Consumo

Material escolar: preços variam mais de 200% nas papelarias da capital

Pesquisa de VEJA SÃO PAULO cotou o valor de trinta produtos em vinte lojas de todas as regiões da metrópole; saiba qual apresenta os itens mais baratos

Por: Larissa Faria, Jennifer Detlinger, Gabriel Bentley e Sophia Braun - Atualizado em

Capa edição 2461 material escolar
O mesmo produto, diferentes lojas: variações de mais de 200% (Foto: VEJA São Paulo)

A publicitária Renata Sant’Ana tomou um susto ao comprar o material escolar dos filhos, Marina, de 11 anos, e Davi, de 9. A fim de deixar a mochila da dupla preparada para o início das aulas, desembolsou 2 200 reais em uma loja perto de sua casa.

A lista solicitada pela escola Nossa Senhora das Graças, no Itaim Bibi, chega a ter três dezenas de itens para cada criança, de lápis e livros didáticos a jaleco para aulas no laboratório de ciências. “Grande parte dos produtos precisa ser reposta todo ano”, reclama Renata. Ela decidiu fazer uma pesquisa de preços para um artigo específico: uma escaleta, instrumento de teclado e sopro, a ser usada nas lições de música. Encontrou valores de até 400 reais, e acabou arrematando a peça por 175 reais, pela internet.

+ Os materiais escolares mais desejados pelas crianças

É preciso mesmo ficar de olho nas peças do cardápio estudantil, incluindo aquelas que, em tese, pesariam menos no bolso. De caneta em caneta, de borracha em borracha, a economia pode ser grande, conforme mostra a pesquisa nas próximas páginas.

VEJA SÃO PAULO foi às ruas com uma lista de trinta itens básicos, elaborada a partir do cruzamento dos pedidos de seis escolas da capital (Bandeirantes, Mackenzie, Marista Arquidiocesano, Rio Branco, Vértice e Móbile), que vão de apontadores a pen drives. Dos 25 estabelecimentos visitados anonimamente, entre sexta-feira (8) e quarta-feira (13), em todas as regiões da cidade, entraram apenas os vinte que tinham, aproximadamente, metade dos itens.

+ As Boas Compras: materiais escolares criativos

O levantamento não deixa dúvidas: comparar vale muito a pena. As variações vão de 63,18% a 207,69%. E nem sempre é preciso vencer distâncias enormes. Um dicionário Aurélio Míni, que sai a 49,80 reais na Misaspel, em Pinheiros, custa 32,90 na Lepok, no Itaim Bibi, a 3,5 quilômetros dali. As grandes discrepâncias porcentuais estão nas aquisições básicas. “As lojas sabem que o consumidor compara o preço dos artigos mais valiosos, então diminuem a margem de lucro nesses itens e compensam com maiores ganhos nos mais baratos, nos quais faturam muito, por serem vendidos em grande volume”, explica Ana Paula Tozzi, presidente da consultoria de varejo GS-AGR.

 63,18% Foi a menor variação entre os produtos: pen drive Cruzer Blade Sandisk de 8 GB, vendido de 23,90 a 39 reais

156,88%: Diferença do item mais caro: dicionário Aurélio Míni, vendido de 26,90 a 69,10 reais

■ 207,69%: Maior discrepância entre os artigos: régua Acrimet de 30 centímetros, de 1,30 a 4,00 reais

O TESTE DA PRANCHETA

Os valores (em reais) são referentes às datas de nossas consultas, realizadas entre sexta-feira (8) e quarta-feira (13)

Apontador e borracha Faber-Castell e bloco para fichário Tilibra

Apontador básico com depósito Faber-Castell

Bloco para fichário Tilibra (96 folhas) Borracha Blister TK Plast Faber-Castell avulsa
ARMARINHOS FERNANDO 3,80 3,80 -
BUTTERFLY - - 2,60
CRAYON 5,00 - 3,00
ESTRELA MAGAZINE 3,50 - 1,99
JB 3,90 5,50 1,90
KALUNGA 4,80 - -
LAPAPEL 3,50 5,00 1,90
LEPOK 4,60 4,40 -
MAGIC BOOK 4,90 8,90 2,90
MISASPEL 3,50 5,80 2,00
MIX MAX 5,30 11,40 3,50
PAPELARIA DO TIO 4,80 6,80 2,80
PAPELARIA REAL - - -
PAPELARIA UNIVERSITÁRIA 4,50 6,90 2,90
PAPEL MAGIA 5,00 - -
PAPER FACE 4,50 6,00 2,40
PEIXINHO DOURADO 3,90 5,90 2,50
ROYAL BOOK 5,50 - 3,00
RUBY 4,30 8,00 2,70
VIP 7,00 9,00 3,90

.

Borracha Mercur, caderno Tilibra e caneta Bic
Borracha Mercur Prima avulsa Caderno Brochura Tilibra Mais Capa Dura 1/4 (96 folhas) Caneta Bic Cristal Ponta Média 1 milímetro azul ou preta
ARMARINHOS FERNANDO - 2,60
PAPELARIA BUTTERFLY 0,70 4,40 1,00
CRAYON 0,50 - 1,50
ESTRELA MAGAZINE 0,60 2,50 0,80
JB PAPELARIA 0,60 2,50 0,90
KALUNGA - - -
LAPAPEL - 3,30 0,80
LEPOK - 3,10 1,20
MAGIC B00K NÃO 4,90 1,50
MISASPEL 0,70 3,35 0,90
MIX MAX 1,30 7,10 1,60
PAPELARIA DO TIO 1,00 4,40 1,20
PAPELARIA REAL - 4,89 1,30
PAPELARIA UNIVERSITÁRIA 1,50 4,90 0,85
PAPEL MAGIA - - -
PAPER FACE 1,00 4,20 1,00
PEIXINHO DOURADO 1,20 3,90 1,00
ROYAL BOOK - - 1,50
PAPELARIA RUBY 1,00 3,80 1,20
VIP PAPELARIA 1,00 6,40 1,70

Entre as campeãs do levantamento, há provavelmente uma perto de todo paulistano. A rede Kalunga, com 43 unidades na metrópole, ficou em quinto lugar, com três dos itens mais baratos (foi desfavorecida na lista por não ter quinze dos trinta produtos, já que, em muitas categorias, privilegia marcas próprias). Das bem colocadas, porém, é a que oferece o melhor serviço: possui espaços amplos e estacionamento.

Em quarto lugar, está a JB, na Penha, na Zona Leste: a melhor em cinco categorias. Em terceiro, vem o agigantado Armarinhos Fernando, templo do comércio popular presente em oito bairros. Ir até o local, que se saiu bem na consulta apesar de ter apenas metade das mercadorias, requer muita disposição.

Os corredores, apertados, costumam estar abarrotados de clientes de São Paulo e de outros estados, em busca da infinitude de eletrodomésticos, roupas, utilidades domésticas, suprimentos de artesanato e outras pechinchas. Logo acima no ranking está a Lapapel, na Zona Oeste, com oito categorias.

Caneta e canetinha Faber-Castell e caneta Stabilo
Caneta Faber-Castell Trilux avulsa Caneta hidrográfica Faber-Castell ponta vai e vem (12 cores) Caneta hidrográfica point 88/46 Stabilo preta
ARMARINHOS FERNANDO - 17,90 -
PAPELARIA BUTTERFLY 1,10 24,50 5,90
CRAYON 1,50 28,00 6,50
ESTRELA MAGAZINE 0,90 15,90 4,50
JB PAPELARIA - - 5,90
KALUNGA - 13,60 6,80
LAPAPEL 0,90 18,70 4,40
LEPOK - 15,99 4,50
MAGIC B00K 1,50 24,90 6,50
MISASPEL 0,95 20,20 6,35
MIX MAX 1,60 29,90 8,15
PAPELARIA DO TIO 1,20 25,50 6,50
PAPELARIA REAL 1,33 24,48 6,12
PAPELARIA UNIVERSITÁRIA - - 6,50
PAPEL MAGIA - 24,00 9,50
PAPER FACE 1,20 25,00 5,90
PEIXINHO DOURADO 1,00 21,00 5,90
ROYAL BOOK 1,50 30,50 9,00
PAPELARIA RUBY 1,00 - 6,00
VIP PAPELARIA - - 9,00

.

Cola Tenaz, cola Pritt e compasso Maped
Cola branca líquida Tenaz (35 gramas) Cola em bastão Pritt (40 gramas) Compasso Maped Study Estojo 2 peças 119450
ARMARINHOS FERNANDO 1,99 9,30 7,50
PAPELARIA BUTTERFLY 3,30 14,80 9,80
CRAYON 3,00 14,00 12,00
ESTRELA MAGAZINE 2,20 8,90 -
JB PAPELARIA 2,50 8,40 12,90
KALUNGA 1,99 10,40 5,90
LAPAPEL 2,50 10,00 -
LEPOK 2,39 10,40 7,29
MAGIC B00K 3,50 14,50 13,50
MISASPEL 2,85 11,75 -
MIX MAX 4,40 18,50 11,50
PAPELARIA DO TIO 3,20 15,90 12,50
PAPELARIA REAL 2,91 11,28 9,90
PAPELARIA UNIVERSITÁRIA 2,20 10,40 -
PAPEL MAGIA 2,90 NÃO -
PAPER FACE 2,90 12,90 11,50
PEIXINHO DOURADO 2,90 11,90 10,90
ROYAL BOOK 4,00 16,50 16,00
PAPELARIA RUBY 3,50 13,70 9,50
VIP PAPELARIA 5,00 17,00 não

A Estrela Magazine, vencedora da pesquisa (o menor valor de etiqueta em onze categorias), fica distante de boa parte dos moradores da capital: em São Mateus, nos arredores do Parque do Carmo. Pelo tamanho do estabelecimento, variedade e bons preços, atrai clientes de diversas localidades da Zona Leste e do ABC.

Tem três décadas de existência e pertence ao empresário Fábio Akira Fugisawa, 43, dono de outras grandes lojas na região, como a Tateno, de doces e artigos para festa. “Nesta época, dobramos o número de funcionários, que chega a setenta, e usamos os espaços de brinquedos e perfumaria para expandir o estoque de material escolar”, explica a gerente, Elaine Afonso.

As cotações mais baixas, diz a funcionária, são fruto de “boas negociações com fornecedores”. Na visita da reportagem de VEJA SÃO PAULO, o atendimento mostrou-se atencioso. Há balcão específico para quem está apenas fazendo orçamento.

Corretivo Bic e dicionários Aurélio e Michaelis
Corretivo líquido água Ecolutions BIC (18 mililitros) Dicionário Aurélio Mini 8ª edição de 2010 (960 páginas) Dicionário Escolar Michaelis Língua Portuguesa - Nova Ortografia + CD-ROM: 1ª edição, 2008. 992 páginas
ARMARINHOS FERNANDO 3,30 26,90 22,90
PAPELARIA BUTTERFLY - 46,50 39,50
CRAYON - - -
ESTRELA MAGAZINE 2,50 29,90 34,90
JB PAPELARIA - 54,90 45,00
KALUNGA 3,20 - 32,40
LAPAPEL 2,20 - 33,00
LEPOK 1,99 32,90 24,99
MAGIC B00K - - 39,00
MISASPEL 2,55 49,80 -
MIX MAX - - -
PAPELARIA DO TIO 3,30 - -
PAPELARIA REAL - 49,00 45,00
PAPELARIA UNIVERSITÁRIA - - -
PAPEL MAGIA - - -
PAPER FACE 3,00 44,90 34,90
PEIXINHO DOURADO 2,80 54,80 45,00
ROYAL BOOK - 69,10 -
PAPELARIA RUBY 3,00 37,50 32,00
VIP PAPELARIA 5,60 49,50 -

.

Grafite Pentel, lápis de cor Faber-Castell e lápis grafite Bic
Grafite Pentel Hi-Polymer Super 0.7 milímetros Lápis de cor aquarelável Faber-Castell (12 cores) Lápis grafite HB N° 2 Bic Evolution com borracha
ARMARINHOS FERNANDO - 16,90 -
PAPELARIA BUTTERFLY 3,80 - -
CRAYON 4,50 23,50 1,50
ESTRELA MAGAZINE 2,50 16,90 -
JB PAPELARIA 4,50 22,50 0,79
KALUNGA - 16,70 -
LAPAPEL 2,50 19,00 0,90
LEPOK 3,30 15,80 -
MAGIC B00K 5,00 25,90 1,50
MISASPEL 3,45 20,80 1,10
MIX MAX - 31,60 1,60
PAPELARIA DO TIO 4,50 28,00 1,00
PAPELARIA REAL 4,77 25,01 -
PAPELARIA UNIVERSITÁRIA 3,50 22,90 -
PAPEL MAGIA 4,90 19,90 -
PAPER FACE 4,50 24,50 1,20
PEIXINHO DOURADO 3,90 21,90 0,90
ROYAL BOOK - 32,00 1,50
PAPELARIA RUBY 4,50 22,50 0,90
VIP PAPELARIA 5,40 28,30 -

Na outra ponta do levantamento, a Royal Book, no Real Parque, com sete dos maiores preços, ofereceu o melhor serviço, com ar-condicionado, vendedores atenciosos, um café que vende salgados e doces (nem sempre aberto) e um portfólio descolado que vai muito além do básico. “Temos produtos mais bonitos e diferenciados se comparados aos de lojas de varejo comuns”, pondera a proprietária Miriam Mendes.

No topo da lista dos careiros está a VIP, que propicia comodidade extra para o cliente: fica dentro de shopping (no caso, o Ibirapuera). “Arcamos com os custos de estar num centro comercial como esse e de contar com vendedores bem treinados. Além disso, grandes papelarias têm a vantagem de negociar maiores quantidades”, diz o diretor, Marcio Hinojosa. 

Lapiseira Pentel, papel sulfite Chamex e pasta ACP
Lapiseira Pentel 0.7 milímetros Papel sulfite branco A4 Chamex 500 folhas Pasta catálogo ofício 4 Colchetes com 50 envelopes ACP
ARMARINHOS FERNANDO - 13,90 7,30
PAPELARIA BUTTERFLY 21,80 - 12,80
CRAYON 35,00 20,00 -
ESTRELA MAGAZINE 23,90 - 6,50
JB PAPELARIA 27,90 - 12,90
KALUNGA 27,20 15,90 -
LAPAPEL 18,60 14,90 -
LEPOK 27,20 15,90 -
MAGIC B00K 32,50 - -
MISASPEL 28,35 - 10,85
MIX MAX - - -
PAPELARIA DO TIO 31,00 - -
PAPELARIA REAL 32,94 - 12,15
PAPELARIA UNIVERSITÁRIA 31,90 16,90 -
PAPEL MAGIA 34,00 - -
PAPER FACE 27,50 15,90 17,30
PEIXINHO DOURADO 31,90 - -
ROYAL BOOK 41,00 26,00 -
PAPELARIA RUBY 31,00 - 10,00
VIP PAPELARIA 37,20 19,20 18,80

.

Pen Drive Sandisk 8GB e 16GB e régua Acrimet 15cm
Pen Drive Cruzer Blade                   Sandisk 8 GB

Pen Drive Cruzer Blade           Sandisk 16 GB

Régua transparente Acrimet 15 centímetros
ARMARINHOS FERNANDO - 33,90 -
PAPELARIA BUTTERFLY - - -
CRAYON - - 1,60
ESTRELA MAGAZINE - - 0,90
JB PAPELARIA 23,90 38,90 1,30
KALUNGA 31,90 53,90 -
LAPAPEL 24,90 49,50 1,40
LEPOK - - 1,50
MAGIC B00K - - 1,90
MISASPEL 25,25 43,55 1,75
MIX MAX - 41,90 2,50
PAPELARIA DO TIO 32,00 49,80 2,40
PAPELARIA REAL 24,57 35,38 1,38
PAPELARIA UNIVERSITÁRIA - - 1,90
PAPEL MAGIA 39,00 59,00 -
PAPER FACE 25,90 39,90 1,50
PEIXINHO DOURADO 34,90 44,90 2,20
ROYAL BOOK - - 2,50
PAPELARIA RUBY - - 1,60
VIP PAPELARIA - - 2,50

De acordo com levantamento produzido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas, os preços dos insumos escolares (com exceção dos livros didáticos) tiveram alta de 7,32% no ano passado em comparação com 2014. Embora tenha ficado abaixo da inflação acumulada no período (10,24%), a variação pode pesar no orçamento. “O início do ano concentra muitas contas significativas, como IPTU e IPVA”, observa André Braz, coordenador do instituto.

Colocar essa despesa na ponta do lápis passou a ser prioridade em tempos de crise. A pedagoga Gabriela Guitian desistiu de matricular a filha de 5 anos em outro colégio na Zona Oeste quando percebeu que, na nova instituição, precisaria arcar com itens que na atual estão incluídos na mensalidade. “Gastaria cerca de 400 reais extras”, justifica.

Régua Acrimet 30cm, tesoura Mundial e tinta Acrilex
Régua transparente Acrimet 30 centímetros Tesoura Mundial ponto vermelho padrão Tinta guache Acrilex com 15 mililitros (6 cores)
ARMARINHOS FERNANDO - - 2,20
PAPELARIA BUTTERFLY - 5,50 4,90
CRAYON 2,50 5,50 3,60
ESTRELA MAGAZINE 1,30 4,90 2,50
JB PAPELARIA 1,40 - 3,50
KALUNGA 1,90 5,40 -
LAPAPEL 1,70 5,30 2,40
LEPOK 1,90 5,40 2,49
MAGIC B00K 2,50 6,50 4,00
MISASPEL 2,30 8,75 3,05
MIX MAX 3,25 8,40 5,15
PAPELARIA DO TIO 3,00 11,50 -
PAPELARIA REAL 1,60 8,64 -
PAPELARIA UNIVERSITÁRIA 2,50 10,90 3,50
PAPEL MAGIA 3,00 - -
PAPER FACE 1,80 - 4,20
PEIXINHO DOURADO 2,90 6,90 3,50
ROYAL BOOK 3,50 7,00 -
PAPELARIA RUBY 2,50 - 3,50
VIP PAPELARIA 4,00 11,90 -

.

Tinta Faber-Castell e transferidor Acrimet 180 e 360 graus
Tinta guache Faber-Castell com 15 mililitros (6 cores) Transferidor transparente Acrimet 180 graus Transferidor transparente Acrimet 360 graus
ARMARINHOS FERNANDO - - -
PAPELARIA BUTTERFLY 6,40 4,70 3,90
CRAYON 6,00 4,00 4,50
ESTRELA MAGAZINE 4,50 1,99 2,50
JB PAPELARIA - 2,50 3,20
KALUNGA - - -
LAPAPEL 4,00 2,30 3,50
LEPOK - 2,70 3,20
MAGIC B00K - 3,90 4,50
MISASPEL não 3,25 4,15
MIX MAX - 4,95 6,20
PAPELARIA DO TIO 6,20 4,50 5,50
PAPELARIA REAL - 2,56 2,70
PAPELARIA UNIVERSITÁRIA 5,90 3,50 4,50
PAPEL MAGIA 5,90 3,00 4,00
PAPER FACE 6,00 2,80 3,60
PEIXINHO DOURADO - 3,50 4,50
ROYAL BOOK 5,00 4,50 5,50
PAPELARIA RUBY - 2,80 3,50
VIP PAPELARIA 8,80 4,50 6,00

ENDEREÇOS PESQUISADOS:

■ Armarinhos Fernando. Rua 25 de Março, 864, centro, ☎ 3228-0400. ■ Butterfly. Rua Jumana, 315, Mooca, ☎ 2372-0878. ■ Crayon. Avenida Nova Cantareira, 4543, Tucuruvi, ☎ 2996-6211. ■ Estrela Magazine. Avenida Mateo Bei, 2409, São Mateus, ☎ 2919-7351. ■ JB. Avenida Amador Bueno da Veiga, 1038, Penha, ☎ 3628-1397. ■ Kalunga. Rua Voluntários da Pátria, 1483, Santana, ☎ 3346-9966. ■ Lapapel. Rua Ulpiano, 22, Lapa, ☎ 3872-4577. ■ Lepok. Rua Itapura, 1053, Tatuapé, ☎ 2095-7400. ■ Magic Book. Rua Sócrates, 594, Vila Sofia, ☎ 5687-8702. ■ Misaspel. Rua Fernão Dias, 477, Pinheiros, ☎ 3037-2900. ■ Mix Max. Shopping Jardim Sul, ☎ 3742-6294. ■ Papelaria do Tio. Rua Isabel de Castela, 144, Vila Madalena, ☎ 3032-1575. ■ Papelaria Universitária. Rua Humberto I, 1012, Vila Mariana, ☎ 5080-5800. ■ Papel Magia. Shopping Center Norte, ☎ 2252-2424. ■ Paper Face. Rua Maria Cândida, 292, Vila Guilherme, ☎ 2252-4145. ■ Peixinho Dourado. Rua Afonso Braz, 629, Vila Nova Conceição, ☎ 3589-3312. ■ Real. Rua Doutor Jesuíno Maciel, 951, Campo Belo, ☎ 5543-2088. ■ Royal Book. Rua Barão de Campos Gerais, 348, Real Parque, ☎ 3759-0333. ■ Ruby. Avenida Guapira, 1851, Jaçanã, ☎ 2949-5653. ■ VIP. Shopping Ibirapuera, ☎ 5535-5034.

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    Pina

    Rua Jacurici, 27, Itaim Bibi

    Tel: (11) 3071 2501

    VejaSP
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    Um panorama de receitas do centro e do norte da Itália somadas às próprias criações é a proposta do chef italiano Riccardo Rossi. Pedida para dias de calor intenso, o gaspacho de tomate e pepino é servido em um copo de coquetel com um camarão‑rosa empanado (R$ 54,00). O nhoque de batata com cogumelo porcini seco recebe creme de parmesão e molho de ervas frescas (R$ 58,00). De produção própria, o sorvete de iogurte vem com duas caldas, uma de morango e a outra de limão‑siciliano (R$ 22,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

    Saiba mais
  • Italianos

    Terraço Itália

    Avenida Ipiranga, 344, Centro

    Tel: (11) 2189 2929

    VejaSP
    39 avaliações

    Nem os preços do cardápio nem o visual impactante do topo do Edifício Itália sugerem um local de almoço executivo (R$ 95,00). Mas a verdade é que vale a pena aproveitar esse horário do dia para desfrutar a vista e pagar um pouco menos por um menu completo do chef italiano Pasquale Mancini. As combinações podem incluir uma polenta cremosa com crocante de presunto cru seguido de salmão marinado ou nhoque de molho gorgonzola e rúcula. A sala Panorama tem música ao vivo no jantar (R$ 47,00 o couvert artístico) e pedidas como o camarão ao vinho branco com risoto de açafrão (R$ 136,00) e o merengue com mascarpone, chocolate branco e morango (R$ 29,00), para os casais de apaixonados dividirem.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Japoneses

    Z|San

    Rua Oscar Freire, 439, Jardim Paulista

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  • Bar-restaurante

    El Cordobés

    Avenida das Carinas, 592, Moema

    7 avaliações
  • Empórios ou mercados gourmet

    Vom Fass - Jardim Paulista

    Rua Peixoto Gomide, 1730, Jardim Paulista

    Tel: (11) 4111 7270

    VejaSP
    8 avaliações

    Nas duas unidades desta franquia de origem alemã, o grande barato é comprar azeites, óleos, vinagres, licores e destilados a granel. Eles podem ser levados para casa em garrafinhas, que são cobradas à parte. Para se situar entre os cerca de 100 itens, dá para experimentar um pouco de tudo com o auxílio das atendentes. Toda essa conveniência tem seu preço: 100 mililitros do balsâmico di Modena I.G.P. Maletti, por exemplo, saem por R$ 57,90 e a mesma quantidade do conhaque X.O., envelhecido por duas décadas em barris de carvalho, custa R$ 89,90. Há sugestões mais em conta, caso do azeite extravirgem Pepone (R$ 22,90, 100 mililitros), procedente da Toscana, e do vinagre de maçã (R$ 19,90, 100 mililitros).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Romance / Drama

    Carol
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    5 avaliações
    The Price of Salt (ou Carol) foi escrito por Patricia Highsmith em 1953 e sob o pseudônimo de Claire Morgan. Lésbica ainda não assumida, a escritora tratou de um romance entre mulheres numa época de tabus. O filme Carol, nos dias de hoje, cheira a naftalina, principalmente se comparado a outros trabalhos do gênero, como Azul É a Cor Mais Quente. A intenção do diretor Todd Haynes (de Longe do Paraíso), contudo, era justamente situar a paixão de Carol Aird (Cate Blanchett) por Therese Belivet (Rooney Mara) em mundo controlado pelos homens e onde uma relação homossexual era considerada um escândalo. Seu longa-metragem resplandece na recriação dos anos 50, com figurinos, objetos e cenários de encher os olhos. Mas faltam, sobretudo, à história conflitos densos e uma entrega maior de suas protagonistas. Cate, na pele de uma ricaça madura, mãe de uma menina e esposa aprisionada em um casamento de aparências, se encanta por uma jovem balconista de uma loja de departamentos. A moça, que tem um namoradinho, corresponde à atração platônica. Espere, ao menos, uma hora para ocorrer algo mais, digamos, explícito — um casto beijo, por exemplo. Em um roteiro sem muita imaginação, Cate e Rooney não têm química e, nas raras cenas de sexo, estão desconfortáveis. Nas fitas de Todd Haynes, porém, tudo é lindo, com a cor da echarpe combinando com o esmalte das unhas e o casaco de peles de fazer gritar as fashionistas. Carol conquistou seis indicações ao Oscar e não levou nada. Estreou em 14/1/2016.
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  • Ao criar, em 1950, as tirinhas da série Peanuts, Charles M. Schulz (1922-2000) conseguiu encantar gerações no decorrer das décadas. Craig e Bryan Schulz, o filho e o neto do cartunista, estão, não à toa, por trás da produção e do roteiro de Snoopy & Charlie Brown — Peanuts, o Filme, longa-metragem em 3D do mesmo estúdio de A Era do Gelo. Como era de se esperar, a técnica da animação tem um acabamento perfeito e o uso das cores é muito bem aplicado ao universo de  Schulz. Mas, como não era de se esperar, a trama se mostra muito ingênua e infantil, capaz de agradar apenas às crianças menorzinhas (até os 6 anos). A garotada mais velha e os adultos que cresceram na companhia dos personagens (também um público-alvo) podem se decepcionar. Charlie Brown, Snoopy, Linus e Woodstock são fofinhos, mas, convenhamos, mereciam uma história menos bê-á-bá. Nela, Charlie Brown, o tímido e fracassado aluno da escola, se apaixona por uma nova coleguinha. Sua missão, então, consiste em conquistá-la das formas mais diversas, inclusive pedindo conselhos para a entojada Lucy. Estreou em 14/1/2016.
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  • Extraída do livro A Jogada do Século, escrito por Michael Lewis e lançado no Brasil pela Editora Best Business, a trama de A Grande Aposta está focada em alguns anos antes do colapso financeiro que assolou Wall Street em 2007. Investidores enxergaram uma possível quebra no mercado imobiliário e, então, resolveram lucrar com isso. Christian Bale interpreta Michael Burry, um esperto gestor de fundos de comportamento excêntrico, que corre por fora para ganhar dinheiro. O elenco estelar (e ótimo) ainda inclui Steve Carell, Brad Pitt e Ryan Gosling. Trata-se de uma maneira bem-humorada de mostrar os bastidores das finanças. O problema, porém, está nos excessos. São muitos personagens, diálogos velozes em “economês” (compreendidos por quem é do ramo) e situações por vezes confusas para os leigos. O filme faturou, contudo, o Oscar de melhor roteiro adaptado. Estreou em 14/1/2016.
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  • Do pretensioso (e vazio) Ventos de Agosto, o diretor pernambucano Gabriel Mascaro pulou para Boi Neon, longa-metragem que rodou o mundo e foi premiado em diversos festivais no exterior. Há uma melhoria em relação ao trabalho anterior, a começar pelo enredo. Iremar (Juliano Cazarré) trabalha em vaquejadas no Nordeste e vive, como amigo, na companhia de Galega (Maeve Jinkings) e da filha dela (a fofa e talentosa Alyne Santana). A ambição de Iremar é outra: ele gosta de costurar e bordar vestidos, além de se preocupar com o visual de Galega. Embora tenha um bom (e original) ponto de partida, o filme não se concretiza. A trama se arrasta em situações rasas e, para polemizar, há cenas de nudez de Juliano Cazarré (o Merlô da novela A Regra do Jogo), incluindo uma forte sequência de sexo com uma grávida. Ao invés de aprofundar o tema do vaqueiro “feminino”, o cinesta apela para o choque. Estreou em 14/1/2016.
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  • O incansável Sylvester Stallone arranjou um jeito de reviver (ou recriar) a franquia que teve início com Rocky, um Lutador, em 1976 e gerou mais cinco filmes. Prestes a virar septuagenário, Sly já não tem físico nem fôlego para interpretar um lutador em seus melhores dias. Pois bem. A ideia, então, foi escalar Michael B. Jordan, de 28 anos, para o papel de Adonis Johnson, que vem a ser o filho bastardo de Apollo Creed, principal adversário de Rocky Balboa na cinessérie. Adonis, então, vai procurar Balboa, dono de um restaurante na Filadélfia e afastado há anos dos ringues. Como o pai do protagonista morreu, resta ao bom e velho Rocky servir de treinador ao rapaz. Os vários chichês não são os maiores problemas. Indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante, Stallone, ok, segura as pontas num papel sem truculência, mas faltam fibra, carisma e garra a Michael B. Jordan, melhor explorado pelo mesmo diretor, Ryan Coogler, no drama Fruitvale Station (2013). Até chegar à luta final, o roteiro é preenchido, em arrastada narrativa, com um romance insosso, uma doença para causar comoção, treinos árduos e conflitos tolos. Estreou em 14/1/2016.
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  • Museus

    Museu da Casa Brasileira

    Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2705, Jardim Paulistano

    Tel: (11) 3032 3727 ou (11) 3036 3913

    3 avaliações

    O museu é especializado em design e arquitetura. Fica em uma mansão da década de 40 e tem um jardim de mais de 6 000 metros quadrados. Do lado de dentro, expõe sua coleção permanente de exemplares do mobiliário dos séculos XVII ao XXI. Na agenda cultural, promove mostras temporárias, debates, palestras, cursos e oficinas ligados à área.

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  • Museus

    Catavento Cultural e Educacional

    Avenida Mercúrio, s/n, Brás

    Tel: (11) 3315 0051

    14 avaliações

    Entre os dezoito museus administrados pela Secretaria de Cultura do Estado, o Catavento Cultural e Educacional, no Brás, é o mais visitado da capital. As escolas costumam bater cartão no museu educativo Catavento, mas o passeio também fica legal em família. Primeiro ponto para aproveitar: acorde cedo no sábado, dia em que a entrada é grátis. Quem chega lá por volta das 11 horas consegue as senhas para as oficinas mais interessantes do dia. Entre as atividades mais procuradas estão a parede de escada de 7 metros de altura e o estúdio de TV. no espaço Vida, monitores simulam expedições de pesquisa no oceano e abordam a teoria da evolução, de Charles Darwin, de um jeito que entretém adultos e crianças.

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  • Museus

    Museu do Futebol

    Praça Charles Miller, s/n, Pacaembu

    Tel: (11) 3664 3848

    7 avaliações

    Impossível não se contagiar de cara com a atmosfera boleira deste museu cravado debaixo das arquibancadas do Estádio do Pacaembu. Todas as atrações são multimídia e interativas. Projetores exibem fotografias gigantes de ídolos como Pelé, Garrincha, Zico e Ronaldo. Numa sala, fotos antigas contextualizam os primórdios do esporte no Brasil. Há muito material em vídeo, mostrando dribles, gols e jogadas marcantes. Quem quiser se aventurar (sobretudo as crianças), pode brincar de cobrar um pênalti e medir a velocidade do chute numa atração ou jogar com uma bola virtual em outra. Duas experiências arrepiam os visitantes: imagens de torcedores incentivando aos berros seus times, projetadas em telões debaixo das arquibancadas, e o acesso para ver (e fotografar, é claro) o gramado verdinho do Pacaembu. Em outra sala, telas em alta definição apresentam a história das copas e a participação da Seleção em cada uma delas. Difícil é sair de lá sem querer gritar “Brasil, Brasil, Brasil”.

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  • Monólogo dramático

    O Testamento de Maria
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    2 avaliações
    Parece óbvio, mas não custa ressaltar. Na montagem de um solo, mais importante que a concepção do diretor é a embocadura emprestada pelo intérprete ao personagem. Atriz de peculiar força cênica, Denise Weinberg funde sem trégua sua marcante personalidade a da emblemática figura central do monólogo dramático O Testamento de Maria. Grande atrevimento, afinal, trata-se da mais famosa de todas as que atendem por esse nome, a mãe de Jesus. Ela surge consumida pela angústia e com dificuldade para entender as opções feitas pelo filho recém-crucificado. Escrito pelo irlandês Colm Tóibin com base em seu romance homônimo, o texto despertou polêmica na Broadway e ganha encenação brasileira sob o comando de Ron Daniels. O cenário mínimo traz apenas uma cadeira. Logo após a morte do filho, Maria está exilada em Éfeso porque, dizem, também corre risco de vida, e destrata os discípulos que insistem em visitá-la. Em sua visão, são todos maus elementos que contribuíram para o fim trágico do rebento. O percussionista Gregory Slivar, presente no palco, pontua as falas da intérprete, conferindo uma atmosfera típica das tragédias. Conduzida por Daniels, Denise humaniza tanto a personagem que praticamente abre mão da emoção. Na dor de sua Maria impera a revolta, como a de qualquer mãe em situação semelhante, e o público precisa compreendê-la com a razão para, enfim, se deixar levar por um sentimento de comoção. Estreou em 7/1/2016. 
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  • De tempos em tempos, um espetáculo perdura na memória do público como uma experiência vivida. O ano de 2015, na sua exata metade, já desponta com um forte candidato a esse time cada vez mais seleto. Sob a direção de Rafael Gomes, Maria Luisa Mendonça protagoniza o drama de Tennessee Williams (1911-1983) na pele de Blanche Dubois. Enigmática, falida e em estado de permanente delírio, ela é uma professora obrigada a morar de favor na casa da irmã, Stella (a atriz Virginia Buckowski). Por lá, uma batalha repleta de tensão sexual é travada pelo cunhado, Stanley Kowalsky (interpretado por Juliano Cazarré, em substituição a Eduardo Moscovis), que decide investigar o passado renegado por ela. O que se vê no Tucarena é uma leitura arrebatadora e atemporal de uma história escrita em 1947. Seja na trilha sonora, com referências de George Gershwin, Beirut e Amy Winehouse, ou no cenário de André Cortez, que coloca um chiqueiro de madeira, como simbologia do cortiço onde vivem os personagens, circundado por um trilho, a montagem transmite contemporaneidade. Na mesma sintonia, Moscovis foge do estereótipo do brutamonte e constrói um antigalã amargurado pela vida, enquanto Virginia imprime segurança na doçura de Stella e Donizeti Mazonas, como o amigo de Kowalsky, é econômico na medida certa. A base para o sucesso, no entanto, se apoia na visceral representação de Maria Luisa. Em um transe permanente, a atriz descarta ficar limitada ao recorrente glamour e humaniza Blanche, valorizando a cada cena sua solidão e a óbvia sensação do fracasso. Fabrício Licursi, Fernanda Castello Branco e Matheus Martins completam o elenco. Estreou em 5/6/2015. Até 26/6/2016. + Leia entrevista com o diretor Rafael Gomes.
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  • Mostras de Debret e Paulo Bruscky estão em cartaz até o dia 25
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  • Queridinhos da cena alternativa paulistana, Tulipa Ruiz e Marcelo Jeneci mostram o projeto Dia a Dia, Lado a Lado, homônimo de uma faixa composta pelos dois em 2009, quando, entre uma apresentação e outra no bar Grazie a Dio, na Vila Madalena, eles se tornaram amigos e dividiram o palco pela primeira vez. A suave canção ganhou no fim do ano passado produção em estúdio e videoclipe. No show, os artistas também passeiam pelo repertório pessoal. Tulipa canta as músicas de Dancê, como Proporcional, repleta de soulfunk e trocadilhos divertidos, e a romântica Tafetá. Já Jeneci apresenta o roteiro dos CDs que o consagraram, Feito pra Acabar (2010) e o mais recente De Graça (2013), produzido por Kassin e Adriano Cintra. Não deixe para comprar os ingressos na última hora: eles costumam ser bem concorridos. Dias 24, 25 e 26/6/2016.
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  • Perfil

    Guerra ao mosquito

    Atualizado em: 10.Ago.2016

Fonte: VEJA SÃO PAULO