Teatro

Espetáculos que começam até as 20h

De musicais a comédias populares, escolha um espetáculo para ver mais cedo

Por: Milena Emilião - Atualizado em

Avenida Q
A atriz Talitha Pereira manipula o boneco Dona Coisa Ruim, de 'Avenida Q' (Foto: Erik Almeida)

1. Agreste: sábado, às 18h, e domingo, às 17h.

2. Avenida Q: sábado e domingo, às 16h.

3. Cantata para um Bastidor de Utopias: quinta a sábado, às 20h.

4. Como Ter Sexo a Vida Toda com a Mesma Pessoa: sábado, às 20h, e domingo, às 18h. 

5. Dar Corda para Se Enforcar: segunda, às 20h.

6. Louca de Amor, Quase Surtada: sábado, às 18h. 

7. Tim Maia — Vale Tudo, o Musical: sábado, às 17h, e domingo, às 18h.

Veja na lista mais opções e informações para curtir mais cedo:

  • Romance

    Agreste
    VejaSP
    5 avaliações
    Em 2004, o dramaturgo pernambucano Newton Moreno foi revelado graças a essa poética história de amor. No sertão nordestino, dois lavradores sentem o peso do preconceito e são obrigados a fugir. Com domínio de cena e sob a minimalista direção de Marcio Aurelio, Clóvis Gonçalves (em substituição a João Carlos Andreazza) e Paulo Marcello se revezam como narradores e personagens. Decifrada no surpreendente final, a causa de tamanha intolerância instiga o público. Estreou em 15/1/2004. Até 13/9/2015.
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  • Não se engane ao ver os fofos bonecos do musical de Robert Lopez, Jeff Marx e Jeff Whitty. Eles são marcados pela incorreção política. Dirigido originalmente por Charles Möeller e Claudio Botelho, o espetáculo voltou com elenco renovado e conduzido por Christina Trevisan. Na trama, um recém-formado Princeton (Roberto Donadelli) tem pretensões de morar na Avenida A, mas seu orçamento só dá mesmo para a Avenida Q, onde se encontram os perdedores. Com Marilice Cosenza, Will Anderson, Carla Masumoto e outros. Estreou em 15/8/2009. Até 25/8/2013.
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  • Em agosto de 2013, o drama musical da Cia. do Tijolo cumpriu discreta temporada de um mês no Sesc Pompeia. As três indicações ao Prêmio Shell, com entrega prevista para terça (18/3/2014), jogaram nova luz sobre a montagem. A base veio da peça Mariana Pineda, escrita por Federico García Lorca em 1925. Nela, a personagem-título desafia os monarquistas ao bordar uma bandeira para os liberais. Acaba presa e morre sem delatar os colegas. Em 1936, Lorca teria fim semelhante como vítima da Guerra Civil Espanhola. A direção de Rogério Tarifa e Rodrigo Mercadante costura os dois episódios com a ditadura militar brasileira. Em meio aos ensaios de uma produção teatral, sete atores e quatro músicos cruzam histórias sem delimitar ficção e realidade. A vigorosa Lilian de Lima interpreta Mariana, enquanto Mercadante representa um convincente Lorca. Entre os dois protagonistas, circulam expoentes da nossa história, como a militante Iara Iavelberg (1944-1971), o operário Manoel Fiel Filho (1927-1976) e a diretora de teatro Heleny Guariba (1941-1971). Composta por Jonathan Silva, a trilha sonora funde ritmos brasileiros aos sons tradicionais da Andaluzia nesse espetáculo que dura três horas mas se faz oportuno por fortalecer a reflexão sobre o autoritarismo. Com Fabiana Vasconcelos Barbosa, Dinho Lima Flor e Thaís Pimpão, entre outros. Estreou em 25/7/2013. Até 22/6/2015.
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  • Adaptação de Odilon Wagner e Monica Meyer para peça de Mónica Salvador. Sucesso na Argentina, o monólogo cômico ganha montagem com Tania Bondezan. A atriz dá vida a uma sexóloga que faz uma palestra sobre a longevidade dos relacionamentos. Tania capricha na caracterização da personagem e até diverte a plateia, mas a adaptação peca ao forçar uma conexão com a realidade brasileira. Estreou em 10/8/2012. Até 29/4/2016.
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  • A Cia. Os Fofos Encenam apresenta a comédia escrita em 1937 por José Joaquim da Silva. Na trama, um negociante ganancioso incentiva o sobrinho a enriquecer por meio de um dote. A pretendente do rapaz, porém, é a filha do próprio negociante. Com Carol Badra, Cris Rocha, Eduardo Reyes, Marcelo Andrade e outros. Estreou em 17/8/2013. Até 14/12/2014.
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  • Luís Carlos Martins Pena (1815-1848) foi o pioneiro da comédia no teatro brasileiro. Cheio de ironia e perspicácia, o autor inseriu na dramaturgia a sátira de costumes, um gênero que atravessa o tempoe inspira seus discípulos. Só por trazer Martins Pena de volta ao olhar do espectador, a montagem integrante do projeto Tapa no Arena já tem seu valor. Faz um pouco mais. Consegue divertir sem grandes pretensões e ousadias, além de ser fiel ao espírito crítico da obra. A trama é centrada em dois casais na tentativa de driblar a hipocrisia vigente no século XIX. Em uma noite de Natal, os personagens interagem movidos por desejos sexuais nem sempre correspondidos e são vítimas de maliciosos mal-entendidos, todos testemunhados pelo olhar curioso de um bebê (uma interpretação impagável da atriz Talita Olivieri). Dirigida por Brian Penido Ross, a encenação traz um bom ritmo de comédia e estabelece conexões com a realidade atual do país. Com Adriano Bedin, Júlio Mancini, Giovanna Ghiurghi, Laura Carvalho e Augusto César. Estreou em 14/8/2013. Prorrogado até 26/10/2013.
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  • A protagonista Lena Roque transformou o romance de Viviane Pereira em um monólogo cômico. Nos cinquenta minutos que antecedem um jantar com o pretendente, a personagem exorciza expectativas, frustrações e inseguranças, imaginando como o convidado vai agir. Estreou em 9/10/2010. Até 26/7/2015.
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  • Lançado na Broadway em 1997, o musical O Rei Leão, de Roger Allers e Irene Mecchi, é a versão do longa da Disney, de 1994. Portanto, ao conferir a superprodução nos palcos, é quase inevitável que a memória afetiva dos fãs da animação fale mais alto. Os elementos para o encanto da plateia estão todos ali. Cenários e figurinos caprichadíssimos, uma iluminação sob medida, capaz de fazer saltar aos olhos os efeitos de manipulação de bonecos, e um elenco afinado de 53 atores para cantar as letras compostas por Gilberto Gil (nem sempre fluentes e complementares à dramaturgia) adaptadas dos originais de Elton John. A trama mostra Simba (interpretado por Tiago Barbosa, quando adulto), o herdeiro do trono de Mufasa (o ator César Mello), o Rei Leão. Ao crescer, Simba envolve-se em uma série de artimanhas do tio Scar (Felipe Carvalhido), que planeja se livrar do sobrinho para ganhar o poder. Com direção de Julie Taymor, a montagem cumpre a promessa de ser um show, um torpedo repleto de efeitos para um público ávido de emoções. Falta, no entanto, espontaneidade às atuações. Um dos poucos a sobressair é Ronaldo Reis, intérprete do suricato Timão, capaz de imprimir bom humor ao personagem. Estreou em 28/3/2013. Até 14/12/2014. Na quinta (11), haverá sessão extra, às 16h. + Veja os bastidores do musical O Rei Leão + Saiba onde jantar depois de assistir ao espetáculo
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  • Sob a direção de Luciana Garcia, o monólogo dramático é protagonizado por Maurício Soares Filho. Os poemas de Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) norteiam as reflexões de um homem em conflito com o mundo que o cerca. Estreou em 6/7/2013. Até 27/4/2014.
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  • Danilo de Moura interpreta o cantor e compositor Sebastião Rodrigues Maia (1942-1998) no musical escrito por Nelson Motta. À frente de dez atores e sete instrumentistas, ele canta 25 canções, como Azul da Cor do Mar e Sossego, e empenha-se ao dar vida ao personagem, recriado dos 12 aos 55 anos. Nesse tempo, surgem detalhes da vida familiar, o encontro com Roberto Carlos e Elis Regina (Reiner Tenente e Izabela Bicalho), as drogas e o estouro na década de 70. Estreou em 9/3/2012. Até 16/3/2014.
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  • Suspense / Drama

    Quanto Custa?
    VejaSP
    3 avaliações
    Com direção e adaptação de Pedro Granato, o drama de suspense se inspirou em dois textos de Bertolt Brecht, Quanto Custa o Ferro e Dansen. O cotidiano harmonioso de três comerciantes (os atores Ernani Sanchez, Paulo Federal e Pedro Felício) é interrompido pela notícia de um assassinato no entorno das lojas. Estreou em 24/7/2013. Até 11/3/2016.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO