Cidade

Rotina sofrida

Histórias de paulistanos que enfrentaram as consequências dos protestos das últimas semanas

Por: João Batista Jr. e Juliana Deodoro [colaboraram Daniel Bergamasco, Nathalia Zaccaro, Mariana Barros e Júlia Gouveia]

"As paredes da minha casa foram todas rabiscadas com dizeres ‘3,20 é roubo’ e símbolos anarquistas. Eu me senti muito impotente, pois não havia nada que pudesse fazer para impedi-los.”

Madalena Silva, funcionária de um salão de beleza 

+ Tiros, bombas e truculência

+ A turma que carrega a bandeira irrealista do transporte de graça

+ Um protesto por dia, quem aguenta?

Bruno Garcia - Protestos - 2325
Bruno Garcia: protestos atrapalham mais o patrão que o empregado (Foto: Fernando Moraes)

"Poderiam fazer o protesto de manhã, desse jeito atrapalhariam mais o patrão que o empregado.”

Bruno Garcia, estudante de direito 

Stella Venancio -  Protestos - 2325
Stella Venancio: aulas perdidas (Foto: Fernando Moraes)

"Não sou liberada mais cedo do trabalho e, toda vez que o metrô fecha, perco minha aula.”

Stella Venancio, operadora de telemarketing 

Lucas Gallo - Protestos - 2325
Lucas Gallo: máscara de gás (Foto: Lucas Lima)

“Como sabia que hoje haveria outra manifestação, trouxe uma máscara para me proteger da quebradeira.”

Lucas Gallo, estudante de marketing

Fonte: VEJA SÃO PAULO