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Rosi Campos volta a interpretar a Bruxa Morgana

Em trama ambientada no Brasil Colonial, atriz incorpora a famosa personagem de "Castelo Rá-Tim-Bum"

Por: Tatiane Rosset - Atualizado em

A Saga Da Bruxa Morgana e a Família Real - 2253
Cleber Tolini, Liana Matheus, Ana Elisa e Rosi Campos: visual bonito numa narrativa alongada (Foto: Olicio Pelosi)

Criada para a série de TV "Castelo Rá-Tim-Bum", lançada em 1994, a Bruxa Morgana foi eternizada pela atriz Rosi Campos. De volta aos palcos com a personagem, a intérprete protagoniza "A Saga da Bruxa Morgana e a Família Real", uma trama ambientada no Brasil colonial com direção de Christiane Tricerri. Numa mescla de fatos reais e ficção, a história começa com a saída da corte portuguesa da Europa, em 1807, rumo ao Rio de Janeiro. Ao saberem da novidade, Morgana e seus tios Erudito (Cleber Tolini) e Divina (Liana Matheus), além da sobrinha Pétala (Ana Elisa Mattos), preparam uma festa a fim de receber a nobre delegação por aqui. Mas os feiticeiros estão mesmo preocupados com o poderoso Livro de Areia, que foi colocado numa embarcação junto dos volumes da Biblioteca Real. A inimiga Wiloa (Susan Damasceno) e seu ajudante, Zilah (Majeca Angelucci), estão de olho no objeto e pretendem pegá-lo a qualquer custo.

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Visualmente belo, o espetáculo tem cenários e figurinos assinados por José de Anchieta. Com texto de Alonso Alvarez, a montagem perde pontos por sua duração alongada e pelo número elevado de personagens — são onze atores em quinze papéis. Resultado: alguns deles e suas subtramas parecem dispensáveis. Os momentos de interação com a plateia também desviam a atenção da encenação. Por outro lado, quatro canções curtinhas divertem e contribuem para o desenrolar da narrativa.

Avaliação ✪✪

Fonte: VEJA SÃO PAULO