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Bons lugares para paquerar: 20 e poucos anos

Indicamos os lugares certos para a paquerar se você tem entre 20 e 30 anos (ou se essa idade for o seu alvo)

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

Vila Seu Justino
Vila Seu Justino: agito e troca de olhares (Foto: Fernando Moraes)

Se você nasceu entre a década de 80 e 90, ou se o seu alvo na noite for esse pessoal de 20 e poucos anos, indicamos os lugares certos para a paquera.

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Abaixo, confira bares e baladas onde a troca de olhares impera.

BARES

Brexó Bar e Cozinha
Brexó: ambiente movimentado (Foto: Lucas Lima)

Brexó Bar e Cozinha: se a intenção é bater um papo tranquilo, dê meia-volta, sobretudo se for sexta ou sábado. Por outro lado, caso a vontade seja de paquera e badalação, você encontrou o local certo. Em grandes grupos, rapazes e moças de 20 e poucos anos fazem uma escala no endereço antes da balada. A muvuca fca maior na calçada, de onde se avista o movimento da esquina das ruas Tabapuã e Mário Ferraz. 

Gràcia - volta ao mundo - espanhol
Gràcia: inspiração espanhola (Foto: Mario Rodrigues)

Gràcia: neste endereço onde impera a badalação, o salão escurinho e com decoração inspirada na cultura catalã tem os móveis propositadamente arrastados para os cantos. Moços e moças arrumadinhos, acima dos 25 anos, “desfilam” prontos para paquerar ao som de batidas eletrônicas. Eles também fervem nos bancos de madeira que formam pequenos camarotes na calçada, adorados pelos adeptos de uma folia mais privê. 

lil square bar
Lil' Square: espaço agradável (Foto: Fernando Moraes)

Lil' Square: o  sujeito mais incauto pode pensar que entrou por engano em uma festinha universitária ou num animado albergue. Com vocação para pré-balada, embalado por indie rock e música eletrônica não raro executados por DJs, o bar recebe um público tão jovem e descolado quanto os quatro sócios, nenhum deles com mais de 30 anos. Vale qualquer coisa para aproveitar o ambiente propício à interação: quem não arruma uma mesa no salão de decoração moderninha se aboleta no diminuto balcão ou então se espalha pelo quintal dos fundos, aberto para uma charmosa vila comercial. 

Noname Boteco
Noname Boteco: pegada hipster (Foto: Lucas Lima)

Noname Boteco: se consolidou como uma espécie de botequim hipster quase em frente à Estação Fradique Coutinho do metrô. O imóvel é todo pichado e apinhado de um pessoal que não se importa de bebericar sentado nos degraus que precedem o salão ou em cadeiras de praia na calçada. Acaba de ganhar um salão anexo.

Vila Seu Justino
Vila Seu Justino: com jardim (Foto: Divulgação)

Vila Seu Justino: o clima de paquera dá o tom ao endereço e ganha força nos fins de semana. Apresentações de bandas de pop rock, samba e sertanejo de sexta a domingo. Antes e depois dos shows, o som fica a cargo de DJs, que disparam house comercial para animar a galera de 20 e poucos anos. Entre intensas trocas de olhares e corpos esbarrando-se sem querer querendo, a moçada dança até o chão. 

BALADAS

Anexo B
Anexo B: pop no som (Foto: Divulgação)

Anexo B: a casa-irmã do Beco 203 foi aberta quase em frente a ela na rua Augusta. A proposta não era abrir concorrência: em vez do indie rock, que está no DNA do primeiro espaço, o Anexo B atende o público mais jovem com vontade de dançar música pop e suas vertentes. Com dois andares, a casa pode abrigar duas festas diferentes.

PanAm: com uma bela vista da capital, o topo do hotel Maksoud Plaza, ícone do luxo dos anos 80, está aberto aos baladeiros. O local sedia o PanAm, clube inspirado na antiga companhia aérea americana, que vem reunindo o público jovem no 22º andar do prédio. O clima de aeroporto se dá logo na entrada, com caixas de som que reproduzem o barulho de turbinas de avião e luzes de LED azuis que guiam o público para a pista. 

Tex Redneck Bar
Tex Redneck Bar: pistinha no fundo da casa (Foto: Marcus David)

Tex Redneck Bar: na Rua Augusta, jovens lotam o Tex RedneckBar, espaço multifuncional criado pelo DJ Click, proprietário também do clube Blitz Haus. O local traz decoração temática texana, como chifres de touro nas paredes e muita madeira. Entre as atrações, há um restaurante tex-mex, duas pistas de boliche, mesasde sinuca e carteado, fliperama e uma salinha para karaokê. Os baladeiros investem em visual descolado, sem muita produção. Na pista ao fundo, cujo teto pisca com quadrados de luz coloridos, rola principalmente rock, com clássicosdo gênero e hits mais pop.

 

 

Fonte: VEJA SÃO PAULO