Polícia

Presos em protesto serão investigados por associação criminosa

De acordo com a secretaria de Segurança Pública, ao todo dezesseis pessoas foram conduzidas ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) no domingo (4)

Por: Veja São Paulo

black blocs protesto
Largo da Batata: manifestantes formam barricada (Foto: Alex Silva/Estadão Conteúdo)

Os manifestantes detidos durante protesto realizado na Avenida Paulista no domingo (4) vão ser indiciados por associação criminosa e corrupção de menores. De acordo com a secretaria de Segurança Pública, ao todo dezesseis pessoas foram conduzidas ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) por carregarem máscaras, barra de ferro, pedras, um celular roubado e "objetos utilizados em atos de vandalismo". 

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A pasta também informou que há dez adolescentes entre os detidos. A PM afirmou que parte do grupo foi abordada dentro de uma estação de metrô a caminho do protesto na Avenida Paulista. Com eles, foram encontrados frascos contendo líquidos, que serão enviado à perícia para ser analisados. 

Os 26 serão apresentados nesta segunda-feira (5) à Justiça, segundo a pasta.

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Em outubro de 2013, o Deic abriu inquérito para investigar a ação do e black blocs (manifestantes adeptos da tática de vandalismo) durante os protestos contra a Copa do Mundo realizadas na capital. Cerca de oito meses depois, Rafael Marques Lusvarghi e Fabio Hideki Harano foram presos acusados de associação criminosa por portarem, segundo a polícia, explosivos durante manifestação na Avenida Paulista. 

Fonte: VEJA SÃO PAULO