Arquitetura

Prêmio O Melhor da Arquitetura reconhece construções paulistanas

Entre os projetos reconhecidos estão área próxima à Represa Billings e a balada Hot Hot

Por: Giuliana Bergamo - Atualizado em

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Melhorar o convívio entre moradores de um bairro ou entre os estudantes de uma escola, resolver problemas metropolitanos, como a ocupação irregular, recuperar imóveis antigos sem descaracterizá-los, construir do zero um ambiente funcional e ainda deixar tudo isso bonito de ver. Esses são alguns dos principais desafios da arquitetura contemporânea superados com êxito pelos 22 projetos de todo o Brasil eleitos na terceira edição do prêmio O Melhor da Arquitetura. Deles, dez estão na Grande São Paulo e três no interior (São Roque e Itatiba) ou no litoral (Ubatuba) do estado. Neste ano, foram laureados ainda seis destaques, sendo cinco paulistanos.

Promovido pela revista ARQUITETURA & CONSTRUÇÃO, da Editora Abril, que publica VEJA SÃO PAULO, o prêmio contou com uma equipe de nove jurados entendidos no assunto, como o diplomata André Corrêa do Lago, membro do Comitê de Arquitetura e Design do MoMA, de Nova York, e a historiadora e professora de história da arquitetura Rosa Artigas, da Escola da Cidade. Também valeram pontos os votos de 26 000 internautas. Fotografias, imagens e textos de todos os 64 finalistas serão expostos no Museu da Casa Brasileira a partir de terça (26) até 21 de novembro. Entre os vencedores paulistanos estão um belo escritório de advocacia construído na cobertura de um edifício de Paulo Mendes da Rocha, um condomínio residencial com apartamentos dúplex em um terreno de apenas 775 metros quadrados na Zona Oeste e o clube Hot Hot, projeto de Guto Requena Arquitetura e Design. Outro trabalho que chama atenção é a urbanização de um bairro irregular à beira da Represa Billings, na Zona Sul.

Fonte: VEJA SÃO PAULO