Nos quatro cantos

Confira as peças que ocupam as unidades do Sesc

Há espetáculos nos Sescs Consolação, Belenzinho, Bom Retiro, Ipiranga, Pinheiros, Pompeia, Santana e Santo Amaro

Por: Redação VEJINHA.COM - Atualizado em

Conheça as peças em cartaz nos Sescs de São Paulo:

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  • De Lautaro Vilo. Protagonizado por Gilberto Gawronski, o monólogo dramático é uma ficção criada com base na história de Armin Meiwes, o “canibal alemão” condenado à prisão perpétua por ter devorado um homem que conheceu pela internet. A trama é dividia em três tempos: a festa de 8 anos do personagem principal, a morte de sua mãe e, já adulto, o encontro com um desconhecido que tem consequências chocantes. E, justamente por não ter pudores em expor a versão confessional do criminoso, a montagem revolta, perturba, confunde e eletriza. Em uma interpretação milimetricamente calculada, Gawronski alcança um nível técnico tão elevado que tamanha frieza transmite diferentes sentimentos. Estreou em 09/11/2012. Até 09/12/2012.
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  • Comédia

    O Feio
    VejaSP
    Sem avaliação
    De Marius Von Mayenburg. Uma bela surpresa no fim da temporada. Um engenheiro (Rodrigo Lopez) sempre pensou que fosse um homem normal. Até descobrir que era absurdamente feio e a salvação seria uma cirurgia plástica. A partir desse momento, o protagonista renasce belo, sua ascensão profissional é meteórica e ele entra em crise ao perceber que a felicidade não se baseia apenas na aparência. Uma interessante crítica em uma encenação muito bem conduzida pelo diretor e também ator Alvise Camozzi. Prova de que é possível existirem inteligência e criatividade um um espetáculo apoiado em poucos elementos. Com Malu Bierren bach e Pedro Barreiro. Estreou em 08/11/2012. Até 14/12/2012.
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  • De Antonio Petrin. Em cartaz com o espetáculo Hamlet, Petrin aproveita para também se exercitar nesse monólogo dramático. O próprio ator construiu a dramaturgia com base em fragmentos de textos que interpretou ao longo da carreira ou que simplesmente tinha predileção, como vários clássicos de William Shakespeare. De 07/11/2012 a 15/11/2012.
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  • A Cia. Hiato impressionou com Cachorro Morto (2008), Escuro (2009) e O Jardim (2011). Nesta montagem, o grupo comandado pelo dramaturgo e diretor Leonardo Moreira recorre sem o mesmo equilíbrio aos limites entre a vida e a criação artística. Relatos biográficos dos atores e as relações com os integrantes de suas famílias norteiam os monólogos, que podem ser vistos dois a dois a cada noite. As atrizes Luciana Paes e Paula Picarelli apresentam-se nas quartas. Nas quintas têm vez os solos de Maria Amélia Farah e de Thiago Amaral. Aline Filócomo e Fernanda Stefanski encenam nas sextas. Apenas dois dos seis solos, o de Luciana e o de Thiago, cumprem — e primorosamente — o objetivo de abolir a percepção entre ator e personagem, fundindo invenção e memória. Estreou em 09/10/2012. Até 21/8/2015.
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  • De Jorge Louraço. Mariana Senne e Ieltxu Martinez Ortueta protagonizam a tragicomédia, inspirada no romance Madame Bovary, de Gustave Flaubert. A montagem utiliza-se da linguagem dos quadrinhos e também do universo musical. Transposta para o Brasil, a ação envolve uma vendedora de acarajé que tenta fisgar um europeu pelo estômago. Estreou em 03/11/2012. Até 31/03/2013.
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  • De Nelson Rodrigues (1912-1980). Escrita em 1965, a tragédia ganha montagem dirigida por Antunes Filho. Herculano (interpretado por Leonardo Ventura) é um casto viúvo que se apaixona pela prostituta Geni (papel de Ondina Clais Castilho). A vida dele se transforma completamente, sobretudo diante da oposição do filho, Serginho (Lucas Rodrigues). Poucas inserções da mão autoral do encenador — sempre tão forte — podem ser percebidas em meio ao original. Uma das mais interessantes é apresentar Geni como um fantasma que assombra Herculano durante a ação. Percebendo ter em mãos intérpretes irregulares, Antunes concentrou a atenção na regência desse grupo e fez um espetáculo de qualidade, mas econômico em surpresas. Com Mariana Leme, Felipe Hofstatter, Naiene Sanchez e outros. Estreou em 05/10/2012. Até 27/3/2014.
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  • Adaptação de Dib Carneiro Neto para livro de Valéria Piassa Polizzi. Lançada em 1997, a autobiografia da jovem que contraiu aids aos 16 anos vendeu 300.000 exemplares. Sob a direção de Abigail Wimer, a montagem tenta reproduzir a trajetória da garota que aprendeu a conviver com o vírus e deu sequência à sua vida profissional e sentimental. Perde-se em uma encenação praticamente nula, arrastada e carente de efeitos criativos e principalmente sofre com a imaturidade de um elenco à deriva. Daphne Bozaski, Naiara de Castro e Renata Fasanella revezam-se no papel principal. Dias 02/11/2012 e 15/11/2012.
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  • De Sérgio Roveri. Nicolas Trevijano interpreta uma projeção do vocalista do Nirvana, ícone da história recente do rock, nas horas seguintes à sua morte. Kurt Cobain (1967-1994) nasceu em Aberdeen, na costa oeste dos Estados Unidos, e na vida pessoal, frágil e autodestrutivo, mostrava um comportamento que pouco lembrava a postura dos palcos. É justamente essa imagem que o autor tenta retratar no texto um tanto disperso. Dirigida por José Roberto Jardim, a montagem traça um retrato do jovem, amparada pelos escuros e narrações em off, e se aproxima de um exercício de encenação. Estreou em 07/07/2012. Até 15/12/2012.
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  • Clássico de Ésquilo, Oresteia baseou o grupo [pH2] para criar a tragédia. Imersos em um ciclo de assassinatos, Agamêmnon, Clitemnestra e Ifigênia celebram, evocam e praguejam o passado. Quando Orestes, filho de Clitemnestra, volta ao lar, uma nova ordem se instaura. Estreou em 27/11/2012. Até 26/05/2013.
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  • De Daniel Lobo. O legado da psiquiatra Nise da Silveira (1905- 1999) volta em drama que reúne teatro, música e dança. Trata-se de uma continuação de Nise da Silveira, Senhora das Imagens, que estreou no primeiro semestre. Protagonizada pela atriz Mariana Terra e pela bailarina Ana Botafogo, a montagem mostra como Nise virou referência no tratamento da esquizofrenia, usando técnicas artísticas com os pacientes. No palco ainda estão o pianista João Carlos Assis Brasil e o percussionista Caito Marcondes. Estreou em 17/11/2012. Até 16/12/2012.
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  • Doze atores contam a história do compositor carioca Noel Rosa (1910-1937). A proposta do musical dirigido por Dagoberto Feliz é bem-sucedida, principalmente ao reviver o clima dos botequins dos anos 30 em meio à interpretação de Palpite Infeliz, Três Apitos e Feitiço da Vila. São essas canções que costuram a biografia de Noel (Cristiano Tomiossi), desde a infância até a maturidade autoral e a morte. Com Lívia Camargo, Cibele Bissoli e outros. Estreou em 9/4/2010. Até 27/2/2016.
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  • Clássico do teatro político, o musical originalmente batizado de Arena Conta Zumbi foi criado por Augusto Boal e Gianfrancesco Guarnieri em 1965 e tem canções de Edu Lobo. Em cena está a luta dos negros para resistir ao domínio português nos quilombos. Nesta versão, com direção cênica de João das Neves e musical de Titane, o elenco é composto de dez atores negros, que se revezam nos papéis. Com Alysson Salvador, Benjamin Abras, Evandro Nunes e outros. Estreou em 16/11/2012. Até 23/11/2014.
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  • O espetáculo foi criado em 2007 com base nos encontros mensais dos integrantes dos Doutores da Alegria. Nesses ensaios, cada ator-criador sugere novas cenas e ideias para ser apresentadas nos hospitais onde a trupe atua. É exatamente essa a linha narrativa da montagem, que era exibida esporadicamente e agora ganha temporada regular. Uma animada bandinha recebe os espectadores e já os coloca no ritmo de improviso e gargalhadas, presentes durante toda a peça. Tudo começa com um ônibus que leva os médicos para mais um dia de trabalho. Em duplas, eles fazem esquetes com temas relacionados ao universo clínico (as histórias são diferentes a cada sessão). Podem aparecer tramas como a das amigas Pororoca e Guadalupe, que procuram uma alternativa ao inalador para descolorir os cabelos (segundo elas, o aparelho “oxigena” as madeixas). Também diverte o número em que os doutores tentam “solucionar” os problemas de estresse: com a ajuda de um voluntário da plateia, os palhaços fazem malabares com facas. Estreou em 2/12/2007. Até 7/12/2014.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO