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Morrissey e Lee Ranaldo tocam na cidade no mês do rock

Confira as atrações nacionais e internacionais do gênero que passam por palcos paulistanos em julho

Por: Redação VEJA SÃO PAULO

Morrissey
Morrissey: de volta à cidade no dia 30 de julho (Foto: Divulgação)

De Sebastian Bach a Morrissey, de Maglore a Mutantes, artistas cujos trabalhos têm o rock como base ou influência se encontram com público paulistano até o fim do mês. Saiba mais:

 

  • Uma noite em Liverpool - O Tom Jazz volta no tempo e se transforma no The Cavern Club – lendário bar da cidade inglesa onde os Beatles tocaram 292 vezes e começaram sua conquista da Inglaterra. O clima dos anos 60 estará presente em faixas como I Want To Hold Yor Hand, All My Loving, Help!, Please Mr Postman, From Me To You e In My Life. Os rapazes da banda se apresentam vestidos como os ídolos. Dias 6 e 7/6/2014, 22h
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  • A banda Big Noize, formada por Vinnie Appice (ex-baterista do Black Sabbath), Phil Soussan (ex-baixista de Billy Idol e Ozzy) e George Lynch (guitarrista da banda Dokken), vem à cidade  com Sebastian Bach, líder do Skid Row, para uma noite dedicada ao Dia Mundial do Rock. No repertório, clássicos de Black Sabbath, Dio, Ozzy, Rainbow, Deep Purple e Quiet Riot. Cabe à banda paulistana Dr. Sin o show de abertura. Dia 13/7/2013.
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  • Ex-integrante do Sonic Youth, o poeta e músico Lee Ranaldo apresenta a performance Sight Unseen ao lado da multiartista Leah Singer no teatro do Sesc Pompeia. Dias 23 e 24/7/2013. 
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  • Se com o passar do tempo a voz marcante de Morrissey pouco mudou, o mesmo não se pode dizer de seu humor. Conhecido pela cara amarrada, o cantor de 56 anos que luta contra a depressão desde jovem e revelou no ano passado ter enfrentado um câncer chega ao seu décimo álbum ainda mais sombrio (sim, isso é possível). World Peace Is None of Your Business, algo na linha “A Paz Mundial Não É da Sua Conta”, põe fim ao hiato de cinco anos sem emplacar uma canção inédita nas paradas. Na faixa homônima, ele diz não ter razão para brigar por um mundo melhor, já que os ricos continuarão lucrando e os pobres, bem, continuarão pobres. Outras verdades inconvenientes vêm à tona, por exemplo, em Istambul, que narra o encontro de um pai com seu filho morto. O clima fica mais ameno, ainda bem, na deliciosa Kiss Me a Lot, com trompetes e guitarra famenca ao fundo. Caso sigam o roteiro das últimas apresentações, os dois shows marcados para esta semana por aqui não vão decepcionar os fãs saudosistas. Além das novidades, ele toca sucessos do seu tempo de The Smiths, como How Soon Is Now? e Meat Is Murder. Dia 17 e 21/11/2015.
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  • Dos integrantes originais da banda de rock psicodélico Os Mutantes, só restou mesmo Sérgio Dias. Ele agora anda acompanhado de Rui Motta (bateria), Tulio Mourão (teclados) e Antônio Fortuna (baixo) quando se apresenta. Dessa vez, o grupo toca na íntegra o álbum Tudo Foi Feito pelo Sol, de 1974. O programa traz as composições apresentadas na ordem exata do LP, a exemplo de Deixe Entrar um Pouco d’Água no Quintal, Pitágoras, Desanuviar, Cavaleiros Negros e Balada do Amigo. Também entram no roteiro algumas faixas que o grupo costumava tocar nos anos 70. Eles recebem Esméria Bulgari e Fábio Rehko, nos vocais. Os ingressos estão concorridos. Dias 14 e 15/7/2016.
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  • Tido como o celeiro da música country, o estado americano do Tennessee revelou aos adolescentes, em 2004, o grupo de pegada roqueira Paramore. Para deixar o título de alternativa e alcançar visibilidade internacional, a banda da vocalista Hayley Williams contou com alguns aliados. Foram eles a internet, a receptividade ao segundo disco da carreira, Riot! (2007), e as faixas que entraram para a trilha sonora da saga Crepúsculo, entre elas Decode e I Caught Myself. Nem mesmo a saída de dois dos seus fundadores, em 2010, os irmãos Josh (guitarra) e Zac Farro (bateria), abalou a trajetória do grupo. Pela terceira vez na cidade, a cantora de cabelos coloridos vem acompanhada por Taylor York (guitarra) e Jeremy Davis (baixo) para fazer um show baseado no disco mais recente, que leva o nome da banda. Lançado em abril, o trabalho é o primeiro com a nova formação e revela-se mais maduro em relação aos antecessores. Em duas noites, os jovens — alguns já acampados pelas redondezas do Espaço das Américas — podem esperar por Still Into You e Now. Dias 30 e 31/7/2013. Saiba tudo sobre o Paramore aqui.
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  • Para comemorar o aniversário de 10 anos da saga Kill Bill, a banda Tarântulas & Tarantinos preparou um show especial sobre o tema. Trilhas, imagens, figurinos, cenário, tudo fazendo referência a produção Tarantinesca. No show, músicas dos outros filmes também estão presentes, mas a ênfase é em Kill Bill I e II. Dia 16/8/2013.
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  • Terceiro trabalho do trio paulistano formado por Tim Bernardes, Guilherme D’Almeida e Victor Chaves, Melhor do que Parece busca o lado bom do cotidiano em músicas ensolaradas. “Aprendemos como fazer para colocarmos arranjos de metais, instrumentos de corda e até harpa nas composições”, diz Bernardes. Culpa e O Orgulho e o Perdão chamam atenção. Dias 9 e 10/9/2016.
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  • No início, eram oito. Agora, restam quatro. Mesmo com metade da força original, os Titãs ainda resistem e contabilizam mais de trinta anos na estrada. Lançaram, em 2014, Nheengatu, que foi bem recebido pelos fãs, seguido por um disco ao vivo no ano seguinte. Em fevereiro, esquentaram a plateia na abertura das duas apresentações dos Rolling Stones no Morumbi. Agora, Paulo Miklos, Sérgio Britto, Branco Mello e Tony Bellotto chegam ao Sesc Pompeia para três shows com uma proposta diferente. Eles dividem o palco pela primeira vez com Walter Franco, cantor e compositor paulistano que, com álbuns cheios de arranjos experimentais, letras inspiradas na poesia concretista e alguns rompantes roqueiros, fez a cabeça de muitos artistas nos anos 70. A lista incluiu na época os jovens Titãs, bem antes de a turma pensar em montar a banda. Do repertório de Franco, o grupo toca faixas como a visceral Canalha. E, é claro, vai ter espaço também para Sonífera Ilha, Cabeça Dinossauro, Televisão e muitos outros hits das décadas de 80 e 90. Dias 15, 16 e 17/4/2016.
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  • No dia 14 de junho de 2013, uma mensagem na página do Facebook da banda americana Pixies anunciou a saída da baixista Kim Deal, após 25 anos de trabalho. Agora, ela pode se dedicar integralmente ao grupo The Breeders. Apesar de sempre ter sido tocado como um projeto paralelo entre as idas e vindas da sua ex-banda, o conjunto acabou ganhando popularidade com o disco Last Splash, de 1993. Ao lado de Jim Macpherson (bateria), Josephine Wiggs (baixo) e da irmã gêmea Kelley Deal (guitarra), Kim se apresenta pela segunda vez por aqui. Atração do festival Popload Gig, organizado pelo jornalista Lúcio Ribeiro, o quarteto vem embalado pela turnê comemorativa de duas décadas de Last Splash — em Nova York, os ingressos para conferir o show se esgotaram em dois minutos pela internet. O álbum será executado na íntegra. Entram no repertório Cannonball, Do You Love Me Now? e No Aloha. No bis, Happiness Is a Warm Gun, dos Beatles, tem aparecido com frequência. A violinista Carrie Bradley faz participação especial. Dia 24/7/2013.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO