro montagens do autor no currículo, o diretor Gabriel Villela apresenta sua versão da comédia repleta de elementos fantásticos. O feiticeiro Próspero (papel de Celso Frateschi), duque de Milão destronado por seu irmão traidor, vive exilado com a filha Miranda (a atriz Letícia Medella) em uma ilha — bem representada pelo formato circular do Tucarena. Por meio de poderes mágicos, ele provoca um terrível temporal para atrair seus inimigos e, assim, fazer um acerto de contas. Impecável ao lado de um competente elenco, Frateschi já havia participado de uma releitura do texto liderada por Paulo Autran. Nessa encenação, de 1994, ele assumiu o papel do escravo de traços disformes Caliban, agora interpretado por Helio Cicero. Executada ao vivo pelo próprio elenco, a trilha sonora é composta de canções populares com referências ao mar. Adereços e objetos de arte criados por Shicó do Mamulengo e figurinos repletos de bordados incrementam a trama. Com Chico Carvalho, Marco Furlan, Dagoberto Feliz, Romis Ferreira e outros. Estreou em 21/8/2015. Até 22/11/2015.
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  • O clichê de que cada personagem deve ser encarado como uma folha em branco para o intérprete ter total liberdade de criação não se aplica nesse caso. A bem-sucedida trajetória de Tarcísio Meira e sua inabalável imagem de galã conferem uma simbologia muito bem explorada à grandiosa encenação dirigida por Ulysses Cruz. No drama de Ronald Harwood, um icônico ator sente-se dominado pela exaustão e beira um colapso nervoso. Prestes a encenar pela enésima vez o papel-título da tragédia Rei Lear, de William Shakespeare, ele reluta em entrar no palco e trava um vertiginoso embate com seu fiel camareiro (vivido por Kiko Mascarenhas), inconformado com o desânimo do artista. Conceitos de vocação, egocentrismo e reponsabilidade vêm à tona para discutir os limites capazes de separar ficção e realidade. Karin Rodrigues, Chris Couto, Karen Coelho, Ravel Cabral e Silvio Matos formam o competente time coadjuvante que oferecem suporte para a dupla central. Se Mascarenhas aproveita muito bem as possibilidades de seu rico personagem, trilhando registros cômicos e dramáticos, Tarcísio Meira magnetiza a plateia pela força de sua presença apoiado no emotivo texto de Harwood. Estreou em 4/9/2015. Até 13/12/2015.
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  • Aqui está um espetáculo capaz de despertar o interesse de amplas plateias. O musical de Christopher Curtis e Thomas Meehan ganha versão brasileira de Miguel Falabella e direção cênica de Mariano Detry que emociona cinéfilos, crianças ou adultos e pode fazer até os detratores das superproduções do gênero aplaudirem de pé. Reconhecido como bailarino e cantor, Jarbas Homem de Mello alcança a superação como ator na caracterização de um dos maiores gênios das telas, o inglês Charles Chaplin (1889-1977). O espetáculo percorre sua carreira desde a infância pobre em Londres até a consagração com filmes como O Grande Ditador e Tempos Modernos e oferece uma leitura psicológica do artista que explica o caráter dúbio ou atitudes pouco éticas. Essa dramaticidade cênica se sobrepõe aos bons números musicais e não deixa a montagem limitada às cantorias ou coreografias. Marcello Antony representa Sidney, o irmão e futuro agente do protagonista, enquanto Naíma e Paula Capovilla se destacam respectivamente como a mãe, Hannah Chaplin, e a jornalista Hedda Hooper. Giulia Nadruz, Paulo Goulart Filho e Leandro Luna integram o elenco de 21 atores. Estreou em 14/5/2015. Até 18/10/2015.
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  • Comédia

    Tribos
    VejaSP
    62 avaliações
    Na comédia dramática Vermelho (2012), Antonio Fagundes apresentou o filho Bruno oficialmente ao público. Naquela trama, um consagrado artista plástico e o jovem assistente viviam conflitos, em um inevitável jogo de espelhos. Menos de três meses depois do fim da turnê do espetáculo, a dupla estreou a perturbadora e divertida comédia Tribos, escrita pela inglesa Nina Raine e dirigida por Ulysses Cruz. Está explícito que a energia juvenil de Bruno contaminou o pai a ponto de fazê-lo apostar em uma encenação moderna, com um elenco numeroso e sem protagonismos, capaz de dialogar com diferentes gerações. Billy (papel de Bruno) nasceu surdo em uma família pouco convencional em que todos podem ouvir. Os pais politicamente incorretos (vividos por Fagundes e Eliete Cigaarini) o criaram em um casulo e não se conformam com a dependência dos outros dois filhos (Guilherme Magon e Maíra Dvorek). A situação se desestabiliza de vez quando Billy se apaixona por Silvia (a atriz Arieta Corrêa), uma garota que começa a ensurdecer depois de adulta. Com diálogos afiados e repletos de acidez, o texto é estruturado em nove cenas que abordam a surdez metafórica nas relações pessoais. Como sempre, Fagundes brilha ao aproveitar o histrionismo do personagem, e Bruno mostra potencial na pele do deficiente auditivo em busca de identidade. Sobressai também Guilherme Magon. O ator investe em uma sutil interiorização para fortalecer o irmão deprimido de Billy. Estreou em 14/9/2013. Até 13/12/2015.
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  • Com a comédia A Banheira, o encenador Alexandre Reinecke redescobriu a fórmula de fazer mais em nome da diversão com pouco, bem pouco. Escrita por Gugu Keller, a peça se limita a um ponto de partida interessante sustentado por uma direção e atores afinados. Um chefe de família, homofóbico aos olhos de todos, quebra o tédio matrimonial com programas inusitados. Certa tarde, ele leva para casa Melissa, uma acompanhante que calça mais de 40 e fala grosso quando precisa. Mas a dupla não fica sozinha por muito tempo. Logo, um ladrão aparece e os prende no banheiro. Tudo piora quando se desconfia que a amante seja uma parente renegada da mulher traída. Vários elementos comuns às comédias de erros distraem o espectador nessa costura de referências. O autor Gugu Keller fez uma adapatção da direção de Reinecke, e a montagem volta ao cartaz com novo elenco. Ailton Guedes substitui o ótimo Wilson de Santos no papel de Melissa. Rodrigo Nascimento, Renata Bruel, Leonardo Devitto e Carol Hubner completam o time de atores da vez . Estreou em 1º/5/2015. Até 31/7/2016. 
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  • Formada por atores, educadores e cientistas, a turma do Mad Science estimula o gosto pelo estudo da matéria através de eventos, feiras e peças de teatro que passam longe do tom monótono de algumas aulas na escola. O grupo, criado no Canadá há mais de vinte anos, chegou ao Brasil em 2008. Na trama do espetáculo O Grande Circo Científico, em cartaz no Espaço Promon, dois pesquisadores realizam experimentos malucos relacionados com o mundo do circo. Embora o fio narrativo seja muito fraco, os atores Tiago Prates e Gigi Bifulco divertem a plateia com carisma e mostram, por exemplo, como funcionam as explosões e outros princípios da física. A criançada se anima com cusparadas de fogo, malabarismos e jatos de serpentina. Trata-se de um lúdico show de interessantes demonstrações, com direito à participação ativa do público mirim. Estreou em 5/7/2015. Até 25/10/2015.
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  • Escrita há 500 anos, a comédia de Maquiavel de cunho crítico sustenta-se num jogo amoral. O inescrupuloso Calímaco (o ator Bruno Barchesi) está ávido por possuir a qualquer custo Lucrécia, a mulher de um ricaço bobalhão. Para tanto, faz-se passar por médico e prescreve ao casal um absurdo tratamento de fertilidade. Com Guilherme Sant’Anna, André Garolli, Paulo Marcos, Cesar Baccan, Cinthya Hussey e Maria do Carmo Soares. Estreou em 9/7/2004. Até 29/11/2015.
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  • O musical estreou em 1959 e, seis anos depois, consagrou-se no cinema. Diante da responsabilidade, Charles Möeller e Claudio Botelho não economizaram na adaptação da obra que traz grandiosos cenários, charmosos figurinos e um ritmo invejável. No palco, narra-se a história da freira Maria Rainer. Interpretada por Kiara Sasso, a personagem é uma noviça que não segue as regras do convento. Enviada para trabalhar como babá dos sete filhos do capitão Von Trapp (Saulo Vasconcelos), a jovem amolece o viúvo. Com Ada Chaseliov, Estela Ribeiro e outros.
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  • No fim da década de 80, o paulistano Nando Bolognesi levava a vida entre a faculdade, as baladas e o futebol. Durante um intercâmbio na Europa, percebeu que seu corpo não respondia a estímulos imediatos. Primeiro, ele encontrava dificuldade para se equilibrar em uma escada rolante. Logo depois, a desenvoltura com a bola nos gramados parecia coisa do passado e até usar um desodorante se transformou em uma árdua tarefa. Portador de esclerose múltipla, Nando buscou a reinvenção e, dali em diante, não parou de se superar. Aposentou o diploma de economia, virou ator e palhaço e, 25 anos depois do diagnóstico, transita entre o cômico, o trágico e o documental em um solo emocionante. Parafraseando a stand-up comedy, o autor e também diretor, hoje com 46 anos, recorreu ao humor e a uma boa dose de otimismo para criar a própria sit-down tragedy. Ele não poupa a si mesmo e arranca risos e lágrimas da plateia através de histórias da convivência com as limitações impostas pela doença degenerativa. Estreou em 1º/8/2013. De 15/9 a 4/11/2016.
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  • Miriam Lins adaptou e dirige a comédia de Rodolfo da Rocha Carvalho. Um aposentado (Marcio de Lucca) sonha em ser ator. O convite para interpretar um homossexual em uma peça, no entanto, o envolve em vários mal-entendidos. Calcada em piadas politicamente incorretas, a peça traz todas as fórmulas para uma ampla comunicação e tem no elenco os atores Mateus Carrieri, Adelita Del Sent e Aldine Muller. Estreou em 5/10/2007. Até 29/10/2016.
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  • De tempos em tempos, uma peça estreia de mansinho e chama a atenção pela façanha cada vez mais rara de se manter por meses em cartaz. Os atores da Cia. Os Barulhentos conseguiram um eficiente boca a boca com Aqui Estamos com Milhares de Cães Vindos do Mar, que, depois de apresentações no Espaço Elevador, pode ser vista no Centro Cultural São Paulo. Dirigida por Rodrigo Spina, a tragicomédia é formada por catorze cenas escritas pelo dramaturgo romeno Matéi Visniec. Um pouco mais da obra do autor ainda pode ser conhecido em outros espetáculos na cidade, A Máquina Tchekhov e A Volta para Casa. Em um primeiro momento, a encenação concebida por Spina, apoiada na iluminação de Lui Seixas, já deixa o público impactado. O breu do palco aos pouco cede espaço para tons de cinza, branco e preto para que as tramas se cruzem. Enquanto um casal discute a relação depois do sexo, uma mãe luta para atravessar uma fronteira com o filho. A seguir, um garoto é instruído a atirar em supostos inimigos. Em comum, os personagens são marcados pela opressão que os tornam patéticos, vítimas da violência e do totalitarismo. Conceitual e performática, a montagem opta por caminhos opostos ao realismo para reforçar as palavras de Visniec. Garante, porém, sua maior força ao criar, inevitavelmente, comparações com os noticiários. Estreou em 14/3/2015. Até 25/10/2015.
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  • Não é preciso muito esforço para entender as motivações do encenador Roberto Alvim em torno de Júlio César, obra-prima política de William Shakespeare. Basta passar os olhos pelo noticiário e prestar bastante atenção na dramaturgia do espetáculo para perceber as conexões possíveis com a realidade, ainda mais a brasileira. Com adaptação e direção de Alvim, Caesar — Como Construir um Império estabelece uma oportuna representação ao colocar todos os personagens nas mãos de dois atores, Caco Ciocler e Carmo Dalla Vecchia. Na trama, o governante romano Júlio César se torna alvo de uma intensa conspiração e, durante uma sessão do senado, é apunhalado por Brutus, que justifica o homicídio como forma de derrubar um tirano. Aclamado como o salvador da democracia, o assassino perde a aura de herói pouco depois, quando novos interessados em redesenhar as alianças entram em ação. Com o revezamento de personagens, a alternância de objetivos se torna ainda mais bem representadas porque existe uma dificuldade natural na identificação do intérprete, reforçada intencionalmente pela dupla. Ciocler e Dalla Vecchia podem ser César, Brutos, Cássio ou Marco Antônio, de acordo com o registro vocal, foco de luz ou postura. No fundo, o significado é o mesmo: a complexa tarefa de reconhecer quem está no poder e entender suas reais intenções. Elemento fundamental da encenação, a trilha sonora original de Vladimir Safatle confere contornos trágicos, como uma segunda voz dos personagens, e quem embarcar na leitura proposta por Alvim estará diante de uma peça dos nossos tempos. Estreou em 18/9/2015. Até 25/10/2015.
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  • Clássico infantil da MPB, o disco Canção dos Direitos da Criança (1987) é fruto da bem-sucedida parceria entre o compositor Toquinho e o artista plástico Elifas Andreato. Reúne dez composições inspiradas nos princípios da Declaração Universal dos Direitos da Criança, aprovada pela ONU em 1959. A obra, que já foi adaptada mais de uma vez para os palcos, ganha nova versão pelas mãos de Carla Candiotto, uma das fundadoras do grupo de teatro infantil Le Plat du Jour. A trama se passa na era vitoriana, em meio à Revolução Industrial, no reino da Rainha Má (Carol Badra), que, junto do seu ajudante, o Primeiro Ministro (André Dias e Edgar Bustamante), chama as crianças que trabalham no castelo de “coisinhas”. A turma, que já não aguenta mais os maus-tratos dos seus superiores, resolve bolar um plano para conseguir mais comida, o que rende cenas cheias de humor. A história conta com um elemento-surpresa no final, porém seu desenrolar às vezes peca pelo clichê. Esse fator é relevado pelo texto atual e engajado, combinado com canções cantadas ao vivo que conversam com a produção, como Gente Tem Sobrenome e Bê-ABá. O resultado da montagem atinge sua proposta original: informar de uma maneira divertida. Estreou em 12/9/2015. Até 30/10/2016.
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  • Autor do livro Meu Nome Não É Johnny, Guilherme Fiuza se aventura pela primeira vez no teatro, em uma comédia. Cláudia Mauro encarna uma mulher de meia-idade que fica histérica ao encontrar uma barata em seu apartamento. Com Renata Pascoal e Andre Dale. Estreou em 3/9/2015. 
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  • Trata-se de uma criação coletiva a partir da obra Uma Reportagem Maldita — Querô, de Plínio Marcos, e de contos de Marcelino Freire. Quinze atores da Companhia Haú abordam o universo da marginalidade. Direção de Kiko Marques. De 29/8/2015. Até 3/10/2015.
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  • A tragicomédia de Oswaldo Dragún faz uma reflexão sobre até onde um homem é capaz de chegar para suprir as necessidades materiais. Direção de Fernando Saba, que também atua. Com Danilo Cianciarulo, Gabriela Smurro, Luciano Garzin, Thais Scarabelli, Regina Pressinoti e Roberta da Fonseca. De 6/9/2015. Até 22/11/2015.
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  • Os avisos foram dados e, na teoria, o espetáculo começou. Dan Stulbach, Henrique Stroeter, Riba Carlovich, Maíra Chasseraux, Marcelo Castro e Rodrigo Bella Dona derrubam a chamada “quarta parede” – jargão para definir a barreira invisível que separa palco e plateia – e entram em cena. Eles contam um pouco como surgiu o projeto de encenar a comédia do italiano Dario Fo e lançam umas gracinhas para os espectadores. Logo, Stulbach molda o cabelo, assume um olhar perdido e a peça, na prática, dá sua largada. O protagonista é um louco, inconformado em não poder ser várias pessoas ao mesmo tempo, que vai parar em uma delegacia, acusado de falsidade ideológica. Basta uma distração do comissário (papel de Castro) para ele convencer o delegado (vivido por Stroeter) e o secretário de segurança (representado por Carlovich) de que é um respeitável juiz. Um crime vem à tona, e uma jornalista (Maíra) apura informações como o próprio lunático e, de novo disfarce, o personagem se mostra o mais apto para resolver o caso. Por mais que busque estabelecer vínculos com a realidade, a grande sacada da montagem é evidenciar o predomínio da ficção. Referências ao noticiário e, principalmente, à Operação Lava-Jato pipocam volta e meia, mas os atores fazem questão de deixar claro que tudo ali é um debochado teatro. Essa opção mostra grande capacidade do diretor Hugo Coelho ao construir um espetáculo reflexivo e crítico, mas muito bem embalado em um mero digestivo para quem, assim, desejar. Estreou em 23/9/2015. De 30/9 a 18/12/2016.
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  • Comédia

    Pulsões
    VejaSP
    2 avaliações
    Em meio a tanta oferta, um espetáculo bem interessante pode passar despercebido pelo público. O drama Pulsões, escrito por Dib Carneiro Neto e dirigido por Kika Freire, merece ser atenção, principalmente pela capacidade de surpreender o espectador a cada instante. Em um primeiro momento, um casal vive em um local difícil de ser identificado. Diálogos desconexos e movimentos rigorosamente coreografados fazem entender que são dois artistas, uma bailarina vocacionada (interpretada por Fernanda de Freitas, que pode ser substituída pela atriz Natalia Gonsales) e um músico (papel de Cadu Fávero) em ebulição criativa. Ambos estão apaixonados, mas são incapazes de estabelecer uma comunicação e, principalmente, de falar do passado. O incômodo gerado na plateia diante das peças espalhadas desse quebra-cabeça fica minimizado depois da evidência que a dupla se encontra em uma clínica psiquiátrica. As questões de cada um são muito mais conturbadas que a inquietação artística, e o lirismo do texto encontra harmonia justificada com a direção. O cenário, repleto de móbiles, e os figurinos fogem do realismo para realçar a carga poética. Sintonizados, os protagonistas se mostram peças fundamentais desse conjunto. Fávero e Fernanda brilham como componentes de uma performance muito bem conduzida pela direção. João Bittencourt (piano) e Maria Clara Valle (violoncelo) executam a trilha sonora ao vivo. Estreou em 18/9/2015. Até 18/10/2015.
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  • A companhia Budega Teatral encena a comédia que mostra os bastidores de uma peça infantil. Atrás dos sorrisos envernizados do príncipe, da princesa e dos duendes, rivalidades sacodem as coxias. Amarildo Felix é autor e diretor do trabalho. De 5/9/2015. Até 25/10/2015.
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  • Em uma mistura de teatro e show, a cantora Zélia Duncan traz à tona a veia dramática e busca personagens nas canções do compositor Luiz Tatit. O texto são as letras das canções do musical. Sob a direção de Regina Braga, a artista é acompanhada pelos instrumentistas Webster Santos e Tércio Guimarães. Estreou em 3/9/2011. Até 27/10/2015.
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  • A jornada escrita pelo francês Júlio Verne (1828-1905) ganha uma boa adaptação infantil, dirigida por Eric Nowinski. Na história, o geólogo Otto Lindenbrok (Bruno Rudolf) e seu sobrinho Axel (Ricardo Rodrigues) decidem chegar ao centro do planeta através de um vulcão na Islândia. A aventura só é possível com a ajuda do guia Hans (André Schulle). Mesmo falando um dialeto incompreensível — e engraçadíssimo —, ele encontra soluções para levar o tio deslumbrado e o sobrinho um tanto medroso ao seu destino. Em completa sintonia, os três atores pulam, carregam uns aos outros nas costas e se contorcem no cenário que se transforma a cada passagem de tempo. O resultado é um espetáculo com ritmo frenético, capaz de manter até os mais agitados com os olhos vidrados no palco. Exibições em vídeo gravadas em tempo real, uma das especialidades do diretor, dão a impressão de que a plateia mergulha junto no vulcão e, numa das cenas mais bonitas, até navega num rio dentro da Terra. Recomendado a partir de 5 anos. Estreou em 12/9/2015. Até 3/4/2016.
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  • Comédia / Musical

    A Noviça mais Rebelde
    VejaSP
    1 avaliação
    Entre o improviso e a interação, Wilson de Santos dá vida à Irmã Maria José na comédia musical de Dan Goggin. Como se comandasse um programa de auditório, o ator interpreta a freira que convence a superiora a deixá-la fazer uma participação no show beneficente da irmandade. Para distrair os fiéis, a freirinha promove jogo de bingo, imita as cantoras Ana Carolina, Perla e Joelma e fala da vida pessoal. Também diretor, Santos teve supervisão de Marcelo Médici. Estreou em 13/11/2009. Até 29/10/2016.
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  • Com pegada surrealista, o drama se baseia no texto do espanhol Fernando Arrabal. Fala do mundo virtual, responsável por criar pessoas de hábitos solitários. Direção de Erika Barbosa e Beto Bellini. Com Gisa Guttervil, Lorena Garrido, Luciano Sevla, Marilia Adamy e Billy Eustáquio. De 28/8/2015. Até 2/10/2015.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO