Música

Confira os shows internacionais programados para 2016

Do pop de Olivia Newton-John ao metal de Iron Maiden. As atrações que vêm aí nos próximos meses

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

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Prepare os pés para dançar e a carteira para gastar com os ingressos. O primeiro semestre está repleto de shows estrangeiros confirmados na cidade. Na lista, aparecem Rolling Stones, Maroon 5 e Coldplay. Programe-se:

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  • O corpo todo tatuado, os dreads e a cara de mau do rapper americano Wiz Khalifa destoam da letra e composição de sua música mais conhecida, a delicada See You Again, a qual expressa a falta de um amigo. A canção ficou conhecida na trilha sonora de Velozes e Furiosos 7, lançado depois da morte de Paul Walker — seu clipe já contabiliza mais de 1 bilhão de visualizações. Outra faixa que faz a turma curtir ainda mais a pista é Young, Wild & Free, que contou com a participação de Bruno Marz e Snoop Dogg. O rap americano pesado aparece nas bem executadas Work Hard, Play Hard e We Dem Boyz. Dia 31/01/2016.
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  • Dias antes de partir para a América Latina com a turnê Olé, Mick Jagger questionou os fãs latinos (com direito a uma mensagem exclusiva em português) sobre quais músicas gostariam de ouvir. Na enxurrada de respostas, as clássicas predominaram: Start Me Up, Sympathy for the Devil, It’s Only Rock’n’ Roll... but I Like It. Sim, elas fizeram parte dos sets no Chile, na Argentina e no Uruguai, por onde os Rolling Stones passaram antes de vir ao Brasil. Mas a expectativa agora é saber qual raridade está reservada para o público paulistano. Dois motivos para justificar a ansiedade: os argentinos ouviram Anybody Seen My Baby? e os chilenos curtiram She’s a Rainbow, ambas não tocadas desde 1998. Quem garantiu afoito seu ingresso ou disputa as entradas restantes para quarta (24/2) pode esperar por um espetáculo grandioso, daquele para ser aproveitado como se fosse o último da banda por aqui. Os Titãs abrem as duas noites. Dias 24 e 27/2/2016. Atenção: ainda restam ingressos para o dia 24, no setor 3, por 600 reais, direto na bilheteria. Fique de olho: pelo site, a taxa de conveniência é de 120 reais mais 12 reais de taxa de entrega.
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  • Eu tenho a sorte de que minhas músicas sejam atemporais, disse Olivia Newton-John em entrevista a VEJA SÃO PAULO na última semana. E ela está certa. Em cinquenta anos de carreira (ou um pouquinho mais, mas ela prefere parar a contagem por aí...), a cantora emplacou hits marcantes na história da música pop. De geração em geração, quem não tentou repetir o gritinho do fim de Summer Nights, de Grease, cantando no chuveiro? Ou então acompanhar a coreografia de Physical? E ainda há outras conhecidas, como You Are the One That I Love, Xanadu e Magic. Para a celebração, ela montou em Las Vegas o show Summer Nights, que agora chega a São Paulo. Olivia aparece elegante em um terninho fechado e solta sua voz madura e suave em um repertório selecionado para armar o clima de karaoké coletivo. Ela diminuiu a intensidade das coreografias, é verdade, mas não alterou nenhum arranjo. Detestava quando ia a um show e o artista mudava a música, e eu não conseguia cantar junto, diz. Espere por uma apresentação nostálgica para ficar na memória - e se pegar murmurando as canções dias após a performance. Dia 3/3/2016.
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  • Mais de quarenta atrações estão previstas para o Lollapalooza 2017, marcado para 25 e 26 março, no Autódromo de Interlagos. Entre as mais aguardadas estão Metallica, The Strokes, Rancid, Duran Duran e The Weeknd.
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  • Luz baixa improvisada, aquele flerte inocente rolando e muita música romântica na caixa. Se o clima de bailinho de garagem aguçou sua nostalgia, certamente você já sussurou o refrão de Say You, Say Me ou de Easy. Fazia tempo que não lembrava da voz de Lionel Richie? Pois é. Até o ano passado, o cantor andava meio esquecido. Bastou uma aparição, em junho, com bons resultados de público e crítica no festival Glastonbury, na Escócia, para ele sair das trilhas de elevador e entrar novamente nas paradas. A enxurrada de memes envolvendo a música Hello, de Adele, homônima de seu sucesso de 1983, também ajudou na onda de popularidade e culminou em tributo no Grammy Awards deste ano e em turnê pela América Latina. Richie chega aqui com um repertório só de hits, alternando produções- solo com as faixas de sua ex-banda, Commodores. Penny Lover, You Are, We Are The World e, sim, Hello não devem faltar. Dia 9/3/2016.
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  • Estamos passando por uma temporada de nostalgia. Primeiro, Olivia Newton- John celebrou aqui, no início de março, seus cinquenta anos de carreira. Na semana seguinte, o romântico Lionel Richie deu o ar da graça. Para continuar na onda retrô — e igualmente açucarada —, a cidade recebe agora os ingleses do Simply Red, que chegam com o show de trinta anos de trajetória. Ao contrário das duas atrações anteriores, focadas só em hits do passado, Mick Hucknall e sua turma mostram material fresco do álbum Big Love, de 2015. Antes disso, o vocalista havia anunciado aos quatro ventos que não faria mais turnês. Pagou a língua no ano passado, quando o disco, que foi lançado com a promessa de unicamente comemorar a data, ganhou a estrada. O trabalho recente contém doze faixas, todas escritas por Hucknall. São baladas melosas ou dançantes cheias de influência de soul e groove, perfeitas para uma viagem ao clima da década de 80. Bom exemplo é a canção Shine On ou a disco Daydreaming. Com a voz intacta, o músico presta uma homenagem ao seu pai na simples e emocionante Dad. Para dançar juntinho, aguarde a faixa-título, Each Day ou Love Wonders. Não precisa suspirar pela ausência de Money’s Too Tight (to Mention), Hold Back the Years e If You Don’t Know Me Right Now. Para o alívio dos fãs, elas também devem ter seu espaço na noite. Dia 15/3/2016.
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  • Com o abuso de falsetes e pinta de rockstar- galã, Adam Levine elevou-se do status de líder do Maroon 5 para o de showman. À frente da banda há mais de vinte anos e com muitos hits nas rádios, o cara ainda tem um filme indie e participações em um reality show musical no currículo. Levine manteve-se atualizado com seu público e angariou ainda mais fãs com seu estilo pop — e isso pode ser visto nas suas criações com o Maroon 5. O primeiro disco da banda, Songs About Jane (2002), apareceu como uma opção mais roqueira e alternativa às decadentes boy bands da época, com musiquinhas divertidas como This Love e Hard To Breathe. Em seguida, vieram sucessos-chiclete como a animada Moves Like Jagger e Payphone. Finalmente, eles chegam por aqui com a turnê do álbum Maroon V, que pôs o grupo em posição de destaque com as faixas Sugar, Maps e Animals. Atenção: Os ingressos para as duas apresentações estão esgotados.
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  • Esta é a 11ª vez da banda inglesa de heavy metal em São Paulo. E não importa o que aconteça, os fãs estarão presentes em peso. Prova disso são os ingressos esgotados desde um mês antes da apresentação. Eles mostram o novo trabalho do grupo, baseado no disco duplo The Book Of Souls (2015), que alcançou o primeiro lugar nas paradas do Reino Unido logo em seu lançamento. A obra contém apenas onze faixas. Por aqui, espere ouvir a The Red and The Black, com pouco mais de treze minutos de duração, e Empire of the Clouds, com mais de dezoito minutos. Dia 26/3/2016.
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  • Comandada por Chris Martin, a banda pop estava em dívida com o público paulistano. Há quatro anos, logo após anunciar apresentações por aqui, o grupo adiou, sem mais nem menos, a turnê de Mylo Xyloto e não passou pela América Latina. A boa notícia — espera-se que sem volta, desta vez —, veio com a inclusão de São Paulo e Rio de Janeiro no roteiro de divulgação do Head Full of Dreams, o último disco do grupo, parte da dançante turnê Adventure of a Lifetime. Na ativa há dezesseis anos, quando lançaram o primeiro álbum, Parachutes, os ingleses fizeram muitos adolescentes (agora adultos) fãs do pop rock melancólico grudar os olhos e ouvidos na televisão para ver seus clipes. Surgiram como uma alternativa ao Radiohead, porém com um rock e letras muito mais fáceis de digerir. A toada seguiu com A Rush of Blood to the Head, dos hits In My Place, Clocks e The Scientist (que, desista, não apareceu nos últimos line-ups). Depois, manteve-se em X & Y (2005) e explodiu com a mais animada e grandiosa Viva la Vida, do disco Viva la Vida or Death and All His Friends (2008). De lá para cá, eles souberam conservar e angariar novos seguidores. Tanto fizeram que conseguiram manter a expectativa lá no alto: os ingressos para o show em São Paulo acabaram há meses. Dia 7/4/2016.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO