Viagem

Roteiro 'Comer & Beber': Salvador

Saiba o que há de melhor na gastronomia da cidade

Por: Redação VEJA SÃO PAULO on-line

Yemanjá - Salvador
Moqueca de peixe, para dois: no menu desde a inauguração do Yemanjá (Foto: Lígia Skowronski)

A 13ª edição de VEJA SALVADOR "Comer & Beber" relacionou 569 endereços entre restaurantes, bares e casas de comidinhas. Confira abaixo algumas sugestões, das três categorias, para não errar na hora de escolher aonde ir:

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RESTAURANTE

Yemanjá

Nem mesmo o rótulo “para turistas” afugenta os locais. Considerada uma instituição gastronômica da cidade, a casa tem suas mesas disputadas por soteropolitanos e visitantes que, não raro, chegam em ônibus de excursão. A razão do êxito está na cozinha, que segue as receitas da primeira proprietária, Anália Moreira.

Dona Mariquita

Parede de taipa, teto revestido de esteira taboa, cortinas de renda richelieu e peças artesanais de Maragojipe e Cachoeira criam o clima de interior da casa, localizada na única rua tranquila do miolo do Rio Vermelho. No cardápio, a proprietária Leila Carneiro mantém receitas que valorizam os ingredientes tipicamente nordestinos.

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BARES

Santeria Hostel Bar

O acesso ao bar, localizado no último andar do primeiro albergue-butique da cidade, não é dos mais fáceis. O esforço é recompensado por uma vista espetacular da Baía de Todos-os-Santos e pelo ambiente acolhedor, que se tornou o preferido de muitos casais de Salvador.

Boteco do França

Localizado em uma viela do Rio Vermelho, o animado e eclético ponto de encontro leva o prêmio de melhor boteco pela sétima vez. Em suas mesas, músicos, artistas plásticos, atores e professores universitários protagonizam conversas descontraídas que, não raro, contam com a participação dos simpáticos proprietários Antônio França Vieira e José Raimundo Santos de Almeida.

COMIDINHAS

Cira

Há quem diga que foi Jaciara de Jesus Santos, a Cira, que fez nascer o ditado: “Quanto mais mal-humorada a baiana, melhor o acarajé”. A quituteira, cujo bolinho foi premiado pela décima vez, acha graça e garante que de sisuda não tem nada. Diz apenas que fica bastante concentrada enquanto trabalha.

Fonte: VEJA SÃO PAULO