Música

Confira os shows internacionais que acontecem no primeiro semestre

De Helloween a Sublime, atrações prometem agradar a todos os gostos

Por: Redação VEJA SÃO PAULO on-line - Atualizado em

Sublime with Rome
Sublime with Rome: show no Via Funchal (Foto: Divulgação)

Entre os artistas agendados para trazer muita música a São Paulo, há velhos conhecidos do público, como Helloween e estreantes em palcos brasileiros, como a dupla 3OH!3.

Confira abaixo todos os shows marcados para o primeiro semestre deste ano:

  • Resenha por Pedro Ivo Dubra: No ano passado, um bando de garotos e garotas uniu seus dedos no HSBC Brasil. Não, a figura resultante não era um coração nem se tratava de um show da banda paulistana teen Restart, outra adepta dos sinais. Os indicadores e polegares do pessoal compunham um 3, um zero e outro 3. Essa é a marca presente nas capas dos álbuns da dupla americana 3OH!3 (pronuncia-se “three, oh, three”), de volta a São Paulo na quarta (20/04), agora no Via Funchal. Aliás, por causa das mãozinhas, eles acabaram sendo processados pelo lutador de luta livre aposentado Diamond Dallas Page, que fazia um gesto semelhante no ringue e não gostou nada da coincidência. Os cantores Sean Foreman e Nathaniel Motte bolaram o nome meio amalucado a partir do código telefônico (303) da cidade de Boulder, no Colorado, onde formaram o duo em 2004. Seu som pode ser definido como uma mescla de electropop e hiphop, com letras povoadas de piadas juvenis (e atitudes idem). Exemplo: no videoclipe do sucesso Don’t Trust Me, de 2008, eles aparecem de roupas de ginástica e cueca amarela dançando entre belas mulheres. Dois anos atrás, o par concorreu na categoria revelação do Video Music Awards da MTV americana (Lady Gaga levou o troféu). Participações de estrelas do pop aumentaram o sucesso dos rapazes — Katy Perry surgiu num remix de Starstrukk, faixa do disco anterior, Want (2008); Ke$ha, por sua vez, dividiu os vocais em My First Kiss, de Streets of Gold, lançado em junho de 2010 e que serve de base à turnê. No palco, além de Foreman e Motte, há quatro músicos de apoio.
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  • Sem razão aparente, a banda de rock progressivo Jethro Tull foi batizada com o nome do agricultor inglês que viveu no século XVIII e inventou a semeadeira mecânica. O grupo “terminou” no ano passado, o que na verdade não passou de mera formalidade: há tempos ele se resumia apenas à fgura de seu líder, Ian Anderson. Ele volta à cidade, desta vez para mostrar a turnê Jethro Tull: The Rock Opera, que homenageia o homem que inspirou a alcunha do conjunto. Amparado por David Goodier (baixo), John O’Hara (teclados), Florian Opahle (guitarra) e Scott Ham. Dia 7/10/2015.
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  • O Sublime, trio de ska-punk célebre na década de 90, encerrou suas atividades em 1996 depois da morte do vocalista, Bradley Nowell. Os dois antigos integrantes, Eric Wilson (baixo) e Bud Gaugh (bateria e percussão), se reuniram em 2009, agora com um novo cantor, Rome Ramirez. Dois anos mais tarde, Gaugh resolveu se separar do grupo e foi substituído por Josh Freese. O conjunto exibe Panic e Take It Or Leave It, do primeiro e único álbum até agora, Yours Truly (2011), e a indispensável Santeria. Dia 28/1/2015.
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  • Dona de um público cativo, a ex-integrante do elenco da telenovela Rebelde e do conjunto derivado do programa, o RBD, apresenta as músicas de Sin Fronteras, o terceiro da carreira-solo, que chegou às lojas em abril. Ao lado de sua banda, a cantora mexicana interpreta as chicletes Corazón en Pausa e Si Tú Supieras, esta quase uma faixa de sertanejo universitário. Sobra espaço também para Inevitable e Luna. Dia 14/9/2014.
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  • Resenha por Pedro Ivo Dubra: Programa duplo de metal melódico no Credicard Hall. Surgido em 1984, o grupo alemão Helloween traz na bagagem 7 Sinners (2010). O Stratovarius, da Finlândia, por sua vez, apresenta faixas de Elysium, lançado em janeiro. Acontece dia 06/05/2011.
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  • Resenha por Pedro Ivo Dubra: Ainda popular nas pistas devido a seu sabor retrô e com descendentes como a música eletrônica e o dance rock, a disco music da virada dos anos 70 para os 80 deve muito aos sujeitos acima. Os irmãos Robert (o “Kool”, no baixo) e Ronald Bell (sax), George Brown (bateria) e Dennis Thomas (sax) são os membros principais do grupo americano Kool & the Gang, responsável por injetar funk no gênero e vendedor de mais de 70 milhões de discos ao longo de cinco décadas de carreira. Três anos atrás, a banda esteve no HSBC Brasil, onde se apresenta novamente na quinta (28/04). Além do quarteto, haverá mais seis músicos no palco. Formado em 1964, em Jersey City, nas proximidades de Nova York, o conjunto passou por uma transformação de estilo: começou num jazz mais ortodoxo até chegar à sonoridade groovea da consagradora. Sem James “J.T.” Taylor, que comandou os microfones entre 1979 e 1988 e teve uma breve volta na década de 90, os remanescentes seguem na estrada com êxitos dançantes como Get Down on It, Jungle Boogie, Ladies’ Night, Celebration e Open Sesame. A carreira do Kool & the Gang tem uma relação interessante com o Brasil. Mais popular lá fora do que aqui, o pianista carioca Eumir Deodato produziu álbuns do grupo de 1979 a 1983. Sua inspiração para os arranjos de metais veio das nossas boas e velhas marchinhas carnavalescas. Acontece dia 28/04/2011.
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  • Resenha por Pedro Ivo Dubra: A banda inglesa despontou em 1984, no cenário do pós-punk. Na companhia de Billy Duffy, Mike Dimkitch (guitarras), Chris Wyse (baixo) e John Tempesta (bateria), o vocalista Ian Astbury rememora hits da extensa carreira do Cult, entre eles Love Removal Machine e She Sells Sanctuary. Acontece dia 14/05/2011.
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  • Resenha por Pedro Ivo Dubra: Sensação nos anos 70 e ícone gay, o sexteto americano volta à cidade com as suas caracterizações de operário, índio, policial, soldado, motoqueiro, caubói… O conjunto entrega hits dançantes como Go West, Y.M.C.A. e Macho Man. Acontece dia 27/05/2011.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO