Passeios

Os 15 programas mais quentes de outubro

Os filmes, peças, shows e exposições imperdíveis para curtir até o fim do mês

Por: VEJA SÃO PAULO

  • Voltar ao início

    Compartilhe essa matéria:

  • Todas as imagens da galeria:

O mês de outubro está recheado de atrações e será preciso dedicação e ânimo para acompanhar o ritmo. Boas opções não faltam. São diversas peças, filmes, exposições e shows, eventos em cartaz há alguns dias ou com estreias marcadas para as próximas semanas, como o elogiado Evereste e a exposição de Patricia Piccinini, no Centro Cultural Banco do Brasil. Já preparou a agenda?

  • Frida Kahlo é um dos maiores exemplos de que vida e arte são impossíveis de separar. De traços caricatos, a mexicana parecia uma pintura personificada; ao mesmo tempo, suas vivências e seus sentimentos eram a matéria-prima de suas obras. De forte caráter autobiográfico, Frida Kahlo: Conexões entre Mulheres Surrealistas no México não foge ao padrão paulistano das mostras de sucesso — ou seja, quase sempre tem filas. Para evitar a espera (e ainda entrar sem pagar, em qualquer dia da semana), basta imprimir um dos cinquenta cupons com direito a acompanhante no site de VEJA SÃO PAULO. Por lá, você vai encontrar vinte telas exuberantes da artista ao lado de fotografas, roupas e páginas do seu diário, além de um filme indispensável que mostra a relação com o marido e pintor Diego Rivera. Vale sempre ficar de olho na boa programação paralela: a última novidade é a exibição diária e gratuita de filmes sobre artistas como Remedios Varo e Bridget Tichenor. De 27/9/2015. Até 10/1/2016. Em tempo: no sábado (9) e no domingo (10), último final de semana da exposição, o museu abre das 9h às 20h.
    Saiba mais
  • Ação / Aventura

    Perdido em Marte
    VejaSP
    4 avaliações
    Se for para encarar Perdido em Marte como uma ficção científica brincalhona, assumindo que o protagonista tem um pé do MacGyver e o outro de Robinson Crusoe e está ali para divertir a plateia, temos uma aventura espacial prazerosa. Mas será que estar sozinho num planeta distante da Terra é tão fácil assim? Preocupado em suavizar a narrativa, o diretor Ridley Scott (de Blade Runner e Alien) não mergulha na agonia de Mark Watney (interpretado por Matt Damon), um astronauta abandonado em Marte durante uma missão liderada por Melissa Lewis (Jessica Chastain). Após uma tempestade de areia e um acidente, ele é dado como morto pelos colegas da Nasa, que retornam à Terra. Como sobreviver num lugar sem as condições básicas? Tão solitário quanto Tom Hanks em Náufrago, Watney tem ideias mirabolantes como usar as próprias fezes para fazer adubo e, dessa maneira, cultivar batatas e aproveitar um crucifixo para criar fogo. Tudo num clima alto-astral, como se o exílio forçado não o afetasse psicologicamente. A tensão só aparece (ao espectador e ao protagonista) quando, num balé espacial espetacular, a tripulação volta para tentar resgatá-lo. As piadas em excesso (algumas fora de hora) e o jeito engraçadinho dos personagens, com tiradas espertas em situações-limite, esvaziam o drama inerente ao herói esquecido. Isso não tira o mérito da fita, que oferece à plateia imagens deslumbrantes em 3D. Detalhe: o fato de Perdido em Marte ser lançado na semana em que a Nasa anunciou a descoberta de água no planeta vermelho, coincidência ou não, serve como uma propulsão e tanto. Estreou em 1º/10/2015.
    Saiba mais
  • A cantora pop americana Ariana Grande virá ao Brasil pela primeira vez no dia 25 de outubro. A bem-sucedida artista pop de 22 anos vai apresentar o show da turnê mundial The Honeymoon em São Paulo, no Allianz Parque. O repertório da artista inclui sucessos dos dois álbuns:  My Everything (2014) e Yours Truly (2013). Não faltam faixas como The Way, Break Free, Love Me Harder, Bang Bang (gravado com Jessie J e Nick Minaj) e Problem (gravado com Iggy Azalea). Ingressos estarão disponíveis para o público em geral a partir de 26 de agosto no site www.ticketsforfun.com.br), na bilheteria do Citibank Hall e nos pontos de venda.
    Saiba mais
  • Para quem gostou da exposição de Ron Mueck na Pinacoteca, vale ficar de olho em Com-Ciência, uma mostra dedicada à australiana Patricia Piccinini que ocupará o CCBB a partir de 12 de outubro. Estudiosa da engenharia genética e da biotecnologia, Piccinini cria esculturas gigantes de criaturas bizarras e seres humanos usando fibra de vidro e silicone. Trata-se de sua primeira exposição individual no país. Entre as obras que serão exibidas estão Big Mother, um bicho enorme que se assemelha a uma macaca e amamenta um bebê, The Conforter, uma menina coberta de pelos, e The Observer, um curioso menino que observa o mundo do alto de uma pilha inclinada de cadeiras. Apesar de desenvolver seres grotescos, numa técnica que mistura hiper-realismo (aos moldes do conterrâneo Mueck) e surrealismo, a artista preocupa-se em passar uma doçura no olhar de suas esculturas. Ela não quer que o público se assuste com elas, mas fiquem curiosos. Piccinini nasceu em Serra Leoa, em 1965, e vive na Austrália desde os 7 anos, onde mantém um estúdio em Melbourne. A curadoria é de Marcello Dantas. De 12/10/2015 a 4/1/2016.
    Saiba mais
  • Os ingleses da cultuada banda Muse voltam a São Paulo para única apresentação no sábado (24), no Allianz Parque. Headliners do Lollapalooza no ano passado e com mais de vinte anos de carreira, eles são conhecidos por mesclar em seus trabalhos elementos do rock progressivo, música eletrônica e heavy metal. Por aqui, o trio mostra Drones, o sétimo disco, com os megahits Dead Inside e Psyco. Sucessos como Panic Station e Starlight também são aguardados. Os ingressos podem ser comprados pelo site www.ticketsforfun.com.br e os valores variam de 220 a 650 reais. Dia 24/10/2015.
    Saiba mais
  • Aventura

    Evereste
    VejaSP
    4 avaliações
    Em 1996, dois grupos que tentaram chegar ao topo do Everest foram surpreendidos por uma tempestade devastadora. O desastre virou tema do livro No Ar Rarefeito, de Jon Krakauer. Agora, o diretor islandês Baltasar Kormákur relembra a história em Evereste (a distribuidora do longa no Brasil, por motivos inexplicáveis, resolveu aportuguesar o nome da montanha). Trata-se de uma aventura vívida, com cenas realistas em 3D. Duas agências de turismo comandaram as expedições, lideradas pelo experiente Rob Hall (interpretado por Jason Clarke) e pelo divertido Scott Fischer (Jake Gyllenhaal). Entre os alpinistas amadores, há a japonesa Yasuko (Naoko Mori), que já escalou seis das sete montanhas mais altas do planeta, o texano fanfarrão Beck (Josh Brolin) e o carteiro Doug (John Hawkes). Ficamos sabendo também, por meio de ligações telefônicas, que a mulher de Rob (Keira Knightley) está grávida. Do acampamento-base ao cume, o espectador perde o ar nos momentos mais tensos e tem a sensação de que vai despencar da poltrona. Estreou em 24/9/2015.
    Saiba mais
  • Favorito dos fãs do gênero indie rock, o Popload Festival começa na sexta (7/10), no Urban Stage, com apresentações esgotadas de Liniker e os Caramelows e Céu. Mas ainda dá para garantir o ingresso para os shows de sábado (8/10) da brasileira Ava Rocha e dos nova-iorquinos do Ratatat, conhecidos por misturar o som dos sintetizadores com os instrumentos do rock. A big band Bixiga 70 entra no lugar do trio Battles, que precisou cancelar a viagem ao país. Com sua formação original, o quarteto inglês The Libertines traz a turnê do último disco, Anthems for Doomed Youth (2015). Atração mais esperada, o Wilco, de Chicago, mostra o décimo disco da banda, Schmilco (2016). No domingo (9/10), às 19h, eles também sobem ao palco do Auditório Ibirapuera, com ingressos bem mais em conta, a R$ 20,00. Dias 7 e 8/10/2016.
    Saiba mais
  • Ao falar de Alfred Hitchcock, sua grande inspiração e tema de estudo, a uma plateia do American Film Institute em 1979, François Truffaut (1932-1984) resumiu, no papel do excelente crítico que foi, como identificar a qualidade de uma obra: “Um filme é bom quando conseguimos perceber entre as imagens o medo ou o prazer do autor”. No caso do diretor francês, que recebe uma bela homenagem na mostra Truffaut: um Cineasta Apaixonado, transparecia na tela a paixão com que ele contava histórias, do seminal Os Incompreendidos (1959) a O Amor em Fuga (1979). Uma das produções mais conhecidas de Truffaut, Jules e Jim (1962) ganha curiosidades como trechos do roteiro e uma interessante carta do escritor Henri-Pierre Roché em que ele aprova a escolha da atriz Jeanne Moreau para a personagem Catherine. Numa das salas, dedicada à paixão de Truffaut pelas mulheres, o visitante vê através do olho mágico cenas indiscretas. Registro precioso, o áudio da famosa série de entrevistas com Hitchcock é imperdível. A vasta e cuidadosa seleção do curador Serge Toubiana garante um passeio prazeroso pelo universo de um dos nomes mais notáveis do cinema francês. Até 18/10/2015. + Tudo sobre a mostra de Truffaut em vídeo
    Saiba mais
  • Em um 2015 profícuo, o diretor Roberto Alvim passou por Shakespeare (Caesar) e Ibsen (Fantasmas), mas preferiu definir a encenação do drama O Balcão, do francês Jean Genet, como o marco comemorativo de uma década de atividade da Cia. Club Noir. Lançada na sua intimista sede da Rua Augusta, a montagem é a mais próximas das características estéticas que consagraram o grupo e, nem por isso, tem deixa de estabelecer comunicação. Muito expressiva, Juliana Galdino interpreta Madame Irma, a cafetina que comanda um bordel frequentado por diferentes tipos. Policiais, militares, juízes e padres passam pelo salão e exercem de alguma forma suas fantasias. Eles fazem valer o poder  que detêm, gerando uma gradual asfixia na protagonista e nas origem libertárias do seu cabaré.  Com Renato Forner, Diego Machado, Taynã Marquezone, Luísa Micheletti, Vinicius Tardelli e Arthur Rangel. Estreou em 2/10/2015. Até 31/1/2016.
    Saiba mais
  • Estilos variados

    Damien Rice
    Sem avaliação
    Conhecido no Brasil pela faixa The Blower's Daughter (que ganhou sofrível versão em português de Seu Jorge e Ana Carolina), o cantor e compositor irlandês vem à cidade divulgar seu mais recente disco, My Favourite Faded Fantasy. Lançado em outubro, ele encerrou um hiato de oito anos, período de reclusão e mudanças para o músico (sendo a principal delas o rompimento com a namorada e parceira artística Lisa Hannigan). Resultou em um álbum ainda mais amargo do que os dois antecessores. Produzido pelo celebrado Rick Rubin (Johnny Cash, Beastie Boys e Metallica), o elogiado trabalho não rompe com a sonoridade acústica e leve de Rice, mas mostra o talentoso compositor mais visceral do que nunca. Por aqui ele mostra as faixas My Favourite Faded Fantasy, It Takes a Lot to Know a Man e I Don't Want to Change You. Dia 22/10/2015. Atenção: o valor dos ingressos ainda não foi divulgado. Entradas à venda a partir das 10h de segunda (10/8) em www.livepass.com.br.
    Saiba mais
  • Cronológica e didática, a mostra em cartaz na Pinacoteca reúne 100 obras da Tate, o museu nacional de arte moderna da Inglaterra. A seleção do curador Richard Humphreys reúne produções realizadas entre os séculos XVII e XX. Elas são acompanhadas por textos a respeito de como a visão de mundo dos britânicos pode ser explicada pela história da arte. O ponto forte são as peças que trazem uma reinterpretação da realidade. Exemplo disso é O Reverendo John Chafy Tocando Violoncelo em uma Paisagem, de Thomas Gainsborough, que insere elementos da Antiguidade em sua paisagem imaginária. Isso ajuda a harmonizar o fundo da pintura com o personagem em primeiro plano. Em A Destruição de Pompeia e Herculano, John Martin captura o desespero humano diante da erupção do Vesúvio. Considerado o mestre do paisagismo, William Turner está presente em telas como Dido e Eneias, na qual cria uma cena de praia repleta de ninfas e construções gregas. A coincidência das fontes de inspiração não ocorre por acaso. Na época em que esses e outros trabalhos foram concebidos, aristocratas britânicos chegavam a reformar suas propriedades para incorporar a elas características visuais e arquitetônicas do estilo clássico, tamanha era a fascinação por esse período. De 18/7/2015. Até 18/10/2015.
    Saiba mais
  • Filmes nacionais recentes como O Som ao Redor e Casa Grande mostraram a força de dramas que trazem à tona discussões atuais sobre a sociedade brasileira. O paulistano Que Horas Ela Volta? acrescenta a essa onda um “algo mais” irresistível: a capacidade de comover o espectador. O prestígio internacional do novo longa de Anna Muylaert (de Durval Discos e É Proibido Fumar), vencedor de prêmio de público no Festival de Berlim, pode ser creditado ao apelo universal de uma trama sobre amor de mãe. O impacto, no entanto, teria sido muito menor sem Regina Casé à frente do elenco. Desde Eu Tu Eles, de 2000, a atriz estava devendo uma interpretação memorável. No papel da empregada doméstica Val, ela garante alma às provocações da cineasta, que discute por um viés intimista as relações de poder escondidas no nosso cotidiano. Conformada com uma vidinha estável, mas sem perspectivas, a pernambucana mora num cômodo abafado de uma mansão no Morumbi e se considera uma segunda mãe do adolescente Fabinho (Michel Joelsas). Esse clima de falsa harmonia cai por terra quando sua filha, Jéssica (Camila Márdila, que dividiu com Casé o troféu de melhor atriz no festival americano de Sundance), resolve passar uma temporada em São Paulo para prestar vestibular. O choque de temperamentos será bombástico. Sem a menor vontade de ser tratada como cidadã de segunda classe, a jovem irritará a patroa (Karine Teles) e será desejada pelo pai da família (Lourenço Mutarelli). Embora pese um pouco a mão na solução dos confitos, amarrados sem tanta sutileza, Muylaert dá conta de transformar, pouco a pouco, a maneira como o espectador vê essa personagem “invasora”: de visitante inconveniente a uma força rebelde capaz de mostrar à mãe que a vida pode ir além do quartinho dos fundos. Estreou em 27/8/2015.
    Saiba mais
  • Bom mesmo é o teatro capaz de espelhar na ficção elementos da realidade sem maiores esforços. Escrito em 2001 pelo americano Ken Hanes, o drama dirigido por Marco Antônio Pâmio parece ter saltado dos recentes noticiários para promover um amplo debate de ideias. Chico Carvalho interpreta o jornalista Frank Johnston, acostumado a abordar temas frívolos em suas reportagens. Persuadido pelo namorado, o psicólogo Jonathan (papel de Rubens Caribé), ele disfarça-se de paciente a fim de denunciar um psicoterapeuta (representado por Henrique Schafer) que teria desenvolvido um método de reversão da homossexualidade. Não demora a perceber que em tudo há dois pesos e duas medidas e, muitas vezes, ele mesmo é vítima de manipulação em sua rotina pessoal. Se, à primeira vista, a sinopse sugere um prato cheio para despertar polêmicas ou levantar bandeiras, a montagem resulta em um painel abrangente sobre o comportamento humano. A falada “cura gay” é só uma entre tantas questões retratadas pelo bom trio de atores. Vigoroso, Carvalho transforma-se gradualmente, de acordo com as perturbações dos personagens. Caribé alterna carisma e dissimulação, enquanto Schafer defende com tal empenho o personagem mais difícil do texto que chega a convencer o público de suas motivações. Estreou em 7/3/2015. Até 13/3/2016.
    Saiba mais
  • Aqui está um espetáculo capaz de despertar o interesse de amplas plateias. O musical de Christopher Curtis e Thomas Meehan ganha versão brasileira de Miguel Falabella e direção cênica de Mariano Detry que emociona cinéfilos, crianças ou adultos e pode fazer até os detratores das superproduções do gênero aplaudirem de pé. Reconhecido como bailarino e cantor, Jarbas Homem de Mello alcança a superação como ator na caracterização de um dos maiores gênios das telas, o inglês Charles Chaplin (1889-1977). O espetáculo percorre sua carreira desde a infância pobre em Londres até a consagração com filmes como O Grande Ditador e Tempos Modernos e oferece uma leitura psicológica do artista que explica o caráter dúbio ou atitudes pouco éticas. Essa dramaticidade cênica se sobrepõe aos bons números musicais e não deixa a montagem limitada às cantorias ou coreografias. Marcello Antony representa Sidney, o irmão e futuro agente do protagonista, enquanto Naíma e Paula Capovilla se destacam respectivamente como a mãe, Hannah Chaplin, e a jornalista Hedda Hooper. Giulia Nadruz, Paulo Goulart Filho e Leandro Luna integram o elenco de 21 atores. Estreou em 14/5/2015. Até 18/10/2015.
    Saiba mais
  • Ao entrar no teatro, o público é surpreendido com uma roda de samba. Cinco instrumentistas puxam o ritmo através de violões, pandeiros e cavaquinhos, deixando a plateia curiosa para entender de que forma Regina Braga será inserida na inusitada proposta. A atriz, no entanto, tem trilhado caminhos ousados nos últimos anos, como o monólogo-instalação Desarticulações e direção do performático espetáculo ToTatiando, da cantora Zélia Duncan. Desta vez, Regina construiu ao lado do marido, o médico Drauzio Varella, uma dramaturgia que reúne poesia e canções em torno de um tema delicado: o envelhecimento. Sob a direção cênica de Isabel Teixeira e musical de Bia Paes Leme, a atriz, que completou 70 anos no dia 28, extrai teatralidade de versos de Carlos Drummond de Andrade e Mario Quintana e, ao lado do cantor Celso Sim, solta a voz afinada em sambas de Cartola, Nelson Cavaquinho e Candeia. Sem qualquer traço de melancolia, a dupla passeia por alegrias e reflexão da terceira idade e encontra espaço para a irreverência. O número final, Cuidado, Vovó, da Velha Guarda do Império Serrano, é um exemplo. Em dueto com Celso Sim, Regina mostra disposição para brincar consigo mesma, arrancando risos do espectador e, principalmente, também se divertir. Estreou em 2/10/2015. Até 1º/5/2016.
    Saiba mais

Fonte: VEJA SÃO PAULO