Comportamento

Os sultões dos camarotes

Eles aparecem de Ferrari, são escoltados por seguranças particulares dentro das boates e chegam a torrar 50 000 reais em uma só balada

Por: João Batista Jr. - Atualizado em

Capa balada - Alexander de Almeida
Alexander de Almeida: "Gasto para chamar atenção das gatas" (Foto: Fernando Moraes)

O empresário Alexander de Almeida, de 39 anos, não faz parte do time das celebridades da capital. No universo das melhores casas noturnas daqui, porém, ele recebe tratamento digno de estrela. É conhecido como um dos paulistanos que mais esbanjam dinheiro nesse circuito boêmio. Costuma chegar a endereços como a boate Pink Elephant, no Itaim, acelerando sua Ferrari avaliada em 1,2 milhão de reais. Do carro de trás, um Porsche Cayenne, saem três seguranças particulares. Na volta para casa, um dos profissionais assume o volante da Ferrari. Todos eles entram sem passar por revista e se dirigem diretamente para o principal camarote,com capacidade para vinte pessoas.

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Em uma balada recente por lá, o relógio marcava 0h30 e a pista ainda estava começando a encher quando a turma apareceu. “Hoje você vai ver o que é uma festa de verdade”, anunciou Almeida, enquanto mostrava no aplicativo Instagram algumas fotos de seu universo particular: casa de praia no Guarujá (“A Sabrina Sato gravou por lá para o programa Pânico na TV ”), viagem ao Rio em avião fretado (“Mais conforto, esquema top e sem fila”) e imagens em outras noitadas, muitas noitadas.

Capa balada - O maior esbanjador - Alexander de Almeida
Nome: Alexander de Almeida, 39 anos. Profissão: dono de uma empresa despachante que presta serviços a bancos. Gasto por balada: até 50 000 reais. “Saem da minha conta de 200 000 a 300 000 reais por mês apenas com as noitadas”. Bebidas: champanhe Cristal e vodca Cîroc (Foto: Mario Rodrigues)

Ele abre os trabalhos, digamos assim, pedindo cinco garrafas de champanhe Veuve Clicquot e duas de vodca Cîroc, além de latinhas de energético. Aos poucos, algumas meninas começam a rondar. Vão se acomodando na mesa e, as mais espertas, cumprimentam o dono do pedaço como se fossem velhas amigas, mesmo sem conhecê-lo. Um promoter chega ainda com mais moças. Como em um passe de mágica, Almeida, que tem mais pinta de personagem de comédia adolescente americanana linha American Pie do que de Cauã Reymond, parece virar um galã global, tamanho o assédio ao seu redor. “Não vou ser hipócrita, gasto dinheiro para chamar a atenção das gatas”, assume. “E tem uma coisa: eu gosto de vodca, mas elas ficam impressionadas mesmo é com champanhe.”

Capa Balada - Almeida no camarote
Almeida e amigos (ou recém-conhecidos) no camarote (Foto: Mario Rodrigues)

Para comprovar sua tese, ele estala os dedos, chama a garçonete e encomenda de uma tacada só outras quinze garrafas de Veuve Clicquot e duas de Cristal. Todas chegam à mesa com velas acesas irradiando fogos, como ocorre sempre que alguém faz um pedido extravagante como esse na Pink Elephant. “A coisa vai ficar quente”, exultava o rapaz, distribuindo brindes e olhares. “Uma vez, transei dentro da boate”, contou. No fim daquela noite, pagou uma conta de 25 000 reais, que passou no cartão de débito. Duas semanas depois, voltou ao mesmo lugar e bateu seu recorde pessoal, desembolsando o dobro desse valor.

Capa balada - Almeida recebe convidados no camarote
Almeida recebe convidados no camarote (Foto: Mario Rodrigues)

Morador de um apartamento no Jardim Anália Franco, na Zona Leste, decorado com mármore no chão e cristais Swarovski nos banheiros, ele é proprietário de uma empresa despachante que presta serviços a instituições financeiras ligados à recuperação de carros de clientes inadimplentes, entre eles a atualização dos documentos e o transporte dos veículos até os locais de leilão. “Bancos como Votorantim, Pan e Itaú estão entre os meus clientes”, afirma. No circuito de baladas, ao lado da Pink Elephant, a Royal, também localizada no Itaim, é uma de suas prediletas. Em setembro, durante um show dos Racionais MC’s por lá, pediu 100 garrafas de champanhe. “Chego a gastar entre 200 000 e 300 000 reais por mês em baladas”, orgulha-se. Para efeito de comparação, ele torra cinco carros Eco Sport zero-quilômetro na boemia. “Casei cedo e não podia sair. Agora que estou solteiro curto a vida”, justifica.

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A metrópole tem mais de 180 baladas, mas menos de dez delas oferecem ao público muito rico o que eles querem: exibir-se para as mulheres e os amigos. As principais se concentram entre Itaim e Vila Olímpia, como Disco, Provocateur, Villa Mix (um freguês famoso do local é o craque Neymar, que comemorou por lá seu último aniversário). “Quem compra camarote vê chover mulher do seu lado”, conta Wellington Dissei, 26 anos, que vai pelo menos duas vezes por semana à Wood’s, na Vila Olímpia, especializada em música sertaneja. Wellington sempre fica no camarote, ao preço de 2 500 reais por noite, com seu primo Renato. Os dois são herdeiros de uma construtora. Numa recente noite de sexta-feira, em menos de meia hora após terem chegado, os rapazes passaram a ser rodeados por meninas jovens de não mais que 25 anos. Elas pediram para beber champanhe rosé e passaram a chamar Wellington carinhosamente de “Well”. “Esta é a primeira vez que vejo esta menina na vida”, dizia ele, todo sorrisos. Renato, seu primo, também tirava onda de sultão. “Adoro a música daqui”, contava, com uma garota pendurada em seu cangote. Nenhum dos primos tem o padrão de beleza mister Universo. As garotas que frequentam esses ambientes, no entanto, não parecem tão preocupadas com isso. “Os caras chegam colocando pulseira na gente, convidando para ir para o camarote”, afirma a estudante Elisa Fuks, de 19 anos, uma bela morena de lábios carnudos e corpo mignon. “Tem cara feio com um bom papo, então não vou apenas aos espaços reservados dos bonitos.”

Capa balada - Instagram de Alexander de Almeida
Uma das fotos do Instagram de Almeida mostra as garrafas de champanhe consumidas na noite (Foto: Arquivo Pessoal)

O padrão atual de gastança impressiona até quem já viveu dos negócios da boemia, como é o caso do empresário José Victor Oliva, que comandou entre os anos 80 e 90 a boate mais sofisticada da cidade, o Gallery, nos Jardins. “Existem as pessoas que sabem das coisas e as cafonas. Gastar 25 000 reais em uma balada é fora de moda”, diz ele. Os funcionários das casas noturnas da atualidade não parecem se incomodar com as extravagâncias desse tipo de gente. “Uma vez, vi caras pedirem Veuve Clicquot para jogar no chão, de farra, como se fosse sapólio para limpar o piso”, conta Débora Souza, hostess de camarote da Pink Elephant. A tolerância tem uma explicação. Os reis dos camarotes ajudam a engordar — e muito — os lucros. “Mais de 50% do nosso faturamento vem desses espaços vips”, diz Vivian Alves, gerente da Provocateur. Ela anda com um rádio e dois celulares pela balada.

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Capa balada - Eles dividem a conta
Nomes: Henrique Merlin, 29 anos, Rodrigo Pina, 37, e Ronald Campos Jr., 25 (da esq. para a dir.). Profissões: o primeiro e o terceiro são sócios de uma empresa de edificação predial e Pina é publicitário. Gasto por balada: chega a 20 000 reais, divididos entre os amigos. Bebida: vodca com energético (Foto: Mario Rodrigues)

Há algumas semanas, em uma quinta, o equipamento dela tocou no início da noite. Era Stephano Costa, 29 anos, herdeiro da Uniesp, rede com mais de 100 faculdades no país, quem chamava. “Vivian, a balada está vazia. Vai continuar assim?”, questionou. Entre uma taça e outra de Dom Perignon Luminous (1 800 a garrafa), ele informa, esforçando-se para soar natural: “A minha camiseta é da marca Givenchy”. Stephano curtia a onda ao lado do amigo Hagop Guerekmezian Filho, 27 anos, vice-presidente da empresa de plásticos do pai, “que emprega 20 000 pessoas”. A estratégia é nunca ficar nos lugares até depois das 3 da manhã. “Os caras ficam bêbados provocando quem está no camarote”, explicou Guerekmezian Filho. Do alto de sua experiência na área de diversões, aproveitou para criticar a oferta da capital. “De zero a 10, dou nota 5 para a noite de São Paulo”, disse. “Nem sempre há DJs bons, a estrutura de som deixa a desejar e aqui só tem a nata de São Paulo, enquanto Ibiza atrai gente importante do mundo todo.” Guerekmezian Filho tem uma agenda internacional. “Em maio, vou para Cannes durante o festival de cinema, no fim de julho fico em Saint-Tropez e, no começo de agosto, passo uma semana na Espanha.” Ainda tem mais. “No Halloween, em outubro, gosto das festas de Nova York.” Ele de-tes-ta falar em valores gastos em baladas, mas a diversão sempre começa a partir dos 3 000 reais. “Na semana passada, gastei 10 000 dólares em uma boate de Las Vegas.”

Capa balada - Primos do barulho
Nomes: Renato, 31 anos (de camisa branca), e Wellington Dissei, 26 anos. Profissão: empresários. Gasto por balada: a partir de 2 500 reais. Bebida: eles preferem uísque Black Label, mas mandam vir champanhe quando as meninas pedem (Foto: Mario Rodrigues)

Algumas festas itinerantes de música eletrônica também investem nos espaços vips, caso da Deep e da The 400 Club. “Sem esse serviço, os melhores clientes nem aparecem”, diz Rubens Nigro, sócio da The 400 Club, cujos camarotes custam de 4 000 a 8 000 reais. A última edição de seu evento ocorreu no Espaço Metropolitan, no Brooklin, em setembro. Mesmo com boa infraestrutura, os amigos de Rodrigo Pina, Ronald Campos Jr. e Henrique Merlin levaram um segurança particular. Esse personagem tem determinadas funções. Uma delas é servir de pombo-correio ao chamar meninas da pista de dança para o camarote, além de barrar engraçadinhos que usam a namorada para abastecer seu copo. Na festa da The 400 Club, o segurança particular teve outra atribuição: interveio quando um funcionário da balada quis tomar o vidro de lança-perfume de um conhecido deles que dava umas baforadas. Tal funcionário não apenas desistiu do confisco como aceitou um agrado: uma nota de 100 dólares.

Capa balada - Só no champanhe
Nomes: Hagop Guerekmezian, 27 anos, e Stephano Costa, 29. Profissão: herdeiros de uma fábrica de plásticos e de uma rede de faculdades, respectivamente. Gasto por balada: a partir de 3 000 reais (Foto: Mario Rodrigues)

O empresário Renato Ratier, dono do D-Edge, na Barra Funda, avalia que esse exagero de gastança foi inspirado no comportamento dos notívagos de Nova York. “A onda começou por lá com homens ricos querendo mostrar poder e com mulheres interessadas em conquistar esse tipo de cara.” Marcus Buaiz, sócio da Royal e da Provocateur, vê a privacidade e o conforto como os melhores benefícios dos camarotes. Daí ter criado na Royal um com entrada privativa. O espaço também tem banheiro e cabine para DJ. “Lá eu recebo amigos como Ronaldo e Anderson Silva”, informa. Ainda que a conta seja salgada no fim da noite, a estratégia de impressionar funciona. “Isso é coisa de homem solteiro”, define Alexander de Almeida. “Ninguém quer ir para casa sozinho depois de torrar tanto dinheiro.”

Capa balada - Vivian Alves, gerente da Provocateur
Vivian Alves, gerente da Provocateur: mimos aos fregueses (Foto: Mario Rodrigues)

 

Os dez mandamentos da área vip

A cartilha para chamar atenção nos lugares mais caros

1 - Ser solteiro. O principal objetivo de quem compra camarote é atrair mulheres e, no fim da noite, eleger uma delas para levar para casa.

2 - Beber champanhe como se fosse água. Para chamar a atenção das meninas, eles pedem várias garrafas de uma só vez. Vodca e uísque são coadjuvantes.

3 - Ser competitivo. Se o vizinho de camarote pediu três garrafas de champanhe, ele manda vir cinco. Se o pedido for de dez, aumenta para quinze. Essa disputa é estimulada pelas atendentes, de olho na gorjeta.

4 - Ter carrão. Ferrari, Lamborghini, Defender e BMW X 6 ajudam a fazer uma chegada triunfal na porta da balada, ainda mais se o possante estiver sendo pilotado pelo motorista particular.

5 - Andar escoltado por seguranças. Há quem chegue às casas noturnas com três deles. Os armários ajudam a controlar o entra e sai do espaço vip.

6 - Esbanjar. Mostrar pelo Instagram fotos de sua casa de praia e da última viagem a Saint-Tropez, na França, faz parte do xaveco típico de um sultão de camarote.

7  - Ser generoso. Eles servem bebidas caras a moças que acabam de conhecer. Algumas, aliás, aproximam-se apenas para pegar um drinque e depois voltar para a pista de dança.

8 - Ser amigo dos promoters. São eles que recheiam os camarotes de meninas lindas e solteiras. Muitas delas travam uma disputa para ver quem beija o mais bonito e rico da noite.

9 - Não precisar bater cartão. Seja jogador de futebol, seja empresário, seja filhinho de papai, é fundamental poder acordar, após a balada, depois do meio-dia.

10 - Ter amigas “famosas”. Eles a-do-ram falar das “celebridades” que são suas amigas. A apresentadora, modelo e atriz Helen Ganzarolli é um nome que aparece com frequência.

Capa balada - Neymar no camarote do Villa Mix
Neymar: aniversário comemorado no Villa Mix, na Vila Olímpia (Foto: AGNews)

A conta vai até 25 000 reais

Os preços e as características dos serviços das maiores casas da cidade

DISCO

Quantos camarotes: 19

Preço: de 2 000 reais (destes, 1 700 reais consumíveis) a 6 000 reais (5 500 consumíveis)

Público: há jovens de sobrenomes poderosos. As meninas têm o mesmo tom do cabelo da Lalá Rudge

PINK ELEPHANT

Quantos camarotes: 11

Preço: de 4 000 a 25 000 reais (tudo consumível)

Público: playboys que curtem foguinho no champanhe e escutam de Naldo a David Guetta

PROVOCATEUR

Quantos camarotes: 11

Preço: de 4 000 a 10 000 reais (consumíveis 3 000 e 7 000 reais, respectivamente)

Público: interessados em música eletrônica, sobretudo house

ROYAL

Quantos camarotes: 6

Preço: 2 500 reais (1 700 consumíveis) , 3 500 reais (2 700 consumíveis) e 6 000 (4 000 consumíveis)

Público: jovens de até 25 anos que usam roupas justas para exibir os músculos

WOOD’S

Quantos camarotes: 11

Preço: a partir de 2 500 reais(1 900 consumíveis)

Público: jogadores de futebol, atores, sertanejos e periguetes em geral

THE 400 Club (festa itinerante)

Quantos camarotes: 12

Preço: de 4 000 a 8 000 reais, com metade do valor consumível

Público: eclético, que usa de All Star a Christian Louboutin

 

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  • Pizzarias

    Vérdi

    Avenida Engenheiro Caetano Álvares, 5682, Imirim

    Tel: (11) 2977 7992 ou (11) 4564 8882

    VejaSP
    1 avaliação

    Ocupa um imóvel vistoso, que chama a atenção de quem passa pela Avenida Engenheiro Caetano Álvares. No amplo salão de pé-direito alto, uma das paredes é forrada por um jardim vertical de plantas artificiais. Antes de passar às pizzas, há lascas de massa finíssima com alcaparras e azeitonas pretas, servidas na cestinha (R$ 15,00 a porção). Os discos, também delgados mas sem exageros, podem ser cobertos pela mela verde (peito de peru defumado, queijo brie, alho-poró e lâminas de maçã verde; R$ 63,00) com uma agradável combinação de sabores ácidos, doces e salgados. Na marinara (R$ 56,00), mussarela, tomate fatiado, alho no azeite, queijo parmesão e azeitona preta. Sem o mesmo brilho das anteriores, a parmegiana (R$ 53,00), feita de berinjela empanada sobre mussarela, costuma vir oleosa. As refeições são embaladas por música pop, exceto às sexta e aos sábados, quando um pianista se apresenta num curioso palco a cerca de 4 metros do chão.

     

    Preços checados em 15 de abril de 2015.

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  • Alex Atala, Jefferson Rueda e Alberto Landgraf,  entre outros cozinheiros, propõem menus fechados a quatro ou seis mãos
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  • Saiba onde é possível experimentar a iguaria a partir de R$ 95,00
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  • Bares variados

    bar.

    Rua Joaquim Antunes, 248, Pinheiros

    Tel: (11) 3061 3810

    VejaSP
    14 avaliações

    Parece dois estabelecimentos em um só este bar. De quinta a sábado, a pista do 1º andar entra em ebulição ao som de pop e rock quase sempre ao vivo. Enquanto a pegação aparentemente é intensa naquele espaço, o clima se mostra (um pouco) menos quente no piso inferior. É ali onde se faz a pausa para beliscar os novos acepipes do chef e sócio Marcos Lee, o China, que não renega o apelido ao mirar a Ásia nas criações. De inspiração japonesa, o karaage (R$ 35,00) reinterpretado vem na forma de nacos de sobrecoxa de frango empanados após marinarem em iogurte e gengibre. Fazem acompanhamento creme azedo, molho de cereja e pimenta. Interessante encontro de mar e terra, o surf n’turf (R$ 39,00) é um hamburgão de lombo suíno e camarão ao curry no pão com maionese de ovas, bacon ao molho de ostra e crocante de coco. Antes do retorno à folia, o mojito de lichia (R$ 27,00) desce macio.

    Preços checados em 19 de maio de 2015.

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  • Cozinha

    Casas que fazem boas porções de lula à dorée

    Atualizado em: 1.Nov.2013

    Separamos algumas versões da velha e boa porção
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  • Pela sexta vez a cidade recebe o SP Burger Fest. A partir desta sexta (15/5), mais de oitenta estabelecimentos participam desta edição do evento, que vai até o dia 31. Como regra, cada um deles cria no máximo três receitas. É o caso do Obá, restaurante que servirá sanduíches de inspiração tailandesa, italiana e mexicana. O thai leva carne de cordeiro, curry, molho de iogurte, ervas, relish de pepino e gengibre. Uma versão com polpettone de fraldinha recheado de mussarela, tomate confitado, rúcula e manjericão é chamada de la dolce vita. O del desierto mexicano é composto de hambúrguer feito de coxa e sobrecoxa de frango temperado com um mix de cebola e alho-poró desidratados, pasta de feijão, guacamole, alface, tomate e molho picante. Todos têm preço individual de R$ 38,00 e chegam na companhia de batata frita rústica. Duas feirinhas gastronômicas acontecem paralelamente para abrir e encerrar o festival. Uma delas, a Burger Weekend, terá trinta horas de duração. De 15 a 31/5/2015
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  • Acontece de 2/11 a 17/11/2013 nos Masp, Memorial da América Latina, Auditório Ibirapuera, Praça Victor Civita e Conjunto Nacional, além de 32 CEUs, Centro de Convivência Educativo e Cultural de Heliópolis, quatro Fábricas de Cultura e terminais rodoviários Tietê;, Barra Funda e Guarulhos. Ao total, são cerca de 300 atrações em duas semanas. A programação é inteiramente gratuita e aberta ao público. Confira os destaques: Shows - Abertura - Maestro João Carlos Martins e Bachiana Filarmônica SESI-SP - Dia 2 de novembro, às 17 horas, no Auditório Ibirapuera - Quinteto La Camorra (Argentina) - Dia 9 de novembro, às 16 horas, na Praça Victor Civita - Ricardo Herz para Crianças com participação da Cantilena Ensemble - Dia 15 de novembro, às 11 horas, na Praça Victor Civita - A História do Brasil Através da Música - Cantilena Ensemble - Dia 10 de novembro, às 11 horas, na Praça Victor Civita - Encerramento: Bixiga 70 - Dia 16 de novembro, às 17 horas, na Praça Victor Civita Exposição - Arquitetura e Sociedade: Públicos Espaços - De 4 a 17 de novembro, no Conjunto Nacional - 1ª Edição FotoBienal - De 5 a 17 de novembro, de terça a domingo, das 10h às 18h, no Masp - X Bienal de Arquitetura - De 5 a 17 de novembro, de terça a domingo, das 10h às 18h, no Masp - Lucian Freud: Corpos e Rostos - De 5 a 17 de novembro, de terça a domingo, das 10h às 18h, no Masp - Deuses e Madonas, a arte do Sagrado - De 5 a 17 de novembro, de terça a domingo, das 10h às 18h, no Masp - Acervo do Masp - De 5 a 17 de novembro, de terça a domingo, das 10h às 18h, no Masp Infantil - Vinicius e Niboca - Cia. Articularte - Dia 9 de novembro, às 11h, na Praça Victor Civita - Portinari Pé de Mulato – Cia. Articularte - Dia 10 de novembro, às 15h30, na Praça Victor Civita - O Trenzinho Villa-Lobos – Cia. Articularte - Dia 15 de novembro, às 15h30, na Praça Victor Civita - A Cuca Fofa de Tarsila – Cia. Articularte - Dia 17 de novembro, às 15h30, na Praça Victor Civita Circo - Circo Zanni - De 9 a 17 de novembro, no Memorial da América Latina
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  • Saiba onde assistir a Até as Princesas Soltam Pum, Pandolfo Bereba e Procurando Firme
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  • Um amplo painel das artes gráficas no Brasil é apresentado na mostra (Imagem) Gráfica, em cartaz na Estação Pinacoteca, embora também haja nomes internacionais. Organizada por Carlos Martins e Claudio Mubarac, a seleção amealha 140 obras realizadas de 1647 a 2006. Sobressaem os viajantes estrangeiros do século XIX que fizeram carreira por aqui, a exemplo de Debret e Rugendas. No modernismo, a xilogravura ganha formas expressionistas através da produção de Oswaldo Goeldi e Livio Abramo. Dos contemporâneos, destaque para o ótimo uso de cores por Cildo Meireles. De 19/10/2013 a 25/10/2014.
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  • Tragicomédia

    Contrações
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    4 avaliações
    Dá gosto ver Débora Falabella no palco. Estrela das novelas da Rede Globo, ela poderia desfrutar das férias na emissora dedicando-se a qualquer outra atividade, como boa parte de seus colegas costuma fazer. Mas Débora é uma atriz também de teatro e prefere estar no palco. Durante o mês de setembro, o seu Grupo 3, completado pela atriz e diretora Yara de Novaes e pelo diretor e pesquisador Gabriel Fontes Paiva, ocupou o Teatro Sérgio Cardoso com três espetáculos, A Serpente, O Continente Negro e O Amor e Outros Estranhos Rumores. A estreia do drama Contrações no Centro Cultural Banco do Brasil vai além de mostrar um trabalho inédito. Sob a direção de Grace Passô, a montagem do Grupo 3 traz para o público um bom espetáculo, apoiado em uma temática contemporânea, de opções estéticas arrojadas – algumas discutíveis – e de diálogo acessível ao público. Escrito pelo inglês Mike Bartlett, o texto foi encenado por Zé Henrique de Paula sob o título de O Contrato em 2011. Se a leitura anterior privilegiava os diálogos sarcásticos e tinha o ator Sergio Mastropasqua e a atriz Renata Calmon como a dupla principal, a atual montagem foge de qualquer realismo para representar essa visão autoritária do mundo corporativo. O fato de ser protagonizado por duas mulheres, como manda o original, amplia as possibilidades de leituras, inclusive a do espelhamento entre as duas. Yara de Novaes interpretada a gerente linha-dura, que, um belo dia, faz um alerta para uma de suas funcionárias, a jovem e eficiente Emma (papel de Débora): não é permitida nenhuma relação sentimental ou sexual entre colegas de trabalho. Em sucessivos encontros, o abuso de poder e as tentativas de manipulação da superior em relação à empregada só tomam tintas mais fortes e, em situações que beiram o absurdo, a chefe testa até que ponto Emma é capaz de segurar o vale-tudo capitalista. No bate-bola de interpretações, Débora é mais interiorizada e transmite as surpresas, raiva e abnegação da personagem. Ela investe no olhar e na transformação da postura e, aos poucos, vai ficando curvada e com os movimentos mais lentos. Em contrapartida, Yara esbanja uma intensidade crescente, principalmente por explorar mais a voz e reforçar o caráter amargo e a vilania da personagem. Contradições perde fôlego em propostas abstratas de direção – uma das marcas de Grace Passô –, como a ideia do prólogo e as excessivas cenas da personagem Emma tocando na bateria. Na primeira vez, fica evidente a boa sacada. Depois, é pura repetição. O equilíbrio das interpretações, no entanto, é o grande trunfo da encenação e prova que, mesmo em um palco vazio, o efeito não seria menor. Estreou em 19/10/2013. Até 29/7/2015.
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  • Enquanto o espectador desce a escada que dá acesso ao subsolo do Teatro Pequeno Ato, o ator Jones de Abreu inicia a apresentação do monólogo dramático. Como se recepcionasse um convidado, ele sutilmente fixa o olhar em alguém do público e o convida a ocupar o “melhor lugar”. O protagonista da peça escrita e dirigida por Sérgio Maggio é um artista plástico em preparação para mais um quadro. Aos domingos, ele costuma receber rapazes, muitos deles michês, para retratá-los em suas telas. O rosto nem sempre aparece nítido. Para o desenho do corpo, no entanto, uma maior atenção é dispensada. Jones de Abreu manuseia as tintas e começa a esboçar a imagem. Também artista plástico, o ator trava esse diálogo de linguagem e, ao mesmo tempo em que orienta seu modelo fictício, traz à tona fragmentos de sua vida para transformar dramaturgia. Jones de Abreu empresta ao personagem uma intensidade que valoriza o texto e proporciona diferentes leituras. A força de seu olhar leva o público a duvidar das intenções do personagem e, na segunda parte do espetáculo, oferece possibilidades que tanto podem emocionar como dar repulsa. A surpreendente delicadeza com que o tema do abuso infantil é levado à cena minimiza o peso, mas jamais esvazia a mensagem final. Para isso, mostra-se fundamental, além da interpretação de Abreu, a dramaturgia repleta de sutilezas e absolutamente imparcial. Em nenhum momento, a direção propõe um julgamento sobre os atos do protagonista. Pelo contrário. Coloca no palco uma história verossímil e passível de levantar debates sobre a violência. Estreou em 9/10/2013. Até 10/11/2013.
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  • Os diretores João Grembecki e Claudia Schapira montam duas visões da heroína
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  • Formado por Anthony Kiedis (vocais), Flea (baixo), Chad Smith (bateria) e Josh Klinghoffer (guitarra), o Red Hot Chili Peppers volta à cidade com a mesma turnê que passou por aqui no ano passado. Baseado no premiado disco I´m With You (vencedor do Grammy de melhor álbum de rock), o repertório inclui os inevitáveis hits Californication e Give It Away. O trio nova-iorquino Yeah Yeah Yeahs fica responsável pela abertura. Dia 7/11/2013.
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  • Quando foi lançado, há dois anos, Thor não era bem o que os fãs esperavam. Com diálogos pomposos e direção de arte puxada para o brega, Kenneth Branagh causou frustração atrás das câmeras. A sequência, Thor — O Mundo Sombrio, traz o mesmo elenco, um novo cineasta (Alan Taylor, vindo da TV) e melhorias em todos os setores. Além de um roteiro mais enxuto e compreensível para os não iniciados, o visual carregado passou por uma faxina geral. Os efeitos especiais mantêm a qualidade, assim como o humor, introduzido em espirituosas piadinhas. Na trama, Odin (Anthony Hopkins), rei de Asgard, está decidido a ceder o trono ao filho Thor (Chris Hemsworth). O irmão dele, o ambicioso Loki (Tom Hiddleston), foi feito prisioneiro e, assim, a paz voltou a reinar por lá. Até o surgimento de Malekith (Christopher Eccleston). Esse vilão enfurecido quer recuperar uma poderosa força maligna que, surpresa!, se instalou no corpo de Jane Foster (Natalie Portman), a terráquea por quem Thor se apaixonou. Atenção: não saia da sala antes do término dos créditos, porque há uma última cena para deixar a plateia com o coração aquecido. Estreou em 1º/11/2013.
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  • A jovem Lore (Saskia Rosendahl) mora com os pais e os quatro irmãos. Quando a trama começa, ela é surpreendida pela mudança que a família terá de fazer. A Alemanha foi tomada pelos aliados ao término da II Guerra e seu pai, um oficial nazista, decidiu refugiar-se na Floresta Negra. Dias depois, o casal cumprirá um trágico destino. Aconselhada pela mãe, Lore parte para a casa da avó, muito longe dali. Sem que possam ir de trem e escondendo dos soldados a identidade germânica, Lore e os irmãos mais novos vão trilhar a pé um caminho repleto de perigos e amargas descobertas. Realizado com pulso firme pela diretora Cate Shortland, o drama traz uma visão original sobre a reação dos alemães após a morte de Hitler. Com a dor e o horror nos olhos, a doce Lore se transforma em uma mulher tão devastada quanto seu país. Estreou em 1º/11/2013.
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  • Os roteiristas de Hollywood andam com a cachola a mil para encontrar um argumento original para filmes de terror e suspense. Veja o exemplo de James DeMonaco, que traz aqui uma ideia instigante. Num futuro próximo, os Estados Unidos conseguiram baixar muito o índice de criminalidade. Motivo: uma vez por ano, os americanos podem sair às ruas, matar quem quiser e, mesmo assim, ficar impunes perante a lei. Os alvos, em geral, são sem-teto, inválidos e doentes. Pai de família e próspero empresário, James Sandin (Ethan Hawke) criou um sistema de segurança residencial infalível. Seu filho, porém, comete um deslize na fatídica noite do título ao deixar um mendigo negro entrar na casa. Atrás dele, jovens matadores bem-nascidos fazem ameaças e começa um tenso pesadelo. A trama renderia um caloroso debate sobre um regime neofascista, capaz de fazer uma “limpeza” social, mas cai na mesmice com um previsível discurso moral. Estreou em 1º/11/2013.
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  • Cinemas

    Estreias trazem nomes que dirigem e atuam

    Atualizado em: 1.Nov.2013

    Valeria Bruni Tedeschi e Oswaldo Montenegro têm dupla função em seus mais recentes longas
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  • Embora elogiado nos Estados Unidos e forte candidato ao Oscar, o quarto longa-metragem do diretor Lee Daniels (de Preciosa) tem momentos risíveis. A trama, inspirada em personagem verídico, tenta dar conta de registrar mais de setenta anos da história americana por meio da vida de Cecil Gaines (o competente Forest Whitaker). Quando criança, ele viu o pai ser assassinado, foi criado pela dona de uma fazenda e, mocinho, saiu de lá para se virar sozinho. Chegou à Casa Branca em 1952 e serviu a oito presidentes, entre eles Eisenhower (Robin Williams) e Kennedy (James Marsden). Teve dois filhos. Enquanto o primogênito virou um ativista dos direitos dos negros, o caçula foi lutar na Guerra do Vietnã. Isso é só um resumo dos dramalhões do roteiro. Trazer à tona como a população negra foi (mal) tratada durante décadas é louvável. O melhor formato para construir personagens e deixar a narrativa fluir seria uma minissérie. Em pouco mais de duas horas, O Mordomo deixa a sensação de uma novela picotada. Estreou em 1º/11/2013.
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  • Filmes

    Biografias autorizadas estreiam nas telas

    Atualizado em: 1.Nov.2013

    Duas formas de contar histórias nos documentários brasileiros Laura e Sobral
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  • O Centro Cultural São Paulo, o CineSesc e o Espaço Itaú Augusta recebem a 22ª edição do Festival Mix Brasil, dedicado a produções de temática LGBT. São 124 fitas nacionais e estrangeiras, com exibição até domingo (23/11/2014). Entre as atrações mais esperadas estão dois pré-indicados ao Oscar 2015 de melhor filme estrangeiro. Do Canadá, chega Mommy, realização de Xavier Dolan sobre o conturbado relacionamento de uma viúva e seu filho que tem déficit de atenção — a projeção ocorre na quarta (19/11), às 21h, no CineSesc. O documentário português E Agora? Lembra-Me, agendado para este domingo (16/11), às 22h, no Espaço Itaú, mostra o cotidiano do diretor Joaquim Pinto, portador do vírus HIV.
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  • A partir de quarta (6/11/2013), o Centro Cultural Banco do Brasil dá início à retrospectiva dedicada ao cineasta cambojano Rithy Panh. Conhecido por seus trabalhos políticos, em seus filmes Panh trata do genocídio conduzido em seu país pelo Khmer Vermelho, entre 1975 e 1979. Um dos principais títulos dos onze longas-metragens do diretor é Condenados à Esperança (1994), agendado para o domingo (10/11), às 18 horas, além do recente A Imagem que Falta, laureado no Festival de Cannes neste ano — a exibição ocorre no dia da abertura, às 20 horas. Há também seis fitas produzidas por Panh, a exemplo de O Khmer Vermelho e o Pacifista (2011), a respeito do julgamento de Duch, um dos líderes do regime. O documentário ganha projeção no sábado (9/11), às 15h30. Até 17/11/2013.
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  • Bares / Comidinhas

    Restaurantes para comer após cinema no Pátio Paulista

    Atualizado em: 1.Nov.2013

    Entre as opções está a pizzaria Speranza
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  • A comédia romântica não esconde sua origem. Trata-se de uma versão para o cinema do seriado homônimo do canal Multishow cuja segunda temporada estreia na quarta (30/10/2013). Na trama, Fábio (papel de Fábio Porchat e Miá (a atriz Miá Mello) se casam e passam a lua de mel a bordo de um navio rumo à Itália. Embora apaixonados, são levados à tentação por outro casal. Beto (Alejandro Claveaux), um ex-namorado de Miá, virou um empresário saradão. A mulher dele, Laura (Juliana Didone), foi o grande amor de infância do protagonista. Seguem-se, então, os vaivéns afetivos de praxe, entremeados por boas tiradas de Porchat. Estreou em 25/10/2013.
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  • Depois da apresentação do paulistano Paulo Szot em The Nose, a rede UCI faz outra transmissão direto de Nova York. A ópera da vez é Tosca, de Puccini, que ocupa as salas do Anália Franco e do Jardim Sul, no sábado (9/11/2013), às 15h55. A montagem da The Metropolitan Opera traz a soprano americana Patricia Racette no papel-título, a ciumenta Tosca. O amante da personagem é feito por Roberto Alagna. O ingresso custa R$ 60,00 e a sessão deve durar três horas.
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  • Pode isso, Arnaldo?

    Atualizado em: 1.Nov.2013

Fonte: VEJA SÃO PAULO