Turismo

Guia para praticar esportes radicais na Nova Zelândia

O país é a meca mundial da adrenalina

Por: Adriana Setti - Atualizado em

Esportes radicais
Desde que inventaram o bungee jump, em 1988, os neozelandeses se desdobraram em criatividade e terminaram por criar um vasto cardápio de modalidades (Foto: Divulgação)

Os esportes radicais surtem um efeito parecido com o da pimenta. As primeiras pitadas são dolorosas. Mas logo, logo o sujeito não apenas aguenta como pede mais. Desde que inventaram o bungee jump, em 1988, os neozelandeses se desdobraram em criatividade e terminaram por criar um vasto cardápio de modalidades. Não à toa, o país é hoje a meca mundial da adrenalina.

 

+ 400 presentes de Natal inspirados em viagens dos sonhos

+ Confira o mapa da volta ao mundo

+ As Boas Compras: Nova Zelândia

 

Bungee jump

Versão contemporânea de uma prática ancestral de uma tribo de Vanuatu, a modalidade consiste em saltar de uma altura absurda com uma das extremidades do corpo atada a um elástico. O bungee jump mais alto do país proporciona uma queda livre de 134 metros sobre o rio Nevis, nos arredores de Queenstown, na Ilha Sul.

 

Esqui

O Tongariro National Park abriga três vulcões ativos que serviram de cenário para o Monte Doom na trilogia O Senhor dos Anéis. No topo do Monte Ruapehu, a 2 797 metros de altitude, estão instaladas algumas das maiores estações de esqui do país, a partir das quais é possível deslizar em um cenário incrível.

Esportes radicais
Desde que inventaram o bungee jump, em 1988, os neozelandeses se desdobraram em criatividade e terminaram por criar um vasto cardápio de modalidades (Foto: Divulgação)

 

Paraquedismo

Espalhada sobre uma das maiores áreas vulcânicas do país, na Ilha Norte, Taupo divide com Queenstown, na Ilha Sul, o título de capital neozelandesa do paraquedismo, com a vantagem de oferecer preços bem mais acessíveis do que a concorrente. A cidade carrega o mérito de ter sido a primeira a ter skydive tandem – sistema em que o aluno voa conectado ao instrutor sem que precise de instruções exaustivas. A Skydive Taupo oferece saltos de 45 segundos a um minuto de queda livre.

Esportes radicais
Desde que inventaram o bungee jump, em 1988, os neozelandeses se desdobraram em criatividade e terminaram por criar um vasto cardápio de modalidades (Foto: Divulgação)

 

Swing (ou swoop)

Caso lhe falte coragem para pular de bungee jump, eis uma alternativa ligeiramente mais amena. O destemido aventureiro é colocado dentro de uma espécie de “cadeirinha” (em algumas versões, o suporte lembra um casulo) e balança como um pêndulo, atado a uma corda. No Shotover Canyon Swing, em Queenstown, a plataforma de lançamento está suspensa a uma altura de 109 metros sobre o rio Shotover.

Esportes radicais
Desde que inventaram o bungee jump, em 1988, os neozelandeses se desdobraram em criatividade e terminaram por criar um vasto cardápio de modalidades (Foto: Divulgação)

Sky Walk

A Sky Tower, cartão postal de Auckland (maior cidade do país),  tem um anel ao redor de seu topo, suspenso a 192 metros de altura. Com uma largura de apenas 1,2 m, esta auréola serve de passarela a quem se dispõe a um passeio nas alturas. Quem ainda precisar de mais estímulo pode atirar-se lá de cima, em queda livre, atado por uma corda.

 

Rafting

Descer um rio a bordo de um bote de borracha não é nada de outro mundo. Mas a coisa muda de figura se o rio em questão for o Kaituna, nos arredores Rotorua, na Ilha Norte, classificado com o grau 5 (o nível máximo de dificuldade para amadores). Durante o trajeto, despenca-se de uma cachoeira de sete metros de altura, a maior queda d’água comercialmente “raftável” do mundo. O impacto faz com que o bote submerja completamente por uns bons cinco segundos. O escritório de turismo de Rotorua oferece a lista de empresas que fazem o passeio. Em Queenstown também há excelentes trajetos de rafting. Informe-se aqui.

Esportes radicais
Desde que inventaram o bungee jump, em 1988, os neozelandeses se desdobraram em criatividade e terminaram por criar um vasto cardápio de modalidades (Foto: Divulgação)

Fonte: VEJA SÃO PAULO