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Confira as melhores indicações de programas culturais e gastronômicos desta semana

Por: Veja São Paulo

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As indicações dos críticos de VEJA SÃO PAULO para a semana de 15 a 22 de maio:

  • O alemão Zev Guttman (Christopher Plummer) mora numa clínica particular para idosos nos Estados Unidos. Sua esposa morreu faz uma semana, mas o velhinho, já demonstrando falha de memória, não se lembra de nada. Mesmo assim, seu amigo, o também judeu Max Rosenbaum (Martin Landau), vai designar a ele uma missão secreta e muito, muito arriscada. Ambos tiveram a família exterminada no campo de concentração de Auschwitz e Max descobriu que o nazista responsável pela maior tragédia da vida deles mudou de nome. Antes ele era Otto Walisch, agora é Rudy Kurlander. O único sobrevivente capaz de reconhecer o carrasco, Zev terá de percorrer alguns estados até encontrar, entre quatro imigrantes, o “seu” Rudy e, sem piedade, matá-lo. Não há trégua para piscar no eletrizante roteiro do estreante Benjamin August, comandado com brilho e pulso firme pelo experiente diretor Atom Egoyan, egípcio radicado no Canadá. Expondo as feridas do Holocausto num thriller de tirar o fôlego, a trama também traz à tona um triste (porém verdadeiro) registro da velhice. A cereja do bolo, além das atuações de Plummer e de Landau e de coadjuvantes como Bruno Ganz, está no desfecho arrasador e surpreendente. Estreou em 12/5/2016.
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  • Elizabeth Taylor é a imagem da felina eternizada no cinema. Pelos palcos brasileiros, a protagonista já foi vivida por Cacilda Becker, Tereza Rachel e Vera Fischer e encontra agora em Bárbara Paz uma atriz com densidade para tal desafio. De 1955, o drama de Tennessee Williams mergulha nos fantasmas de uma família americana. O patriarca (papel de Zécarlos Machado), aos 65 anos, tem pouco para comemorar. O diagnóstico de um câncer e a visita do caçula, Brick (representado por Augusto Zacchi), acompanhado de sua esposa, Maggie (Bárbara), liquidaram a possibilidade de festa. Desde a morte do melhor amigo, o rapaz não larga o uísque e rejeita qualquer aproximação conjugal. A mulher parece à flor da pele e todos na casa percebem a falta de sintonia do casal. O filho mais velho (o ator André Garolli) e a nora (Fernanda Viacava), então, escancaram a disputa pela herança, encontrando a oposição da mãe (Noemi Marinho). Dirigida por Eduardo Tolentino de Araújo, a encenação dispensa um diálogo moderno para ganhar o espectador. Sua aposta é na recuperação de uma atmosfera incomum. O ritmo lento, as longas cenas e a forma como o elenco apresenta os diálogos inibem parte do público, mas valorizam as interpretações de Machado, Zacchi e, é claro, Bárbara, entregue à personagem. Estreou em 5/5/2016. Até 26/6/2016.
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  • Nos anos 50, os poetas Augusto de Campos, Haroldo de Campos e Décio Pignatari surgiram com a expressão “verbivocovisual”. Apesar de complicada, ela entrou para o dicionário de artistas de várias gerações. “Significa uma preocupação visual, semântica e sonora com o que se produz”, explica Daniel Rangel, curador de Rever, a maior individual da carreira de Campos, realizada em parceria com o Instituto de Cultura Contemporânea. No Sesc Pompeia, a poesia concreta do autor de 85 anos torna-se mais concreta do que nunca. São 75 obras, como a famosa Amortemor, que brincam com o significado, os sons e as formas dos termos. Assim, seus textos pulam do papel e viram serigrafias, esculturas, colagens, instalações, áudios, animações e vídeos em 3D, oferecendo ao público um tipo alternativo de experiência com a linguagem poética. O jogo de palavras aliado à preocupação visual faz de Campos mais do que um mestre das letras: ele é, também, um grande artista plástico. Até 31/7/2016.
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  • Cozinha variada

    Silo Bar & Forneria

    Rua Diogo Jácome, 360, Vila Nova Conceição

    Tel: (11) 3044 7323

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    Dona do contemporâneo e quase vizinho Figo, a empresária Maria Fernanda de Regina confiou o menu do Silo ao francês Marc Le Dantec. Parte das receitas criadas pelo chef é feita no forno a lenha, entre elas as empanadas de carne (R$ 29,00 quatro unidades). O peixe do dia, que pode ser o pargo, aparece sobre arroz à espanhola (R$ 59,00). Doce na medida, a rabanada leva duas fatias de brioche com creme de baunilha e frutas vermelhas (R$ 20,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Pubs

    The Black Crow

    Rua Mourato Coelho, 628, Pinheiros

    Tel: (11) 3032 0272

    VejaSP
    1 avaliação

    O pub é dos mesmos donos do Partisans e situa-se na fronteira entre Pinheiros e Vila Madalena. Pints de oito tipos de chope são esvaziados nas mesas e nos balcões, de marcas como Guinness (R$ 31,00) e London Pride (R$ 28,90). Se preferir uma sidra, fermentado de maçã com um número cada vez maior de fãs na cidade, há rótulos da irlandesa Magners (R$ 15,90, 330 mililitros).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Hamburguerias

    Dock Burger

    Rua Demétrio Ribeiro, 605, Tatuapé

    Tel: (11) 2737 8006

    VejaSP
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    O lugar é minúsculo, o que faz com que muita gente fique nas mesas coletivas da calçada. Assim também é o cardápio, com poucas (e boas) sugestões de hambúrguer. Eles levam um discão feito com cortes de gados angus e wagyu coberto por cheddar inglês. No PCQ vem só pão, carne e queijo (R$ 20,00). O clássico (R$ 22,00) é como se chama o bom e velho cheese salada e o brooklin (R$ 24,00) tem bacon artesanal, cebola caramelada e tomate. A batata (R$ 9,00) é frita em gomos gordinhos e servida ao lado de maionese verde, e o mate com limão (R$ 7,00), imbatível entre as bebidas, dá direito a refil.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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Fonte: VEJA SÃO PAULO