Gastronomia

Para Steven Kerlo, da Mercearia do Francês, movimento slow é antigo

O Brasil também está descobrindo o conceito

Por: Priscila Zuini - Atualizado em

No restaurante Mercearia do Francês são usados pato e queijo de cabra produzidos de maneira sustentável
No restaurante Mercearia do Francês são usados pato e queijo de cabra produzidos de maneira sustentável (Foto: Renata Ursaia)

“O slow food foi um rótulo criado para falar, de uma maneira mais global, de uma coisa já tradicional da culinária francesa e italiana, que é a valorização dos produtos regionais, do terroir. É defender as tradições e as produções artesanais, que não são voltadas para o volume, mas para a diversidade. (...)

“Temos que valorizar o esforço do produtor que preserva o ritmo natural das coisas. O slow food ainda está crescendo no Brasil e, aos poucos, estamos descobrindo isso. No restaurante, uso jogo americano descartável que fala dos meus ingredientes, como o pato e o queijo de cabra, produzidos de maneira sustentável. É uma maneira de comunicar o cliente de onde vem aquele produto.”

Fonte: VEJA SÃO PAULO