Teatro

Saiba onde tomar um drinque depois de ir ao Teatro Ecum

Depois de aplaudir as peças do Centro Internacional de Teatro Ecum, a pedida é tomar um drinque nos bares da região da Consolação

Por: Dirceu Alves Jr.

Fachada do Centro Internacional de Teatro Ecum
(Foto: Divulgação)

Confira onde ir após o Teatro Ecum:

 

  • Bares variados

    Drosophyla

    Rua Pedro Taques, 80, Consolação

    1 avaliação
  • Bares variados

    Exquisito!

    Rua Bela Cintra, 532, Consolação

    Tel: (11) 3854 6522

    VejaSP
    10 avaliações

    Delicioso, agradável. Essa é a tradução da palavra em espanhol que dá nome à casa. Pioneiro no nascimento do agito da região chamada de Baixo Augusta, o espaço é divertido, repleto de lambe-lambes e quadrinhos. Servida em garrafa de 1 litro, a cerveja gaúcha Coruja Viva (R$ 45,00) mata bem a sede que as fajitas del fuego (R$ 58,00) podem causar. São tiras de flé-mignon com pimentão vermelho, cebola, pimenta dedo-de-moça e coentro, acompanhadas de tortilhas quentinhas e molhos. Para continuar a noite, peça o docinho e refrescante drinque exquisito (R$ 31,00), que leva pisco, soda e frutas.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Bares variados

    Suíte Savalas

    Rua Mato Grosso, 398, Higienópolis

    6 avaliações
  • Bares variados

    Tubaína

    Rua Haddock Lobo, 74, Consolação

    Tel: (11) 3129 4930

    VejaSP
    7 avaliações

    Além da decoração vintage, o mote local é a seleção de mais de vinte rótulos de refrigerante regionais, a maioria vinda do interior de São Paulo. Eles entram em receitas de coquetéis da casa, às vezes doces demais e nem sempre equilibrados. Outro tipo de bebida gasosa muito cotada por lá são os chopes da Bamberg, nas versões weizen (R$ 9,50) e pilsen (R$ 8,50), tirados no ponto. Moreninha, a coxinha de feijão preenchida de calabresa pode ser substituída sem prejuízo pela opção vegana, adocicada e recheada de cebola. Cada uma das porções de oito unidades sai a R$ 26,80.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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Fonte: VEJA SÃO PAULO