Roteiro

Parada Gay 2011: restaurantes

Não sabe onde comer? Veja quais locais são mais receptivos ao público GLS

Por: Catarina Cicarelli - Atualizado em

Restaurante Spot
Restaurante Spot: clientes esperam mesa no bar lotado de moderninhos (Foto: Mario Rodriges)

Entre uma farra e outra é preciso recarregar as energias, e nada melhor do que um bom restaurante onde de preferência ninguém fique te olhando feio por causa da sua preferência sexual. Confira seis badalados endereços:

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Fran's Café

Das muitas lojas da franquia de cafeterias, a que mais atrai o público gay na cidade é a da Rua Haddock Lobo. O expresso deles é preparado com um blend exclusivo. Uma ótima pedida para esquentar o inverno ou mesmo para uma pausa no dia da Parada.

La Tartine

O pequeno bistrô localizado na Rua Fernando de Albuquerque vive lotado e costuma atrair um público descolado. Especializado na cozinha francesa, tem entre seus destaques os quiches e o requisitado cuscuz marroquino de frango e cordeiro, servido às sextas.

Mestiço

O restaurante da baiana Ina de Abreu tem diversidade não só no cardápio, voltado à cozinha contemporânea, mas também no público que aparece por lá. Fashionistas, moderninhos e descolados batem ponto na casa, que funciona na Rua Fernando de Albuquerque desde 1997.

Nakombi

A filial do japonês na Vila Olímpia foi um dos poucos restaurantes que abertamente aderiram ao espírito da Parada Gay. Na quinta (23) e na sexta (24), o local oferece o Kombinado GLS, que serve duas pessoas e é elaborado pela chef Lucien Tair. A opção sai por 135 reais e inclui 20 sashimis, 12 sushis, 12 enrolados e dois drinks.

Ritz

Entre os dois endereços do badalado restaurante, o que mais atrai o público gay é o localizado na Alameda Franca, nos Jardins. Nas opções do cardápio sobressaem os pratos rápidos, como hambúrgueres e a torta de frango, que vem acompanhada de salada.

Spot

Localizado em uma praça a poucos metros da Avenida Paulista, o restaurante costuma atrair clientes jovens e modernos e, apesar de não levantar a bandeira GLS, muitos gays, talvez ataídos pelos garçons bonitões. No ambiente badalado também não faltam famosos.

 

 

Fonte: VEJA SÃO PAULO