Teatro

Peças de teatro para ir no Dia dos Pais

Confira os espetáculo que podem ser um bom programa para o domingo (10)

Por: REDAÇÃO VEJASAOPAULO.COM - Atualizado em

Para comemorar o Dia dos Pais no domingo (10) de uma forma diferente, confira uma seleção de espetáculos em cartaz na cidade e que são um bom programa para a data:

 

  • Stand-up comedy

    Fora do Normal
    VejaSP
    4 avaliações
    Se existe uma coisa que dá para constatar no espetáculo de stand-up comedy Fora do Normal, do humorista Fábio Porchat, é que ele sabe se promover. Quando a peça começa, o ator surge de camiseta, jeans e chinelos à frente do palco e pede à plateia, de forma divertida, para tirar o som do celular. Só isso já faz rir. Bom de papo, ele emenda um assunto no outro e conta seus casos. Porchat fala sobre o cotidiano nas grandes cidades, a dificuldade para perder peso (ele já integrou o elenco do quadro de emagrecimento Medida Certa, do Fantástico), as roubadas em que se meteu em viagens... O texto cai algumas vezes em piadas manjadas. Mas a capacidade de Porchat de dar graça ao simples com uma boa interpretação e expressões hilariantes revela-se irresistível. Estreou em 6/9/2013. Até 29/11/2015.
    Saiba mais
  • O integrante do programa CQC Marco Luque comprova sua versatilidade como ator dividindo-se em cinco divertidos personagens, todos relacionados aos seus trabalhos. Os tipos são o hiperativo produtor Betonera, o vegetariano avesso ao esforço Mustafary, a doméstica Mary Help, o taxista Silas Simplesmente e o motoboy Jackson Five. Estreou em 23/3/2011. Até 26/11/2014.
    Saiba mais
  • Em cartaz em outros dois espetáculos, o ator Rodrigo Sant’anna, sucesso no humorístico Zorra Total, adapta nesse monólogo um espetáculo da Broadway. Ele se divide em 23 personagens, como um bicheiro e uma socialite. De 9/8/2014. Até 18/10/2014.
    Saiba mais
  • A diretora Neyde Veneziano e os integrantes da Cia. La Mínima assinam a adaptação da comédia de Dario Fo. Domingos Montagner divide a cena com Fernando Sampaio. Ambos desdobram-se em vinte personagens nas quatro histórias inspiradas em passagens da Bíblia que satirizam a espetacularização da fé. Com Fernando Paz. Estreou em 22/3/2012. Até 20/12/2014.
    Saiba mais
  • No fundo de uma cafeteria da Rua Rui Barbosa, no Bixiga, está há dois meses o Top Teatro. O espaço é comandado pelo ator Tony Giusti, que escreveu e protagoniza o principal espetáculo da programação, o monólogo Pós-Man. Sob a direção de Einat Falbel, ele vive um sujeito de meia-idade, entediado com o casamento, que é cortejado por outro homem numa padaria. O argumento oferece reflexão oportuna sobre o papel do macho na sociedade contemporânea. Montado em uma estrutura literária e pouco dramatúrgica, o texto, no entanto, perde fluência e tropeça em clichês. Giusti obtém o engajamento da plateia, mas perde a chance de mostrar mais profundidade. Estreou em 19/4/2014. Até 29/3/2015.
    Saiba mais
  • Monólogo

    Rei Lear
    VejaSP
    5 avaliações
    O protagonista desta adaptação de Geraldo Carneiro para a tragédia de William Shakespeare demonstra apenas vestígios da majestade. Refinado com as palavras, o Rei Lear interpretado por Juca de Oliveira no monólogo não tem coroa, trono nem a postura da realeza. O figurino neutro reforça a imagem de um homem comum e inconformado por ver seus valores ultrapassados. Fiel ao original em sua condução, a trama apresenta o octogenário monarca enlouquecendo gradualmente depois de uma imensa decepção. Ele foi traído por duas de suas três filhas, para as quais havia legado o trono, e não aceita o desprezo. O diretor Elias Andreato montou uma encenação de poucos efeitos para o intérprete solar com brilho. Juca de Oliveira trilha um caminho que deixa o personagem em delírio quase permanente. Na cena final, surge a possibilidade de uma leitura contemporânea para o clássico do bardo inglês. Afastado de seu reino, Lear parece viver agora em uma casa de repouso, e esse talvez seja o grande descaso. Estreou em 18/7/2014. Até 9/8/2015.
    Saiba mais
  • Sucesso há 30 anos, a comédia de Marcos Caruso é baseada na suspeita de adultérios múltiplos. Uma empregada (papel de Anastácia Custódio) envolve seus patrões e dois casais em confusões. Com Ivan de Almeida, Carla Pagani, Tânia Casttello, Miguel Bretas e outros. Estreou em 24/8/1989. Até 11/12/2016.
    Saiba mais
  • Comédia

    Tribos
    VejaSP
    62 avaliações
    Na comédia dramática Vermelho (2012), Antonio Fagundes apresentou o filho Bruno oficialmente ao público. Naquela trama, um consagrado artista plástico e o jovem assistente viviam conflitos, em um inevitável jogo de espelhos. Menos de três meses depois do fim da turnê do espetáculo, a dupla estreou a perturbadora e divertida comédia Tribos, escrita pela inglesa Nina Raine e dirigida por Ulysses Cruz. Está explícito que a energia juvenil de Bruno contaminou o pai a ponto de fazê-lo apostar em uma encenação moderna, com um elenco numeroso e sem protagonismos, capaz de dialogar com diferentes gerações. Billy (papel de Bruno) nasceu surdo em uma família pouco convencional em que todos podem ouvir. Os pais politicamente incorretos (vividos por Fagundes e Eliete Cigaarini) o criaram em um casulo e não se conformam com a dependência dos outros dois filhos (Guilherme Magon e Maíra Dvorek). A situação se desestabiliza de vez quando Billy se apaixona por Silvia (a atriz Arieta Corrêa), uma garota que começa a ensurdecer depois de adulta. Com diálogos afiados e repletos de acidez, o texto é estruturado em nove cenas que abordam a surdez metafórica nas relações pessoais. Como sempre, Fagundes brilha ao aproveitar o histrionismo do personagem, e Bruno mostra potencial na pele do deficiente auditivo em busca de identidade. Sobressai também Guilherme Magon. O ator investe em uma sutil interiorização para fortalecer o irmão deprimido de Billy. Estreou em 14/9/2013. Até 13/12/2015.
    Saiba mais

Fonte: VEJA SÃO PAULO