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Programe-se para grandes interpretações

Ingressos para três apresentações marcadas para os próximos meses já estão à venda

Por: Carol Pascoal - Atualizado em

Nas peles de Ney Matogrosso
(Foto: Veja São Paulo)

Veja abaixo mais informações:

  • Quase duas décadas antes de os Estados Unidos e Cuba pensarem em retomar as relações diplomáticas, um grupo de músicos da velha guarda da ilha já estreitava as fronteiras entre os dois países. Reunidos pelo produtor americano Ry Cooder em 1996 e mais tarde registrados em documentário do alemão Wim Wenders, os integrantes do Buena Vista Social Club venderam mais de 6 milhões de discos mundo afora, ganharam Grammy e Oscar e chegaram ao palco sagrado do Carnegie Hall, em Nova York, no fim dos anos 90. Desde então, mantiveram o ritmo de apresentações (na contagem do grupo já foram mais de 1 000) e perderam membros importantes, caso dos cantores Ibrahim Ferrer (1927-2005) e Compay Segundo (1907-2003). No fim  do ano passado, anunciaram  a turnê de despedida. Será? Intitulada Adiós Tour, ela chega agora à cidade. Omara Portuondo (voz), Jesus “Aguaje” Ramos (trombone), Guajiro Mirabal (trompete) e Barbarito Torres (alaúde) são os remanescentes da formação original e vêm acompanhados de uma orquestra, com quem relembram Chan Chan e Dos Gardenias, entre outros boleros e faixas românticas. Dia 16 e 23/5/2015.
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  • Prestes a completar 75 anos, Ney Matogrosso é um dos artistas brasileiros que podem se orgulhar por não soar ultrapassado depois de tantos anos na estrada (no caso dele, já são mais de quarenta anos). Aliás, muito pelo contrário, ele mantém a forma e a energia. Esta turnê, baseada no álbum Atento aos Sinais, tem shows vibrantes e repertório moderno com faixas de novos nomes da música nacional, caso de Freguês da Meia-Noite, de Criolo, e Oração, de Dani Black. Ney também inclui preciosidades e obras de Itamar Assumpção, a exemplo de Isso Não Vai Ficar Assim e Noite Torta. Chamam atenção a música de abertura, Rua da Passagem (Trânsito), e os figurinos ousados de paetês e decotes, assinados em parceria com o estilista Ocimar Versolato, trocados durante todo o espetáculo. Dias 28, 29, 30 e 31/7/2016.
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  • Durante um ano e meio, Adriana Calcanhotto teve de fcar longe do violão devido a um cisto na mão. O reencontro com o instrumento ocorreu em 2013, após passar por uma cirurgia, quando a cantora gaúcha foi convidada a fazer um show em formato intimista em Portugal. Nasceu assim a apresentação Olhos de Onda, que teve registro ao vivo e virou CD e DVD em 2014. O título do espetáculo, que ganha duas exibições na cidade nesta semana, faz referência aos “olhos de ressaca” de Capitu, personagem do livro Dom Casmurro, de Machado de Assis. No palco, Adriana costuma aparecer vestida de azul, como uma Iemanjá, para costurar canções mais recentes, a exemplo da faixa- título, e músicas conhecidas do seu repertório, como Devolva-me e Esquadros. Ela faz ainda uma versão para Me Dê Motivo, conhecida na voz de Tim Maia, e Back to Black, de Amy Winehouse. Cada uma das sessões terá vinte ingressos com 50% de desconto. Dias 24 e 25/11/2015.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO