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Smartphones serão usados na aplicação de multas de trânsito

Agentes da CET e da SPTrans vão trocar os blocos de papel pelos celulares a partir de agosto de 2015

Por: Veja São Paulo

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Agentes da CET vão usar tecnologia na hora de autuar motorista que cometer irregularidade no trânsito (Foto: Renato Cerqueira/Futura Pressa)

A partir de agosto de 2015, já deve vigorar o novo contrato com as empresas que vão operar os ônibus na capital. No mesmo mês, os 700 fiscais da São Paulo Transporte (SPTrans) começarão a usar smartphones para aplicar multas às empresas que descumprirem regras contratuais, como o atraso de partidas programadas. Serão licitados 1 200 equipamentos.

Hoje, a fiscalização é feita principalmente com bloco de papel, o que leva a rasuras e a cancelamento de multas. Os agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) também deverão passar a trabalhar com smartphones.

De posse dos dados da auditoria da Ernst&Young, contratada por 4 milhões de reais pela gestão Fernando Haddad (PT) no ano passado, a prefeitura vai redesenhar o modelo do edital. Uma das novidades avaliadas é que todos os ônibus passem a ter ar-condicionado.

Internacional

Na semana passada, o secretário municipal dos Transportes, Jilmar Tatto, disse que seria possível a realização de uma licitação internacional. Empresas chinesas, inglesas e americanas já teriam demonstrado interesse em participar da concorrência.

Outra novidade é que o sistema de permissionárias, que agrega as cooperativas, deve ser extinto. Até a assinatura dos novos contratos, os antigos estão sendo renovados emergencialmente pela Prefeitura.

Rodízio

A CET informou ainda que o rodízio municipal de veículos será suspenso a partir do dia 24, quarta-feira. A medida é tomada anualmente em razão do baixo fluxo de veículos na cidade com as férias escolares e coletivas de trabalho. A proibição passa a vigorar novamente nas ruas paulistanas em 12 de janeiro, uma segunda-feira. Para caminhões e ônibus fretados, porém, as restrições continuam a valer normalmente.

(Com Estadão Conteúdo)

Fonte: VEJA SÃO PAULO