Comportamento

O que andaram falando no show de Ozzy Osbourne

Roqueiro inglês se apresentou no Anhembi no sábado (2)

Por: Carolina Giovanelli - Atualizado em

Ozzy
(Foto: Orlando Oliveira / Ag.News)

— Isso aqui está parecendo uma filial do inferno.

De um homem de cerca de 60 anos, na plateia, rodeado por cabeludos vestidos de preto

— Kisser, seu gato!

Homem de uns 35 anos, gritando para Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, que abriu a noite

— A maquiagem dos metaleiros vai borrar toda.

Rapaz de 20 anos, quando começou a chover

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— Fecha a boca!

Homem de cerca de 40 anos, para seu amigo que estava de queixo caído enquanto o guitarrista tocava um solo

— Chiiicleeeteee! Oba, oba!

Rapaz na pista vip, que comparava as tranças do baterista às do vocalista da banda de axé Chiclete com Banana

— Para com isso!

Mulher para o marido de cerca de 45 anos, que curtia a música balançando a cabeça e o corpo freneticamente

— Você vai comprar cerveja para mim e volta só com metade do copo?

De um jovem na pista reclamando para o amigo

— O Ozzy agora mudou de nome?

Garota de cerca de 25 anos, sobre a placa da Companhia de Engenharia de Tráfego na qual se lia “‘Ozzi’ Osbourne”

— Claro que isso é música!

Rapaz para a namorada

— Metaaaaaaaaal!

A palavra mais ouvida durante a noite, sempre seguida do sinal do heavy metal, com os dedos indicador e mínimo levantados

— Ainda lembro do Rock in Rio, quando eu vi o Ozzy com lama até os joelhos. Ele entrou no palco em um trono suspenso.

Fã cinquentão, sobrevivente do show de 1985

Fonte: VEJA SÃO PAULO