Comportamento

O dia em que saí da prisão

Eles foram parar atrás das grades acusados de roubar, traficar, sequestrar, matar e, em alguns casos, cometer mais de um desses crimes. VEJA SÃO PAULO os acompanhou na data mais esperada de suas vidas — a da volta à liberdade —, ouviu o que passaram no cárcere e o que planejam para o futuro aqui fora

Por: Daniel Bergamasco - Atualizado em

Foto Capa Presos - Ed2349
Penitenciária José Parada Neto, em Guarulhos: 70% voltam a cometer crimes (Foto: Lucas Lima)

“Nunca mais neste inferno!”, grita o primeiro. De chinelo de dedo, avista um ônibus e sai em disparada pelo chão de terra. Deixa para trás o Centro de Progressão Penitenciária de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, onde estão cerca de 1 700 homens. Outros oito descerão pela mesma rampa, um a um, depois de ser informados de que ganharam a liberdade. A maioria caminha cantando e gritando, com seus poucos pertences em mãos.

No fim da fila, totalmente calado e com os olhos fixos no interlocutor em sinal claro de desconfiança, surge Josenildo Barbosa da Silva, de 37 anos. Após três anos preso em Pernambuco e onze anos em São Paulo, pode enfim voltar às ruas. Tem 20 reais e umas moedas no bolso, valor referente aos últimos dias do expediente em uma lavanderia de Jundiaí, onde trabalhava enquanto cumpria o final da pena em regime semiaberto — apenas 24% dos detentos paulistas trabalham e 6% estudam. As duas condenações de Josenildo foram por sequestro. No primeiro, a vítima “era um empresário pernambucano vizinho do cantor Reginaldo Rossi”. No segundo, afirma que não teve participação. “Eu atuava apenas como pintor da casa onde armaram o cativeiro e não sabia o que se passava”. Em anos de reclusão, chegou a viver meses na cela solitária, chamada de “castigo”, por ajudar a cavar um túnel destinado a fuga. Sem contato com a família, não teria para onde ir, se não fosse o relacionamento com uma operadora de telemarketing aposentada precocemente por problemas de saúde que o visitava nos fins de semana. Ao ganhar a liberdade, em 17 de outubro, terminou a noite nos braços dela.

Josenildo foi um dos dez egressos que a reportagem acompanhou, nos últimos três meses, na data que descrevem como a mais esperada de sua vida: a da soltura. São homens e mulheres trancafiados sob a acusação de roubar, traficar, matar, sequestrar, e que conquistaram o direito de uma vida livre, por cumprimento total de pena ou progressão para o regime aberto, no qual há restrições brandas (não ir a bares, recolher-se em casa antes das 22 horas etc.). Mostram o rosto porque juram regeneração. Em alguns casos, apresentam-se como inocentes, vítimas de injustiças e mal-entendidos. Confira as histórias no links abaixo.

+ 20 reais no bolso e o Cambuci como destino

+ Dez dias por extrair rocha do solo

+ "Cansei de viver escondida"

+ Roupas no lixo

+ O "único" gay na cadeia

+ Encontro improvável

+ Ninguém veio me buscar

+ Batismo na vida nova

+ O sacrifício da "guerreiras"

As emoções do primeiro dia aqui fora começam quase sempre na forma de surpresa. Quem não possui advogado que cheque cotidianamente o andamentodo processo não tem como saber se a avaliação sobre a saída antecipada graças aos benefícios legais ficou parada nos fóruns, devido à matemática complexa do sistema punitivo brasileiro e à imprevisibilidade da burocracia. Quando um juiz assina o alvará de soltura, o documento chega à unidade em questão de horas. É enviado por e-mail, fax ou entregue pessoalmente por um oficial de Justiça. Ao receber o alvará, a instituição deve liberar o sentenciado quanto antes. “No meu caso, o carcereiro entrou gritando ‘Matias, liberdade!’ e os companheiros bateram palmas”, dizia Claudio Matias, de 35 anos, condenado por roubo de carro, duas horas após encerrar seus três anos de cárcere, em 3 de setembro. Geralmente, porém, a comunicação é feita em reservado, pela direção do centro de detenção. O beneficiado rubrica alguns papéis, retira o que lhe pertence e, pronto, está na rua.

A jornada, a partir daí, costuma ser épica. Nem a família nem amigos são avisados (com exceção, é claro, das vezes em que companheiros de cela fazem isso de um celular clandestino). Na maioria dos casos, os indivíduos saem sem dinheiro algum. Tentam então mostrar o alvará a motoristas de ônibus e funcionários de metrô e trens, para conseguir embarcar de graça. É comum, aliás, que nem saibam regressar para casa. Foi o que aconteceu com Noel Pereira, na saída da Penitenciária José Parada Neto, em Guarulhos. Morador de Taboão da Serra, ele precisava cruzar a Grande São Paulo de leste a oeste, mas não tinha certeza sobre qual ônibus tomar para alcançar o destino. Atônito, sem ter tido direito a nenhuma saidinha temporária em dois anos de reclusão, atravessou as grades às 18 horas e se dirigiu à Rodovia Dutra (no sentido errado, rumo ao Rio). Esperou lá quinze minutos, desconfiou do equívoco, cruzou a passarela, aguardou mais de uma hora, metade sob chuva, até decidir pedir informações a pessoas que estavam no ponto e descobrir que deveria caminhar cerca de 1 quilômetro em direção à Rodovia Ayrton Senna — a reportagem evitou interferir, com o objetivo de presenciar o que acontece de fato com pessoas nessa situação. Achou o ponto correto, ficou ali por mais trinta minutos e chegou à sua casa perto das 23 horas. Ou seja, cinco horas depois. A família se reuniu em torno dele, aos prantos. Quando foi preso, assaltando um ônibus, era usuário de crack e vivia na rua. “Quero minha vida de volta”, dizia.

Das 157 unidades prisionais do estado, 28 estão na Grande São Paulo, incluindo a capital. Os prédios comportariam 22 467 pessoas, mas abrigam 48 868, 23% do contingente do estado, em uma proporção de 2,2 “reeducandos” (termo usado pelo governo) por vaga. Para a socióloga Julita Lemgruber, autora de livros sobre o tema, como Cemitério dos Vivos, e membro do conselho do International Centre for Prison Studies, o principal problema não é a falta de pavilhões, mas o excesso de encarceramentos. “Legisladores, promotores e juízes precisam entender que interessaria a todo mundo estimular penas alternativas, levando os criminosos a trabalhar.” Ela lembra que as cadeias estão entupidas de homens que não foram ainda a julgamento (cerca de 40% em média). Além disso, os gastos com detentos são altos: cada um deles custa 1 300 reais mensais aos cofres públicos paulistas, o suficiente para manter quatro alunos nas séries iniciais do ensino fundamental. “O grande ônus, porém, é o fato de ladrões de galinha saírem de lá graduados no crime, pela convivência com gente muito pior.”

As celas cheias de autores das maiores barbaridades abrigam também gente como o pedreiro João Paulo de Jesus Moura. Ele passou dez dias entre a Polícia Federal e o Centro de Detenção Provisória de Pinheiros, devido a um crime ambiental (trabalhou extraindo rocha para paralelepípedos de uma chácara sem licença para isso — a pedido do dono, de acordo com ele). “Quando entrei, o carcereiro mostrou minhas mãos ferradas de enxada e disse que eu deveria ser um exemplo para os outros.” No pouco tempo em que ficou, descobriu rapidamente a “lista” de proibições. “Não se pode cantar, os companheiros não deixam”, ensina. “Uma vez, um cara começou uma música e voaram em cima dele para que calasse a boca. Se você cantarola, é porque ficou feliz, e ali não é lugar para isso.” Em uma cela com 29 homens — metade deles condenada por estupro — onde caberiam oito, segundo conta, quem chega por último vai direto para o chão, onde todos dormem, como se fala no jargão local, “de valete” (lado a lado, alternando os pés e a cabeça, de modo a “não formar casalzinho”). Também aprendeu que não basta ter alguém para levar o “jumbo”, pacotes de comida, roupas e produtos de higiene. Cada unidade tem uma lista do que está autorizado. Bolacha, apenas sem recheio (a pasta pode conter drogas misturadas). Chocolate, pelo mesmo motivo, só puro, sem nada crocante. Coca-Cola é autorizada. Fanta, só se não for do sabor uva (era usual fermentá-la para produzir bebida alcoólica). Da dificuldade de não errar na lista, nasceu há quatro meses em São Paulo um curiosíssimo serviço de delivery: o Jumbo CDP. Os clientes são parentes e amigos do preso, que compram pela internet e pelo telefone e mandam entregar os itens permitidos em cada prédio, de leite em pó a lençóis. “Quando o filho de uma amiga foi preso, percebi a complexidade de enviar produtos à cadeia e enxerguei ali uma oportunidade”, conta o empresário Sebastião de Albuquerque Junior, dono também de uma confecção. O negócio está ainda deslanchando. Em outubro, foram oitenta entregas. O item campeão, por enquanto, é a calça bege (igual à do uniforme, para propiciar mais trocas).

Por pior que seja a vida no calabouço, o sonho com a liberdade é, com frequência, carregado de pesadelos. “Há gente que volta cedo da saidinha simplesmente porque não tem para onde ir”, conta Renata Maria da Silva, solta no mês passado depois de quase nove anos (tinha duas condenações por tráfico de drogas, a segunda delas duas semanas após deixar a cadeia pela primeira vez). Além disso, o que será do futuro? “Minha família conhece muita gente em Avaré, mas a maioria das pessoas encontra dificuldade para arranjar serviço”, constata Renata, que continua à procura de um posto. “A resistência contra egressos no mercado é grande no mundo todo, mas no Brasil, em especial, ainda são pouquíssimos os projetos nessa área”, diz o sociólogo José Pastore, autor do livro Trabalho para Ex-Infratores (Editora Saraiva). Para ele, mudar esse quadro interessa a toda a sociedade. “Quando um preso consegue um emprego, a taxa de reincidência cai de 70% para 20%”, diz. Dos dez presos que a reportagem acompanhou, quatro passaram pela cadeia mais de uma vez por mais de uma condenação.

A Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo tem iniciativas nessa área. Em setembro de 2011, implantou, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) e o Conselho Nacional de Justiça, o Programa Começar de Novo. Desde então, 1 242 homens e 29 mulheres foram treinados em ofícios como padeiro, pizzaiolo, pedreiro, pintor e eletricista. O convênio se encerrou oficialmente faz quase três meses, mas ainda há algumas pessoas em treinamento. A renovação está sendo negociada, mas até agora não foi feita. A Fundação Estadual de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap) ajuda na capacitação ao empregar mensalmente 1 500 sentenciados, com salário de cerca de 560 reais, o equivalente a 75% de um salário mínimo. Em outro programa, o Empregabilidade, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e o Senai capacitam para o mercado egressos indicados pela ONG AfroReggae. A primeira turma se formou no início do mês, após dois meses de curso de panificação. Outras turmas serão criadas no ano que vem, em áreas como construção civil.

Com o apagão de mão de obra dos últimos anos, muitas empresas têm aberto vagas para ex-detentos.

Alguns dos casos são as obras da Arena Corinthians, o Itaquerão, e do trecho norte do Rodoanel. E.S., 44 anos, que pede para não ter a identidade revelada, deixou as grades há um mês após quase vinte anos (possui uma série de condenações por crimes como assalto a bancos). Desde dezembro de 2012, quando já estava em regime semiaberto em uma unidade de Franco da Rocha, era operário em uma metalúrgica. Mesmo com a soltura, o patrão o manteve no posto. Há três semanas, foi promovido a “encarregado geral” e o salário saltou de 900 para 2 500 reais. “Tive essa chance por ser pontual, nunca faltar e mostrar que quero mais da vida”, gaba-se ele, que se pega às vezes com a cabeça baixa e as mãos para trás quando chega a uma loja, por exemplo. “Acostumar com tudo aqui fora é muito difícil para quem passou metade da vida na cadeia. Ter emprego me faz acreditar que agora as coisas serão diferentes.”

Acabou mal

O conturbado início de liberdade de alguns criminosos célebres

Capa Presos (10)
Bandido da Luz Vermelha (Foto: Lycurgo Querido/Folhapress)

Bandido da Luz Vermelha - Condenado por quatro homicídios, João Acácio Pereira da Costa ficou mais conhecido por assaltar casas paulistanas munido de uma lanterna rubra após desligar a energia. Esteve na prisão de 1967 a 1997 e, liberto, foi morto a tiros quatro meses depois, ao se envolver em uma briga. 

Capa Presos (15)
Chico Picadinho (Foto: Helvio Romero/Estadão Conteúdo)

Chico Picadinho - Ele tem 71 anos de idade e já passou quase quarenta anos na prisão (trinta é o limite estabelecido pela Constituição), mas Francisco Costa Rocha, o Chico Picadinho, segue detido na Casa de Custódia de Taubaté. O motivo: laudos apontaram que ele ofereceria perigo. Em 1966, esquartejou o corpo de uma bailarina austríaca em um apartamento na Rua Aurora. Solto dez anos depois, repetiu o crime de forma semelhante, com uma prostituta.

Capa Presos (11)
Cabo Bruno (Foto: Maira Vieira/Estadão Conteúdo)

Cabo Bruno - Ele se tornou mito ao liderar um esquadrão responsável pelo assassinato de mais de cinquenta supostos criminosos, quase sempre na Zona Sul. Após ser condenado a 117 anos de prisão e cumprir 27, Florisvaldo Oliveira foi solto em 2012, aos 53 anos. Passou 35 dias em liberdade, até morrer alvejado por vinte tiros em Pindamonhangaba, ao voltar de um culto evangélico (ele tinha se tornado pastor na prisão). A autoria da emboscada nunca foi conhecida.  

 

O que não entra

O "jumbo", conjunto de produtos enviados pelas famílias, tem uma série de itens proibidos, que variam conforme a unidade. Eis alguns exemplos comuns

  • Bolacha recheada

Teme-se que haja drogas misturadas ao creme

  • Carne com osso

É difícil identificar no raio-x que não se trata de outro tipo de objeto, como facas

  • Fanta Uva

Os presos gostam de fermentá-la para produzir álcool

  • Salgadinho Torcida

Por ser oco, pode abrigar cocaína, por exemplo

  • Sabonete ou sabão da cor das grades da cela

Há o risco que vire massa para disfarçar grades serradas ou buraco na parede

  • Cobertor com barra

Pode esconder objetos

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    Um guia com restaurantes, comidinhas, parques e lugares históricos com o melhor da região
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  • Franceses

    L'Amitié

    Rua Manuel Guedes, 233, Itaim Bibi

    Tel: (11) 3078 5919

    VejaSP
    8 avaliações

    Antigo parceiro do empresário Isaac Azar, do Paris 6, o chef Yann Corderon inaugurou seu bistrô com altas ambições — mas estacionou no patamar regular. O excesso de molho compromete duas pedidas: tanto no carpaccio de lagarto com salada de rúcula, tomate e fatias molengas de parmesão (R$ 39,00) quanto no coelho (R$ 64,00), acompanhado de tagliatelle na manteiga, a mostarda esconde completamente o sabor da carne. No almoço executivo, é possível escolher o menu completo (R$ 53,90) ou combinar uma entrada mais um prato ou a sugestão principal com a sobremesa (R$ 42,90). Para ficar na opção mais saborosa, torça para encontrar a generosa posta de salmão tostadinha nas beiradas acompanhada de espaguete ao pesto seguida de uma bola de sorvete.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Árabes

    Endereços que oferecem rodízio de comida árabe

    Atualizado em: 24.Ago.2016

    Entre as opções está o Monte Líbano, na região central
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  • Asiáticos

    Tian

    Rua Manuel Guedes, 499, Jardim Europa

    Tel: (11) 2389 9399

    VejaSP
    10 avaliações

    A filosofia do Tian sempre foi o compartilhamento.Comer no endereço de cozinha asiática significa pedir um sem-número de pequenos pratos e dividi-los com os companheiros. Para a refeição se tornar mais confortável, o restaurante— que se mudou da Rua Jerônimo da Veiga para um imóvel maior na Manuel Guedes, em junho— aumentou o tamanho das mesas. Os tampos de 60 por 70 centímetros deram lugar aos de 80 por 80 centímetros. Não há desculpa para não vasculhar o cardápio (que permanece o mesmo) e ir pedindo as boas receitas supervisionadas pela sócia, a tailandesa Marina Pipatpan. O macio polvo cozido em baixa temperatura ganha sabor extra ao passar na grelha com brócolis e picles de rabanete (R$ 39,00). Pedida mais intensa e tão apetitosa quanto, a costelinha suína ao molho de churrasco asiático continua a desgrudar com facilidade do osso (R$ 35,00). Faz a linha picante de leve o curry de pato ao leite de coco, manjericão e lichia (R$ 52,00). A sopa de coco com sagu, chá de jasmim, frutas, gelatina e amêndoa (R$ 23,00) refresca a goela: é geladinha.

    Preços checados em 1° de novembro de 2016.

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  • Bar-restaurante

    Forquilha

    Rua Vupabuçu, 347, Pinheiros

    Tel: (11) 2371 7981

    VejaSP
    3 avaliações

    A casa atrai pelo clima intimista, de iluminação calculada, chão de tábuas e vista para a igreja apelidada de Cruz Torta. Desde o fim do ano passado, o novo chef, o italiano Antonio Maiolica, vem dando cara própria à carta. Se o apetitoso trio de vieiras na concha com farofa de pão e ervas passadas pelo forno a lenha (R$ 38,00) não fizer cosquinha no estômago, parta para o brasato (R$ 59,00). O short rib cozido em vinho tinto é servido junto de polenta branca com queijo de minas. Aos domingos à noite, serve apenas pizzas. Para acompanhar, desarrolhe uma garrafa de vinho ou peça o ótimo negroni (R$ 32,00 com gim Beefeater).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Padarias

    Le Pain Quotidien - Shopping Vila Olímpia

    Rua Olimpíadas, 360, Vila Olímpia

    Tel: (11) 3047 6541

    1 avaliação

    Cada unidade paulistana desta rede belga mundialmente conhecida tem um perfil. Nos endereços dos shoppings Vila Olímpia e Cidade Jardim, é comum quem pare só para tomar um expresso (R$ 4,50) e comer uma deliciosa torta de farinha de amêndoa e pêssego (R$ 7,90), de base crocante na medida. As lojas de rua recebem também um público interessado nas opções de café da manhã, almoço e jantar. O começo do dia fica mais doce com o combinado de uma cesta de pães, um suco de laranja e uma bebida quente (R$ 22,00). Em cima das mesas fica um pote de uma pasta doce. A brunette (de avelã) é uma delícia, e também pode ser comprada para viagem (R$ 39,90; 400 gramas). Entre a seleção de pratos destacam-se as saladas, a torta de frango (R$ 25,00) e a omelete de presunto cru com tomates picados por cima (R$ 19,00). Na tentadora vitrine de doces, as tortinhas estão entre as mais pedidas. Cinco sabores são vendidos em versão grande e servem de oito a doze pessoas. A de frutas vermelhas combina amora, framboesa, mirtilo e morango frescos sobre creme de baunilha (R$ 15,00 a individual; R$ 49,90 a grande). A mais cara (R$ 69,00) leva musse de chocolates belgas meio amargo e branco.

     

    Preços checados em setembro/outubro de 2013.

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  • Adaptação do livro de mesmo nome da autora Eva Furnari, o espetáculo conta a história de um príncipe que não é bonito, muito menos encantador. Solitário, ele afasta todos que tentam se aproximar dele ao falar dos defeitos dos outros. Tudo muda quando o personagem conhece uma heroína. Levada à cena pela Cia. Circo de Trapo, a montagem tem adaptação e direção de Fábio Brandi. Com Marco Ponce, Rosana Borges e Verônica Nóbili. Estreou em 12/10/2013. Até 1º/12/2013.
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  • Ex-integrante do Cirque du Soleil, Marcos Casuo criou seu próprio espetáculo circense há cinco anos. Inspirado nas técnicas e na identidade visual da antiga companhia, Universo Casuo apresenta números de equilíbrio e malabares. Todas as acrobacias são embaladas por uma trilha sonora composta por Charlie Dennard, tocada ao vivo pela banda The White Clowns. O criador também surge em cena ao interpretar três palhaços bem engraçados. Sobressai no elenco Eduardo Garbim, que diverte a plateia ao fazer manobras sobre uma bicicleta. De 10 a  12/10/2015.
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  • Criado em 1939, o Foto Cine Clube Bandeirante foi o principal celeiro de talentos da fotografa modernista brasileira. Dos encontros da instituição surgiram nomes hoje reconhecidos como fundamentais das câmeras, a exemplo de Thomaz Farkas, German Lorca, Geraldo de Barros e Gaspar Gasparian — figuras que compõem a chamada Escola Paulista. Muito menos famoso do que os colegas de geração, o catalão Marcel Giró (1913-2011) começa a ter sua produção devidamente explorada com uma boa mostra na Galeria Bergamin. Ex-combatente na Guerra Civil Espanhola, na qual enfrentou Franco ao lado do Exército republicano, Giró se mudou para o Brasil no fim da década de 40. Aqui, ele se estabeleceu trabalhando com publicidade — chegou a ser o primeiro chefe de J.R. Duran, hoje conhecido pelos ensaios de mulheres nuas. As quarenta imagens selecionadas pelos curadores Iatã Cannabrava e Isabel Amado revelam um olhar atento para a industrialização de São Paulo, por meio de experimentos de vanguarda. Fios elétricos, antenas, cabos e até sombras no chão se aproximam da abstração geométrica em vários dos registros. De 6/11/2013 a 15/12/2013.
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  • Stanley KubrickAmilcar de CastroPHotoespaña.br são exibidas até 2014
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  • Realizada em outubro de 2013, a Feira do Livro de Frankfurt, na Alemanha, homenageou o Brasil. Em contrapartida, artistas e escritores convidados exibiram um país pouco divulgado no exterior. Concebido e dirigido por Felipe Hirsch, Puzzle representou o teatro no evento. A dramaturgia foca escritores contemporâneos. Como um quebra-cabeça, a montagem é dividida em três partes independentes que, ao todo, beiram sete horas de duração. Mas acredite, você se esquecerá do relógio tamanha a contundência das situações. As cenas trazem quase a íntegra dos originais literários e traduzem o inconformismo com a realidade em tons que vão do trágico ao cômico e quase sempre com um toque surreal. O público fica atônito com a crueza de algumas delas, mas rende-se à forma com que são interpretadas, principalmente pela força dos atores Felipe Rocha, Georgette Fadel, Isabel Teixeira, Luna Martinelli, Magali Biff, Marat Descartes e Rodrigo Bolzan. Puzzle A (130min), o melhor exemplo de encenação e aproveitamento do elenco, ganha o palco na quinta, às 21 horas. Prepare-se para um incômodo. Você provavelmente ouvirá coisas desagradáveis, mas que cumprem um dos papéis fundamentais do teatro, o da provocação. No melhor dos quadros, Rodrigo Bolzan personifica o policial militar do conto A Lei, de André Sant’Anna, em um exemplo de técnica que vale por mil gestos e expressões. Com a mesma contenção, o ator choca ao falar dos seus hábitos literários e da violência cometida durante as rondas. Mais leve e não menos polêmico é o inspirado monólogo de Magali Biff a respeito do conservadorismo, baseado no conto Na Fila do Correio, de Nelson de Oliveira. Puzzle B (180min), o mais surpreendente da trilogia, é cartaz na sexta e no sábado, às 20 horas. À primeira vista, parece uma leitura dramatizada do romance Sexo, de Sant’Anna. De costas, os atores instigam a imaginação da plateia em uma ácida crítica cheia de repetições de tipos e situações sobre a sociedade consumista e fútil. Puzzle C (100min) tem vez no domingo, às 18 horas, e promove um mergulho sensorial entre escritores e espectadores. Felipe Rocha e Isabel Teixeira abrem com o irônico texto No Teatro, de Veronica Stigger, que mostra o pânico de uma mulher ao entrar em um espetáculo. O poder de encenação de Hirsch atinge o auge em Vista do Rio, de Rodrigo Lacerda, e, coerente, afunda na melancolia no quadro O Puzzle, de Amilcar Bettega Barbosa. Quase nunca os espetáculos do conjunto são mera diversão. Mas o teatro, de vez em quando, deve romper os limites e fazer pensar. Estreou em 7/11/2013. Até 22/12/2013.
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  • Clássico do francês Jean-Paul Sartre escrito em 1944, o drama Huis Clos (Entre Quatro Paredes) ganhou uma recente montagem concebida por Caco Ciocler. Sérgio Salvia Coelho também dirigiu uma outra versão, mais interessante. Fabiana Gugli, Marcello Airoldi e Tatiana Passarelli vivem três personagens trancados em um lugar que seria o inferno. Inicialmente promissora e até ousada, a peça estabelece uma relação crítica com a sociedade, principalmente com a brasileira, através da futilidade e da violência urbana. A força e a tensão, no entanto, se perdem durante o espetáculo e ficam a beleza plástica e as boas interpretações, sobretudo a de Airoldi. Heitor Gomes completa o elenco como o Criado. Estreou em 2/11/2013. Até 16/3/2014.
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  • Variados

    Três espetáculos que debatem a questão racial

    Atualizado em: 22.Nov.2013

    Reflexões sobre a igualdade servem de tema para a dramaturgia nos palcos paulistanos
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  • Mais de quarenta atrações estão previstas para o Lollapalooza 2017, marcado para 25 e 26 março, no Autódromo de Interlagos. Entre as mais aguardadas estão Metallica, The Strokes, Rancid, Duran Duran e The Weeknd.
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  • Salman Rushdie ficou marcado por seu livro Os Versos Satânicos, considerado uma ofensa ao profeta Maomé. Em 1980, o escritor publicou Midnight’s Children, adaptado por ele e pela diretora indiana Deepa Mehta no drama Os Filhos da Meia-Noite. O roteiro cobre mais de trinta anos da história da Índia, sobretudo a partir de 1947, data de sua independência do colonialismo britânico. Em 15 de agosto daquele ano, dois bebês nascem no mesmo hospital. Aconselhada por um rebelde revolucionário, uma enfermeira faz uma troca em nome da igualdade social. O menino rico Shiva (Siddharth) vai morar com um músico pobre e o garoto humilde Saleem Sinai (Satya Bhabha) será acolhido na família de um abastado empresário. Embora de universos distintos, as crianças se conhecem e se estranham. Jovens, eles viram inimigos. A trama começa em Agra para mostrar o relacionamento dos avós de Saleem. Contudo, o foco do enredo está nele, um rapaz desprezado pelo pai autoritário que, desde pequeno, conversava com amigos imaginários. Da guerra separatista do Paquistão à criação de Bangladesh, em 1971, Saleem trafega pela história como um cidadão legítimo e também na forma de uma metáfora de seu turbulento país. O ritmo ágil e os acontecimentos variados impedem o novelão indiano de cair no marasmo em suas duas horas e vinte minutos. Estreou em 22/11/2013.
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  • Bille August (de A Casa dos Espíritos), diretor do drama, é dinamarquês. Embora a trama se passe em Portugal, todos os atores falam inglês, inclusive figurantes. Jeremy Irons, britânico, interpreta Raimund Gregorius, um professor universitário... suíço. Ao salvar uma moça do suicídio em Berna, encontra no bolso do casaco dela um livro e uma passagem para Lisboa. Inspirado pela delicadeza do texto, decide ir atrás de seu autor. Lá, Gregorius depara com mistérios sobre o escritor Amadeu de Prado (Jack Huston), morto em 1974, ano da Revolução dos Cravos. Ele era um médico na ditadura de Salazar, envolveu-se com militantes e se apaixonou pela namorada (a francesa Mélanie Laurent) do melhor amigo (o alemão August Diehl). Um enredo passional pedia uma realização de alta voltagem política e romântica. No entanto, o estilo gélido de condução fica ainda mais comprometido por um elenco multinacional que não acrescenta veracidade aos personagens. Estreou em 29/11/2013.
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  • O escocês Neil Platt tinha uma vida perfeita ao lado da mulher, Louise, com quem se casou em 2004. Três anos depois nasceu Oscar, e a felicidade ficou completa em família. Não demorou muito para o sonho virar um pesadelo. No fim de 2007, Platt foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, uma doença que, aos poucos, vai paralisando o corpo da cabeça para baixo. Começava, assim, a finitude de um rapaz de 33 anos cujo pai e avô morreram da mesma causa. Com poucos meses de vida, Platt decidiu deixar registrado em um blog seus últimos suspiros. Ao mesmo tempo, permitiu que um amigo, o diretor Morag McKinnon, acompanhasse seu angustiante cotidiano. O documentário, é claro, não se traduz num programa leve e alto-astral. Embora Platt tenha certo humor em suas escritas, seu ressentimento e dor são inegáveis. A coragem dele em se deixar expor em momentos íntimos possui um propósito: fazer o espectador refletir sobre a importância do tempo, algo precioso e desperdiçado sem nos darmos conta. Estreou em 22/11/2013.
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  • Sobrenatural, de 2010, já não era o suprassumo do cinema de terror, mas tinha um bom ponto de partida, apesar do desenrolar morno. A dispensável sequência tenta “explicar” o que seria inexplicável e, por isso, se embola num roteiro cheio de invencionices do além. Os sustos, portanto, dão espaço para momentos risíveis, sobretudo próximo do desfecho. Na trama, Josh Lambert (Patrick Wilson) foi inocentado da morte da paranormal Elise Rainier (Lin Shaye). A paz voltou a reinar em casa até o momento em que o primogênito Dalton (Ty Simpkins) começa a ver espíritos pelos cômodos. O enredo volta no tempo para mostrar detalhes do passado de Josh e de sua mãe (Barbara Hershey) — ambos têm o dom de ver os mortos e se comunicar com eles. Ou seja: a paranormalidade aqui é genética. Conforme a história avança, mais personagens entram em cena, segredos vêm à tona e Patrick Wilson, emulando Jack Nicholson em O Iluminado, vira um pai demoníaco atormentado por fantasmas que parecem saídos de um Halloween. Estreou em 22/11/2013.
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  • Filmes

    Três perguntas para Murilo Rosa

    Atualizado em: 22.Nov.2013

    De férias das novelas, o ator volta aos cinemas no papel de um cantor sertanejo no drama Vazio Coração, cartaz de quatro salas
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  • A 12º Festival de Cinema Italiano no Brasil traz 16 longas de Roberto Faenza. De 24 a 7/11/2016. Confira a programação: Caixa Belas Artes Quinta, 24 de novembro 16h – A Pele do Urso (La Pelle Dell’Orso, 2016), de Marco Segato 20h – Eu e Ela (Io e Lei, 2015), de Maria Sole Tognazzi Sexta, 25 de novembro 16h – A Boa Saída (La Buona Uscita, 2016), de Enrico Iannaccone 20h – Na Bicicleta Sem Selim (In Bici Senza Sella, 2016), de Solange Tonnini Sábado, 26 de novembro 16h – Um Lugar Seguro (Un Posto Sicuro, 2015), de Francesco Ghiaccio 20h – Veloz Como o Vento (Veloce Come Il Vento, 2016), de Matteo Rovere 22h40 – Estes Dias (Questi Giorni, 2016), de Giuseppe Piccioni Domingo, 27 de novembro 14h – Indivisível (Indivisible, 2016), de Edoardo de Angelis 16h – Solo (Assolo, 2016), de Laura Morante 20h – A Verdade Está no Céu (La Verità Sta in Cielo, 2016), de Roberto Faenza Segunda, 28 de novembro 16h – A Vida Possível (La Vita Possibile, 2016), de Ivano de Matteo 20h – Eu Que Amo Apenas a Ti (Io Che Amo Solo Te, 2015), de Marco Ponti Terça, 29 de novembro 16h – O Mundo do Meio (Il Mondo de Mezzo, 2015), de Massimo Scaglione 20h – Gli ultimi saranno gli ultimi Quarta, 30 de novembro 16h – Sem Deixar Rastros (Senza Lascire Traccia, 2016), de Gianclaudio Cappai 20h – Veloz Como o Vento (Veloce Come Il Vento, 2016), de Matteo Rovere Quinta, 1º de dezembro 16h – Na Bicicleta Sem Selim (In Bici Senza Sella, 2016), de Solange Tonnini 20h – Sem Deixar Rastros (Senza Lascire Traccia, 2016), de Gianclaudio Cappai Sexta, 2 de dezembro 16h – Estes Dias (Questi Giorni, 2016), de Giuseppe Piccioni 20h – Um Lugar Seguro (Un Posto Sicuro, 2015), de Francesco Ghiaccio Sábado, 3 de dezembro 16h – A Pele do Urso (La Pelle Dell’Orso, 2016), de Marco Segato 20h – Os Últimos Serão os Últimos (Gli Ultimi Saranno Gli Ultimi, 2015), de Massimiliano Bruno 22h40 – Eu Que Amo Apenas a Ti (Io Che Amo Solo Te, 2015), de Marco Ponti Domingo, 4 de dezembro 14h – A Boa Saída (La Buona Uscita, 2016), de Enrico Iannaccone 16h – Eu e Ela (Io e Lei, 2015), de Maria Sole Tognazzi 20h – Veloz Como o Vento (Veloce Come Il Vento, 2016), de Matteo Rovere Segunda, 5 de dezembro 16h – Eu Que Amo Apenas a Ti (Io Che Amo Solo Te, 2015), de Marco Ponti) 20h – Solo (Assolo, 2016), de Laura Morante Terça, 6 de dezembro 16h - ndivisível (Indivisible, 2016), de Edoardo de Angelis 20h – A Verdade Está no Céu (La Verità Sta in Cielo, 2016), de Roberto Faenza Quarta, 7 de dezembro 16h – A Vida Possível (La Vita Possibile, 2016), de Ivano de Matteo 20h – Eu e Ela (Io e Lei, 2015), de Maria Sole Tognazzi UNIBES Domingo, 27 de novembro 14h – A Pele do Urso (La Pelle Dell’Orso, 2016), de Marco Segato 16h – A Vida Possível (La Vita Possibile, 2016), de Ivano de Matteo  18h – Indivisível (Indivisible, 2016), de Edoardo de Angelis Segunda, 28 de novembro 16h– A Verdade Está no Céu (La Verità Sta in Cielo, 2016), de Roberto Faenza 18h – Veloz Como o Vento (Veloce Come Il Vento, 2016), de Matteo Rovere Terça, 29 de novembro 18h – Estes Dias (Questi Giorni, 2016), de Giuseppe Piccioni
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  • O Centro Cultural São Paulo e o Cine Olido reservam suas salas de quarta (27/11/2013) a domingo (1º/12/2013) para exibir os trinta filmes do ciclo Cinema Mostra Aids. Trata-de de um evento voltado para conscientizar as pessoas sobre o impacto que a doença ainda provoca na sociedade mundial. Em sua nona edição, a mostra, realizada pelo Grupo pela Vidda, traz duas fitas chinesas importantes. O cineasta Xiaogang Wei, no documentário A Realidade da Aids, faz um painel dos infectados pelo vírus em seu país — o média-metragem tem vez na quinta (28/11), às 18h, no CCSP. Na sequência, às 20h, será projetado o longa Juntos. Nele, o diretor Zhao Liang foca as dificuldades de doentes em enfrentar e expor seu cotidiano.
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  • Cidade Cinza e Mataram Meu Irmão falam sobre polêmicas questões paulistanas
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  • Não à toa, o americano Philip K. Dick (1928-1982) é chamado de visionário. O autor de mais de 120 contos e 36 romances escreveu algumas das ficções científicas que se tornaram cultuadas no cinema. A partir de sexta (29/11/2013), o MIS apresenta a Retrospectiva Philip K. Dick, com dez longas-metragens inspirados nas obras dele. Entre eles, está Blade Runner, dirigido em 1982 por Ridley Scott e, até hoje, um insuperável exemplar do gênero. Igualmente atraente é Minority Report — A Nova Lei, realizado por Steven Spielberg e estrelado por Tom Cruise em 2002. No filme, agendado para o sábado (30/11), às 21h, Cruise vive um agente com a habilidade de prender criminosos antes de eles cometerem assassinatos.
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  • Variados

    Desmanche na garagem

    Atualizado em: 22.Nov.2013

Fonte: VEJA SÃO PAULO