Semana da Pátria

Shows e festas com ritmos brasileiros

De Gaby Amarantos a noitada com trilha de batidas afrobrasileiras. Confira a programação de folias com sets nacionais

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

  • Voltar ao início

    Compartilhe essa matéria:

  • Todas as imagens da galeria:

Está a fim de dançar em ritmo brasileiro? Esta semana tem festas e shows de diferentes regiões do país: a Pilantagi, por exemplo, foi inspirada na canção Nem Vem que Não Tem, de Wilson Simonal, e faz sua edição dedicada ao Tropicalismo. Já o Centro de Tradições Nordestinas recebe os hits dançantes da paraense Gaby Amarantos na sexta e no sábado, a festa é de forró e sertanejo. Escolha a sua:

  • A festa surgiu inspirada na música Nem Vem que Não Tem, do Simonal. Dedicada às faixas brasileiras, é o tipo de folia que se dança de braços abertos e olhos fechados. Com saias rodadas, pinturas no rosto o público ouve Daniela Mercury, Jorge Ben Jor, Timbalada e até Araketu. O comando é do criador, Rodrigo Bento. Ele divide os pickups com PG e Yuri Tarone. Dia 30/04/2015.
    Saiba mais
  • A festa organizada por Leandro Pardí tem a intenção de trazer batuques afro-brasileiros à pista. Com a temática de "terreiro urbano", os convidados para fazer o público dançar são Flávia Mazal ao lado da Trupe Benkady e Evelyn Cristina. Dia 1/11/2014.
    Saiba mais
  • O DJ e pesquisador cultural Tutu Moraes é criador da Santo Forte, uma das festas de música brasileira mais conhecidas do calendário da cidade. Ele apresenta, desta vez, a República do Tutu, folia que busca mostrar novos talentos musicais. Desta vez, o convidado é Gustavo Galo, cantor da Trupe Chá de Boldo. Ele apresenta o disco ASA, que teve produção de Tatá Aeroplano. Dia 04/09/2014
    Saiba mais
  • Espaços para eventos

    Centro de Tradições Nordestinas

    Rua Jacofer, 615, Jardim Pereira Leite

    Tel: (11) 3488 9400

    2 avaliações
  • A ideia do projeto surgiu em 2009, quando o filho de João Nogueira e o bandolinista se apresentaram juntos em Miami. Ali pensaram em lançar algo na linha de Os Afro-sambas (1966), parceria de Vinícius de Moraes e Baden Powell. A ideia pretensiosa resultou em Bossa Negra (2014). Apesar do título, o trabalho nada tem a ver com o disco homônimo de Elza Soares e é um apanhado de versões de Ary Barroso (Risque), João Nogueira (Mineira) e do Grupo Revelação (Samba do Arerê). André Vasconcellos (contrabaixo) e Thiago da Serrinha (percussão) fazem o acompanhamento. Dias 6 e 7/02/2015. Atenção: os ingressos estão esgotados.
    Saiba mais
  • Faz só dois anos que Erasmo Carlos mergulhou de vez nas redes sociais — e emergiu assustado com comentários de que não teria “muito tempo de vida” ou de que era “um zumbi”. Em resposta aos haters, o Tremendão apresentou o ótimo Gentil Gigante (2014), considerado um dos melhores álbuns de sua carreira, no qual tenta (e consegue) desmistificar a “fama de mau”. A contraprova veio no ano seguinte, com o lançamento de Meus Lados B. Nele, o cantor relembra as faixas que pouco ou nunca ganharam espaço em seus espetáculos ao vivo, a exemplo de Maria Joana, sua abordagem sobre maconha feita na década de 70, beeem antes de Planet Hemp surgir. Com essa, são 23 preciosidades, como a caricata O Homem da Motocicleta, Mané João (escrita com Roberto Carlos), Estou Dez Anos Atrasado e a composição de Caetano Veloso De Noite na Cama. Ele celebra esta turnê com o DVD deste álbum, lançado agora. Dias 26 e 27/2/2016.
    Saiba mais
  • Estilos variados

    5 a Seco
    1 avaliação
    “Mais fácil ver o Schwarzenegger frufru/ Materazzi namorando com a mãe do Zizou/ rubro-negro distraído gritar gol do Flu.” Versos tão “djavanescos” estão em Nem Tchum, uma das músicas de Policromo (2014), primeiro trabalho de estúdio do conjunto paulistano. A inspiração no compositor alagoano se mostra tão forte que, entre as catorze novas faixas, uma até foi intitulada Eu Amo Djavan. Nem se dê ao trabalho de tentar entender a propositadamente confusa letra. De arranjos sofisticados, o álbum conta com momentos bacanas em Vem e Vai e na funkeada Festa de Rua, que funcionam bem ao vivo. Pedro Altério, Pedro Viáfora, Tó Brandileone, Vinicius Calderoni e Leo Bianchini cantam e se revezam no baixo, teclado, percussão, escaleta e bateria. Dias 16, 23 e 24/9/2016.
    Saiba mais
  • Cantor e compositor multifacetado, o carioca Marcos Valle despontou como um dos grandes nomes da bossa nova, mas, ao longo da frutífera carreira se tornou indefinível. O alcance de sua música é tanto que até a lendária Sarah Vaughan interpretou uma de suas canções, Preciso Aprender a Ser Só, que ganhou versão em inglês no disco O Som Brasileiro de Sarah Vaughan (1978). O rapper americano Jay-Z, por sua vez, usou o trecho de Ele e Ela, do LP homônimo (1970), na ensolarada Thank You. Some a isso um disco em parceria com Stacey Kent lançado no ano passado e chega-se à conclusão de que Marcos Valle merecia muito mais reconhecimento. Nesta semana, ele sobe ao palco do Bourbon Street ao lado do amigo Roberto Menescal, um dos principais guitarristas da história da música brasileira. Dia 4/9/2014.
    Saiba mais

Fonte: VEJA SÃO PAULO