Esporte

Ondas gigantes adiam Mundial de Surfe no Havaí

Competidores tiveram pranchas quebradas e outro se machucou. Nova chamada será feita neste domingo (14), às 15h30 (de Brasília)

Por: VEJA SÃO PAULO - Atualizado em

Medina
Gabriel Medina no primeiro dia de competição do Pipe Masters, última etapa do Circuito Mundial (Foto: Adriano Vizoni/Folhapress)

As ondas gigantes que surgiram na praia de Pipeline, no Havaí, onde é disputado o Mundial de Surfe, forçaram o adiamento da terceira rodada da competição no sábado (13) por questões de segurança.Com isso, o brasileiro Gabriel Medina não entrou na água para disputar a terceira etapa contra o havaino Dusty Payne, que se classificou na repescagem. A próxima chamada acontece às 15h30 (de Brasília) deste domingo (14).

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Com a força dos ventos, as ondas alcançaram até 5,5 metros. Fora da área de competição elas tiveram picos de nove metros. Isso prejudicou a disputa, que foi primeiramente interrompida. Após aguardar por uma hora, a organização decidiu paralisar definitivamente a prova.

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Kelly Slater na praia de Pipeline, no Havaí: o surfista se classificou na repescagem disputada no sábado (13) (Foto: ASP/Laurent Masurel)

Apesar disso, todas as etapas da repescagem foram disputadas no sábado. Alguns surfistas que entraram na água tiveram até pranchas quebradas. O sul-africano Jordy Smith machucou o ombro e abandonou a competição.

Dependendo do resultado deste domingo, Gabriel Medina pode se consagrar como o primeiro brasileiro campeão mundial de surfe. Além dele, Kelly Slater e Mick Fanning ainda estão no páreo.

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A competição acontece até dia 20 de dezembro, mas o título mundial já poderá ser conquistado neste domingo, caso Slater e Fanning sejam eliminados.

Fonte: VEJA SÃO PAULO