Roteiro

O que fazer neste sábado (04): programas para crianças

Cinco opções de passeios para fazer com os baixinhos

Por: Redação VEJA SÃO PAULO on-line

Saltimbancos
Saltimbancos: adaptação musical de Chico Buarque para a peça de Sérgio Bardotti e Luiz Enriquez (Foto: Leonardo Varuzza)

+ O que fazer neste sábado (04)

  • Trata-se de mais uma adaptação da obra do francês Julio Verne montada pela Cia. Solas de Vento. Na Inglaterra, Mr. Fog (Ricardo Rodrigues) pretende atravessar o mundo em um prazo apertadíssimo. Para isso, encarrega seu ajudante francês, Passepartout (o ótimo Bruno Rudolf), de providenciar os meios de transporte. Com sucatas e outros itens, ele cria no chão um trem para dar início à aventura. A grande sacada do espetáculo, dirigido por Carla Candiotto, da premiada Cia. Le Plat du Jour, é colocar uma câmera no teto para captar os movimentos dos atores deitados e projetá-los num telão no fundo do palco. As quinquilharias ainda dão forma a embarcações, montanhas e até um elefante, enquanto os aventureiros percorrem Itália, Egito, Índia, China, Japão e Estados Unidos desviando-se das armadilhas do vilão, Mr. Fix (também interpretado por Ricardo Rodrigues). Recomendado a partir de 5 anos. Estreou em 16/7/2011. Até 3/4/2016.
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  • Infantil

    Miliuma
    VejaSP
    Sem avaliação
    Resenha por Tatiane Rosset: De Amauri Falseti. Muito conhecida, a série de contos orientais do clássico Livro das Mil e Uma Noites transforma-se aqui num belo espetáculo. Em atuações inspiradas, Manoela Pamplona e Fábio Coutinho se revezam em vários papéis, cantam e tocam instrumentos. Tudo de maneira muito suave. Eles conduzem os espectadores pelo universo do rei traído que resolve se casar com uma moça diferente a cada noite e mandar matá-la na manhã seguinte. Para tentar impedi-lo, a astuta Sherazade (interpretada com vigor e delicadeza por Manoela) se oferece como noiva. Após o casamento, ela começa a narrar histórias ao marido. São tramas como O Pescador e o Gênio, na qual um humilde homem liberta um ser malévolo e precisa usar a sabedoria para se safar da morte. Entre um caso e outro, o monarca, curioso para saber como termina cada episódio, acaba desistindo do plano macabro. Estreou em 11/05/2012. Até 03/06/2012.
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  • Em 1995, o estúdio Pixar e seu Toy Story provocaram uma revolução: foi o primeiro desenho animado integralmente feito por computadores cujo roteiro espertíssimo agradou à criançada sem deixar os pais entediados. De lá para cá, os traços se sofisticaram e outras produtoras passaram a disputar o mesmo público. Uma delas é a inglesa Aardman, especializada em animações com massinha, entre elas a talentosa "A Fuga das Galinhas" (2000). Depois do admirável "Operação Presente", lançado no fim do ano passado, a Aardman dá nova prova de vigor. Embora Piratas Pirados! tenha ação e graça para deixar a garotada vidrada, há piadas direcionadas aos adultos — a começar pelo maluco enredo trazendo, além dos piratas, personagens como a Rainha Vitória, Charles Darwin, a escritora Jane Austen e até Joseph Merrick, o Homem Elefante. Na trama, ambientada na Inglaterra de 1837, o decadente Capitão Pirata pretende ganhar um troféu cobiçado por todos os corsários. Quem fizer a maior pilhagem leva a estatueta de Pirata do Ano. Nos ralos saques pelos mares, o protagonista e sua tripulação encontram Charles Darwin, cientista cuja riqueza vem da sabedoria. O naturalista faz, então, uma revelação estarrecedora: o papagaio de estimação do Capitão é, na verdade, um dodô, uma ave rara e em extinção. A seguir, vem a proposta. Todos devem ir a Londres e levar o pássaro para disputar um valioso prêmio numa feira de ciências. Eis mais um ótimo exemplo de vida inteligente no universo animado. Do período escolhido (o primeiro ano da era vitoriana) à vilã glutona saída do Palácio de Buckingham, os saborosos ingredientes, combinados à técnica impecável, tornam o longa-metragem um passatempo anárquico e irresistível para todas as idades. Estreou em 11/05/2012.
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  • Resenha por Tatiane Rosset: De Flavio de Souza. Neste espetáculo, inspirado na famosa série da TV Cultura, não há manipuladores, os atores estão, literalmente, dentro dos personagens e as vozes foram pré-gravadas pelos dubladores originais. Na trama, João, o primo de Júlio, convida os amigos do campo para uma pequena participação em um espetáculo na cidade. Quando chegam de viagem, porém, eles são surpreendidos com um desafio: os artistas cancelaram os números e eles precisam salvar o evento. Júlio, João, as galinhas e Alípio, além do papagaio Caco e do leitão Astolfo, começam a improvisar músicas e se arriscam em divertidas coreografias. Com produção caprichada e colorida, as músicas Nós, Galinhas Globais, Meu Querido Paiol, Vitamina Tuti-Fruti, Chuva Chuvisco Chuvarada, compostas por Hélio Ziskind, levantam a criançada. A história, porém, fica um pouco alongada com algumas cenas desnecessárias. Estreou em 24/03/2012. Até 12/08/2012.
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  • A partir das 10h, o palhaço Koringa recebe a criançada para brincadeiras do lado externo do CCBB na última edição do ano do Dia da Família. Gangorra, telefone de lata, bolas e uma pista de carrinho de rolimã estão entre as atrações. No mesmo horário, começam as oficinas de reciclagem com a arte-educadora Helena André. Desta vez, as crianças farão instrumentos musicais com sucata. Há ainda o pocket show do grupo Hy Brazil, às 11h. Formado por Luciana Di Lorenzo, Beto Birger e Evandro Gracelli, o conjunto interpreta canções da animação Você Já Foi à Bahia? (1944), fita que conta a história da visita de Pato Donald ao malandro Zé Carioca no Rio de Janeiro. Na sequência, às 11h30, o filme será exibido. Dia 12/10/2012.
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  • Resenha por Tatiane Rosset: Cantigas conhecidíssimas como Ó Ciranda, Ó Cirandinha, Sapo Cururu, Terezinha de Jesus e O Cravo Brigou com a Rosa integram Guia Prático, uma coletânea com 137 arranjos criados por Heitor Villa-Lobos (1887-1959) na década de 30. Esses e outros temas compõem o repertório de vinte músicas deste encantador espetáculo. No palco, Viviane Godoy (piano), Klayber Varela (clarinete e flauta), Daniel Rocha (violão e cavaquinho) e Silvana Razzante (fagote) se unem aos atores-cantores Ricardo Monastero, Julia Duarte, Fábio Saltini e a atriz mirim Izabely Tomazi para interpretar as canções. Saltini assume a tarefa de animar a plateia com brincadeiras. Em A Canoa Virou, ele faz uma dobradura de papel. Quando começam Escravos de Jó e Sambalelê, a criançada participa de um divertido jogo de bater palmas. Estreou em 13/08/2011. Prorrogado até 16/06/2012.
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  • Tubarão, pinguim, tartaruga e uma bicharada sem fim tomam o palco no espetáculo da Companhia Pia Fraus. Em cena, atores-manipuladores brincam o tempo todo com placas coloridas e bonecos — sem ofuscar o elemento principal da peça: a música. Escritas por Beto Andreetta, as doze canções são tocadas ao vivo por músicos da Banda Strombólica. Na voz de quatro cantores, Macacada! O qué que qué? e Duelo de Gigantes, entre outras faixas, dão vontade de levantar da poltrona e sair dançando. Estreou em 21/3/2009. Dias 9 e 10/4/2016.
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  • Adaptação de Ricardo Karman para a lenda chinesa O Pote Vazio. O ator Gustavo Vaz interpreta um velho imperador da China com uma ideia infalível para escolher o herdeiro de seu trono. Ele entrega uma semente a cada criança do reino e avisa: o sucessor será aquele que cultivar a flor mais bela após um ano. Biliri (papel de Nathália Guillen) é um menino apaixonado pela natureza. O garoto utiliza um vaso mágico, coloca adubo nele, dá carinho a sua plantinha e conversa com ela. Mesmo assim, ela nunca germina. Incentivado pelo pai (Mario De La Rosa), Biliri revela ao imperador o seu fracasso e, para a surpresa de todos, vence o desafio. Com cenografia de José de Anchieta, o espetáculo brinca com elementos reais e recursos em vídeo para representar o tradicional teatro de sombras chinês. Competente, o elenco entra no plano bidimensional e salta das animações, deixando a plateia suspeitar da existência de manipuladores por trás da tela. Estreou em 09/07/2011. Prorrogado até 10/11/2012.
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  • De Fábio Supérbi e Rodrigo Andrade. Sem diálogos, a peça da Cia. O Que de Que retorna com o elenco original e narra a saga de um palhaço (Rodrigo Andrade) expulso de um circo por causa de seus atrasos. Durante a noite, enquanto dormia na rua, um cachorro lhe rouba o nariz vermelho. Ao lado de uma menina (Marcia de Oliveira), ele persegue o ladrão e encontra pelo caminho personagens como um malabarista, um policial e uma vendedora de pães, todos representados por bonecos manipulados por Fábio Galvão — assim como o cão. Por meio de pequenas interações com o público e clássicas palhaçadas, o espetáculo diverte a plateia. Estreou em 31/07/2010. Até 31/03/2013.
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  • De Fernanda Maia. A boa montagem homenageia o centenário de nascimento do compositor Noel Rosa, comemorado no ano passado. Chico (Tiago Carreira), um sambista que não quer saber de trabalho, tenta pedir a mão de Isabel (Bárbara Boonie). Mas a ambiciosa tia da moça (Lourdes Gigliotti) prefere que ela se case com um homem mais velho e rico, o comendador Lacerda (Tiago Ledier). Os pretendentes travam um duelo para conquistar a jovem, enquanto canções como Pierrô Apaixonado, Seja Breve e Mulher Indigesta contribuem para a narração da história. Estreou em 12/02/2011. Até 09/12/2012.
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  • Adaptação da Companhia Le Plat du Jour para o conto dos irmãos Grimm. Com muito humor, as atrizes Renata Maia e Renata Bruel contam a conhecida história recorrendo a coloridos chapéus e a outras peças retiradas de um armário. À medida que trocam de acessórios, revelam-se nos papéis de Lobo, Vovó, Chapeuzinho e Caçador. Tudo animado, claro, com dança, malabarismos, mímica e palhaçadas. Estreou em 3/3/2001. De 8 a 29/7/2016.
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  • Resenha por Tatiane Rosset: De Helena Ritto e Fabio Torres. O amor platônico de uma jardineira e um semeador é o ponto de partida para a gostosa cantoria. Elcio Rodrigues e Helena Ritto formam em cena uma dupla de humor rápido e na medida certa a cada tentativa frustrada de declarar seus sentimentos. Em um dos momentos mais divertidos, a atriz desce do palco e pede ajuda para compor uma música enquanto compara os espectadores a plantas de um jardim. Cristiano Gouveia, ao violão e acordeão, completa o elenco no papel de uma espada-de-são- jorge que narra a história. Não falta na trilha sonora a célebre marchinha A Jardineira (de Benedito Lacerda e Humberto Porto), sucesso do Carnaval de 1939 na voz de Orlando Silva. Estreou em 02/05/2009. Até 24/06/2012.
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  • Quando estreou, em 2005, a peça O Ilha do Tesouro causou frisson - era difícil conseguir lugar para acompanhar a divertida aventura. O motivo estava em sua pouco convencional mescla de encenação, interatividade e uma instalação cenográfica de 500 metros feita de madeira, lona e barro. De volta ao cartaz, o espetáculo começa numa taverna na qual o ator Yunes Chami participa da primeira cena com as crianças (obrigatoriamente com mais de 7 anos). Depois, elas entram por um alçapão e partem em busca do tal tesouro. Do outro lado, os adultos presentes viram piratas e também brincam em túneis, labirintos e sequências de lutas de espada até o desfecho, dentro do Teatro do Centro da Terra. Recomendado a partir de 7 anos. Estreou em 14/5/2005. Até 11/12/2016.
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  • De Carla Candiotto e Rodrigo Matheus. Levada pela Cia. Circo Mínimo, a montagem mostra os apuros nos quais se mete o crocodilo Jucazécaju (papel de Cafi Otta). O réptil descobre que na verdade é um dragão e, de uma hora para outra, precisa aprender a usar suas asas para salvar dos caçadores as amigas Jaca (Manoela Rangel) e Jéca (Luciana Menin). Com cenário e figurino coloridos, a peça mexe com as crianças, todas elas ficam impacientes nas poltronas tentando ajudar Juca em sua missão. Composta por Hélio Ziskind e Ivan Rocha, a música de encerramento do espetáculo tem tudo para grudar na cabeça dos espectadores. De 26/01/2013 a 31/03/2013.
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  • Resenha por Tatiane Rosset: De Cal Titanero e Lilian Borges. Em um mundo fantástico, o jovem Rei Kiel (interpretado pelo fraco Thales Cristovão) é obrigado a encontrar uma esposa. Numa festa, ele se apaixona à primeira vista pela misteriosa Estela (Danielle Tocantins). O resto do espetáculo narra as aventuras de Kiel por partes distantes do seu reino atrás de seu amor. Além de a história ser repleta de clichês, o trabalho dos atores deixa a desejar. Arrancam algumas risadas o Leão Micka (Ricardo Aciole) e a Onça Uriel (Lilian Borges). A trilha sonora desconexa transforma o espetáculo em um programa entediante para as crianças. Estreou em 05/05/2012. Até 24/06/2012.
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  • O espanhol Pablo Picasso (1881-1973), um dos mais importantes nomes do século XX, sempre representou de forma muito peculiar as coisas ao seu redor. Quando se vê o cenário do espetáculo, assinado por Marisa Bentivegna, tem-se a sensação de estar dentro de um quadro dele. Fábio Espósito interpreta Picasso, já em seus dias de fama. Para aproveitar as férias, ele viaja para uma fazenda no interior, onde se encontra com uma divertida figura: ele mesmo, mas ainda criança (papel de Rodrigo Pavon). Um pouco complicada para os menorzinhos, a montagem usa a metalinguagem e dá dicas muito sutis de que o menino brincalhão é o próprio pintor. O bom trabalho de Espósito, com características físicas semelhantes às do personagem, sobressai na produção. Repleta de referências à Espanha, como a bela trilha sonora composta por Morris Picciotto, a história, uma adaptação para o livro do inglês Antony Penrose, mostra como a infância influenciou o gênio das artes plásticas. Estreou em 2/5/2012. Até 12/4/2015.
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  • Infantil

    Meu Jardim
    VejaSP
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    Adaptação de Luiz André Cherubini e Sandra Vargas, do Grupo Sobrevento, para o texto da autora belga Mandana Sadat. Cansado de caminhar pelo deserto, um viajante (Cherubini) resolve montar um jardim e retira de uma bolsa divertidos adereços e bichos de pano que emitem sons, como galinhas, onças, pássaros e cavalos. Cherubini e Maurício Santana interagem com a plateia de bebês e conquistam o público ao tocar violão e percussão ao vivo. Estreou em 15/04/2011.
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  • Resenha por Tatiane Rosset: Adaptação de Mariana Veríssimo. Escrita em 1936 pelo compositor russo Sergei Prokofiev (1891-1953) para apresentar uma orquestra às crianças, a fábula musical traz um menino que desobedece ao avô e foge para a floresta na companhia de um pato, um gato e um passarinho. Lá, ele encontra um feroz lobo e tem de usar a inteligência para se safar e salvar os amigos. O grande atrativo da obra são os sons dos instrumentos musicais que dão “voz” aos animais e aos personagens. Daí a importância da competente Orquestra Almeida Prado, de 23 músicos, formada especialmente para a peça e liderada pelo maestro Carlos Moreno, ex-regente da Osusp. Outro destaque é a presença em cena da atriz Giulia Gam, que narra a história de maneira eloquente enquanto os nove bonecos concebidos por Marco Lima e manipulados por doze pessoas desenvolvem a ação em cenário escuro e minimalista — há apenas uma árvore de metal contorcido no centro do palco. A escolha se mostra acertada e faz brilhar o verdadeiro protagonista do espetáculo, a música. Estreou em 17/03/2012. Prorrogado até 24/06/2012.
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  • Consagrada por artistas como Roy Lichtenstein e Andy Warhol, a pop art serve de inspiração para a montagem da Cia. Noz de Teatro. No divertido espetáculo, sobressaem figurinos bem elaborados e um cenário vibrante, idealizados por Anie Welter e Renata Andrade. Com poucos diálogos, a peça recorre a onomatopeias e efeitos de som para completar a atmosfera moderninha que cai no gosto da plateia. Na história, a protagonista (Sheyla Coelho) é uma dondoca consumista ao extremo, desesperada para estar sempre antenada e na última moda, até começar a se sentir saturada do excesso de informações. A direção é de Anie Welter, também autora. Estreou em 7/9/2011. Até 8/12/2013.
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  • Adaptação musical de Chico Buarque para a peça de Sérgio Bardotti e Luiz Enriquez. Com figurinos coloridos, Rosy Aragão (de voz grave e macia), Juliana Romano e Marcelo Diaz dão vida aos  animais dispostos a fugir dos maus-tratos dos patrões. Além das conhecidas canções originais, entre elas História de uma Gata e A Cidade Ideal, trechos de outras composições ganham menções. Versos como “hakuna matata”, da animação O Rei Leão, arrancam gargalhadas das crianças. Beatriz, pinçada do balé O Grande Circo Místico, de Chico e Edu Lobo, emociona os saudosos adultos na plateia. Recomendado a partir de 3 anos. Estreou em 04/10/2008. Até 18/12/2016.
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  • Uma trupe de palhaços faz do tablado um picadeiro e revive números clássicos inspirados em ícones como Carequinha, Arrelia e Torresmo, que fizeram muito sucesso em circos brasileiros. Amparados pela percussionista Maestrina Polaca (Fernanda Zaborowsky), os abilolados Batata (Vinicius Calamari), Espigão (João Inocencio Filho) e Pinhão (Fabio Neppo) criam brincadeiras ingênuas e divertidas. A criançada participa bastante e contribui com boas gargalhadas. Recomendado a partir de 5 anos. Estreou em 5/3/2005. Até 26/11/2016.
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  • Lembra do Prático, do Heitor e do Cícero, os porquinhos perseguidos pelo Lobo Mau? Esqueça. Aqui, a história começa com a caricata dupla Pipo e Pepe, donos de um açougue bem diferente. Em vez de carne de verdade, eles vendem carne de bicicleta, de martelo, de óculos... Até o dia em que recebem uma encomenda de carne de porco. Está feita a confusão. Pipo parte para o sítio de Tia Porpeta, onde vivem os Três Porquinhos. As atrizes da Cia. Le Plat du Jour se revezam e equilibram nonsense com técnicas de palhaço e mímica. Recomendado a partir de 3 anos. Estreou em 6/9/2003. Até 31/8//2016.
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  • De André Garolli. Acostumadas com histórias de princesas frágeis e indefesas, as crianças podem, a princípio, achar diferente o tom desse espetáculo, As Três Mulheres Sabidas. Com personagens femininas fortes e inteligentes, a montagem da Cia. Dedo de Prosa divide-se em esquetes e reúne três contos tradicionais do Reino Unido. O primeiro, vindo da Escócia, baseia-se em O Touro Negro de Norroway, no qual um jovem duque é salvo por sua amada, uma humilde — e muito esperta — lavadeira. No irlandês A Pobretona que Virou Rainha, uma moça do campo usa a cabeça para ajudar seu pai e acaba caindo nas graças — do rei por sua sabedoria. Finalmente —, no também escocês O Gentil Homem de Wastness, um solitário rapaz se apaixona por uma mulher-foca e decide prendê-la longe da água. No palco quase vazio, as talentosas atrizes Dinah Feldman, Fernanda Viacava e Priscilla Herrerias brilham. Elas se desdobram como narradoras, centenárias bruxas e guerreiras — e prendem a atenção da plateia do início ao fim. Estreou em 28/05/2012. Até 16/12/2012.
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  • Resenha por Tatiane Rosset: De Cleber Laguna. O conto de fadas O Rouxinol e o Imperador, escrito pelo dinamarquês Hans Christian Andersen, inspirou a Cia. Mevitevendo na montagem. Com bonecos nas mãos, os atores Cleber Laguna e Marcia Fernandes narram a saga do tirano Senhor Z. Ávido por escutar o belo canto do rouxinol, ele ordena a apreensão do pássaro em uma gaiola. O criado Fulano — dono de uma engraçada voz esganiçada — acaba designado para cumprir a tarefa, mas deixa o bicho fugir. Para as crianças pequenas, é difícil perceber os gestos simbólicos que substituem grande parte das falas. A garotada com mais de 6 anos, porém, curte a atmosfera mágica e misteriosa da fábula. Estreou em 01/02/2009. Prorrogado até 24/06/2012.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO