Infantil

Os filmes para ver com as crianças

Há cinco fitas infantis em cartaz, entre elas Tinker Bell e o Monstro da Terra do Nunca

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Tinker Bell e o Monstro da Terra do Nunca
Tinker Bell e o Monstro da Terra do Nunca (Foto: Divulgação)

Confira a lista de filmes para levar as crianças para o cinema

+ As melhores peças infantis em cartaz

  • No novo desenho animado da Disney, o Monstro da Terra do Nunca não é bem-vindo no Refúgio das Fadas. Embora a maioria ache a criatura assustadora, Fawn enxerga seu bom coração. Por isso, pede que as amigas a ajudem a resgatar o bicho de seu mundo. Estreou em 26/2/2015.
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  • Concebido como um musical da Broadway na década de 70, Annie virou filme em 1982 e, agora, ganha uma nova adaptação. A história mistura ingredientes do drama e da comédia e, como nos bons programas da Sessão da Tarde, entretém sem entediar. Na trama, Annie (a talentosa e versátil Quvenzhané Wallis, de Indomável Sonhadora) foi abandonada pelos pais e, junto de outras meninas, mora com uma tutora autoritária (papel de Cameron Diaz). O destino da garota muda após ela escapar de um atropelamento com a ajuda de Will Stacks (Jamie Foxx). Magnata da telefonia celular, esse ricaço está se candidatando a prefeito de Nova York e, aconselhado por seu marqueteiro, decide acolher Annie em seu luxuoso apartamento. Optando por lançar apenas cópias dubladas, a distribuidora pode ter dado um tiro no pé. A criançada deve ficar impaciente com o excessivo número de cantorias e, para adultos, Annie decepciona na descuidada versão em português. Estreou em 12/2/2015.
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  • Exibida no canal pago Nickelodeon a partir de 2000, a série de desenhos animados Bob Esponja virou um sucesso. Faltava um longa-metragem em 3D para o cinema a fim de coroar o projeto. Bob Esponja — Um Herói Fora d’Água, porém, conserva a ingenuidade das tramas televisivas e não consegue alcançar um público além do infantil. Benfeitinha, a animação começa com os traços à moda antiga mostrando a vida na Fenda do Biquíni. Lá, no fundo do mar, o chapeiro Bob Esponja trabalha na lanchonete cuja especialidade é o hambúrguer de siri. Quando a fórmula da guloseima desaparece, o povo fica em polvorosa. Cabe ao protagonista e seu grupo de amigos ir à procura do ladrão. A partir do momento em que os personagens saem da água, a projeção ganha as três dimensões. A trama, então, aposta na ação tendo Bob e sua turma como super-heróis de corpo sarado. Estreou em 5/2/2015.
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  • Assim como o Gato de Botas de Shrek e os Minions, de Meu Malvado Favorito, os pinguins da animação Madagascar ganharam o próprio desenho. As aves marinhas surgiram como coadjuvantes no primeiro longa-metragem, de 2005, foram conquistando espaço maior nas duas continuações e têm até uma série de TV. A volta ao cinema se dá em grande estilo, com um roteiro repleto de tiradas muito divertidas e ação incessante, na medida para agradar a crianças e adultos. A trama volta rapidamente no tempo para mostrar como os adolescentes Capitão, Kowalski e Rico acolheram o bebê órfão Recruta desde que ele saiu do ovo. Na sequência, já adulto, o quarteto embarca para Veneza a fim de eliminar o maligno Octavius Brine. Por trás da aparência humana, esse geneticista é o polvo Dave, e suas péssimas intenções têm ligação com o passado dos protagonistas. Para ajudar os pinguins a derrotar o vilão, obcecado em acabar com o mundo, entram em cena quatro integrantes da organização secreta Vento Forte, especializada na proteção aos animais. Destaque entre os personagens, Capitão responde pelos melhores momentos de humor devido à sua suposta inteligência. Estreou em 15/1/2015. Giro pelo mundo: além da impecável reprodução de Veneza, o desenho encanta com os traços de outras duas cidades: Nova York e Xangai.
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  • Depois de encantar as meninas com Frozen — Uma Aventura Congelante, a Disney contra-ataca com uma animação para cair no gosto dos moleques, indicada ao Oscar 2015 da categoria. No entanto, há fofura, ação e muitas situações cômicas na nova produção do estúdio do Mickey, inspirada na série de quadrinhos da Marvel. O longa-metragem tem sua primeira parte dedicada a passagens muito divertidas, além de um momento dramático. Na trama, o adolescente Hiro Hamada participa de lutas clandestinas com seu robô a fim de faturar uma grana. Seu irmão, botando fé na inteligência dele, o convida para participar de uma feira de ciências, na qual seu talento é descoberto. Hiro, então, passa a dar expediente na mesma empresa do primogênito, especializada em robótica. Um acidente no local provoca a morte do irmão e Hiro encontra entre os pertences dele o gorducho Baymax. Trata-se de um boneco inflável que, quando acionado, vira uma espécie de médico particular — vêm, aliás, desse metódico personagem as tiradas mais inspiradas. Unidos pelo acaso, eles se tornam amigos inseparáveis. Da metade em diante, o desenho animado se rende a uma aventura na cola das histórias de super-heróis. Em visual esplêndido, a cidade futurista do filme chama-se São Fransokyo, espirituosa mistura de São Francisco e Tóquio — as ladeiras da cidade californiana são embelezadas por cerejeiras tipicamente orientais e a Golden Gate possui pórticos japoneses, por exemplo. Bônus bacana: antes, é exibido o hilariante curta-metragem O Banquete, sobre um cachorro alimentado pelo dono com comida trash. Estreia prometida para 25/12/2014.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO