Esporte

Pelé deixa a UTI, mas continua tratamento com antibióticos

Boletim médico divulgado nesta terça-feira informa que ex-atleta apresenta boas condições clínicas

Por: Veja São Paulo

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Considerado o Atleta do Século, Pelé tem sofrido com problemas de saúde (Foto: Agif/Folhapress)

Internado há nove dias, Pelé deixou a UTI do Hospital Israelita Albert Einstein na manhã desta terça-feira (2). O Rei do Futebol permanece hospitalizado para tratar uma infecção renal.

O ex-jogador, de 74 anos, está agora em uma unidade de terapia semi-intensiva. “Lúcido e se alimentando bem, mantém boas condições hemodinâmicas e respiratórias", informou o boletim médico divulgado na manhã desta terça. 

Uma nova avaliação médica excluiu a necessidade de retomar a hemodiálise a que estava sendo submetido até o dia 28 de novembro. "Após as análises clínicas e laboratoriais da manhã de hoje, não houve necessidade de retornar o suporte renal", explicou o boletim. "Outra avaliação da função do rim será feita amanhã cedo quarta." Pelé continua o tratamento com antibióticos

Embora seu quadro tenha evoluído, ainda não há previsão de alta. 

PROBLEMAS RENAIS

O histórico de problemas renais de Pelé tem ao menos quarenta anos, quando precisou retirar um dos órgãos. O motivo que o levou a realizar a cirurgia, ainda na época em que jogava futebol, foi a quantidade de pancadas que recebeu na região durante as partidas que disputava. No entanto, seu desempenho não foi prejudicado até sua aposentadoria definitiva dos campos, em 1977.

Na segunda (24), o ex-jogador precisou ser internado novamente, depois de realizar uma revisão de procedimento cirúrgico para retirada de “pedras”. Os exames revelaram a presença de infecção urinária e o esportista precisou ser transferido para a unidade de terapia intensiva (UTI).

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Nos últimos anos, Pelé vem sofrendo com problemas de saúde. Em 2012, precisou passar por uma complexa cirurgia no quadril. No procedimento, parte do osso deu lugar a uma prótese de titânio e cerâmica. Os médicos afirmaram à época que a lesão óssea foi causada por esforço durante a prática esportiva.

Fonte: VEJA SÃO PAULO