Dia da Consciência Negra

Roteiro black em São Paulo

Atividades para celebrar a cultura negra na cidade

Por: Pedro Katchborian - Atualizado em

Bixiga 70 - show
Bixiga 70: banda tem fortes influências africanas (Foto: Ariel Martini)

Para celebrar o mês da Consciência Negra, VEJINHA.COM montou um roteiro black para você conhecer e aproveitar o melhor da cultura africana na cidade.

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Festas

Chica Chica Bum, festa promovida pelas DJs Ju Salty e Haru, traz o ritmo africano para a noite paulistana. A balada já ocorreu em locais como o Tapas Club e teve edições em conjunto com outra festa de black music – a Criolina.

A Black Bom Bom recebe os aficionados por rap e funk. Sempre com duelos de rimas agitados por DJs e MCs, a casa funciona às quintas e sábados. Quem também embala o ritmo black em São Paulo é o Dolores Bar, que se intitula “a festa da música negra.”

Bandas

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Com mistura de sons tribais, jazz e funk, o grupo Bixiga 70 já tocou em locais como o Berlin e o Estúdio Emme. A banda deve ganhar seu primeiro CD ainda neste ano. Outro som que também tem feito sucesso nas casas de show da cidade é o mix dos ritmos africano e brasileiro do Afro Electro. Já o grupo Aláfia se inspira principalmente na música nigeriana.

Dança

O maracatu é um ritmo afro-brasileiro que mistura a percussão, o canto e a dança. Um dos mais conhecidos em São Paulo é o Bloco de Pedra. Localizado na Vila Madalena, o grupo faz parte de um projeto chamado Calo na Mão, feito para os iniciantes no ritmo. Para quem prefere apenas acompanhar as apresentações, o grupo faz shows semanais.

Passeios

Localizado no Parque do Ibirapuera, o Museu Afro tem como objetivo lembrar do imaginário da população africana no Brasil. Exposições temáticas do período da escravidão, além de mostras com ícones negros no país, estão entre as atrações do museu.

Outra opção de passeio é a Galeria Soso, que promove a arte contemporânea africana em duas vertentes diferentes: uma galeira comercial e o espaço Soso+ Cultura. Localizada na Avenida São João, a galeria também possui uma unidade em Luanda, em Angola. Atualmente, o local exibe o coletivo SHN em parceria com a galeria Choque Cultural.

 

Fonte: VEJA SÃO PAULO