Dia de folga

Quatro bons espetáculos para ver no feriado (7)

Veja quais peças a criançada pode curtir no dia de Corpus Christi

Por: Tatiane Rosset

O Príncipe da Dinamarca - 2242 - 45
Davi Taiu e Anderson Spada: o ambicioso Rei Cláudio e o vingativo Hamlet em 'O Príncipe da Dinamarca' (Foto: João Caldas)

Quem não vai curtir o dia de Corpus Christi viajando, pode aproveitar as atrações na cidade. Para levar a criançada, alguns espetáculos tem sessão no feriado. Confira a seleção:

✪✪✪ Ciranda das Flores, de Helena Ritto e Fabio Torres

Ciranda das Flores
'Ciranda das Flores': amor platônico de uma jardineira e um semeador é o ponto de partida para a cantoria (Foto: Divulgação)

O amor platônico de uma jardineira e um semeador é o ponto de partida para a gostosa cantoria. Elcio Rodrigues e Helena Ritto formam em cena uma dupla de humor rápido. Cristiano Gouveia, ao violão e acordeão, completa o elenco.

✪✪✪✪ O Príncipe da Dinamarca

Príncipe da Dinamarca
Davi Taiu e Erickson Almeida em O Príncipe da Dinamarca: a adaptação de Shakespeare (Foto: João Caldas)

Ângelo Brandini assina esta adaptação de “Hamlet”, de William Shakespeare.O elenco da companhia Vagalum Tum Tum canta, dança e toca instrumentos para levar ao palco a história do príncipe (Anderson Spada) que decide se vingar do tio Cláudio (Davi Taiu) pela morte de seu pai.

✪✪ Quyrey, uma Aventura na Selva

Quyrey, uma Aventura na Selva
Alfredo Muñoz e um dos cinco monociclos: emoção nas alturas (Foto: Divulgação)

No espetáculo, duas crianças são transportadas para uma floresta. A produção, que reúne sessenta artistas, agrada pelo visual e pela técnica do elenco. Não faltam acrobacias.

✪✪✪ Zero, de Cleber Laguna

Zero
Em 'Zero', a saga do tirano Senhor Z (Foto: Divulgação)

O conto de fadas “O Rouxinol e o Imperador”, do dinamarquês Hans Christian Andersen, inspirou a Cia. Mevitevendo. Com bonecos nas mãos, os atores Cleber Laguna e Marcia Fernandes narram a saga do tirano Senhor Z. Ávido por escutar o belo canto do rouxinol, ele prende o pássaro numa gaiola.

Fonte: VEJA SÃO PAULO