Planeta Terra

Seis perguntas para Neil Primrose, do Travis

Banda escocesa está no line-up do festival Planeta Terra, que no Campo de Marte, neste sábado.

Por: Juliene Moretti - Atualizado em

Travis Planeta Terra
Travis: última atração confirmada do festival (Foto: Divulgação)

Um dos grandes representantes do britpop no fim da década de 1990, os escoceses da banda Travis desembarcam no Brasil pela primeira vez e se apresentam neste sábado (9) no Planeta Terra. Em agosto, o grupo lançou seu sétimo álbum Where You Stand, depois de quatro anos sem entrar em um estúdio. "Precisávamos de um tempo separados, sem a banda, até para cuidar melhor da família", afirma Neil Primrose, o baterista do quarteto. Eles sobem ao Palco Terra, às 17h30. VEJA SÃO PAULO.COM conversou com o artista.

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Esta é a primeira vez que vocês vêm ao Brasil. O que vocês esperam ver por aqui?  Sabe que a gente já fez escala em São Paulo, mas não conseguimos nem descer do avião. Desta vez, a gente vai passar o fim de semana. Espero sentir mais a cultura brasileira. Ter mais um gostinho do que o país oferece. Eu tenho certeza que é impressionante.

Vocês estão no line-up de um grande festival. O que pretendem tocar por aqui? Vamos manter nossos hits. Não vamos sair muito da estrutura porque pode ficar estranho. O público pode não acompanhar. Então, pode esperar por Sing, Side, os grandes hits e uma ou outra música nova. Queremos que os fãs cantem juntos.

E o que podemos esperar do show aqui?  Muita energia. Temos uma estrutura de iluminação muito bonita, com profissionais de qualidade montando. Vai ser um grande show, pode apostar.

Você prefere tocar em grandes festivais ou em lugares menores?  A gente gosta de tocar ao vivo. Independente do lugar. Claro que tem as vantagens do lugar pequeno, é mais intimista. Mas com um público grande é uma sensação boa, sabe? Quanto mais gente, melhor.

Vocês já estão na estrada por mais de quinze anos e o último disco que vocês lançaram se chama Where You Stand (Onde você está). Onde Travis está neste cenário musical? Eu acredito que a gente tenha conquistado o nosso espaço. Não somos estreantes e ao mesmo tempo, continuamos modernos. Somos grandes artistas, tocamos bem, aprendemos as novas tecnologias com rapidez e ainda continuamos fazendo shows, gravando músicas.

Houve um intervalo grande entre o lançamento do último álbum e este novo. Por que demoraram tanto?  O intervalo foi de quatro anos. Bem, todo mundo tem família, sabe? Demos um tempo porque queríamos ficar com a família. E tem outra, a gente precisa de um tempo separado, para respirar, descansar. Só assim a gente consegue voltar bem e fazer mais música. Foi por isso.

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Fonte: VEJA SÃO PAULO