Especial

Trânsito livre para a lata-velha

A realidade da nossa frouxa fiscalização: carros aos pedaços como o da foto abaixo, fabricado em 1982, circulam tranquilamente até pelos cartões-postais da cidade

Por: Mauricio Xavier [com reportagem de Angela Pinho]

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O automóvel, que rodava pela cidade até ser adquirido pela revista, na Avenida Paulista: assombração em meio aos demais veículos (Foto: Mario Rodrigues)

No clássico longa-metragem de horror Christine, dirigido em 1983 por John Carpenter e baseado no livro homônimo de Stephen King, um automóvel Plymouth Fury 1958 em péssimas condições ganha personalidade após ser reformado e desanda a cometer assassinatos em uma cidade da Califórnia. Com a devida licença dramática, São Paulo também serve de cenário para atentados perpetrados por monstrengos de quatro rodas. A fiscalização frouxa é o sinal verde para que veículos podres desfrutem ampla liberdade de movimento, pondo em risco a vida de seus ocupantes e a dos demais paulistanos. Não existe uma estatística fidedigna sobre a quantidade de assombrações que perambulam pela metrópole, mas uma forma de quantificar esse contingente é a inspeção veicular ambiental. “Os carros que evitam os postos da Controlar são, na maioria, aqueles cujo custo de regularização já ultrapassou seu valor de mercado. São os fantasmas”, diz o consultor de trânsito Sergio Ejzenberg. Isso representa um impressionante comboio de 1,5 milhão de ilegais, ou cerca de 30% da frota circulante. Se fossem enfileirados, chegariam até o Mar do Caribe.

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Para testarmos o grau de vigilância dos órgãos de trânsito, circulamos pela capital com uma máquina aparentemente caindo aos pedaços. Aparentemente porque, antes de girarmos a chave no contato, recorremos a uma oficina para deixá-la em condições seguras de uso. O carro era um modelo 1982, equipado com motor de 1 300 c.c. movido a gasolina. Seu último licenciamento havia sido realizado em 2009. Ele foi comprado por 700 reais de um mecânico de Sapopemba, na Zona Leste, que o usava até então. A suspensão estava em frangalhos e o motor queimava óleo e soltava fumaça de diferentes matizes, ora branca, ora cinza-azulada — inspeção realizada na oficina Carbofreio, no Sumaré, mostrou que o índice de emissão de hidrocarbonetos pelo escapamento chegava a 4 700 partículas por milhão, sete vezes acima do permitido. A carroceria estampava tentativas curiosas de esconder os incontáveis pontos de ferrugem, com o uso de produtos típicos da construção civil, como massa plástica e cimento. Uma das portas, a do motorista, só se mantinha fechada sob a tutela de uma improvisada barra de metal (enferrujada, claro) trespassada em um buraco na lataria. Invariavelmente era preciso sair pelo lado do carona. A primeira marcha, ao ser engatada, gemia um ronco como “grrrraaaak”, propagado a cerca de 100 decibéis, atraindo olhares assustados a metros de distância. Os pneus estavam gastos, e as rodas, com parafusos empenados. Em resumo, uma calamidade mecânica. Os problemas foram listados pelo Centro de Experimentação e Segurança Viária, no Jaraguá. Entre outros, faltava extintor de incêndio, havia folga na direção e defeitos diversos na parte elétrica. O carro passou por um check-up interno, mas permaneceu com sua aparência externa aterradora.

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(Foto: Arte VEJA SÃO PAULO)

Só 3 em cada 100...

...veículos ilegais são retirados das ruas

Frota registrada: 7,5 milhões

Frota circulante: 4,5 milhões

Carros irregulares: 1,5 milhão

Sem licenciamento: 485 000

Apreendidos em 2012: 49 000

Fontes: Detran, Controlar e Polícia Militar

Rodamos 300 quilômetros durante um mês por várias regiões da cidade, passeando por avenidas como as marginais Pinheiros e Tietê (em suas extensões quase completas), Paulista e até a Rodovia dos Bandeirantes. Manter-se discreto era praticamente impossível, mas as reações das pessoas diante do carango variavam bastante. Incluíam o desprezo, como o do motoboy que gritou: “Tira esse lixo da rua!”, e a incredulidade, a exemplo da motorista que emparelhou em um congestionamento na Rua Heitor Penteado, na Zona Oeste, e arregalou os olhos antes de disparar: “Mas o que é isso? Que horror!”. Em aceleração máxima de 50 quilômetros por hora — na subida da Avenida Rebouças chegou a ser ultrapassado por uma bicicleta —, o bólido chamou a atenção de motoristas, mas quem de fato deveria ter se incomodado não se incomodou. Passamos por dez viaturas da Polícia Militar, sem contar uma blitz em Pirituba. Inacreditavelmente, não fomos parados em momento algum. A lata-velha teve caminho livre. “Foi sorte. Diversas variáveis influenciam para ocorrer uma abordagem; os policiais podiam estar ocupados no momento”, diz o capitão Julyver Modesto de Araujo, chefe do gabinete de treinamento do Comando de Policiamento de Trânsito (CPTran). Para os especialistas, não é bem assim. “Há uma desobediência civil tolerada em relação aos carros irregulares”, afirma Ejzenberg. “Eles não passam por manutenção, não respeitam regras e é muito comum vê-los envolvidos em acidentes.” Um estudo do professor de engenharia de tráfego João Cucci Neto, da Universidade Mackenzie, calculou que um automóvel parado por trinta minutos em uma das marginais — seja por batida, seja por defeito — interdita duas faixas e provoca um congestionamento médio de 4,3 quilômetros. Além dos riscos, circular com um carro irregular sem ser importunado é uma afronta aos cidadãos que pagam seus impostos em dia.

+ Outros veículos em más condições que circulam pela cidade

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A análise dos técnicos em segurança viária: 41 itens na lista de problemas (Foto: Mario Rodrigues)

A fiscalização do trânsito em São Paulo é dividida entre a PM e a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A primeira é a responsável por observar as infrações relacionadas ao condutor e ao veículo, como carteira de motorista vencida ou pneu gasto. Qualquer policial pode realizar essa checagem, mas a tarefa é atribuição primordial dos 1 300 agentes do CPTran. A pena para transitar com o licenciamento atrasado é a apreensão do automóvel, que deve ser encaminhado a um dos três pátios do Detran. Segundo uma estimativa da polícia, um a cada três abordados em blitze está irregular. Todos saem de circulação? Não, pois nem sempre há espaço para abrigá-los. “Os pátios estão com a capacidade de armazenamento comprometida”, diz o capitão Julyver. “Se não há vagas, apenas autuamos e confiscamos o documento, mas liberamos o automóvel. Infelizmente, é algo que ocorre com frequência”, completa. Com 1 800 agentes, a CET tem o papel de orientar a circulação dos veículos, que poderão ser guinchados se estiverem estacionados de maneira irregular (na esquina ou a mais de 50 centímetros da calçada). Não é sua função observar carroças motorizadas, mas o marronzinho é orientado a alertar um PM caso depare com uma. Na semana passada, havia cerca de 11 800 vagas em pátios, somadas as do Detran e as dos cinco pátios da CET. Ainda assim, nada nem próximo do ideal para abrigar todos os que estão arrepiando a lei pela capital. A se basear pela projeção da PM sobre o número de ilegais, seria necessário construir mais 100 áreas como essas. Para minimizar o problema, o governo promove leilões periódicos dos carros apreendidos e não reclamados por seus proprietários em um prazo de noventa dias. Até agosto deste ano, 14 763 veículos foram passados adiante dessa forma. Em busca de solução mais definitiva, o Estado está concluindo um projeto para construir mais pátios. A previsão é que a licitação seja publicada até o começo do ano que vem.

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Pátio da CET, no Jaguaré: seria necessário construir mais 100 para abrigar todos os irregulares (Foto: Mario Rodrigues)

Em outras cidades do mundo, a vida dos motoristas é bem mais dura. Em Nova York, por exemplo, é preciso renovar anualmente duas licenças, uma ambiental e outra de segurança. A verificação é realizada por empresas certificadas pelo departamento de veículos automotores da cidade. São checados itens obrigatórios como luzes, espelhose pneus. Em Singapura, manter um automóvel custa caro: o valor da permissão para rodar costuma ultrapassar os 100 000 reais e a vida útil de um carro é, em média, de dez anos. O governo controla a quantidade de veículos em circulação: à medida que os velhos vão deixando as vias, autoriza novas compras. Por aqui, pelo menos uma das nossas aberrações abandonou as ruas. Na semana passada, após sua epopeia por São Paulo, a nossa lata-velha foi levada à Trufer, uma empresa de reciclagem de metal em Diadema, na região metropolitana, onde foi triturada por uma máquina de 90 metros de comprimento e 10 metros de altura chamada shredder. Em trinta segundos, ela foi transformada em uma pequena pilha de ferragens, com o preço de revenda de sua sucata estimado em 500 reais (quaseo valor do veículo “inteiro”). Agora, pelo menos, está no lugar certo: fora decirculação, enquanto milhares de outras latas-velhas continuam soltas por aí.

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O fim da linha: o carro foi triturado em empresa de reciclagem de Diadema (Foto: Mario Rodrigues)
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    Tel: (11) 3062 7556 ou (11) 3061 1015

    VejaSP
    9 avaliações

    A elétrica chef Renata Vanzetto até tenta segurar a onda no número de ampliações e mudanças de seus restaurantes, mas não consegue. Além de mudar a localização do Ema, ela trocou o endereço do Marakuthai no Itaim — da extinta loja da TOG para uma casa charmosa na Rua Pais de Araújo. Comece pelo khiri khiri (R$ 29,00), o bolinho de camarão em crosta de castanha-de-caju com molhinho de pimenta e saquê. Passado na farinha de milho crocante, o filé de saint--peter é servido junto de purê de batata-doce trufado (de leve) e tomate assado (R$ 69,00). Outra opção, disponível tanto no almoço quanto no jantar: menu degustação de R$ 125,00.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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    Rua Oscar Freire, 506, Jardim Paulista

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    No fundo do salão principal montado pela restauratrice Mary Nigri, uma cozinha de finalização expede pratos rápidos na hora do almoço. Entre as opções executivas, aparecem o penne com tomate fresco e azeitonas (R$ 48,00) e o paillard com espaguete mais fininho ao molho de limão (R$ 48,00). No cardápio regular, a salada de lula grelhada com tomate e rúcula vem comos ingredientes separados (R$ 34,00) —misture-os bem para aproveitar o molho de ervas. Tradição da casa, o nhoque ganha uma versão de mandioquinha com carne-seca (R$ 52,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Bares variados

    Astor

    Rua Delfina, 163, Vila Madalena

    Tel: (11) 3815 1364

    VejaSP
    13 avaliações

    É o endereço classudo da Cia. Tradicional de Comércio, dona também do Pirajá e do Original. Cartazes, espelhos rabiscados e lustres antigos dão aura nostálgica ao endereço, ocupado por um público que passou dos 30 anos. A carta foi renovada com a inclusão de doze drinques, a R$ 31,00 cada um. Faz bonito o sutil fish house punch (brandy, rum, licor de damasco, limão e angustura), tirado diretamente da torneira de chope. Falando nele, o chopinho da Brahma (R$ 8,10) tem agora a companhia do appia (R$ 12,00), da Colorado, extraído com o colarinho bem denso. Quando vier o apetite, o picadinho (R$ 49,00) se mostra uma boa escolha. Chega com arroz, farofa, caldo de feijão e banana à milanesa.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Bar-restaurante

    Bar da Dona Onça

    Avenida Ipiranga, 200, Centro

    Tel: (11) 3257 2016

    VejaSP
    31 avaliações

    No decorrer do ano, a chef Janaina Rueda apareceu em programas de TV, reformulou a merenda da rede estadual e ajudou o marido, Jefferson Rueda, a montar A Casa do Porco Bar. Mesmo tão ocupada, ainda conseguiu manter a qualidade desta casa. Reinam no menu receitas difíceis de não agradar, como a moela úmida de aperitivo (R$ 43,00) e o mexido de arroz, feijão, carne moída, couve e farinha coberto de ovo frito (R$ 49,00). Saboroso, o bloody mary (R$ 32,00) é uma ótima maneira de iniciar a petiscaria.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Com mais três lojas de quitutes, o bairro aumenta sua lista de bons endereços
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  • Inspirado no livro de mesmo nome da escritora Ruth Rocha, o espetáculo Procurando Firme traz uma princesa pouco convencional. Interpretada pela atriz Gabriela Segato, a garota espera pacientemente pelo príncipe encantado que a salvará das garras de um terrível dragão. Enquanto aguarda, ela aprende a se comportar como uma dama. Cansada dos pretendentes e das lições, resolve quebrar a tradição para conhecer o mundo e achar o amor por sua conta e risco. O talentoso elenco, formado ainda por Erica Montanheiro (irmã do diretor, Kleber Montanheiro), Daniela Flor, Paulo Vasconcelos, Pedro Bacellar e Mateus Monteiro (responsável também por tocar a trilha sonora da montagem ao vivo no piano), arranca risadas do público com facilidade. Sobressai ainda o cenário simples e eficiente criado por Kleber Montanheiro. A montagem só peca ao abusar dos estereótipos. Um árabe, por exemplo, é retratado como o dono de uma petrolífera. Estreou em 19/10/2013. Até 23/2/2014.
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  • Duas peças da Cia. Imago, no Teatro Folha, trazem obras de grandes compositores
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  • Instalado desde 2011 em salas do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, na Vila Mariana, o Instituto de Arte Contemporânea segue organizando mostras de qualidade de nomes do construtivismo brasileiro, em suas mais diversas vertentes. O mais recente homenageado é Amilcar de Castro (1920-2002), tema de uma exposição dedicada a desvendar seu processo criativo. Para isso, o espectador deve visitar dois prédios da Rua Doutor Álvaro Alvim. No número 76, encontram-se obras no estilo que tornou famoso o mineiro. As telas com áreas em preto sobre fundo branco, com tinta espalhada por meio de vassouras, estão presentes, assim como magnífcas esculturas de aço feitas a partir da técnica de corte e dobra. Nelas, o artista desvirtua a rigidez concretista para alcançar formas absolutamente originais. Enquanto isso, no edifício do número 90, o público trava contato com estudos. A joia mais rara é um desenho com telhados de casas, assinado em 1947, bem no início da carreira. Ali fica clara a fixação geométrica dos anos seguintes. Também estão reunidas algumas peças tridimensionais bem pequenas em aço inox, além de esboços de pinturas nas quais as cores aparecem com mais intensidade que de costume na produção de Amilcar de Castro. De 18/10/2013 a 1º/2/2014.
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  • No final das contas, sempre teremos Marco Nanini. E também vai valer a pena sair de casa, enfrentar as adversidades e ver esse grande ator no palco. Sob a direção de Guel Arraes, Nanini protagoniza – com o brilho esperado – o monólogo cômico escrito pelo francês Georges Perec (1936-1982). O texto é de 1969, e seu argumento carrega uma atualidade espantosa. Em uma espécie de palestra, o protagonista apresenta um manual combinatório de probabilidades para a conversa com o patrão. O salário está insuficiente, principalmente se comparado à dedicação do funcionário, mas não também não dá para pagar mico diante do superior. O ridículo da situação serve de base para ironizar o mundo corporativo e a relação de exploração capitalista. Como dramaturgia, a obra de Perec é desafiadora para o intérprete. Nanini se mantém firme, reforçando as muitas repetições de frases e situações escritas pelo autor sem jamais se deixar seduzir por interações pueris com plateia. Para o espectador, no entanto, esse vai e vem de cenas quase iguais torna-se um tanto maçante e só ganha dimensão em nome de Nanini. O ator reforça as nuances do personagem, que passeia pelo tragicômico, deboche, ironia e, inclusive, pelo dramático. Torna-se visível, no entanto, um desapontamento no resultado, principalmente por conta de uma direção que investe excessivamente no visual, quando o intérprete e as palavras – mesmo labirínticas – já seriam suficientes. Ainda mais com recursos conhecidos do universo televisivo. A programação visual criada por Batman Zavareze surge plenamente dispensável. As projeções – igualmente repetitivas, claro – desvalorizam a montagem e a aproxima das embalagens usadas nas séries de humor criadas por Guel Arraes na Rede Globo. Estreou em 1º/11/2013. Dias 31/1 e 1º/2/2014.
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  • Peças

    Confira seis peças para assistir no feriado

    Atualizado em: 15.Nov.2013

    A Toca do Coelho com Reynaldo Gianecchini e Maria Fernanda Cândido está entre as opções
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  • Clássicos são sempre muito bem-vindos. Adaptado por Jorge Louraço, o drama histórico Ricardo III, escrito por William Shakespeare em 1591, retorna ao palco para abrir o Shakespeare Projeto 39, que pretende encenar em uma década as 39 peças do bardo inglês. A narrativa situa-se no século XV, depois da Guerra das Rosas, que opôs os clãs York e Lancaster na disputa pelo trono inglês. Com a morte do irmão, o rei Eduardo IV, o então duque de Gloucester inicia a sórdida ascensão ao poder. Concebida por Marcelo Lazzaratto, a encenação despojada busca justamente evidenciar a poesia irretocável do texto e usa de poucos elementos cênicos como apoio. Na pele do protagonista, o ator Chico Carvalho surpreende pela firmeza com que encara o desafio. Reproduz a vilania do personagem calcado em uma tensão psicológica que evidencia o seu desequilíbrio mental, com gestos trêmulos e um olhar vidrado. O deslize foi Lazzaratto não ter em mãos um elenco com a mesma desenvoltura e até tempo de preparação para valorizar os demais personagens. Mayara Magri, André Corrêa, Evas Carretero, Imara Reis, Maria Laura Nogueira, Rafael Losso e Heitor Goldflus quase nada acrescentam ao contracenar com Carvalho. A exceção fica com Renata Zhaneta, que imprime força e personalidade à revoltada Rainha Margareth. Estreou em 24/10/2013. Até 11/5/2014.
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  • Em sua terceira temporada, o drama O Longo Adeus marcou a estreia do ator Flavio Tolezani como diretor e merece ser visto. Escrito por Tennessee Williams em 1940, o texto foi pouco encenado no Brasil. Uma rara oportunidade se deu em uma montagem do Teatro de Arena dirigida por José Renato em 1953. A trama mostra um aspirante a escritor (interpretado por Conrado Sardinha) que reativa a memória afetiva na hora em que se despede do apartamento onde morou com a família. Em meio à mudança, ele relembra a mãe falecida (personagem de Thaia Perez) e a irmã leviana (papel de Natalia Gonsales). Enquanto isso, um amigo (o ator Daniel Volpi) tenta trazê-lo para a realidade. Tolezani buscou apoio em boas interpretações e efeitos simples que revelam a intenção de extrair teatralidade de muito pouco. Com Michel Waisman, Pepe Scrofft, Yuri Magalhães e Wandré Gouveia. Estreou em 10/5/2013. Até 11/12/2013.
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  • Estilos variados

    Bixiga 70
    Sem avaliação
    Acostumados a lançar um trabalho novo a cada dois anos, a trupe pula a espera e mostra agora o novo The Copan Connection. O disco é composto pelas faixas do último álbum, III, de 2015, repaginadas e mais próximas do dub, especialmente com o som do baixo mais marcado. Dias 18 e 19/6/2016.
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  • O músico britânico Cat Stevens quase perdeu a vida em 1975, enquanto nadava no Oceano Pacífico. Dois anos depois do acidente, converteu-se ao islamismo e passou a adotar o nome Yusuf Islam. Desde então, distanciou-se da carreira para se dedicar à família e à caridade. Foi só em 2006 que ele retornou à música, com o lançamento de An Other Cup, seguido de Roadsinger (2009). Pela primeira vez na cidade, Yusuf Islam revisita sucessos como Father & Son, Wild World e Peace Train e mostra canções de seus álbuns mais recentes. Dias 16 e 17/11/2013. 
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  • O sucesso de Kristen Wiig no programa de TV Saturday Night Live a levou para papéis maiores e melhores no cinema. Após Missão Madrinha de Casamento, a atriz volta a revelar seu talento para o humor irônico em Minha Vida Dava um Filme. Ela interpreta Imogene, uma aspirante a escritora e jornalista que abriu mão da carreira depois de encontrar um namorado holandês rico. O mundo da dondoca de Nova York, porém, desaba quando ela leva um tremendo fora e, sem abrigo, volta a Nova Jersey para morar com a mãe, Zelda (Annette Bening). No primeiro reencontro das duas, Imogene dá um chilique. Zelda não é exatamente um modelo materno. Gosta de uma jogatina, vive enrolada em dívidas e tem um misterioso namorado (Matt Dillon) que se diz agente da CIA. O irmão com um parafuso a menos (Christopher Fitzgerald) e um jovem hóspede (papel de Darren Criss) vivem sob o mesmo teto. As diferenças entre os residentes de Nova York (finos e inteligentes) e os de Nova Jersey (bregas e incultos) já foram exploradas em alguns filmes e aqui ganham uma tradução entre a ternura e o estereótipo. Os risos, aos poucos, vão dando espaço para o romance e as realizações. Ou seja, trata-se de fazer alguns ajustes na vida. Estreou em 8/11/2013.
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  • Frederico Machado é o que se pode chamar de “guerrilheiro” do cinema nacional. Além de possuir uma distribuidora de filmes de arte (a Lume) e uma sala em São Luís, esse maranhense fez seu primeiro longa-metragem de forma independente, sem patrocínios, leis de incentivo ou editais. Diretor e roteirista, Machado também se encarregou da bela fotografia do drama íntimo. A trama foca um pai (Auro Juriciê) e suas três filhas que sobrevivem da árdua produção de farinha de mandioca num casebre no interior do Maranhão. Após o sumiço da esposa, o protagonista virou um homem amargo, solitário e de raros papos com suas garotas. Como ele, as meninas não têm nenhum convívio social. Entre a poesia e a tragédia, o realizador mede a ambição para mostrar uma triste realidade, contada de forma plasticamente sedutora e com acertado elenco de não profissionais. Estreou em 8/11/2013.
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  • Dois longas em cartaz traduzem a euforia na década de 80
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  • Em 1941, com a França tomada pelos alemães, dois oficiais nazistas são assassinados em Nantes. Hitler, em represália, pede a cabeça de 150 franceses. Cria-se um impasse, pois a radical decisão provavelmente vai iniciar um conflito ainda maior entre os dois povos. A ordem, no entanto, é mantida e a lista com os condenados passa a ser feita. Num campo de prisioneiros, os detentos ficam sabendo do ocorrido. Os nomes dos comunistas aparecem em primeiro lugar para ser fuzilados. Sorridente, encantador e prestes a ganhar a liberdade, o jovem Guy Môquet (Léo-Paul Salmain), de 17 anos, nem sequer imagina que pode ser um dos escolhidos. Experiente diretor alemão, Volker Schlöndorff (O Tambor) foi atrás de um episódio real para retratar uma história triste e injusta. Estreou em 8/11/2013.
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  • Museu da Imagem e do Som - MIS

    Avenida Europa, 158, Jardim Europa

    Tel: (11) 2117 4777

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  • Na segunda (7/11/2016), os complexos da rede Cinemark realizam a 17ª edição do Projeta Brasil. O evento exibe 41 longas-metragens nacionais, lançados entre novembro de 2015 e outubro deste ano, em todas as sessões. Entre as boas pedidas estão Aquarius, De Onde Eu Te Vejo, Mais Forte que o Mundo — A História de José Aldo e Mundo Cão. O ingresso custa apenas R$ 3,00. Confira a programação: Aquarius Cidade Jardim Cinemark 6: 19h, 22h; Iguatemi Cinemark 1: 17h30; Metrô Santa Cruz Cinemark 2: 13h20, 18h50, 22h; Pátio Higienópolis Cinemark 1: 13h40, 17h, 22h20; Villa-Lobos Cinemark 1: 14h50, 18h, 21h10 Amor em Sampa Metrô Santa Cruz Cinemark 5: 15h40 Apaixonados Interlar Aricanduva Cinemark 7: 13h40; Tietê Plaza Shopping Cinemark 3: 12h10, 14h30, 16h50 Até que a Sorte nos Separe 3 Center Norte Cinemark 3: 16h, 21h40; Central Plaza Cinemark 9: 12h30, 15h05, 17h50; Mooca Plaza Cinemark 6: 14h15, 19h15; Eldorado Cinemark 2: 15h50, 21h; Interlagos Cinemark 8: 13h30, 16h, 18h30, 21h30; Interlar Aricanduva Cinemark 13: 12h10, 14h50, 17h30, 20h20; Metrô Santa Cruz Cinemark 6: 13h10, 18h10; Pátio Higienópolis Cinemark 2: 16h10; Shopping D Cinemark 1: 14h, 16h35, 19h10, 21h40; SP Market Cinemark 11: 13h30, 16h15, 18h55, 21h30; Tamboré Cinemark 6: 18h, 20h50; Tietê Plaza Shopping Cinemark 5: 15h10, 20h50; Metrô Tucuruvi Cinemark 1: 17h15, 22h10; Villa-Lobos Cinemark 2: 14h10, 19h40 Bem Casados Central Plaza Cinemark 5: 15h40, 18h10; Eldorado Cinemark 7: 12h50, 18h15; Granja Viana Cinemark 5: 16h45, 21h30; Interlagos Cinemark 3: 14h30, 19h30; Interlar Aricanduva Cinemark 7: 16h; Market Place Cinemark 8: 12h15, 14h40, 20h; Metrô Boulevard Tatuapé Cinemark 5: 14h30, 19h30; Metrô Santa Cruz Cinemark 6: 15h45; Pátio Higienópolis Cinemark 4: 18h30; Pátio Paulista Cinemark 2: 14h, 16h20; Metrô Tucuruvi Cinemark 4: 13h10, 18h Carrossel 2 - O Sumiço de Maria Joaquina Center Norte Cinemark 5: 12h40, 15h, 17h25; Central Plaza Cinemark 1: 10h20, 12h40, 15h, 17h30; Cidade Jardim Cinemark 7: 13h10, 15h30, 18h; Shopping Cidade São Paulo – Cinemark 1: 14h10, 16h30; Mooca Plaza Cinemark 4: 13h, 15h15; Eldorado Cinemark 8: 12h40, 14h55, 17h30, 19h50; Granja Viana Cinemark 1: 13h50, 16h10, 18h30; Iguatemi Cinemark 2: 10h50, 13h, 15h30; Interlagos Cinemark 7: 12h45, 15h, 17h30; Interlar Aricanduva Cinemark 14: 11h45, 14h25, 17h, 19h30; Lar Center Cinemark 1: 13h; Market Place Cinemark 3: 12h, 14h20, 16h40, 19h; Metrô Boulevard Tatuapé Cinemark 4: 13h, 15h20, 17h40; Metrô Santa Cruz Cinemark 8: 13h50, 16h10, 18h30 ; Metrô Tatuapé Cinemark 5: 14h20, 16h50; Pátio Higienópolis Cinemark 4: 11h10, 13h30, 15h50; Pátio Paulista Cinemark 7: 13h20, 15h40, 18h, 20h20; Shopping D Cinemark 2: 13h30, 15h40, 18h, 20h30; SP Market Cinemark 8: 12h50, 15h15, 17h40, 20h15; Tamboré Cinemark 8: 14h40, 17h, 19h20; Tietê Plaza Shopping Cinemark 1: 11h30, 13h50, 16h30; Metrô Tucuruvi Cinemark 5: 13h50, 16h, 18h30; Villa-Lobos Cinemark 4: 13h05, 15h20, 17h40  Contrato Vitalício Shopping Cidade São Paulo – Cinemark 5: 22h; Mooca Plaza Cinemark 2: 18h30; Eldorado Cinemark 3: 14h10, 17h05, 19h30, 22h15; Iguatemi Cinemark 1: 12h20, 15h; Market Place Cinemark 5: 12h30, 17h40; Metrô Santa Cruz Cinemark 8: 20h50; Metrô Tatuapé Cinemark 6: 16h30; Pátio Higienópolis Cinemark 2: 18h45; Shopping D Cinemark 6: 13h10, 15h50, 18h20, 21h; SP Market Cinemark 6: 17h15, 20h; Tamboré Cinemark 5: 13h40, 16h10; Villa-Lobos Cinemark 6: 13h30, 16h Desculpe o Transtorno Central Plaza Cinemark 4: 15h50, 18h30; Shopping Cidade São Paulo – Cinemark 4: 15h50; Mooca Plaza Cinemark 2: 13h30; Interlar Aricanduva Cinemark 5: 14h45, 20h10; Metrô Santa Cruz Cinemark 4: 15h10; Shopping D Cinemark 8: 14h10, 16h40, 19h20, 22h; SP Market Cinemark 5: 17h05 Depois de Tudo Interlagos Cinemark 9: 11h30, 17h15; Interlar Aricanduva Cinemark 4: 11h20 De Onde Eu Te Vejo Market Place Cinemark 7: 19h40, 22h15; Metrô Santa Cruz Cinemark 5: 18h20; Pátio Paulista Cinemark 7: 14h, 16h40, 19h30, 22h10 Entre Idas e Vindas Central Plaza Cinemark 3: 10h40, 15h20; Interlagos Cinemark 9: 14h45, 20h30; Interlar Aricanduva Cinemark 4: 16h30, 19h15, 21h50; Metrô Santa Cruz Cinemark 1: 14h; Villa-Lobos Cinemark 3: 13h10, 15h30 Em Nome da Lei Interlagos Cinemark 5: 18h, 20h45; Interlar Aricanduva Cinemark 14: 22h; Market Place Cinemark 3: 21h20; Metrô Santa Cruz Cinemark 5: 12h55, 21h; Metrô Tatuapé Cinemark 6: 21h35; Pátio Higienópolis Cinemark 6: 19h15, 22h; Pátio Paulista Cinemark 3: 17h30, 20h10; SP Market Cinemark 8: 22h30; Tamboré Cinemark 8: 21h40; Tietê Plaza Shopping Cinemark 1: 19h, 21h50 É Fada! Center Norte Cinemark 1: 12h10, 14h20, 16h30, 18h40, 20h50; Central Plaza Cinemark 10: 12h, 14h30, 16h50, 19h05; Shopping Cidade São Paulo – Cinemark 2: 13h40, 16h, 18h20, 20h40; Mooca Plaza Cinemark 1: 13h15, 15h30, 18h, 20h15, 22h30; Eldorado Cinemark 1: 13h45, 16h, 18h05, 20h30; Granja Viana Cinemark 3: 13h30, 15h45, 18h, 20h20; Interlagos Cinemark 2: 11h45, 14h15, 16h30, 18h45, 21h; Interlar Aricanduva Cinemark 10: 11h30, 14h, 16h30, 18h45, 21h20; Lar Center Cinemark 1: 15h20, 17h40, 20h; Market Place Cinemark 2: 11h40, 14h, 16h20, 18h40, 21h; Metrô Boulevard Tatuapé Cinemark 3: 14h, 16h10, 18h20, 20h30; Metrô Santa Cruz Cinemark 10: 12h50, 15h, 17h10, 19h20, 21h30; Metrô Tatuapé Cinemark 1: 13h20, 15h30, 17h50, 20h, 22h10; Pátio Higienópolis Cinemark 5: 12h45, 15h, 17h20, 19h30, 21h40; Pátio Paulista Cinemark 1: 13h, 15h20, 17h30, 19h40; Shopping D Cinemark 4: 13h, 15h20, 17h40, 20h10, 22h20; SP Market Cinemark 3: 12h30, 15h, 17h20, 19h30, 22h10; Tamboré Cinemark 3: 13h30, 15h40, 17h50, 20h10, 22h30; Tietê Plaza Shopping Cinemark 2: 12h50, 15h30, 17h50, 20h, 22h10; Metrô Tucuruvi Cinemark 6: 12h50, 14h55, 17h, 19h20, 21h30; Villa-Lobos Cinemark 3: 17h50, 20h10, 22h30 Meu Amigo Hindu Iguatemi Cinemark 4: 17h10; Pátio Paulista Cinemark 2: 18h40, 21h30 Mais Forte que o Mundo - A História de José Aldo Center Norte Cinemark 5: 19h40, 22h20; Cidade Jardim Cinemark 7: 20h50; Shopping Cidade São Paulo – Cinemark 4: 13h, 18h30, 21h20; Mooca Plaza Cinemark 4: 17h30, 20h45; Eldorado Cinemark 5: 13h, 16h15, 19h, 22h; Interlar Aricanduva Cinemark 3: 13h20, 16h10, 19h, 22h10; Market Place Cinemark 8: 17h, 22h30; Metrô Tatuapé Cinemark 5: 19h20, 22h; Pátio Higienópolis Cinemark 2: 13h20, 21h20; Pátio Paulista Cinemark 1: 21h50; Shopping D Cinemark 10: 16h, 18h40, 21h30; SP Market Cinemark 7: 13h15, 16h, 19h, 22h; Tamboré Cinemark 5: 18h45, 21h50; Tietê Plaza Shopping Cinemark 3: 19h10, 22h; Villa-Lobos Cinemark 2: 16h50, 22h10 Menino 23 - Infâncias Perdidas no Brasil Pátio Higienópolis Cinemark 1: 11h35, 20h10 Mundo Cão SP Market Cinemark 5: 19h55 Nise - O Coração da Loucura Market Place Cinemark 1: 18h, 20h40; Villa-Lobos Cinemark 5: 13h, 15h25, 18h10, 20h50 Nos Passos do Mestre Shopping D Cinemark 9: 12h10, 14h40, 17h10, 19h40, 22h10 O Escaravelho do Diabo Center Norte Cinemark 2: 13h30, 15h50; Central Plaza Cinemark 4: 11h15, 13h30; Shopping Cidade São Paulo – Cinemark 5: 14h30, 19h45; Mooca Plaza Cinemark 3: 12h45; Iguatemi Cinemark 4: 12h, 14h40; Interlar Aricanduva Cinemark 5: 11h40, 17h35; Metrô Santa Cruz Cinemark 2: 16h30; SP Market Cinemark 6: 12h05, 14h40; Metrô Tucuruvi Cinemark 2: 14h20, 16h35 O Outro Lado do Paraíso Cidade Jardim Cinemark 6: 14h, 16h30 O Shaolin do Sertão Eldorado Cinemark 4: 14h30; Interlar Aricanduva Cinemark 4: 14h; Shopping D Cinemark 10: 13h25 O Caseiro Interlagos Cinemark 10: 13h, 17h45, 22h30 O Começo da Vida Eldorado Cinemark 2: 13h15, 18h30 O Roubo da Taça Interlar Aricanduva Cinemark 2: 13h; SP Market Cinemark 5: 12h15, 14h30 Os Dez Mandamentos Center Norte Cinemark 2: 18h10, 21h; Central Plaza Cinemark 2: 10h30, 13h15, 16h, 18h50; Granja Viana Cinemark 2: 14h30, 17h15, 20h; Metrô Tatuapé Cinemark 8: 13h, 15h45, 18h30, 21h50; Mooca Plaza Cinemark 3: 15h, 17h45, 20h30; Eldorado Cinemark 9: 12h30, 15h30, 18h40, 21h30; Interlagos Cinemark 6: 13h15, 16h15, 19h, 22h; Interlar Aricanduva Cinemark 11: 13h20, 16h05, 19h, 21h45; Market Place Cinemark 6: 16h, 22h; Metrô Boulevard Tatuapé Cinemark 1: 13h40, 16h30, 19h15, 22h; Metrô Santa Cruz Cinemark 7: 13h, 15h50, 18h40, 21h40; Pátio Higienópolis Cinemark 3: 15h30, 18h15; Pátio Paulista Cinemark 5: 14h20, 19h20; Shopping D Cinemark 3: 13h20, 16h10, 19h, 21h50; SP Market Cinemark 9: 12h20, 15h25, 18h15, 21h; Tamboré Cinemark 9: 13h10, 15h50, 18h35, 21h20; Tietê Plaza Shopping Cinemark 6: 13h10, 15h50, 18h30, 21h10; Metrô Tucuruvi Cinemark 3: 13h, 15h40, 18h20, 21h10; Villa-Lobos Cinemark 6: 18h40, 21h30 Paratodos Cidade Jardim Cinemark 5: 12h10, 17h20; Shopping Cidade São Paulo – Cinemark 3: 12h40, 17h50 Prova de Coragem Market Place Cinemark 4: 13h, 15h40 Reza a Lenda Shopping Cidade São Paulo – Cinemark 1: 19h, 21h30; Mooca Plaza Cinemark 6: 17h, 22h; Granja Viana Cinemark 1: 21h; Interlagos Cinemark 7: 19h45, 22h15; Interlar Aricanduva Cinemark 1: 12h20, 14h30, 17h10, 19h30, 21h45; Metrô Boulevard Tatuapé Cinemark 4: 20h, 22h30; Metrô Santa Cruz Cinemark 6: 20h40; Pátio Higienópolis Cinemark 3: 21h; Pátio Paulista Cinemark 5: 17h10, 22h; SP Market Cinemark 10: 14h15, 18h40 Tô Ryca Center Norte Cinemark 3: 13h10, 19h; Central Plaza Cinemark 7: 11h40, 14h20, 17h, 19h40; Shopping Cidade São Paulo – Cinemark 3: 15h15, 20h30; Mooca Plaza Cinemark 5: 16h30, 21h30; Eldorado Cinemark 7: 15h15, 20h45; Granja Viana Cinemark 5: 14h10, 19h; Iguatemi Cinemark 2: 17h45; Interlagos Cinemark 1: 11h15, 13h45, 16h45, 20h; Interlar Aricanduva Cinemark 12: 12h30, 15h10, 18h, 20h50; Market Place Cinemark 4: 18h20, 21h40; Metrô Boulevard Tatuapé Cinemark 2: 13h15, 15h50, 18h40, 21h20; Metrô Santa Cruz Cinemark 3: 14h10, 16h40, 19h10, 21h50; Metrô Tatuapé Cinemark 7: 14h40, 17h10, 19h45, 22h20; Pátio Higienópolis Cinemark 6: 14h10, 16h40; Pátio Paulista Cinemark 4: 13h30, 18h30; Shopping D Cinemark 7: 12h50, 15h30, 18h10, 20h50; SP Market Cinemark 4: 13h50, 16h45, 19h15, 21h45; Tamboré Cinemark 2: 13h, 15h35, 18h15, 21h; Tietê Plaza Shopping Cinemark 7: 11h50, 14h50, 17h20, 19h50, 22h20; Metrô Tucuruvi Cinemark 2: 18h50, 21h20; Villa-Lobos Cinemark 7: 14h20, 19h20 Tudo que Aprendemos Juntos Market Place Cinemark 6: 11h, 13h20, 19h20 Um Namorado Para Minha Mulher Center Norte Cinemark 4: 14h40, 17h10, 20h, 22h30; Central Plaza Cinemark 6: 12h10, 14h45, 17h20; Cidade Jardim Cinemark 5: 14h50, 20h; Shopping Cidade São Paulo – Cinemark 6: 15h, 20h, 22h30; Mooca Plaza Cinemark 2: 15h45, 21h ; Eldorado Cinemark 6: 13h30, 16h30, 19h15, 21h50; Granja Viana Cinemark 4: 18h15, 20h50; Iguatemi Cinemark 3: 13h20, 18h; Interlagos Cinemark 4: 12h30, 15h45, 18h15, 21h15; Interlar Aricanduva Cinemark 9: 12h, 15h, 17h50, 20h40; Market Place Cinemark 5: 15h, 20h20; Metrô Boulevard Tatuapé Cinemark 5: 17h, 21h45; Metrô Santa Cruz Cinemark 4: 17h40, 20h20; Metrô Tatuapé Cinemark 2: 12h50, 18h10; Pátio Higienópolis Cinemark 4: 20h45; Pátio Paulista Cinemark 4: 16h, 21h; Shopping D Cinemark 5: 12h, 14h30, 17h30, 20h, 22h30; SP Market Cinemark 2: 12h40, 15h30, 18h, 20h30; Tamboré Cinemark 1: 14h, 16h30, 19h, 21h30; Tietê Plaza Shopping Cinemark 4: 16h10, 21h30; Metrô Tucuruvi Cinemark 4: 15h25, 20h30; Villa-Lobos Cinemark 7: 16h50, 21h50 Um Suburbano Sortudo Central Plaza Cinemark 8: 11h30, 14h05, 16h40, 19h20; Shopping Cidade São Paulo – Cinemark 5: 17h10; Mooca Plaza Cinemark 5: 14h, 19h; Eldorado Cinemark 4: 17h20, 20h, 22h30; Granja Viana Cinemark 4: 12h50, 15h30; Interlagos Cinemark 5: 12h15, 15h15; Interlar Aricanduva Cinemark 6: 12h40, 15h30, 18h20, 21h; Market Place Cinemark 1: 12h45, 15h20; Metrô Santa Cruz Cinemark 1: 16h20, 21h20; Metrô Tatuapé Cinemark 2: 15h20, 20h40; Pátio Higienópolis Cinemark 3: 12h55; SP Market Cinemark 1: 17h50; Tamboré Cinemark 7: 16h55, 22h; Tietê Plaza Shopping Cinemark 4: 11h, 13h30, 18h50; Metrô Tucuruvi Cinemark 1: 14h35, 19h40 Uma Loucura de Mulher Interlagos Cinemark 10: 15h30, 20h15; Interlar Aricanduva Cinemark 7: 11h, 18h30, 20h50; Market Place Cinemark 7: 11h20, 13h40, 17h20; Metrô Santa Cruz Cinemark 4: 12h45; Pátio Paulista Cinemark 3: 15h; SP Market Cinemark 1: 11h50, 14h55, 20h45; Tamboré Cinemark 6: 13h20, 15h30; Tietê Plaza Shopping Cinemark 5: 12h30, 18h10; Villa-Lobos Cinemark 4: 20h, 22h20 Vai Que Dá Certo 2 Central Plaza Cinemark 3: 13h, 18h; Shopping Cidade São Paulo – Cinemark 6: 12h30, 17h30; Interlagos Cinemark 3: 12h, 17h, 21h45; Interlar Aricanduva Cinemark 2: 15h45, 18h45, 21h30; Metrô Santa Cruz Cinemark 1: 19h; Metrô Tatuapé Cinemark 6: 14h, 19h; SP Market Cinemark 10: 16h25, 21h15; Metrô Tucuruvi Cinemark 5: 20h50
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    Terrence Howard está em cartaz em dois filmes

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  • A 9ª edição da Semana Venezia Cinema segue até quarta (13/11/2013) no Cine Livraria Cultura 1. No ciclo estão longas-metragens que foram exibidos no mais recente Festival de Veneza, em setembro. É o caso do vencedor do Leão de Ouro, o documentário Sacro Gra, agendado para este sábado (9), às 19h. As sessões são diárias, gratuitas e ocorrem sempre no mesmo horário. O drama Piccola Patria, sobre um marcante verão de duas amigas, está programado para a segunda (11). Confira a programação: Sábado, 9 de novembro 19h - Sacro Gra (2013), de Gianfranco Rosi Domingo, 10 de novembro 19h - Via Castellana Bandiera (2013), de Emma Dante Segunda, 11 de novembro 19h - Piccola Patria (2013), de Alessandro Rossetto Terça, 12 de novembro 19h – Bertolucci on Bertolucci (2013), de Walter Fasano e Luca Guadagnino Quarta, 13 de novembro 19h - Le Mani Sulla Città (1963), de Francesco Rosi
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  • Como a Mostra Internacional não projeta os filmes programados para o Festival do Rio, o CineSesc teve a ideia de trazer 36 fitas exibidas na capital fluminense. Entre os destaques da Seleção Rio  estão O Espírito de 45, documentário do diretor inglês Ken Loach (A Parte dos Anjos) sobre a solidariedade no Reino Unido após o fim da II Guerra; Sacro Gra, vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza e também presente na Semana Venezia Cinema, além de Peaches Does Herself — Uma Ópera- Rock. Misto de show e ficção, marca a estreia da cantora Peaches como cineasta. O evento segue até quinta (28/11/2013) com ingressos de R$ 8,00 a R$ 12,00.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO