Roteiro

Os melhores programas do fim de semana

Show do Pearl Jam, filme de terror Amizade Desfeita e o Burger Weekend são algumas das melhores opções de sexta (13) a domingo (15)

Por: Veja São Paulo

Neste fim de semana, quem gosta de rock pode curtir a apresentação do Pearl Jam no Estádio do Morumbi.

Pearl Jam
Pearl Jam: show no Estádio do Morumbi (Foto: Danny Clinch/Divulgação)

No outro oposto, um programa bem leve para as crianças é a peça A Lenda do Vale da Lua.

A Lenda do Vale
A Lenda do Vale Encantado: para as crianças (Foto: Prsicila Prade)

Para todas as idades e paladares, vale ficar de olho na programação da Burger Weekend, evento de 30 horas com 50 participantes e sandubas a 20 reais.

Burger Weekend
Burger Weekend: lanches a 20 reais (Foto: Carol Gherardi )

 

Confira outras boas opções.

  • Depois de Hamlet (2012), o ator Thiago Lacerda e o diretor Ron Daniels reeditam parceria na tragédia de William Shakespeare. Ao voltarem de uma campanha, os generais Macbeth (papel de Lacerda) e Banquo (o ator Marcos Suchara) ouvem de três bruxas uma profecia: o primeiro se tornará rei e o segundo será pai de muitos reis. Instigado pela ambiciosa mulher (interpretada por Luisa Thiré, que substitui Giulia Gam na temporada), Macbeth passa a eliminar todos os que ameaçam seu domínio na Escócia. Com Ana Kutner, Marco Antônio Pâmio, Rafael Losso, Felipe Martins e outros. Estreou em 5/11/2015. Até 31/7/2016.
    Saiba mais
  • Bares variados

    Jazz nos Fundos

    Rua João Moura, 1076, Pinheiros

    Tel: (11) 3083 5975

    VejaSP
    4 avaliações

    Sim, é verdade: o Jazz nos Fundos vai fechar as portas na primeira semana de dezembro. A boa notícia é que deve ser uma situação temporária. Responsável pelo espaço, Maximo Levy pretende reerguê-lo em algum momento do primeiro semestre de 2016, em um prédio de quatro ambientes no mesmo quarteirão. O novo endereço promete ser mais bem estruturado, mas o nome não deve perder o sentido: assim como ocorre hoje neste misto de bar e casa de shows descolada, o acesso se dará pelos fundos de um estacionamento. De qualquer modo, vale ficar atento à programação da casa, já que será a última chance de conferir ali apresentações bacanas, como a do Pepe Cisneros Quinteto (13/11), liderado pelo competente pianista cubano.

    Saiba mais
  • Um bom texto na mão nem sempre é garantia de um espetáculo de sucesso. Para a montagem justificar-se, são necessárias a compreensão e a ampliação de significados em torno do original aliadas a interpretações que redimensionem os personagens. Sob a direção de Gabriel Fontes Paiva, o melancólico drama escrito pelo inglês Harold Pinter (1930-2008) alcança tal façanha. A trama, inspirada em estudos do neurologista Oliver Sacks (1933-2015), parte da ciência para encontrar a identificação com a plateia em conflitos pessoais e familiares. Depois de 29 anos em coma, Débora (Yara de Novaes) acorda com a mente de uma adolescente, sem dar-se conta do que ficou para trás enquanto permaneceu em seu quarto. Sua irmã caçula, Paulinha (Miriam Rinaldi), abdicou da própria história para cuidar dela, chegando a casar-se com o responsável pelo tratamento, o médico Hornby (Jorge Emil). Na pele da protagonista, Yara impressiona pela sensibilidade com que transita por apatia, arrogância e decepção. A resignação impressa por Miriam e o pragmatismo de Emil funcionam como um arquitetado conjunto em torno de Yara e da encenação construída por Paiva, uma surpresa na reta final da temporada. Estreou em 30/10/2015. Até 29/11/2015.
    Saiba mais
  • Algumas crianças inventam histórias no palco. Eis o ponto de partida (mais do que manjado, é verdade) de A Lenda do Vale da Lua. Felizmente, a direção de Wilma de Souza consegue conduzir o enredo para além do óbvio e ter boas sacadas. Além de a montagem misturar poesia, música e brincadeiras, sua graça está em compor o cenário aos poucos, com a chegada de elementos no decorrer da peça. Os quatro atores em cena (Daniel Granieri, Sabrina Petraglia, Jacqueline Sato e Vitor Placca) se revezam nos papéis de uma família e interagem com a plateia. Referências nordestinas aparecem no sotaque de parte dos personagens e na trilha sonora, composta por Chico César e Cantada ao vivo. Adaptado do livro homônimo de João das Neves, o texto agrada em especial nos momentos engraçados. Numa ótima sequência, uma ema gigante oferece aos garotos uma de suas penas para eles brincarem. A interação do boneco com o time de atores reforça a qualidade do elenco, que mostra muito mais do que caras e bocas. Acompanha o grupo o músico Cristiano Meirelles, que faz as vezes de um simpático índio. Instalado no canto do palco, ele cria interessantes efeitos sonoros. Estreou em 10/10/2015. Até 20/12/2015.
    Saiba mais
  • O festival chega aos vinte anos com o DJ grego Steve Angello mais 53 atrações. Reis nos anos 90, Mau Mau, Anderson Noise e Renato Cohen tocam juntos. Local: Parque Maeda. Rodovia Archimedes Lammoglia, quilômetro 18, Itu. Tel.:  (16) 3913-4893. Data: Sábado (12), a partir das 16h. Valor: R$ 165,00 a R$ 240,00.
    Saiba mais
  • A chuvosa cidade de Seattle, na costa oeste americana, ficou marcada na história do rock por ter sido o berço do grunge, no fim dos anos 80 e nos anos 90. De lá surgiram bandas (ou melhor, fenômenos) como Nirvana, Alice in Chains, Soundgarden e Pearl Jam. Liderada pelo agora cinquentão Eddie Vedder, essa última foi a única que se manteve em pé, sem ter sido devastada por morte precoce de integrantes ou separações constantes. Com o décimo álbum lançado, Lightning Bolt (2013), o grupo, já considerado um clássico do gênero, mostrou que se mantém fiel ao DNA roqueiro, sem se render a estripulias e megaproduções das apresentações que podem distrair os fãs. Riffs pesados da guitarra e o vocal forte de Eddie dão aos nostálgicos o gostinho de retornar àquela época. Para isso, atenção à faixa Mind Your Manners. Ao lado de Mike McCready (guitarra e voz), Stone Gossard (guitarra e voz), Jeff Ament (baixo e voz) e Matt Cameron (bateria e voz), Vedder ainda deve passear por outros sucessos, como Alive, Do The Evolution e Better Man. Fique de olho: os ingressos estão disputados. Dia 14/11/2015.
    Saiba mais
  • Cafés

    Isso É Café

    Rua Carlos Comenale, S/N, Bela Vista

    Tel: (11) 3554 5077

    VejaSP
    Sem avaliação

    Foi uma bela reforma, e o Mirante 9 de Julho voltou à vida após sessenta anos fechado. Como um badalado espaço cultural, guarda numa de suas pontas uma cafeteria das boas, mantida pela Fazenda Ambiental Fortaleza, de Mococa (SP), onde é produzida parte dos grãos arábica ali usados. Além do aromático expresso (R$ 6,00), há outras preparações para bebericar enquantos e observa o vaivém da Avenida 9 de Julho, como o cold brew, extraído lentamente a frio e servido em copo baixo com gelo (R$ 10,00). Pode ser acompanhado da tortinha de framboesa com creme de amêndoas (R$ 10,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

    Saiba mais
  • Primeiro a se desvencilhar dos Novos Baianos na metade da década de 70 e seguir em carreira-solo, o músico deixou como legado hinos como Acabou Chorare, Preta Pretinha, Brasil Pandeiro. Recentemente, Moreira entrou para o time de artistas que tiveram suas obras revisitadas e se mantém constantemente em turnê. Volta e meia, o cantor baiano dá um tempo nas suas apresentações para um show especial lembrando a época que o projetou. Na ocasião, devem entrar no setlist Swing de Campo, Besta é Tu e O Samba de Minha Terra. Dia 29/4/2016.
    Saiba mais
  • Ao pegar uma sessão, não estranhe: a imagem do filme será todinha um monitor de computador. O visual, praticamente estático, cansa ou dá enjoos? De jeito nenhum. Numa empreitada arriscada, Timur Bekmambetov (o maluco realizador de O Procurado) produziu uma fita de terror com formato no mínimo original. A trama começa com a informação do suicídio de Laura (Heather Sossaman). Na sequência, há um bate-papo sensual entre os namorados Blair (Shelley Hennig) e Mitch (Moses Storm). Eles estão conversan do pelo Skype quando outros amigos entram na conversa. Os seis colegas, porém, ficam surpresos: há uma sétima pessoa no chat. Tentam eliminá-la, mas não conseguem. O nervosismo toma conta da cena enquanto o anônimo misterioso dá seu recado curto e grosso: quem se desconectar será morto. Talvez esteja por trás da brincadeira macabra a própria Laura, a estudante que se matou após ter sido humilhada nas redes sociais. Fazer um registro do cyberbullying com uma pegada totalmente virtual parece um casamento perfeito. Além de eficiente no suspense, o primeiro longa-metragem americano do diretor georgiano Leo Gabriadze usa ferramentas comuns (Skype, Facebook, Gmail) e tempo real para conferir legitimidade ao enredo. Mas atenção: assim como os protagonistas, o público-alvo está nos jovens e adolescentes plugados na internet. Estreou em 12/11/2015.
    Saiba mais

Fonte: VEJA SÃO PAULO