COMIDINHAS

Melhor de três: o teste da coxinha

Visitamos três padarias famosas por servir o quitute; confira nossa avaliação

Por: Fábio Galib - Atualizado em

Padaria Brasileira - coxinha
A receita campeã: massa cremosa e fritura crocante (Foto: Ligia Skowronski)

Assim como o brigadeiro, o pão de queijo e o pastel de feira, a coxinha pode ser considerada um patrimônio da baixa gastronomia brasileira. E, como tudo aqui, divide opiniões. Com ou sem catupiry? Massa tradicional ou de batata? Come-se primeiro a ponta ou a parte mais "gordinha"? O fato é que ninguém (ou quase ninguém) resiste à tríade formada por casquinha dourada, massa cremosa e recheio bem temperado. E, antes que outras acepções do termo prejudiquem a boa fama do quitute, saímos a campo para saber qual padaria, de três, faz a melhor versão. Confira:

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3º lugar:  Panetteria ZN

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(Foto: Fábio Galib)

A padoca da Zona Norte ganhou fama ao desenvolver uma coxinha de um quilo. Mas, calma, o salgado é vendido por lá também no tamanho regular. Ou quase isso: sua altura passa dos dez centímetros e uma unidade já satisfaz. A posição de lanterninha na lista se explica pela casquinha molenga, extremamente oleosa, e pelo recheio não apenas seco, como também compactado em demasia. Uma maçaroca! Custa R$ 5,90. Avenida Engenheiro Caetano Álvares, 4740, Imirim, 2236-6000.

 

2º lugar: Bologna

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(Foto: Fábio Galib)

Padaria, rotisseria, doceira, sorveteria... A tradicionalíssima Bologna, fundada em 1925, é hoje um pouco de tudo. Entre os itens que fazem sua fama estão o frango assado e, claro, a coxinha (R$ 7,90). O salgado tem massa um tanto seca, assim como o recheio. Ganha pontos pela casquinha dourada e uniforme e, sobretudo, pelo tempero. Dica valiosa: não dispense o molho de pimenta da casa, servido em um copinho de plástico, que é uma delícia. Rua Augusta, 379, Consolação, 3256-1108.

 

1º lugar: Padaria Brasileira

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(Foto: Fábio Galib)

É a menor coxinha da turma e também a mais barata: custa R$ 5,80. De formato arredondado, quase o de uma bolota, exibe casquinha crocante, massa bem cremosa e recheio úmido, cheio de sabor. Precisa dizer mais? Não à toa, o salgado foi premiado consecutivas vezes pela edição “Comer & Beber” de VEJA ABC - para quem não sabe, a matriz da padoca fica em Santo André. Rua Augusta, 1592, Consolação, 3262-2207.

 

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Fonte: VEJA SÃO PAULO