Opinião do Leitor

Cartas da edição 2467

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

Capa Veja São Paulo 2467
Capa Veja São Paulo 2467 (Foto: Caio Guatelli)

› Negócios

Coragem para errar, humildade a fim de aprender com os equívocos e determinação para seguir em frente são importantes virtudes do empreendedor. A reportagem “Da lona ao pódio” (2 de março) ilustrou isso de forma brilhante. Quer empreender? Tenha cicatrizes! Alessandro Saade

Só mesmo com muita coragem e sangue-frio alguém se dispõe a empreender no Brasil. As histórias mostradas na reportagem são interessantes e inspiradoras. Pena que boa parte das pessoas que se arriscam a abrir o próprio negócio fracasse e não consiga se reerguer. Seria mais fácil se esses empresários tivessem mais incentivos e pagassem menos impostos. Rogério Pereira Cruz

› Cidades

A respeito da reportagem “Almoço da firma na favela” (2 de março), penso que seja válido procurar lugares simples com ótimo custo-benefício. No Shopping Cidade Jardim deve haver lugares mais em conta onde se pode gastar até 30 reais por um almoço. Mas acredito que esses restaurantes vizinhos ao centro de compras consigam fisgar o cliente não só pelo preço, mas também por oferecer uma comida com estilo caseiro. Diogo Ajala da Cruz

Aplausos para quem tem a iniciativa de ajudar o pequeno comerciante e, ainda por cima, poupar no dia a dia. Neste contexto de economia frágil, é preciso ficar de olho para evitar os preços abusivos. Luciana Jesus da Silva

O fato de um restaurante estar localizado em uma favela não significa que não faça comida de qualidade. Pelo contrário. Já provei mais quitutes e refeições maravilhosos em botecos da “quebrada” do que em barzinhos chiques e restaurantes badalados. Fabiana de Albuquerque Camarini

A diferença entre comer no shopping e na favela está apenas no preço. A comida, como sabemos, é feita pelas mãos dos mais humildes, tanto em um ponto quanto no outro. As refeições mais simples são as mais gostosas. Edileuza Soares

› Paulistano Nota Dez

Quero parabenizar Alessandro Marconi pela iniciativa de plantar orquídeas nas marginais Pinheiros e Tietê. Seria muito bom se todos plantassem uma flor ou uma árvore na cidade. A metrópole ganharia com mais ar puro e beleza. Maria Aparecida Granado

Alessandro Marconi teve uma excelente iniciativa. São pessoas assim que fazem grande diferença no cotidiano da metrópole. Vamos torcer agora para que não apareçam vândalos para destruir o belíssimo trabalho. Eugênio Martins

› Perfil

Gosto bastante das dicas de Karina Milanesi (“Musa da bricolagem”, 2 de março). Suas ideias são criativas e baratas. E o resultado é sempre tão bom quanto algo comprado novinho em folha. Valeria Vasconcelos

Foi com surpresa que encontramos uma citação envolvendo o Esporte Clube Pinheiros na reportagem “A consulesa cai no samba” (10 de fevereiro). Em dado momento, o texto menciona incômodo sofrido por Alexandra Loras ao tentar adentrar no clube sem documentos. Ao afirmar que, por inúmeras vezes e em diversos locais, já enfrentou algum constrangimento em razão da cor da sua pele, a consulesa faz analogia ao caso ocorrido em nossa portaria. Pela posição que ocupa, ela não deveria fazer afirmações generalizadas dessa natureza. Lamentamos o ocorrido com a senhora Alexandra Loras, que, assim como seu marido, desfruta o benefício concedido pelo clube a diplomatas em trabalho em São Paulo para que se adaptem a nossa sociedade. Mario Gasparini, diretor de marketing e comunicação do Esporte Clube Pinheiros

Fonte: VEJA SÃO PAULO