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Três perguntas para Djavan

O compositor alagoano toca sucessos e músicas recentes em shows do lançamento de Rua dos Amores ao Vivo

Por: Patrícia Colombo

Djavan
Djavan, aos 65 anos: duas noites no Citibank Hall para lançar Rua dos Amores ao Vivo (Foto: Marcos Hermes)

Depois de um tempo em turnê, as apresentações mudam muito? Lançamos o Rua dos Amores em 2012 e rodamos bastante. O show vai se transformando e ganhando uma dinâmica distinta daquela do começo. Esse registro ao vivo foi criado para expor isso. Canções que fazem parte do roteiro original e depois saem, reposicionamento de músicas no set list etc.

Como você escolhe o repertório? É difícil, porque tenho mais de trinta anos de carreira. Busco um roteiro harmonioso para que faixas antigas se encaixem nas novas. Trabalhamos novos arranjos com elegância e responsabilidade para não descaracterizar as músicas e causar estranheza no público.

Há quem brinque que algumas letras suas não fazem sentido... São pessoas que desconhecem a minha obra. Ouvem algo no rádio e saem avaliando. Tenho o meu público. E, acima de tudo, sempre busquei agradar a mim mesmo.

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Fonte: VEJA SÃO PAULO