Política

Manifestantes distribuem adesivos para apoiar a Operação Lava-Jato

Integrantes de movimentos contrários ao governo Dilma Rousseff promoveram ato no Largo da Batata nesta terça (14)

Por: Felipe Neves - Atualizado em

Manifestação - Lava Jato
Ato no Largo da Batata: adesivo oferecido por manifestantes a motoristas e pedestres da região (Foto: Felipe Neves)

Um grupo com cerca de cinquenta pessoas se reuniu na tarde desta terça (14), no Largo da Batata, em Pinheiros, para demonstrar apoio às investigações da Operação Lava-Jato, da Polícia Federal. Integrantes de movimentos contrários ao governo da presidente Dilma Rousseff, os manifestantes distribuíram adesivos com os dizeres "Lava Jato #Eu Acredito" para motoristas e pedestres que passavam pelo local. Eles ainda portavam cartazes e bandeiras. 

+ Polícia Federal marca interrogatório de Marcelo Odebrecht

"Não queremos que a oposição e os órgãos federais sejam inertes, bancando a continuidade desse governo. Confiamos no trabalho da Polícia Federal e cremos que já há várias razões para que haja o impeachment de Dilma. Problemas como as pedaladas fiscais e o recebimento de dinheiro da corrupção para a campanha eleitoral são mais do que convincentes", disse o programador Fernando José da Silva, 42, do movimento Passando a Limpo. 

IMG_8227
Os amigos Emílio e Fernando: integrantes do movimento Passando a Limpo participaram do ato (Foto: Felipe Neves)

+ PF apreende carros de luxo de Fernando Collor na casa da Dinda

Os manifestantes ainda levaram ao local uma bandeira verde-amarela de 30 metros na qual planejavam escrever a palavra "impeachment".

IMG_8228
Entrega de adesivos: Fernando Holiday compareceu ao evento para representar o movimento Brasil Livre (Foto: Felipe Neves)

+ Confira as principais notícias da cidade

Conhecido pelos vídeos que divulga na internet, Fernando Holiday, de 18 anos, estava no local representando o movimento Brasil Livre. "Apoiamos o trabalho do juiz Sérgio Moro, até enviamos flores para ele, reconhecendo o resultado positivo das investigações. O que queremos é que a oposição seja mais rápida. Já há indícios suficientes para que o governo seja deposto."

Fonte: VEJA SÃO PAULO