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Cuidados quando as crianças estiverem nas piscinas

As principais regras a serem observadas no contato dos menores com a água

Por: Mariana Barros e Cristiane Bomfim

Piscina
A piscina onde Bernardo foi encontrado sem boia e inerte (Foto: Divulgação)

➜ A supervisão de um adulto é fundamental mesmo que a criança saiba nadar e esteja em local considerado raso.

➜ Nunca deixe uma criança sozinha para pegar toalha, atender o telefone ou a porta. Vinte segundos são suficientes para ela ficar submersa; dois minutos, para perder a consciência; e, de quatro a seis minutos, para sofrer danos cerebrais.

➜ Esvazie sempre baldes, banheiras e piscinas infantis. Depois do uso, guarde-os.

➜ Se for deixar roupas de molho em baldes e bacias, coloque-os fora do alcance das crianças.

➜ As piscinas devem ter cerca de pelo menos 1,5 metro, que não possam ser escaladas, e portões com cadeados.

➜ Alarmes e capas são úteis,mas não eliminam o risco. O mesmo vale para boias, que podem estourar, virar e ser levadas pela correnteza. O ideal é usar colete salva-vidas.

➜ Evite deixar brinquedos próximos da água.

➜ Quando a criança for brincar na casa de amiguinhos, pergunte se lá há piscina e certifique-se de que ela será supervisionada por um adulto.

➜ Quem cuida de crianças deve aprender técnicas de primeiros socorros. A morte por afogamento pode ocorrer em apenas quatro minutos.

➜ Tenha sempre à mão os telefones de emergência do Samu (192) e do Corpo de Bombeiros (193).

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Fonte: ONG Criança Segura e Sobrasa

Fonte: VEJA SÃO PAULO