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Pelo Twitter, Alckmin comenta manifestação do Passe Livre

Governador disse que atos de vandalismo não serão aceitos; Secretaria de Segurança Pública fala em "criminosos infiltrados"

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

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PM estimou 3 000 pessoas no ato (Foto: Folhapress)

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) deu sua opinião sobre o primeiro protesto contra aumento da tarifa do transporte público, que ocorreu nesta sexta (8) e terminou com 17 detidos

Pelo Twitter, o tucano disse que "são inaceitáveis os atos de vandalismo e a destruição de patrimônio público ocorridos hoje na capital". Mascarados quebraram agências bancárias e danificaram carros da polícia e da CET no centro. 

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"A PM agiu e continuará agindo para garantir a liberdade de manifestação e o direito de ir e vir. Vandalismo é crime. Não será tolerado", escreveu o governador. 

A Secretaria de Segurança Pública também se manifestou oficialmente. "A atuação criminosa dos black blocs atrapalhou o legítimo direito de manifestação dos demais", informou a pasta. "Durante a passeata, criminosos infiltrados, armados com escudos, paus, rojões e outros instrumentos, passaram a praticar agressões, vandalismo e danificar propriedade pública e privada, inclusive atirando pedras contra policiais". 

protesto
Agência do Banco do Brasil teve vidros quebrados no centro (Foto: Pedro Belo)

O ato foi acompanhado pela Tropa de Choque da PM. "Foi necessária a atuação da Polícia Militar para impedir que as agressões e destruições prosseguissem. Três PMs foram feridos por pedras atiradas por black blocs. Ao todo, 17 pessoas foram detidas por práticas criminosas. Um artefato explosivo foi apreendido com um deles". 

Segundo a polícia, três agências foram danificadas. A autoridade policial estima que 3 000 pessoas tenham participado da manifestação; para o MPL, foram 7 000. 

 

 

Fonte: VEJA SÃO PAULO