Cinema

“Sean Penn fez até churrasco para a gente”, conta Ariel Goldenberg

Estrela do filme Colegas realizou o sonho de conhecer o ator americano; Penn o recebeu em sua casa em Los Angeles

Por: Júlia Gouveia - Atualizado em

Ariel e Sean Penn: ator de Colegas realizou seu sonho
Ariel e Sean Penn: ator de Colegas realizou seu sonho (Foto: Arquivo Pessoal)

Depois de fazer sucesso com uma campanha na internet para trazer Sean Penn ao Brasil, o ator Ariel Goldenberg enfim realizou seu sonho de conhecer o astro hollywoodiano. Na sexta-feira (15), Penn recebeu Ariel e Rita Pokk, sua esposa e também integrante do elenco de Colegas em sua casa na praia de Malibu, em Los Angeles. Segundo a equipe do filme, o encontro foi surpresa: Penn não sabia que o casal planejava ir pessoalmente até sua mansão para entregar uma cópia do filme. Na cara e coragem, eles tocaram a campanhia e, para sorte deles, Penn reconheceu Ariel e os convidou para entrar. Ainda emocionado, o ator, que tem Síndrome de Down, falou, direto dos Estados Unidos, com VEJA SÃO PAULIO sobre o tão esperado encontro com o ídolo:

 

VEJASAOPAULO.COM: Como foi o momento do encontro de vocês?

Foi uma delícia. O Sean Penn é muito simpático e humilde. Ficamos mais de três horas conversando na casa dele. Ele nos levou para conhecer sua praia particular e, depois, até fez um churrasco para a gente!

 

VEJASAOPAULO.COM: Qual foi o momento mais emocionante da conversa?

Contei para ele que adorei o Uma Lição de Amor (2001), em que ele interpreta um deficiente mental. Para minha surpresa, ele resolveu me presentear com o certificado original de sua indicação ao Oscar por este filme. Além de vir em uma moldura, ele também me deu um pôster do filme autografado.

 

VEJASAOPAULO.COM: Ele assistiu o vídeo da campanha #VemSeanPenn?

Sim, ele viu! Ele disse que diversas pessoas mostram o vídeo para ele. Para nossa produtora, ele comentou que estava viajando a trabalho no Haiti e, por isso, não poderia vir.

 

VEJASAOPAULO.COM:  E como vocês chegaram até a casa dele?

Viajamos para os Estados Unidos sem ter nenhum contato dele. Procuramos na internet onde poderia ser a casa dele e fomos até lá bater. Deu certo: ele me reconheceu da campanha na internet e fez questão de nos receber.

Fonte: Veja São Paulo Revista (Redação)