Tiradentes

25 programas para fazer no feriado desta terça (21)

Entre as opções estão uma sessão extra do musical Mudança de Hábito e uma homenagem a Gonzaguinha com shows de Elba Ramalho, Ivan Lins e Elza Soares

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

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Para quem não pegou a estrada no feriadão de Tiradentes e optou por curtir passeios na capital, o roteiro a seguir traz diversas atrações que ocorrem nesta terça (21). Com entrada gratuita, uma homenagem a Gonzaguinha será realizada no centro com shows de Elba Ramalho, Ivan Lins e Elza Soares.

+ Três boas atrações na rota do Morumbi

O Festival Sesc Melhores Filmes continua em cartaz no CineSesc, com exibição dos filmes O Passado, de Asghar Farhadi, às 16h30, e Clube de Compras Dallas, de Jean-Marc Vallée, às 21h, entre outros. Já o musical Mudança de Hábito ganha sessão extra no Teatro Renault.

+ 50 atrações para ir de metrô

As crianças também podem se divertir com espetáculos infantis como Simbad, o Navegante e Jorginho e o Dragão Camaleão. Confira esses e outros programas para não passar em branco no feriado:

  • Parques

    Aquário de São Paulo

    Rua Huet Bacelar, 407, Ipiranga

    Tel: (11) 2273 5500

    28 avaliações

    Após uma expansão realizada em abril de 2015, o parque tem como grande atração um casal de ursos polares, vindos da Rússia. Aurora e Peregrino vivem em um recinto climatizado de 1500 metros quadrados. Também são novidades bichos provenientes de regiões como Austrália, África e Indonésia. São cangurus, equidnas, vombates e leões-marinhos. Há ainda lêmures, que ganharam fama com o personagem Rei Julien do filme Madagascar (2005), e suricatos, similares a Timão, do desenho O Rei Leão (1994). Um casal de coalas deve chegar em breve.

    + Conheça as novidades do Aquário de São Paulo

    O ala antiga ainda atrai atenções. Um tanque gigante de 1 milhão de litros de água salgada abriga diversas espécies aquáticas. Para observá-las, adultos e crianças ficam em um espaço que lembra um navio naufragado. Os peixes são vistos através de placas acrílicas quando se olha para a frente ou para o alto.

    Por ali circulam oito tubarões-lixa e o tubarão-mangona Pancho, que tem 1,80 metro de comprimento e pesa 100 quilos. Em outro setor estão mamíferos aquáticos a exemplo de lontras e o peixe-boi Tapajós, ameaçado de extinção e vindo da Amazônia. Por ali, a sensação é de uma visita à Amazônia. O público conhece também reproduções de lugares como a Patagônia, no pinguinário, cheio de aves originárias da região do sul da Argentina. O lago dos jacarés faz uma referência ao Pantanal.

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  • Danny Collins é um astro de rock das antigas. Estourou nos anos 70 com baladas de refrão grudento, passou décadas sem compor canções e continua lotando estádios. Fora do palco, divide uma mansão com uma garota, abusa das drogas e adora carrões. Quem dá vida ao protagonista de Não Olhe para Trás é Al Pacino, num de seus melhores papéis dos últimos tempos. Inspirado em fragmentos da vida do cantor inglês de folk Steve Tilston, hoje com 65 anos, o filme mostra como a rotina de Collins vira do avesso quando ele recebe de seu agente, Frank (Christopher Plummer), uma carta assinada por John Lennon na qual o ex-beatle o aconselha sobre a carreira. Collins toma uma atitude drástica: abandona a turnê, aluga um aposento longe de casa e sai em busca de familiares. Aqui, a fita embala numa jornada comovente de reconquistas. O cantor ganha a companhia de Mary (Annette Bening), a gerente do hotel que resiste às investidas do galã, e do filho (Bobby Cannavale), casado com Samantha (Jennifer Garner) e pai da agitada Hope. Drama e humor na dose correta dão ritmo ao longa. O que sobressai, no entanto, é a química irresistível entre Pacino e Annette. Estreou em 16/4/2015.
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  • Whoopi Goldberg já era uma atriz bastante conhecida quando protagonizou o filme de Emile Ardolino em 1992. Tinha até um Oscar de coadjuvante por Ghost, do Outro Lado da Vida. Para a cantora Karin Hils, no entanto, interpretar a personagem Deloris na adaptação do longa, que, no formato musical, foi visto em onze países, tem tudo para ser a consagração. Sob a direção original de Jerry Zaks, a montagem é repleta de qualidades e, mesmo assim, o carisma e o vozeirão da ex-integrante da banda Rouge saltam aos olhos e ouvidos do público. Na trama, Deloris Van Cartier é uma cantora despachada, cercada de más companhias. O tempo fecha assim que ela testemunha um assassinato e, no desespero de salvar a pele, se esconde num convento. Por lá, a moça conquista a simpatia das freiras e revoluciona o coral da instituição. Os adaptadores Bianca Tadini e Luciano Andrey injetam uma deliciosa pegada pop na versão brasileira do texto de Cheri e Bill Steinkellner com músicas de Alan Menken e letras de Glenn Slater. As cenas têm ritmo, as piadas, mesmo que algumas fáceis demais, arrancam risadas e as interpretações carregam uma naturalidade incomum no gênero. Entre os 31 atores, Adriana Quadros e Andrezza Massei são destaque como a Madre Superiora e a Irmã Maria Patrícia, respectivamente. Na pele do atrapalhado policial Eddie, Thiago Machado é uma surpresa. Estreou em 5/3/2015. Até 25/10/2015.
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  • Encantadora, a fábula musical do compositor russo Sergei Prokofev ganha vida e (muitas) cores pelas mãos dos hábeis manipuladores da Imago Cia. de Animação. A trama apresenta um menino que desobedece ao avô e foge para a foresta na companhia de um pato, um gato e um passarinho. Lá, encontra um lobo feroz e tem de usar a inteligência para se safar e salvar os amigos. Recomendado a partir de 3 anos. Estreou em 3/1/2004. Até 1º/5/2016.
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  • A célebre coletânea As Mil e Uma Noites reúne fascinantes contos árabes como Ali Babá e os Quarenta Ladrões e Aladim e a Lâmpada Maravilhosa. Entre as narrativas encontra-se também o famoso enredo sobre as viagens do marujo Simbad, que ganha uma acrobática montagem do Circo Mínimo. No espetáculo, dirigido por Carla Candiotto, dois palhaços encenam as sete viagens do aventureiro e disputam o papel principal em jogos de adivinhação. Enquanto Rodrigo Matheus (do Circo Mínimo) triunfa ao interpretar o protagonista, o divertido personagem de Ronaldo Aguiar encarrega-se das representações secundárias. Elemento primordial na peça, uma estrutura piramidal de bambus transforma-se em barcos, baleias, ilhas e pássaros. Recomendado a partir de 4 anos. Estreou em 28/2/2015. Até 3/4/2016.
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  • Parques

    KidZania

    Avenida Rebouças, 3970, Pinheiros

    Tel: (11) 3995 4500

    VejaSP
    13 avaliações

    A cada meia hora, uma simulação de um grande incêndio acontece no hotel da cidade fictícia de KidZania. Em poucos minutos o minicarro dos bombeiros chega e dele sai um grupo de crianças treinadas para controlar o fogo em poucos minutos. Se houver algum ferido, uma ambulância com pequenos médicos socorre a vitima, que é encaminhada para o hospital, onde ocorrem também operações, como transplante de fígado. Toda essa agitação pode ser conferida na primeira unidade brasileira da rede mexicana KidZania, instalada no Shopping Eldorado desde dezembro de 2014. Por lá ocorrem ainda simulações de casos enfrentados em uma delegacia, cozinha de restaurante, agência de publicidade, laboratório de ciências e até em uma redação de jornal. A ideia ali é o visitante escolher quais profissões quer desempenhar durante o passeio, entre as 52 opções disponíveis.

    O parque mostra-se bem organizado, limpo e oferece um mix de atrações divertido, é verdade, mas o preço do ingresso revela-se um balde de água fria e só vale a pena para quem quiser muito conhecer o lugar ou tiver certeza de que a criança se identifica com o passeio. Custa 120 reais para as crianças – as de até 4 anos junto de outra pagante entram de graça e a garotada a partir de 8 anos pode ficar sozinha por lá. Só para acompanhar e sem participar de nada, os adultos desembolsam 50 reais. Quem optar por investir no passeio, deve se atentar ao horário de funcionamento para aproveitar ao máximo.

    Ao cruzar o portão de entrada, semelhante a um aeroporto, o visitante recebe um cheque de 50 kidZos – moeda local. A aventura começa com uma ida ao banco para trocar o cheque por cédulas ou um cartão, usados para ingressar nos diversos estabelecimentos e instituições da cidade. Depois de “trabalhar” em uma das áreas, eles recebem o salário em kidZos – a moeda pode ser utilizada também para pagar por serviços como manicure.

    Para os adultos que quiserem dar um tempo do barulho da música ambiente somada a sirenes e buzinas dos veículos das brincadeiras, há um espaço equipado com poltronas, wi-fi, tomada para carregar celular e uma cafeteria. Quem estiver acompanhado de crianças de até 4 anos possui à disposição outro ambiente com jogos e brinquedos voltados para essa faixa etária. É proibido entrar com alimentos, mas dentro do local, dispõe de unidades do Burger King, 1900 Pizzeria e Kopenhagen, além de uma pequena praça de alimentação.

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  • A retrospectiva com os melhores de 2015 ocupa o CineSesc a partir de quinta (7) até o dia 27. Serão reprisados 47 longas, escolhidos por meio de votação entre especialistas da área e frequentadores do cinema. Público e crítica elegeram Mad Max — Estrada da Fúria como o melhor filme do ano passado. Comandada pelo australiano George Miller, a fita de ação ganha exibição no sábado (9), às 21 horas. Há outros vencedores igualmente atraentes, como Birdman ou A Inesperada Virtude da Ignorância (com direção de Alejandro Iñárritu, escolhido pelo público), Dois Dias, Uma Noite (melhor atriz para a francesa Marion Cotillard) e O Clã (melhor ator para o argentino Guillermo Francella). Na seara nacional, os laureados só serão conhecidos na premiação que ocorre na noite de quarta (6). Não é preciso, porém, ter bola de cristal para descobrir Que Horas Ela Volta?, candidato brasileiro ao Oscar, no rol dos vitoriosos. Quatro produções do passado também voltam à tela no espaço: Ligações Perigosas (1988), de Stephen Frears; Adeus, Meninos (1987), de Louis Malle; Gritos e Sussurros (1972), de Ingmar Bergman, e Pai Patrão (1977), de Paolo e Vittorio Taviani. Os ingressos custam 12 reais. De 6 a 27/4/2016. Confira a programação: Quarta, 6 de abril 20h30 - Yorimatã (2014), de Rafael Saar Quinta, 7 de abril 14h30 - Nostalgia da Luz (2010), de Patrício Guzman 16h30 - Yorimatã (2014), de Rafael Saar 19h30 - Whiplash - Em Busca da Perfeição (2014), de Damien Chazelle 21h - Perdido em Marte - 3D (2015), de Ridley Scott Sexta, 8 de abril 14h - Yorimatã (2014), de Rafael Saar 16h30 - Cássia (2014), de Paulo Henrique Fontenelle 19h - Tomie (2015), de Hélio Goldsztejn 21h - Adeus à Linguagem - 3D (2014), de Jean-Luc Godard 23h59 - Império dos Sentidos (1976), de Nagisa Oshima Sábado, 9 de abril 14h - 45 Anos (2015), de Andrew Haigh 16h30 - Yorimatã (2014), de Rafael Saar 19h - Branco Sai Preto Fica (2014), de Adirley Queirós 21h - Mad Max - Estrada da Fúria 3D (2015), de George Miller Domingo, 10 de abril 14h - Força Maior (2014), de Ruben Östlund 16h30 - Yorimatã (2014), de Rafael Saar 19h - Orestes (2015), de Rodrigo Siqueira 21h - Star Wars - O Despertar da Força - 3D (2015), de J. J. Abrams Segunda, 11 de abril 14h - Yorimatã (2014), de Rafael Saar 16h30 - As Sufragistas (2015), de Sarah Gavron 19h - Hamlet (2014), de Cristiano Burlan 21h - O Sal da Terra (2014), de Juliano Ribeiro Salgado e Wim Wenders Terça, 12 de abril 14h - Sabor da Vida (2015), de Naomi Kawase 16h30 - Califórnia (2015), de Marina Person 19h - Ausência (2014), de Chico Teixeira 21h - Yorimatã (2014), de Rafael Saa Quarta, 13 de abril 14h - Yorimatã (2014), de Rafael Saar 16h30 - Que Horas Ela Volta? (2015), de Anna Muylaert 19h - A Pele de Vênus (2013), de Roman Polanski 21h - Leviatã (2014), de Andrey Zvyagintsev Quinta, 14 de abril 14h - O Clube (2015), de Pablo Larraín 16h30 - Últimas Conversas (2015), de Eduardo Coutinho 19h - Osvaldão (2014), de Vandré Fernandes, Ana Petta, Fabio Bardella e André Michiles 21h - Winter Sleep (2014), de Nuri Bilge Ceylan Sexta, 15 de abril 14h - Chatô - O Rei do Brasil (2015), de Guilherme Fontes 16h30 - Birdman ou A Inesperada Virtude da Ignorância (2014), de Alejandro González Iñárritu 19h - Olmo e a Gaivota (2015), de Petra Costa e Lea Glob 21h - Star Wars - O Despertar da Força - 3D (2015), de J. J. Abrams 23h59 - Ligações Perigosas (1988), de Stephen Frears Sábado, 16 de abril 14h - As Sufragistas (2015), de Sarah Gavron 16h30 - A História da Eternidade (2014), de Camilo Cavalcante 19h - Party Girl (2014), de Marie Amachoukeli, Claire Burger e Samuel Theis 21h - O Clã (2015), de Pablo Trapero   Domingo, 17 de abril 14h - Numa Escola de Havana (2014), de Ernesto Daranas 16h30 - Casa Grande (2014), de Fellipe Gamarano Barbosa 19h - 45 Anos (2015), de Andrew Haigh 21h - Dois Dias, Uma Noite (2014), de Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne Segunda, 18 de abril 14h - Tomie (2015), de Hélio Goldsztejn 16h30 - Branco Sai Preto Fica (2014), de Adirley Queirós 19h - Winter Sleep (2014), de Nuri Bilge Ceylan Terça, 19 de abril 14h - Que Horas Ela Volta? (2015), de Anna Muylaert 16h30 - Party Girl (2014), de Marie Amachoukeli, Claire Burger e Samuel Theis 19h - Homem Comum (2013), de Carlos Nader 21h - Perdido em Marte - 3D (2015), de Ridley Scott Quarta, 20 de abril 14h - Chico, Artista Brasileiro (2015), de Miguel Faria Jr. 16h30 - Mia Madre (2015), de Nanni Moretti 19h - Chatô - O Rei do Brasil (2015), de Guilherme Fontes 21h - A Gangue (2014), de Miroslav Slaboshpitsky Quinta, 21 de abril 14h - Orestes (2015), de Rodrigo Siqueira 16h30 - Osvaldão (2014), de Vandré Fernandes, Ana Petta, Fabio Bardella e André Michiles 19h - O Clã (2015), de Pablo Trapero   21h - Cássia (2014), de Paulo Henrique Fontenelle 23h59 - Adeus Meninos (1987), de Louis Malle Sexta, 22 de abril 14h - Casa Grande (2014), de Fellipe Gamarano Barbosa 16h30 - Chico, Artista Brasileiro (2015), de Miguel Faria Jr. 19h - O Clube (2015), de Pablo Larraín 21h - Sabor da Vida (2015), de Naomi Kawase 23h59 - Gritos e Sussurros (1972), de Ingmar Bergman Sábado, 23 de abril 14h - Leviatã (2014), de Andrey Zvyagintsev 16h30 - Força Maior (2014), de Ruben Östlund 19h - Adeus à Linguagem - 3D (2014), de Jean-Luc Godard 21h - Últimas Conversas (2015), de Eduardo Coutinho 23h59 - Pai Patrão (1977), de Paolo Taviani e Vittorio Taviani Domingo, 24 de abril 14h - Birdman ou a Inesperada Virtude da Ignorância (2014), de Alejandro González Iñárritu 16h30 - Mad Max - Estrada da Fúria - 3D (2015), de George Miller 19h - O Sal da Terra (2014), de Juliano Ribeiro Salgado e Wim Wenders 21h - Nostalgia da Luz (2010), de Patrício Guzman Segunda, 25 de abril 14h - Hamlet (2014), de Cristiano Burlan 16h30 - A Pele de Vênus (2013), de Roman Polanski 21h - A História da Eternidade (2014), de Camilo Cavalcante 19h - Mia Madre (2015), de Nanni Moretti Terça, 26 de abril 14h - Olmo e a Gaivota (2015), de Petra Costa e Lea Glob 16h30 - Whiplash - Em Busca da Perfeição (2014), de Damien Chazelle 19h - Dois Dias, Uma Noite (2014), de Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne 21h - Numa Escola de Havana (2014), de Ernesto Daranas Quarta, 27 de abril 14h - Homem Comum (2013), de Carlos Nader 16h30 - Ausência (2014), de Chico Teixeira 19h - Califórnia (2015), de Marina Person 21h - A Gangue (2014), de Miroslav Slaboshpitsky
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  • Parques

    Zoológico de São Paulo

    Avenida Miguel Estéfano, 4241, Saúde

    Tel: (11) 5073 0811

    5 avaliações

    O Zoológico de São Paulo é um passeio para toda a família. Entre elefantes, leões, tucanos e cobras, reúne aproximadamente 3 200 animais espalhados em 824 529 metros quadrados de Mata Atlântica. Em maio, nasceu mais um filhote de girafa no parque, uma fêmea batizada de Ágatha. Uma dica: ela só sai do recinto coberto quando o tempo está mais quente.

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  • Para marcar seus quinze anos de trabalho, a Cia. Articularte traz uma nova peça para incluir em seu repertório, que conta com acertos como O Trenzinho Villa-Lobos e A Cuca Fofa de Tarsila. Conhecida por seu competente trabalho com teatro de bonecos, a trupe leva agora ao palco Jorginho e o Dragão Camaleão. O enredo conta a história de Jorginho, que vive em uma vila com seus amigos Ditinho, Luzia e Chiquinho. Durante mais um dia de muitas brincadeiras, eles são surpreendidos por um dragão faminto que tenta atacá-los, mas acaba morto pelo protagonista. A felicidade dos personagens dura pouco: a fera ressuscita e volta a tirar o sossego do local. Para descobrir como derrotar o monstro, Jorginho pede ajuda a Longuinho, personagem que faz referência a São Longuinho, e os dois descobrem que o Dragão Camaleão perdeu o coração e se tornou imortal. A dupla, então, se divide. Jorginho fica na aldeia com sua turma lutando contra o esperto bicho, enquanto Longuinho vai até o fim do mundo em busca do tal coração. Manipulados com destreza por Rafael Francisco, Gabriela Zenaro, Luana Oliveira e Daniela Oncala, os bonecos feitos por Surley Valério (uma das fundadoras da companhia e também manipuladora) mostram os cuidados dela com os detalhes. Mas o desenrolar da peça, dirigida e escrita por Dario Uzam, deixa um pouco a desejar. Por trazer muitos elementos e personagens, alguns deles aparecem sem ser apresentados e podem deixar o público confuso. Estreou em 4/4/2015. Até 26/4/2015.
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  • A retrospectiva Terra Comunal é uma imersão no mundo radical de Marina Abramovic, de 68 anos. Estão reunidos, por exemplo, trabalhos com cristais brasileiros que convidam o público a explorar sua energia. Também envoltos numa aura mística, os exercícios de duas horas e meia da versão de seu famoso método lembram uma grande aula de meditação e são uma antítese do ritmo acelerado da cidade. Oito artistas brasileiros foram convidados a experimentar a versão completa (ficaram isolados em um sítio sem falar ou comer por quatro dias) e o resultado pode ser visto em ações impressionantes como a de Paula Garcia, que maneja objetos de metal dentro de uma sala imantada. Outro ponto alto da mostra é a seleção de vídeos que exibem as potentes performances de Marina desde a década de 70, caso de Rhythm 5, nas quais os limites entre corpo e mente eram testados constantemente e, muitas vezes, o esgotamento físico significava desmaios, perda de voz e ferimentos. Trata-se de uma exposição bem montada para ser vista e vivida sem olhar para o relógio. Exige paciência e disposição para mergulhar no seu mundo. De 10/3/2015. Até 10/5/2015. + Marina Abramovic chega à cidade e fala sobre mostra no Sesc Pompeia + Inscrições para participar do método no site: http://terracomunal.sescsp.org.br +Marina Abramovic abre a temporada de grandes exposições
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  • Dedicada a apresentar o que de mais interessante está sendo produzido nas ruas, a 3ª Bienal Internacional Graffti Fine Art surpreende pela caretice com que ocupa o espaço. Em vez de aproveitar as paredes e colunas do Pavilhão das Culturas Brasileiras, as obras são apoiadas em suportes semelhantes a telas e estão descontextualizadas da trajetória de cada artista. O resultado são painéis supercoloridos que ficam ótimos na foto (o ponto positivo da exposição), mas revelam pouco de cada autor – não há sequer plaquinhas de identificação. Um descuido, pois na ampla e boa seleção há nomes de diversos países, como o chileno Daniel Marceli e o japonês Atsuo Nakagawa. É difícil também entender por que as esculturas e instalações ficam isoladas do alcance do público, cercadas por fitas no chão que impedem a aproximação do visitante. Em resumo, a montagem não reproduz a paisagem urbana de onde nasceu o grafite, mais transgressora e inovadora. Salvam-se alguns trabalhos de traços marcantes, como os do pernambucano Derlon, que remetem às tradicionais xilogravuras, e os do paulista Arlin, cujas composições geométricas ganham velocidade com sua técnica. De 18/4/2015. Até 17/5/2015.
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  • É preciso paciência para enfrentar as filas de Picasso e a Modernidade Espanhola, que podem durar até duas horas nos fins de semana. Mas, transposta essa primeira etapa, o passeio vale a pena. Telas do museu espanhol Reina Sofía, de Madri, integram a exposição no CCBB. Na seleção de noventa itens estão pinturas de artistas consagrados como Salvador Dalí, Joan Miró e, claro, o mestre cubista espanhol. É bom deixar avisado, no entanto, que não se trata de uma mostra dedicada apenas a Picasso. De sua autoria, há dez telas, entre elas O Pintor e a Modelo (1963) e Cabeça de Mulher (1910), além de desenhos e gravuras. Uma instalação e uma projeção em vídeo explicam o processo de criação de seu quadro mais famoso, Guernica (1937), junto a fotografias sobre a Guerra Civil Espanhola. A visita é uma boa oportunidade também para conhecer artistas menos óbvios do período, como Julio González, que explora o vazio para compor esculturas, e o surrealista Óscar Domínguez. Para os amantes da selfie, uma triste notícia: por questões de direitos autorais, é proibido fotografar as obras. O trajeto da exposição foi organizado para começar pelo quarto andar e tem fluxo único, ou seja, todos os visitantes têm que fazer o mesmo percurso. Para aliviar a espera do público, funcionários do educativo promovem atividades com quem estiver aguardando do lado de fora. Até a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) foi chamada para ajudar na organização das filas, já que alguns veículos circulam na região e a aglomeração de pessoas deve ser grande. Outros artistas modernistas espanhóis, como Juan Gris, Joan Miró, Salvador Dalí, também têm obras em cartaz. Dia 25/3/2015. Até 8/6/2015. +Oito motivos para ver a exposição do Picasso no CCBB +Marina Abramovic abre a temporada de grandes exposições do ano que incluem também Kandinsky, Picasso e Miró 
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  • O dramaturgo e diretor Roberto Alvim transformou o conto de Franz Kafka (1883-1924) no monólogo dramático. Juliana Galdino tem impressionante interpretação. Apoiada pela ótima história e suas ironias sobre o tênue limite entre humanos e animais, a atriz se transfigura — de macaco se torna homem. Com Vinicius Tardelli. Estreou em 4/3/2009. Até 27/5/2015.
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  • Guilherme Mazzei, Johnnas Oliva e Laís Marques protagonizam o drama de Drika Nery. Sob o pretexto de escreverem o roteiro de um filme, três jovens se isolam em um prédio abandonado onde funcionava uma antiga produtora da Boca do Lixo. De 14/4/2015. Até 12/5/2015.
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  • No fim da década de 80, o paulistano Nando Bolognesi levava a vida entre a faculdade, as baladas e o futebol. Durante um intercâmbio na Europa, percebeu que seu corpo não respondia a estímulos imediatos. Primeiro, ele encontrava dificuldade para se equilibrar em uma escada rolante. Logo depois, a desenvoltura com a bola nos gramados parecia coisa do passado e até usar um desodorante se transformou em uma árdua tarefa. Portador de esclerose múltipla, Nando buscou a reinvenção e, dali em diante, não parou de se superar. Aposentou o diploma de economia, virou ator e palhaço e, 25 anos depois do diagnóstico, transita entre o cômico, o trágico e o documental em um solo emocionante. Parafraseando a stand-up comedy, o autor e também diretor, hoje com 46 anos, recorreu ao humor e a uma boa dose de otimismo para criar a própria sit-down tragedy. Ele não poupa a si mesmo e arranca risos e lágrimas da plateia através de histórias da convivência com as limitações impostas pela doença degenerativa. Estreou em 1º/8/2013. De 15/9 a 4/11/2016.
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  • O bailarino mineiro Marcelo Gabriel interpreta Cena Mecânica, que trata do controle social por meio da fé e das indústrias do entretenimento e da informação. Dias 21 e 22/4/2015.
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  • A babá Vivian Maier (1926-2009) mantinha um hobby quase secreto: registrar com uma câmera personagens e cenas na rua. Tirou milhares de fotos, fez alguns filmes e escondeu de todo mundo, por um longo período, esse material. As imagens e os negativos acabaram sendo descobertos, por acaso, em um leilão em 2007 (não a tempo, portanto, de Vivian ver sua produção se tornar famosa). Sua história foi tema de um documentário, que concorreu no último Oscar, e os cliques surgiram em exposições pelo mundo. Uma delas, O Mundo Revelado de Vivian Maier, chega ao MIS. Compõem a mostra 100 imagens e oito pequenos filmes, nos quais se revelam o rosto da autora (ela adorava posar para selfies) e seus múltiplos talentos. A americana sabia explorar linhas arquitetônicas, flagrar cenas engraçadas e possuía um olhar sensível para detalhes. Chegou também a registrar celebridades em eventos, atuando como um paparazzo. A visita já valeria pela incrível história por trás de cada clique, mas, além disso, a qualidade das obras é tão grande quanto o mistério que as cerca. A seleção faz parte da quarta edição do Maio Fotografia no MIS, que ainda apresenta uma seleção de lambe-lambes feitos na década de 70 e trabalhos de André Gardenberg e Roberto Frankenberg. Até 14/6/2015.
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  • O fadista português António Zambujo, que, com cinco discos de estúdio se firmou como um dos principais e mais interessantes nomes da nova geração do fado, volta à cidade para um espetáculo gratuito na Sala São Paulo. No palco, ele recebe as convidadas Roberta Sá e Mariana Aydar. A apresentação, oferecida pelo consulado português, celebra a semana do Dia de Portugal, comemorado no dia 10 de junho, data que marca a morte do poeta Luís Camões em 1580. Zambujo, que será acompanhado por Luís Guerreiro (guitarra portuguesa), mostra repertório com base em seu álbum mais recente, Quinto (2012), como Flagrante, Lambreta e Fado Desconcertado, além de Nem às Paredes Confesso e Zorro. Dia 13/6/2014.
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  • Em seu segundo longa-metragem de ficção (e o primeiro lançado por aqui), a diretora Alice Rohrwacher, irmã da atriz Alba Rohrwacher (de A Bela que Dorme), mostra um invejável domínio dramatúrgico em roteiro de sua autoria. O drama As Maravilhas, vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes de 2014, remonta ao neorrealismo italiano ao enfocar uma família de humildes apicultores na região da Toscana. Casado com Angelica (Alba), o estrangeiro Wolfgang (Sam Louwyck) é pai de quatro garotas. A adolescente Gelsomina (Maria Alexandra Lungu), a primogênita, encarrega-se dos trabalhos mais pesados, além de ser a cabeça do clã e responsável pelas irmãs. Eles vivem em dificuldades financeiras vendendo mel em feiras e ganham a oportunidade de faturar uma grana extra hospedando um garoto delinquente em recuperação. Além disso, a sorte pode estar ao lado deles quando os produtores de um programa de TV, apresentado por Milly Catena (Monica Bellucci), chegam à cidade para escolher os nativos que melhor representam as origens e tradições do campo. Em registro naturalista, a realizadora monta um painel vivo de uma Itália afogada em sonhos e ideologias (personificada pelo pai) e, na figura de Gelsomina, à procura de saídas para emergir do buraco econômico. Estreou em 16/4/2015.
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  • Em parceria com o Escritório de Quebec em São Paulo, o CCSP apresenta a mostra Cinema de Quebec - Panorama do Cinema Contemporâneo Canadense. Uma seleção de 13 filmes que destaca os diretores Xavier Dolan, Denis Côté, Jean-Marc Vallée, Denis Villeneuve, Kim Nguyen e ressalta a produção contemporânea e cinematográfica canadense em termos formais e estéticos. De 21 a 30/4/2015.
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  • Do Festival de Paulínia do ano passado, Casa Grande saiu com os prêmios do júri, ator coadjuvante (Marcello Novaes), atriz coadjuvante (Clarissa Pinheiro) e roteiro. É uma estreia na ficção de muita qualidade do também roteirista Fellipe Barbosa. A bela mansão do título, localizada no Itanhangá, bairro vizinho à Barra da Tijuca, pertence a Hugo (Novaes), um executivo do ramo financeiro desempregado. Vivendo de empréstimos dos amigos, ele se esforça para manter o padrão e a postura de patrão dos tempos de vacas gordas. O protagonista, porém, é seu filho, Jean (Thales Cavalcanti), um adolescente que procura entender a transformação do mundo à sua volta. Ele recorre ao colo da empregada (Clarissa) para desabafar e tenta conquistar uma garota a fim de diferenciar sexo de amor. O Rio de Janeiro dos ricos falidos e da classe média fica registrado numa história de situações triviais que ganha força nos embates familiares e sociais diários. Longe das favelas, lugar-comum no cinema nacional, e mais próximo do cotidiano carioca das telenovelas da Rede Globo, Barbosa traz à tona conflitos comuns e, por isso, de fácil assimilação. Estreou em 16/4/2015.
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  • Ainda é possível lançar um olhar sobre a II Guerra Mundial com originalidade? A resposta encontra-se em O Diário da Esperança, indicado pela Hungria para concorrer ao Oscar no ano passado. Na trama, conduzida com segurança e surpresas por Janos Szász, gêmeos de 12 anos (papéis de András e László Gyémánt) são enviados pelos pais para viver com a avó materna (Piroska Molnár). Lá, a dupla vai comer o pão que o diabo amassou. Amarga, ressentida e sem um pingo de afeto, a velha mora reclusa numa casa decrépita na área rural de um vilarejo e, não à toa, é conhecida como “a bruxa”. Inocentes, os meninos encontram uma nova realidade, que inclui trabalhos forçados, comida da pior espécie e vizinhos aproveitadores, além de bombardeios e mortes. A transformação dos garotos lembra a do personagem de Christian Bale em Império do Sol (1987). Antes frágeis e amorosos, eles ganham coragem no cotidiano violento. O diretor assume um tom frio e áspero para focar um trágico período da história sob a ótica dos pequenos sobreviventes. Estreou em 16/4/2015.
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  • Comédia

    Frank
    VejaSP
    2 avaliações
    O irlandês Jon (Domhnall Gleeson) quer seguir carreira na música e, por isso, pensa ter ganhado na loteria ao ser convidado para substituir o tecladista de uma banda de rock alternativo. Levado pelo grupo a uma inóspita casa à beira de um lago para ensaiar, compor e gravar, o rapaz tenta conviver em harmonia com os parceiros. Entre eles o bipolar Don (Scoot McNairy) e a intragável Clara (Maggie Gyllenhaal). Mas Frank (Michael Fassbender) chama mais a atenção de Don. Líder e vocalista do conjunto, esse excêntrico sujeito não tira um cabeção de papel machê nem para comer ou tomar banho, além de revelar-se um compositor medíocre. O filme é dedicado ao comediante Chris Sievey (1955-2010), criador do personagem Frank Sidebottom, que fazia apresentações musicais com uma máscara semelhante à carregada na cabeça por Fassbender. Embalado em humor singular (entenda-se, para poucos) durante sua primeira hora, Frank ganha, nos percalços rumo à fama, contornos cada vez mais dramáticos. Por mais que traga vícios do cinema independente, trata-se de um refresco na filmografia americana, expondo, cuidadosamente, temas como depressão, distúrbios psíquicos e comportamento antissocial. Estreou em 16/4/2015.
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  • Museus

    Museu do Futebol

    Praça Charles Miller, s/n, Pacaembu

    Tel: (11) 3664 3848

    7 avaliações

    Impossível não se contagiar de cara com a atmosfera boleira deste museu cravado debaixo das arquibancadas do Estádio do Pacaembu. Todas as atrações são multimídia e interativas. Projetores exibem fotografias gigantes de ídolos como Pelé, Garrincha, Zico e Ronaldo. Numa sala, fotos antigas contextualizam os primórdios do esporte no Brasil. Há muito material em vídeo, mostrando dribles, gols e jogadas marcantes. Quem quiser se aventurar (sobretudo as crianças), pode brincar de cobrar um pênalti e medir a velocidade do chute numa atração ou jogar com uma bola virtual em outra. Duas experiências arrepiam os visitantes: imagens de torcedores incentivando aos berros seus times, projetadas em telões debaixo das arquibancadas, e o acesso para ver (e fotografar, é claro) o gramado verdinho do Pacaembu. Em outra sala, telas em alta definição apresentam a história das copas e a participação da Seleção em cada uma delas. Difícil é sair de lá sem querer gritar “Brasil, Brasil, Brasil”.

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Fonte: VEJA SÃO PAULO