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Mistérios da Cidade

São Paulo exibe cada vez mais grafites

Conheça o trabalho de alguns desenhistas que produziram obras interessantes nos últimos meses

6.jul.2012 | Atualizada em 7.jul.2012 por Mauricio Xavier [Com reportagem de Flora Monteiro e Jéssika Torrezan]

São Paulo está cada vez mais estampada. A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano autorizou a criação de grafites em 57 locais neste primeiro semestre — durante todo o ano passado, apenas 34 permissões haviam sido emitidas. “O sucesso de artistas como osgemeos e a valorização da atividade por parte de arquitetos, urbanistas e curadores estão incentivando mais pessoas a entrar no cenário”, diz Baixo Ribeiro, dono da galeria Choque Cultural. Especialista no gênero, ele indicou quatro desenhistas que produziram obras interessantes nos muros da cidade nos últimos meses. Confira a seleção.

SPETO 

Speto: desenhos são inspirados em imagens do folclore brasileiro
Speto: desenhos são inspirados em imagens do folclore brasileiro
(Foto: Cida Souza)

Um dos expoentes do segmento, o artista se destacou no começo dos anos 90 com um espírito inovador, fugindo do estilo nova-iorquino (letras enroscadas e personagens como rappers) que predominava entre os colegas de sua geração. Os desenhos são inspirados em imagens do folclore brasileiro e raramente misturam mais de três cores, como na pintura acima, finalizada em abril.

Local: Rua Gonçalo Afonso (Beco do Batman), na Vila Madalena.

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NOVE 

Nove: ele faz desenhos delicados e marcados por nuances
Nove: ele faz desenhos delicados e marcados por nuances
(Foto: Cida Souza)

Os grafites do artista podem ser facilmente confundidos com uma pintura. Há mais de dez anos colorindo a cidade, ele faz desenhos delicados e marcados por nuances — o preto raramente é usado para definir contornos, como no trabalho acima, produzido em abril.

Local: Praça do Ciclista, na esquina da Avenida Paulista com a Rua da Consolação, na Bela Vista.

CHIVITZ 

Chivitz: retrata personagens como roqueiros e skatistas, a exemplo deste, de abril
Chivitz: retrata personagens como roqueiros e skatistas, a exemplo deste, de abril
(Foto: Cida Souza)

Seus desenhos colorem os muros da capital desde a década de 90 e retratam personagens como roqueiros e skatistas, a exemplo deste, de abril. Foi um dos idealizadores do Museu Aberto de Arte Urbana de São Paulo, inaugurado em outubro: 58 artistas pintaram 68 pilastras da Avenida Cruzeiro do Sul, em Santana, com apoio da Secretaria do Estado da Cultura e do Metrô.

Local: Praça Paulo Kobayashi, no Viaduto Jacareí, esquina com a Rua Santo Amaro, na Bela Vista.

MINHAU 

Minhau: seus grafites retratam sempre gatos gigantes e coloridos com expressões humanizadas
Minhau: seus grafites retratam sempre gatos gigantes e coloridos com expressões humanizadas
(Foto: Cida Souza)

A escultora começou a grafitar em São Paulo há cerca de três anos. Seus grafites retratam sempre gatos gigantes e coloridos — não à toa, e adota um nome artístico que faz referência ao miado dos felinos — com expressões humanizadas (na foto, um desenho de outubro).

Local: Avenida Cruzeiro do Sul, em Santana.

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