Especial

Seis roteiros para fazer a pé com setenta atrações no caminho

Aproveite o feriado para deixar o carro em casa e curtir a cidade sem gastar muito

Por: Ana Carolina Soares

rotas a pé
Como curtir a cidade a pé sem gastar muito (Foto: Nik Neves)

Embora seja uma das metrópoles mais caras do mundo, São Paulo possui opções de lazer para quem não quer gastar sequer com a gasolina: os roteiros de caminhada. Eles podem ser divididos por temas e feitos por conta própria ou com a ajuda de agências especializadas. Segundo estimativa do Sindicato dos Guias de Turismo do Estado de São Paulo, houve um aumento de 20% nesse tipo de lazer no ano passado. “Os walking tours são comuns no exterior e aos poucos chegam por aqui”, diz Leticia Sabino, da Sampa Pé, uma das empresas da área.

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Feriados como o deste 1º de maio tornam-se um excelente momento para aproveitar esse tipo de diversão, sem o tumulto do dia a dia da capital (confira ao longo da matéria os melhores roteiros). A SPTuris, empresa de turismo e eventos de São Paulo, investiu 767 000 reais desde 2014 em placas de sinalização para pedestres. “Ainda há barreiras, como o medo de assaltos e as péssimas condições das calçadas, mas vale a pena conhecer a capital como pedestre”, diz Andrea Nehr, criadora do site Guias de Turismo do Estado de São Paulo (Gtesp), uma associação independente do sindicato da categoria.

Essencial

Roteiro a pé - Essencial
(Foto: Nik Neves)

Mirantes em prédios históricos e ruas só para pedestres fazem do centro um passeio especial. Comece pelo Pátio do Colégio. Na sequência, vá ao Solar da Marquesa, à Praça da Sé e, então, ao Largo da Misericórdia. Ali, há fachadas do início do século passado, como a do Edifício Guinle (Rua Direita, 49), de 1916. Com sete andares, ele foi o primeiro arranha-céu da metrópole. Adiante, fica o Edifício Triângulo (Rua José Bonifácio, 24), feito por Oscar Niemeyer e com um painel (mal preservado, uma pena) de Di Cavalcanti. Outro ponto para observar é o Edifício Matarazzo (Viaduto do Chá, 15), sede da prefeitura, de inspiração clássica.

Distância: 3 quilômetros

Tempo de passeio: 7 horas

Museu Anchieta: mostra as transformações da cidade de 1554 até hoje.

Solar da Marquesa de Santos: a casa da amante de dom Pedro I, de 1834, revela o estilo de vida da elite na época.

Solar da Marquesa de Santos
Solar da Marquesa de Santos: casa da amante de dom Pedro I (Foto: Divulgação)

Praça da Sé: tem a igreja e as mostras gratuitas da Caixa Cultural, entre elas um tributo ao artista plástico Ivald Granato (em cartaz até 10/5).

Chapelaria Paulista: para conferir os mais de 100 modelos da loja, inaugurada em 1914. Rua Quintino Bocaiúva, 94, ☎ 3107-5803. Segunda a sexta, das 9h às 18h; sábado, das 9h às 13h. Chapéu-panamá, de R$ 259,00 a R$ 325,00.

Palacete Chavantes: edifício comercial de 1946, mantém-se conservado. E o elevador de ponteiro ainda funciona! Rua Benjamim Constant, 171. Segunda a sexta, das 7h às 20h; sábado, das 8h às 12h. Grátis.

Largo São Francisco: o principal conjunto barroco de São Paulo.

Igreja de Santo Antônio: conserva o estilo eclético da reforma de 1919. Praça Patriarca, 49, ☎ 3242-2414.Segunda a sexta, das 6h30 às 18h30;sábado, das 6h30 às 9h30 e das 17h30às 18h30; domingo, das 8h às 10h30e das 17h30 às 18h30. Grátis.

Teatro Municipal: foi reaberto em 2011, depois de uma reforma quedurou três anos.

Basílica de São Bento: domingo, às 10h, tem missa com canto gregoriano.

Praça Antônio Prado: para ir às alturas nos mirantes de seus prédios, Edifício Martinelli e Edifício Altino Arantes (Banespão).

Centro Cultural Banco do Brasil: está bombando com a mostra de Pablo Picasso e outros modernistas espanhóis, que ficará em cartaz até 8 de junho.

Arte urbana

Roteiro a pé - Arte Urbana
(Foto: Nik Neves)

Uma boa caminhada é a melhor forma de apreciar os grafites da Vila Madalena. Ao chegar ao bairro, pelo metrô, a dica é começar pelo mural psicodélico da Rua Marinho Falcão, 42, que fica a poucos passos da estação. Dividem esse espaço Fernando Berg, Fefa Romanova, Gabriel Rao, Flavio Dimy e Mateus Bailon, conceituados no Brasil e no exterior. O tour segue pela Travessa Tim Maia, uma escadaria em que artistas iniciantes disputam cada centímetro das paredes laterais. No fim dela, à direita, pela Rua Natingui, chega-se à Praça das Corujas. Quase em frente, há os painéis do Parque Linear das Corujas (Rua Pascoal Vita, 120). Subindo-se pela Rua Fradique Coutinho até a Aspicuelta, existem várias galerias com entrada gratuita. Algumas oferecem obras a partir de 100 reais. O passeio termina perto de Pinheiros, com os muros do Beco do Batman e do Beco do Niggaz.

Distância: 4,3 quilômetros

Tempo de passeio: 5 horas

Casa da Xiclet: ali vive Adriana Xiclet, uma socióloga que transformou sua residência em um misto de albergue e galeria para novos artistas. Obras entre R$ 100,00 e R$ 39 650,00.

Galeria Ímã: possui um acervo de mais de 3 000 imagens dos principais fotógrafos brasileiros. Obras entre R$ 200,00 e R$ 10 000,00.

AK/Vila: culinária variada em um ambiente descolado, com direito a grafites nas paredes. O prato tagliata de bife ancho com creme de alho assado e tutano sai por R$ 62,00.

Doc Galeria: Escritório e galeria especializados em fotojornalismo e trabalhos documentais. Uma vez por mês, a casa promove caminhadas orientadas por profissionais das lentes. Obras entre R$ 1 000,00 e R$ 4 000,00.

Galeria Nikon: Showroom com exposições de fotógrafos diversos que usam a marca.

Galeria Porão: Oferece obras de arte a preços acessíveis. Obras entre R$ 300,00 e R$ 4 000,00.

Galeria Porão
Galeria Porão (Foto: Divulgação)

Choque Cultural: Exibe trabalhos de artistas jovens, brasileiros e estrangeiros.

Caipira

Rota a pé - Caipira
(Foto: Nik Neves)

Perdizes é um dos bons lugares para degustar quitutes típicos do interior. O bairro, que partiu de uma fazenda, em 1850, possui terreno acidentado. A urbanização por lá só deslanchou no início do século passado. Até hoje, conserva um clima bucólico. A dez minutos a pé da Estação Barra Funda do metrô, o Parque da Água Branca parece uma fazendinha com patos e galinhas circulando soltos. Há várias opções gastronômicas nos arredores, como o almoço no restaurante Kacique, o jantar na pizzaria Veridiana (uma casa tombada com decoração rústica), além das delícias no Lá na Roça e do famoso bauru do Ponto Chic. Para queimar as calorias, vale a pernada até a Paróquia São Geraldo. E, para finalizar a noite no clima, nada como a pista do Villa Country.

Distância: 2,5 quilômetros

Tempo de passeio: 4 horas

Parque da Água Branca: tem aves criadas soltas, além de cafezinho fresco e de graça na Casado Caboclo, uma construção de pau a pique. Casa do Caboclo: terça a domingo, das 9h às 17h. Sábado à tarde, há moda de viola. Grátis.

Espaço para piquenique - Parque da Água Branca
Parque da Água Branca: espaço para piquenique (Foto: Mário Rodrigues)

Tradicional Bolos Caseiros: Eleita pelos leitores de VEJA SÃO PAULO a melhor doceria da edição especial COMER & BEBER de 2014. Bolo de banana com canela por R$ 18,00.

Restaurante Kacique: numa casa rural, oferece comida brasileira. Rua Turiassu, 290, ☎ 3569-2119. Sempre das 11h às 15h30. R$ 43,90 o quilo.

Pizzaria Veridiana: abriu as portas em fevereiro de 2014 em um antigo casarão reformado. Pizza de burrata al pesto sai por R$ 74,00.

Lá na Roça: tem queijos, pingas e doces, entre outras delícias típicas, para comer na hora ou levar. Queijos da Serra da Canastra por R$ 48,00. Bufê de comida brasileira no almoço a partir de R$ 22,00.

Paróquia São Geraldo: aberta em 1932, abriga o sino que anunciou a independência e tem uma das melhores festas juninas da cidade. Largo Padre Péricles, s/nº, ☎ 3667-0660. Terça a sexta, das 7h30 às19h30; sábado e domingo, das 7h30 às 12h e das 15h às 19h30. Grátis.

Ponto Chic: tem como carro-chefe o bauru (com rosbife, tomate, pepino em conserva e uma mistura de quatro tipos de queijo).

Villa Country: balada para varar a noite na pista ao som de hits de sertanejo universitário.

Italiano

Rotas a pé - Italiano
(Foto: Nik Neves)

Bairro boêmio da cidade, o Bixiga oferece bons restaurantes, empórios e padarias, além de um comércio de artes a preço bem em conta. A cultura italiana na região remonta a 1878, quando os imigrantes compraram lotes da Chácara do Bexiga. Entre outras atrações, há por ali o mural Alabarda (Avenida Paulista, 620), de Clóvis Graciano. Seguindo em frente, é possível admirar a obra do escultor calabrês Domenico Calabrone no Conjunto Residencial Praça dos Franceses (Rua dos Franceses,498). Antes de descer a Escadaria do Bixiga, vale a visita ao Shopping das Artes e ao Museu dos Óculos.

Distância: 2,1 quilômetros

Tempo de passeio: 4 horas

Shopping das Artes e Antiguidades: possui quarenta lojas, a maioria de antiguidades. Rua dos Ingleses, 341. Segunda a sábado, das 10h às 18h; domingo, das 7h às 18h.

Museu dos Óculos Gioconda Giannini: o acervo, com mais de 600 modelos, mostra desde lentes chinesas do século XVIII até peças que pertenceram a celebridades, como a cantora Rita Lee.

Barber Shop Espaço 13: bar e barbearia dos netos de italianos Marcelo e Eduardo Martinelli. Rua Treze de Maio, 798, ☎ 3596-4140. Terça a domingo, das 10h às 22h. Barba e corte de cabelo masculino por R$ 55,00. Sessão de 2h de tatuagem por R$ 400,00. Cerveja a partir de R$ 7,00.

Feira de Antiguidades: Um dos mercados mais acessíveis do gênero na cidade. Praça Dom Orione, s/nº. Domingo, das 8h às 18h.

Templo da Carne Marcos Bassi: durante mais de cinquenta anos, o açougueiro, filho de italianos, dedicou-se às carnes nobres. Ele faleceu em 2013, mas o restaurante continua em atividade. Picanha fatiada para três pessoas por R$ 248,00.

Centro de Memória do Bixiga: o empresário Walter Taverna, de 82 anos, nunca saiu do Bixiga e coleciona objetos e histórias sobre o bairro. Ele mesmo mostra o acervo aos visitantes. Rua Treze de Maio, 569. Para agendar visita, ligar de segunda a sexta, das 10h às 16h, no ☎ 3284-4355. Grátis.

Conchetta: cantina de Walter Taverna, era frequentada por Adoniran Barbosa (1910-1982). Rodízio de massas por R$ 48,00.

Paróquia Nossa Senhora Achiropita: fundada em 1926, é palco de uma das festas mais tradicionais da cidade, em agosto.

Padaria Italianinha: possui o mesmo forno desde sua fundação, em 1896, e faz os pães de forma artesanal.

Da Padroeira

Rota a pé - Penha
(Foto: Nik Neves)

Reza a lenda que, em meados de 1560, um viajante francês recebeu uma mensagem de Nossa Senhora da Penha para fazer um templo. Ele então ergueu a Igreja Penha de França. Ao redor da construção surgiu o bairro da Zona Leste. O local virou um dos principais pontos de peregrinação religiosa da metrópole. Nos arredores, é possível visitar ainda as Igrejas do Rosário e a Basílica da Penha. A peregrinação da fé começa na Rua José Martinho de Moura Baptista, conhecida como Rua Compartilhada, que servia de passagem aos romeiros. Depois, vale uma parada na Casa dos Trilhos (Rua Irapucará, 500), antiga estação de trem que conserva a fachada, apesar de ter sido desativada em 1910.

Distância: 2,6 quilômetros

Tempo de passeio: 3 horas

Igreja Nossa Senhora da Penha: reformada em 1934, mantém a arquitetura original. Praça Nossa Senhora da Penha,1, ☎ 2091-8194. Segunda, das 8h às 18h; terça a sábado, das 7h às 18h; domingo, das 8h30 às 12h. Grátis.

Igreja do Rosário: pequena e simples, foi construída em 1802 por escravos. Aos sábados, o largo onde fica a basílica abriga uma feira com artigos bolivianos. Largo do Rosário, 4, ☎ 2293-2102. Segunda a sábado, das 8h às 17h. Grátis.

Centro Cultural da Penha: resgata a história do bairro, além de oferecer teatros, oficinas e biblioteca.

Basílica da Penha: com 6 000 metros quadrados, foi o maior templo do Brasil até a inauguração da Basílica de Aparecida, em 1982. Ao lado, fica o Seminário da Penha, construído em 1950. O local hoje abriga um estacionamento, mas mantém a fachada da época. Rua Santo Afonso, 199, ☎ 2295-4462. Segunda a sábado, das 7h30 às 12h e das 13h às 17h30; domingo, das 7h às 12h e das 14h às 20h30. Grátis.

Armazém 77: a cerveja é seu forte, com 250 marcas artesanais nas prateleiras. Quem não quiser fugir do climar eligioso do passeio poderá pedir refrigerantes “retrô” da marca Cruzeiro. Rua Betari, 520, ☎ 3564-6899. Quarta a sábado, das 14h às23h; domingo, das 14h às 21h. Guaraná Cruzeiro, R$ 6,00.

Memorial Penha de França: sediado em uma casa de 1930. Com agendamento, o historiador Francisco Folco conta a trajetória do bairro. Rua Betari, 560, ☎ 2092-2319. Agendamento de visitas peloe-mail memorialpenha@terra.com.br. Grátis.

Instawalk

Rota a pé - Instawalk
(Foto: Nik Neves)

Parques e construções históricas fazem do Ipiranga um ponto fotogênico, perfeito para os fãs de Instagram. Os cliques já começam no Metrô Alto do Ipiranga (Rua Dr. Gentil de Moura, s/nº). A estação tem uma cúpula de vidro com 9 metros de altura e iluminação esverdeada. Depois, há o Hospital Dom Antônio de Alvarenga (Avenida Nazaré, 1361), prédio de 1944. A construção atrai visitantes que registram os vitrais da Casa Conrado e os azulejos de Antonio Paim Vieira.

Paróquia Imaculada Conceição: possui órgão de tubos e vitrais. Avenida Nazaré, 993, ☎ 2914-4066. Diariamente, das 8h às 20h. Grátis.

PUC Ipiranga: belos jardins e corredores em arcos. Avenida Nazaré, 993, ☎ 2065-4600. Segunda a sexta, das 8h às 21h. Sábado, das 8h às 17h. Grátis.

Instituto Padre Chico: o prédio de 1929 possui um bonito parque interno.

Museu Vicente de Azevedo: projetado por Ramos de Azevedo em 1896, foi um orfanato criado pelo conde José Vicente de Azevedo, o benfeitor do bairro. O acervo possui móveis, roupas e utensílios da época. Para agendar visitas, ligar entre segunda e sexta, das 9h às 16h. Grátis.

Memorial Santa Paulina: exibe 35 objetos da religiosa. Avenida Nazaré, 470, ☎ 2271-0077. Terça a sexta, das 13h às17h; sábado e domingo, das 10hàs 12h e das 13h às 17h. Grátis. Pacote com sete fitas: R$ 1,00.

Parque da Independência: abriga pista de skate, um jardim inspirado no Palácio de Versalhes e o Museu Paulista (fechado em 2013 para reforma, deve ser reaberto só em 2022).

Parque da Independência - Horário de Verão
Parque da Independência: ponto de encontro de skatistas (Foto: SVMA)

Palácio dos Cedros: foi locação de novelas como Éramos Seis (SBT). Rua Bom Pastor, 800. Agendar visitas em horário comercial no ☎ 2272-1263. Grátis.

Sesc Ipiranga: há mostras gratuitas, como a do ilustrador Troche, em cartaz até agosto.

EM BOA COMPANHIA

Guias de turismo especializados em passeios a pé que realizam esses e outros roteiros

Ademilson Marques

Preço médio: R$ 40,00 a hora por pessoa. Mínimo de R$ 200,00 por passeio. Contato: ☎ 98271-3735/marques.guiadeturismo@gmail.com

Andrea Nehr

Só centro e Ipiranga. Preço médio: R$ 50,00 por pessoa em grupos. Mínimo de R$ 150,00 por passeio Contato: ☎ 96138-3377/ paseosapie@gmail.com

Fernanda Feltran

Preço médio: R$ 50,00 a hora por pessoa Contato: ☎ 98199-2403/fernandafeltran@yahoo.com.br

Giro in Sampa (Idealizou os passeios do centro e Perdizes)

Preço médio: R$ 30,00 por pessoa. Mínimo de R$ 300,00 por passeio. Contato: ☎ 99109-2208/damyturismoecultura@globo.com

Habitat Natural Turismo (Só centro)

Preço médio: a partir de R$ 25,00 por pessoa. Contato: ☎ 3939-0791/paulaportes@hotmail.com

Laercio Cardoso

Preço médio: R$ 60,00 a hora por pessoa. Contato: ☎ 99837-4063/laerciocardosodecarvalho@yahoo.com.br

Passeio Paulistano

Preço médio: R$ 45,00 a hora por pessoa. Contato: ☎ 99253-8846/vera@passeiopaulistano.com

SampaPé (Idealizou os passeios do Bixiga, Ipiranga, Penha e Vila Madalena)

Preço médio: R$ 450,00 o passeio de 4 horas com até 10 pessoas. Contato: ☎ 99516-1656/sampape@sampape.com.br

Turismo na História

Preço médio: R$ 35,00 a hora por pessoa. Mínimo de R$ 250,00 por passeio. Contato: ☎ 7891-7360/cacau@turismonahistoria.com.br

  • VEJA SÃO PAULO recomenda

    Atualizado em: 9.Out.2015

    Restaurante, espetáculo, exposição, doceria e outras atrações em cartaz
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  • Serviços

    Cartas da edição

    Atualizado em: 30.Abr.2015

  • Desde 1992 no local, Marcos Ono possui mais de 150 espécies, de pequenas mudas a cipós de dois metros
    Saiba mais
  • Mistérios da Cidade

    Mapa curioso de São Paulo reúne 1300 peças históricas

    Atualizado em: 30.Abr.2015

    Espaço, que fica no Itaú Cultural, tem planta da cidade de 1891 com pouco mais de cinquenta ruas
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  • Em exposição na galeria Nikon, imagens de moradores da cidade foram tiradas em 1995, 2005 e 2015
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  • Clássico vai reunir torcedores na Vila Belmiro neste domingo (3)
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  • Terraço Paulistano

    Confira as novidades da semana do Terraço Paulistano

    Atualizado em: 2.Out.2015

    Notas exclusivas sobre artistas, políticos, atletas, modelos e empresários que são destaque na cidade
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  • MC Melody, de 8 anos, mudou o estilo após polêmicas. Outros cantores mirins conquistam fãs na internet com letras recheadas de sexo e palavrão
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  • Graças à fama na internet,  Francisco Alexandre Filho cria cursos para os aspirantes a entrar na tropa
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  • Lar de 230 bichos resgatados, entre leões, onças e outras espécies, Rancho dos Gnomos promove vaquinha de 1,2 milhão de reais
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  • As Boas Compras

    As Boas Compras: itens com jeitão de fazenda

    Atualizado em: 30.Abr.2015

    Uma seleção de acessórios para quem deseja deixar os dias frios com cara de campo
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  • Franceses

    Le Vin Bistro - Jardins

    Alameda Tietê, 184, Jardim Paulista

    Tel: (11) 3081 3924

    VejaSP
    5 avaliações

    Com toalhas de xadrez azul e branco nas mesas, as casas também têm o menu padronizado. Uma sopa para os dias frios, o clássico mix de batata e alho-poró surge cremoso e fumegante (R$ 35,20). O cassoulet nem sempre exala a riqueza de sabor dos cozidos, composto de feijão-branco durinho, lascas de pato e carne de porco (R$ 63,80). É melhor uma inclusão italiana, o risoto de camarão e rúcula (R$ 79,00). Termine com o pain perdu, a rabanada francesa com creme inglês e sorvete (R$ 19,80).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Italianos

    Due Cuochi Cucina - Morumbi

    Avenida Doutor Chucri Zaidan, 1240, Brooklin

    Tel: (11) 3957 9580

    VejaSP
    Sem avaliação

    Se quiser evitar as filas que se formam no Due Cuochi Cucina do Itaim (Rua Manuel Guedes, 93, ☎ 3078-8092) e do Shopping Cidade Jardim (☎ 3758-2731), prefira a menos movimentada unidade do Morumbi Corporate. Em qualquer um dos endereços sob a orientação do chef Giampiero Giuliani, encontram-se ótimas receitas que tornaram o trio de casas campeão de público. São exemplos a lasanha com ragu de costela (R$ 56,00), gratinada com a quantidade precisa de parmesão, o delicioso porquinho de pele pururuca com tagliolini fresco (R$ 81,00) e uma receita afrancesada, o pato assado com lentilha de Puy (R$ 78,00). Reserve espaço para o par de cannoli com sorvete de pistache (R$ 30,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Para levar ou comer na hora, as guloseimas aqui são mimo para as homenageadas de domingo (10)
    Saiba mais
  • Cozinha contemporânea

    Ema

    Rua Bela Cintra, 1551, Consolação

    Tel: (11) 98232 7677

    VejaSP
    1 avaliação

    Em novo endereço, o restaurante-xodó da chef Renata Vanzetto foi transferido de um espaço minúsculo para outro com 45 lugares. Ao subir a escada e enxergar o tamanho da fila de espera, há quem desista ou desconfie que a cozinheira não conseguirá manter a qualidade das suas receitas autorais com um volume maior de produção. Bobagem. Ela dá conta de supervisionar a saída de todos os pratos e ainda fazer pessoalmente os itens do menu degustação (R$ 165,00, em cinco etapas; R$ 195,00, em oito tempos). Entre as delícias há croquete vegetariano de shiitake no molho de rabanete (R$ 38,00), lagostim com azeite picante de wassabi no caldo de pepino (R$ 36,00), purê de banana e chuchu no tucupi (R$ 70,00) e fideuà de frutos do mar na tinta de lula (R$ 88,00). Para coroar a experiência, arrisque-se no inventivo e saboroso mil-folhas de creme de milho com mirtilo congelado (R$ 23,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Chope e cerveja

    Les 3 Brasseurs

    Rua Jesuíno Arruda, 470, Itaim Bibi

    Tel: (11) 3167 4145

    VejaSP
    9 avaliações

    O nome não deixa dúvida: trata-se de uma cervejaria de matriz francesa. Enormes tanques de maturação ficam à vista e produzem diferentes estilos de chope, todos levinhos. São pedidas certeiras o blond (R$ 10,00, 300 mililitros), bem claro, e o ambré, de tom acobreado e sabor um pouco mais intenso (R$ 12,00, 300 mililitros). Para experimentar um pouco de cada, a paleta de degustação traz quatro versões em copinhos de 180 mililitros (R$ 27,00). O poutine (R$ 32,00) é um petardo calórico de origem canadense e consiste em fritas com bacon, cheddar, molho barbecue e cebolas também fritas, tudo junto e misturado.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Botecos

    Bar do Luiz Fernandes

    Rua Augusto Tolle, 610, Mandaqui

    Tel: (11) 2976 3556

    VejaSP
    25 avaliações

    Trata-se de um dos mais autênticos (e bombados) botecos da cidade, fundado pelo casal Luiz e Idalina Fernandes, homenageado como a dupla personalidade gastronômica neste ano. Os ambientes com as banquetas de plástico sempre ocupadas ganharam nova companhia, o salão extra dos fundos. Contribuiu para a fama do lugar o ótimo bolinho de acém moído, que tem uma incrível crosta tostadinha (R$ 5,00). A mesma receita virou uma porção de almôndegas: vem na tigela em molho de tomate e é apelidada de mamma mia (R$ 10,00). Molhe a garganta com uma despretensiosa cervejinha em garrafa (Bohemia, R$ 12,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Cafés

    Sofá Café

    Rua Ferreira de Araújo, 741, Pinheiros

    Tel: (11) 3853 5326

    VejaSP
    Sem avaliação

    Dos quatro endereços inaugurados pelo proprietário Diego Gonzales na capital, dois permanecem abertos. A matriz, em Pinheiros, mantém um grande e convidativo sofá bordô. Pela manhã, a broa de fubá na chapa com manteiga (R$ 4,50) orna com os diferentes cafés extraídos a partir de grãos torrados no próprio endereço com supervisão da barista Regin aMachado. O blend da casa, um catuaí-vermelho vindo do cerrado mineiro, tem sua intensidade mantida quando feito na aeropress (R$ 8,00). As bebidas também fazem bom par com o pão de queijo assado na hora (R$ 7,00), que leva cerca de dez minutos para ficar pronto, ou com uma fatia de bolo do dia (R$ 5,00). Entre os sabores, pode aparecer uma fofinha massa de chocolate com cobertura de mais chocolate. A nova unidade no Auditório Oscar Niemeyer do Parque Ibirapuera funciona apenas nos dias de shows.

    Preços checados em 6 de abril de 2016.

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  • Comédia dramática

    Entre Abelhas
    VejaSP
    5 avaliações
    Esqueça o Fábio Porchat dos esquetes do Porta dos Fundos, de comédias como Meu Passado Me Condena e do programa de TV Tudo pela Audiência. O humor de Entre Abelhas passa de raspão pelos clichês e pela baixaria para investir num drama psicológico. O início dá sinal de ser igual a tantos outros filmes. Bruno (Porchat) separou-se da mulher (Giovanna Lancellotti) e, com amigos, comemora numa boate de garotas de programa. Com o passar dos dias, a suposta alegria da solteirice vira um pesadelo. De volta à casa da mãe (Irene Ravache), ele sente a solidão bater à porta. O melhor amigo (Marcos Veras) só olha para o próprio umbigo, e Bruno perdeu a vontade de se divertir. O pior está adiante. Numa noite, o protagonista não enxerga um motorista de táxi e, a partir daí, as pessoas, até as mais próximas, começam a sumir. Não se trata de um problema de visão, e sim de fundo traumático, alerta seu psiquiatra (Marcelo Valle). Sim, há motivos para o riso rolar solto, sobretudo nas hilárias aparições do personagem de Luis Lobianco. Ao se aproximar da conclusão, o espectador vai se surpreender. Sem resposta pronta, os roteiristas Porchat e Ian SBF bancam uma história sobre depressão com um desfecho sem concessão e sem se importar em contentar as plateias. Estreou em 30/4/2015.
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  • Mais de dez anos depois do término de Friends, Jennifer Aniston ainda é lembrada como a Rachel do seriado. Cake — Uma Razão para Viver, que lhe valeu uma indicação ao Globo de Ouro 2015 de melhor atriz, dá uma boa guinada na carreira da estrela. Em papel dramático, sem maquiagem e totalmente entregue à personagem, Jennifer interpreta Claire Bennett. Essa quarentona tem as costas travadas, entope-se de medicamentos para dores e quase não vive sem a ajuda da empregada doméstica (papel da ótima mexicana Adriana Barraza). Como pouco sai de casa, Claire procura saber os motivos do suicídio de uma colega (Anna Kendrick) e encontra o viúvo dela (Sam Worthington), também em crise. O diferencial, além da performance irretocável de Jennifer, está no roteiro, que foge do óbvio e das respostas explícitas e fáceis. Aos poucos, a história se abre ao espectador, revelando detalhes do passado de Claire. Perdas e separações não são assuntos leves, e, por isso, o filme possui um clima pesado, suavizado pelo humor cáustico da protagonista e pelos constantes apelos da história para fazer com que ela supere os traumas. Estreou em 30/4/2015.
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  • Os complexos da rede Cinemark do Center Norte, Central Plaza, Cidade Jardim, Eldorado, Iguatemi, Market Place, Metrô Boulevard Tatuapé, Metrô Santa Cruz, Mooca Plaza, Pátio Higienópolis, Pátio Paulista e Villa-Lobos reprisam, em cópia restaurada, a deliciosa ficção científica De Volta para o Futuro II, dirigida em 1989 por Robert Zemeckis e estrelada por Michael J. Fox e Christopher Lloyd (foto), o mesmo trio do episódio original. As sessões ocorrem neste sábado (2/5), neste domingo (3/5) e na quarta (6/5/2015) — para os horários, consulte nossa página em vejasaopaulo.com/cinema.
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  • O catalão Jaume Collet-Serra é o melhor diretor para fazer de Liam Neeson, de 62 anos, um herói da pancadaria e das fitas de ação — vide a parceria deles em Desconhecido (2011) e Sem Escalas (2014). Noite sem Fim mostras-se ainda melhor e, recheado de reviravoltas, não deixa a peteca cair em quase duas horas. A história, de ritmo alucinante, concentra-se em dezesseis horas, e, logo nos primeiros trinta minutos, um turbilhão de acontecimentos vira do avesso a vida de Jimmy Conlon (Neeson). Esse capanga de um mafioso irlandês (Ed Harris) está sem grana, bebe até dar vexame e coleciona uma série de assassinatos em seu passado. Para resumir a trama e sem adiantar detalhes, dá para dizer que o filho dele (papel de Joel Kinnaman, de RoboCop), um honesto motorista de limusine de Nova York, se enrola numa rede de crimes e será perseguido por policiais e gângsteres furiosos. O pai vai ajudá-lo a sair da enrascada. Embora o conteúdo seja o de rotina, a forma revitalizante da realização do cineasta espanhol faz a diferença. Estreou em 30/4/2015.
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  • Minissérie feita para a TV francesa em quatro capítulos e transformada em longa- metragem, O Pequeno Quinquin é o trabalho mais excêntrico do diretor Bruno Dumont, de A Humanidade (1999) e Camille Claudel 1915 (2013). A trama se passa na cidade de Bailleul, próximo de Calais, no norte da França, terra natal do cineasta. Lá, um crime chama a atenção do inspetor Van der Weyden (Bernard Pruvost) e de seu assistente (Philippe Jore): dentro de uma vaca morta foram encontrados pedaços do corpo de uma mulher. A população parece não se importar, e todos tocam a vida como se vivessem no século passado. O garoto Quinquin (Alane Delhaye) passa o tempo fazendo travessuras quando não está na companhia da namoradinha (Lucy Caron). Outras mortes igualmente estranhas vão tomar conta do vilarejo. Dumont faz aqui uma mistura tão incômoda quanto divertida, além de misteriosa. Seus personagens são interpretados por não profissionais, o que confere naturalidade ao enredo. Com deficientes físicos e mentais no elenco, o filme aborda do racismo aos negros muçulmanos ao modo rústico e arcaico de uma comunidade rural. São mais de três longas horas de duração para chegar a um desfecho enigmático porém condizente com a filmografia do realizador. Só vendo para crer. Estreou 30/4/2015.
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  • Comédia dramática

    Saiba quais são os melhores filmes em cartaz

    Atualizado em: 8.Dez.2016

    O crítico Miguel Barbieri Jr. selecionou as produções mais bem avaliadas
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  • Em dezesseis anos, dez livros de Nicholas Sparks foram adaptados para o cinema, tornando- o um dos mais bem-sucedidos escritores na área. Uma Longa Jornada segue a trilha dos filmes anteriores, como Querido John e Um Homem de Sorte. Trata-se de uma história de amor, regada a contratempos e temperada com açúcar, afeto e clichês românticos. Filho de Clint Eastwood e promessa de galã, Scott Eastwood é um desastre como ator dramático. Mas o abdômen tanquinho e o olhar de cachorro abandonado ajudam a fazer a mulherada suspirar por seu personagem, o peão de rodeios Luke Collins. Um ano após sofrer um acidente na arena, o rapaz volta à ativa e conhece a loirinha Sophia Danko (Britt Robertson). O destino do casal acaba cruzando com o de Ira Levinson (Alan Alda), que, em recuperação num hospital, narra sua trajetória para Sophia. Na década de 40, Ira (na juventude interpretado por Jack Huston) apaixonou-se por Ruth (Oona Chaplin), filha de imigrantes judeus. A trama, então, segue em dois tempos distintos. No presente, o caso entre Luke e Sophia fica em banho-maria. Enquanto o caipira quer fincar raízes na Carolina do Norte, a namorada pretende ingressar no mundo das artes aceitando um estágio em Nova York. No enredo do passado, Ruth, admiradora de artistas contemporâneos, tem desentendimentos com o marido, que não pode ter filhos. Deu para sacar qual o objetivo de Nicholas Sparks? Mostrar como os dilemas afetivos versus profissionais são os mesmos na travessia das décadas. Na xaropada, cabe até um desfecho arranca- lágrimas para as moçoilas não saírem da sessão insatisfeitas. Estreou em 30/4/2015.
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  • Tem início na sexta (6/5) a terceira edição do Festival de Finos Filmes, que ocupa o MIS e a Faap. Serão exibidos dezesseis curtas-metragens até terça (10/5). Entre as atrações da mostra competitiva estão os inéditos "Olhos Sujos de Azul", de Bia Vilela (São Paulo), e “Cartas” de David Mussel (Rio de Janeiro).
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  • A francesa Céline Sciamma ousou ao abordar o caso de uma menina transgênero em Tomboy (2011). De volta ao ambiente dos adolescentes, a diretora foca, em Garotas, o drama de Marieme (Karidja Touré). Criada pela mãe na periferia de Paris, ela tem 16 anos e, ao ser repreendida na escola, acaba se aliando a uma turma de três colegas rebeldes. Lady (Assa Sylla), Fily (Mariétou Touré) e Adiatou (Lindsay Karamoh) também são negras e possuem um estilo próprio. Além de usarem perucas de cabelo alisado e roupas descoladas, enfrentam preconceituosas vendedoras brancas nas lojas e, não raro, têm a mão leve para os furtos. Marieme, antes ingênua e obediente ao irmão mais velho, torna- se agressiva. Ao contrário das novas amigas, a mocinha não tem rédeas para mudar radicalmente de vida. Na França tomada pela intolerância racial, a realizadora reforça a falta de perspectiva dos descendentes de ex-colônias africanas, entregues à criminalidade e segregados em guetos. Estreou em 30/4/2015.
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  • Durante a crise econômica asiática do fim da década de 90, a indonésia Teresa (Angeli Bayani) começa a trabalhar como doméstica para a família Lim, em Singapura. O marido (Tian Wen Chen) perdeu o emprego como vendedor, mas não teve coragem de contar à esposa (Yeo Yann Yann), que está grávida do segundo filho. Para aumentar as dores de cabeça do casal, o primogênito, Jialer (Jialer Koh), é um pestinha. Hiperativo, o menino de 10 anos comporta-se muito mal e revela-se uma criança indomável. Quando Meus Pais Não Estão em Casa aproveita os quatro personagens para, de um olhar microscópico, fazer uma ampla radiografa da situação dramática de uma classe média em risco. Ao se debruçar sobre sua infância, o jovem diretor Anthony Chen, de 30 anos, monta um painel realista costurado por relacionamentos conturbados e afetos reprimidos. Durante a crise econômica asiática do fim da década de 90, a indonésia Teresa (Angeli Bayani) começa a trabalhar como doméstica para a família Lim, em Singapura. O marido (Tian Wen Chen) perdeu o emprego como vendedor, mas não teve coragem de contar à esposa (Yeo Yann Yann), que está grávida do segundo filho. Para aumentar as dores de cabeça do casal, o primogênito, Jialer (Jialer Koh), é um pestinha. Hiperativo, o menino de 10 anos comporta-se muito mal e revela-se uma criança indomável. Quando Meus Pais Não Estão em Casa aproveita os quatro personagens para, de um olhar microscópico, fazer uma ampla radiografa da situação dramática de uma classe média em risco. Ao se debruçar sobre sua infância, o jovem diretor Anthony Chen, de 30 anos, monta um painel realista costurado por relacionamentos conturbados e afetos reprimidos. Estreou em 30/4/2015.
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  • Parques

    Borboletário Águias da Serra

    Estrada da Ponte Alta, 4300, Engenheiro Marsilac

    Tel: (11) 5660 6102

    VejaSP
    3 avaliações

    Longe de todo o agito da metrópole, este interessante estabelecimento fica escondido no afastado bairro Engenheiro Marsilac, no extremo da Zona Sul, a 50 quilômetros do centro da capital. A viagem é longa, cerca de uma hora e meia, mas compensa muito ver o que está do lado de dentro. Aberto em março, o Borboletário Águias da Serra é um tipo de zoológico especializado em um dos insetos mais encantadores para as crianças. Atualmente, são encontrados 2.000 exemplares e onze espécies — que podem chegar a 27 até o fim do ano. A produção de cada animal ocorre em um laboratório envidraçado, no qual os visitantes conhecem, com a ajuda de um biólogo bem preparado, todo o ciclo de vida das espécies, observando e manipulando o ovo, a lagarta, a pupa e finalmente a bela borboleta. Ao nascerem (e dá para ver esse momento), elas são distribuídas em um jardim fechado, onde o público pode entrar. Essa é a melhor parte do passeio. No espaço, ao som de composições de Vivaldi, todos aproveitam para tocar a Caligo illioneus, mais conhecida como olho-de-coruja, e tirar fotos com ela. A borboleta se aproxima quando os monitores passam suco de laranja nos dedos das pessoas. Localizado dentro do acampamento Águias da Serra, que foi ambiente das gravações do filme da telenovela Carrossel, do SBT, o espaço de boa infraestrutura conta também com restaurante, fazendinha, caiaque e uma animadíssima oficina de foguetes. Vale, portanto, gastar um pouco de tempo para chegar lá e passar algumas horas divertindo-se e aprendendo sobre os bichos.

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  • As melhores peças infantis em cartaz

    Atualizado em: 2.Set.2016

    Cinco atrações que conquistam a plateia
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  • Encerra as comemorações do centenário de Lina Bo Bardi (1914-1992) uma exposição que deixa claro como o pensamento da arquiteta ítalo-brasileira se transformou, partindo de uma visão eurocêntrica, na qual os espaços de arte teriam função didática de difundir os pintores de seu continente, para a crença de que, ao contrário, eles deveriam incorporar a cultura local. Essa mudança de rumo pode ser observada em desenhos de mobiliário, projetos arquitetônicos e mostras que promoveu. Em cartaz na Casa de Vidro, residência no Morumbi que projetou em 1951 e na qual viveu até o fim da vida, Lina em Casa: Percursos reúne livros, vídeos com entrevistas e muitas fotos. Há, por exemplo, uma sequência de imagens feitas por ela no Nordeste, para onde viajou em busca de elementos regionais. Se as peças não chamam atenção pelo ineditismo, o programa é uma chance de conhecer um pouco mais dessa importante figura da arquitetura moderna, cujo projeto mais famoso é o desenho do Masp. Além, é claro, de ser uma oportunidade de entrar na Casa de Vidro, construção normalmente fechada ao público. Até 19/7/2015. 
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  • Cinco exposições imperdíveis

    Atualizado em: 15.Ago.2016

    Confira as mostras paulistanas mais bem avaliadas
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  • Comédia dramática

    Visitando o Sr. Green
    VejaSP
    7 avaliações
    Trazer de volta a comédia dramática Visitando o Sr. Green, do americano Jeff Baron, é uma tarefa difícil para os envolvidos. A versão brasileira original, dirigida por Elias Andreato em 2000, foi consagrada por Paulo Autran (1922-2007), que contracenava com Cassio Scapin. Os anos se passaram, o mito do célebre ator segue inabalável, e Scapin revela- se corajoso ao comandar a nova montagem. Sérgio Mamberti surge na pele do solitário judeu ortodoxo confrontado com um fato capaz de desestabilizar sua rigorosa rotina. Green conhece o jovem executivo Ross (papel de Ricardo Gelli) depois que os dois se envolvem em um pequeno acidente de trânsito. Considerado culpado, o rapaz deve prestar serviços à contrariada vítima. Em uma visita semanal, ele levará comida a esse idoso ranzinza, tentará engatar um papo com ele e testará sua tolerância. Em um misto de respeito e sensibilidade, Scapin surpreende como encenador por valorizar a mensagem do texto e reforçar um tom cômico que garante um olhar mais leve e delicado. Mamberti é o responsável pelas tiradas irônicas e também comove o espectador nas partes densas. Promissor nome, Gelli defende muito bem o personagem e, mesmo que alguns diálogos pareçam datados, garante a veracidade da trama. Estreou em 24/4/2015. Até 13/12/2015.
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  • Também diretora, Maria Alice Vergueiro estrela e justifica o drama Why the Horse?, que, em formato de happening, mostra o velório da própria atriz. Quem procura uma montagem convencional dificilmente se envolverá. Em cena, Maria Alice está cercada dos atores Alexandre Magno, Carolina Splendore, Luciano Chirolli e Robson Catalunha para celebrar sua vida. Um fiapo de dramaturgia criado por Fábio Furtado traz referências do autor irlandês Samuel Beckett e do roteirista chileno Alejandro Jodorowsky em uma costura com a biografia da artista, que convive com a doença de Parkinson desde 2000. Mas a encenação se apoia mesmo é na imagem de Maria Alice e em suas provocações sobre a morte e na corajosa exposição sem pudores das suas visíveis limitações físicas. Estreou em 10/4/2015. De 19 a 21/8/2016.
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  • Instant Article

    Melhores peças em cartaz

    Atualizado em: 8.Dez.2016

    Veja algumas montagens que valem o ingresso
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  • Encenador radical, Nelson Baskerville dá vazão ao seu furor criativo testando os limites de cada texto. Com frequência, o diretor salta da posição de adaptador para a de coautor em potencial de montagens nem sempre unânimes, mas todas de inegável personalidade. Ao investir no universo do dramaturgo russo Anton Tchecov (1860-1904), Baskerville desconstrói o clássico escrito em 1896 para mostrar o papel da representação teatral, por meio de atitudes fingidas ou hipócritas, também nas relações pessoais. As raízes dos conflitos dos personagens originais estão todas presentes na tragicomédia. O jovem escritor Kostia (interpretado por Rafael Primot) desespera-se diante da dificuldade de firmar uma identidade própria. O maior de seus fantasmas é a mãe, Arkadina (vivida por Noemi Marinho), consagrada dama dos palcos, que vem passar o fim de semana na decadente fazenda da família com o namorado, Trigorin (o ator Pascoal da Conceição). Por lá, Arkadina sente-se ameaçada pela juventude da aspirante a atriz Nina (papel de Julia Ianina), que mora nas redondezas e despertou os sentimentos de Kostia e Trigorin. No afinado elenco ainda se destacam Renato Borghi, Élcio Nogueira Seixas, Thais Medeiros e Erika Puga. Estreou em 17/4/2015. Dias 30 e 31/5, e 3 a 7/6/2015.
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  • Seu 31º disco, Estratosférica, tem composições de Mallu Magalhães, Céu e Criolo. Ela mostra sua versão roqueira em Sem Medo Nem Esperança e cai no romantismo com Quando Você Olha para Ela. De 2 a 5/6/2016.
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  • Estilos variados

    Tex Redneck Bar

    Rua Augusta, 1053, Consolação

    Tel: (11) 99479 4409

    2 avaliações

    Na Rua Augusta, jovens lotam o Tex RedneckBar, espaço multifuncional criado pelo DJ Click, proprietário também do clube Blitz Haus. Aberto em outubro, o local traz decoração temática texana, como chifres de touro nas paredes e muita madeira. Entre as atrações, há um restaurante tex-mex, duas pistas de boliche, mesasde sinuca e carteado, fliperama e uma salinha para karaokê. Os baladeiros investem em visual descolado, sem muita produção. Na pista ao fundo, cujo teto pisca com quadrados de luz coloridos, rola principalmente rock, com clássicosdo gênero e hits mais pop.

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  • Comportamento

    Sou todo ouvidos

    Atualizado em: 30.Abr.2015

Fonte: VEJA SÃO PAULO