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Bons lugares para paquerar: 30 e poucos anos

Se você tem entre 30 e alguns anos (ou se essa idade for o seu alvo na paquera) indicamos os lugares certos para tentar encontrar um par

Por: Veja São Paulo

casa 92
Baladação na área externa da Casa 92 (Foto: Carolina Krieger)

Selecionamos os lugares certos de paquera para quem tem 30 e poucos anos. Abaixo, confira bares e baladas onde o clima de azaração rola solto.

+ Paquera aos 20 e poucos anos

Tatu Bola - Vila Olímpia
Tatu Bola da Vila Olímpia: alegria pós-expediente (Foto: Fernando Moraes)

BARES

bar.: se você está a fim de paquera, corra direto ao andar superior, onde uma pistinha entra em ebulição ao som de pop e rock, quase sempre ao vivo, de quinta a sábado. Enquanto a pegação costuma ser intensa naquele ambiente, o clima se mostra um pouco mais tranquilo no piso inferior. Ali, o pessoal meio playboy, meio descolado costuma bebericar no espaço escurinho. 

Bar de Cima: Instalado no 3º e no 4º pisos do restaurante Chez Oscar, o local fica apinhado de gente produzida. Um público na faixa dos 30 anos aparece em peso, o que inclui descolados, playboys e, mais recentemente, gays engomadinhos. O agito é garantido no último andar, onde sons eletrônicos bombam nas caixas e a galera conversa em grupinhos, troca olhares e beberica drinques.

Mandíbula: escondido no 2º andar da Galeria Metrópole, o barzinho virou um fenômeno hipster. Jovens modernos — e seus aspirantes — começam lá pelas 19h30 a lotar o minúsculo espaço embalado pelo som de bandas como The Clash, Smiths e Danzig, geralmente conferido por DJs. Como em uma balada, o pessoal se espreme no balcão para conseguir um drinque. Conformada com o espaço exíguo, a galera se espalha pelos corredores em grupinhos, conversando e fertando. 

Tatu Bola: o público de linhagem corporativo-arrumadinha e sedento por paquera aparece em peso na matriz do Itaim Bibi e na filial da Vila Olímpia. Cheio de ânimo para conhecer um par, o pessoal na altura dos 30 anos beberica (e como!) cervejas em garrafa e boas caipirinhas. A casa acaba de abrir uma concorrida unidade nos Jardins. Esperar na longa fila que se forma na porta faz parte do programa.

Vaca Véia: tradicional ponto de azaração de trintões -- quase quarentões --, o lugar completou uma década de vida sem perder força no movimento. A casa, como se diz na gíria do pessoal que a frequenta, está sempre florida — ou seja, com elevada concentração de gente bonita e solteira. 

Bar de Cima
Bar de Cima: clima pré-balada (Foto: Mario Rodrigues)

BALADAS

Casa 92: instalada em uma antiga residência de Pinheiros, a casa tem paredes revestidas de cortinas azuis e projeções em 3D inspiradas em filmes da década de 50. Há também um anexo para clientes fiéis, em sua maioria trintões e quarentões, batizado de Casa da Família. O lugar também conta com uma mesa de bilhar. Tudo isso é embalado pelo ritmo do som de disco e rock das caixas de som.

High Line: o misto de bar e balada é inspirado no parque linear High Line, de Nova York. A troca de olhares costuma rolar na pista de dança embalada por batidas eletrônicas de deep house. O espaço conta ainda com um deque e um terraço com vista para a Vila Madalena.

SOS com Fica Comigo: sem periodicidade certa, a festa da agência Keep Young costuma atrair o público com bandas de músicas dos anos 90 e início dos 2000 com samba, pagode e pop. DJs também animam o pessoal de 30 e poucos anos pronto para arrumar um par. A próxima edição rola no dia 27 de agosto no Esporte Clube Pinheiros.

Wood’s Bar: ficou conhecido por abrir o palco para tendências do sertanejo universitário. A pista é o espaço perfeito para quem está à procura de um par para dançar coladinho os hits disparados pelos DJs ou pelos shows de duplas sertanejas que costumam pintar por lá. 

Fonte: VEJA SÃO PAULO