Roteiro

Atrações para curtir nesta segunda-feira (21)

Último dia para visitar a exposição Visões na Coleção Ludwig no CCBB

Por: Redação VEJASÃOPAULO.COM - Atualizado em

Visões na Coleção Ludwig
A tela de Jean-Michel Basquiat está na mostra 'Visões na Coleção Ludwig' (Foto: Divulgação)

Confira abaixo uma seleção de programas para aproveitar este feriado de Páscoa em São Paulo:

 

  • Parques

    Aquário de São Paulo

    Rua Huet Bacelar, 407, Ipiranga

    Tel: (11) 2273 5500

    28 avaliações

    Após uma expansão realizada em abril de 2015, o parque tem como grande atração um casal de ursos polares, vindos da Rússia. Aurora e Peregrino vivem em um recinto climatizado de 1500 metros quadrados. Também são novidades bichos provenientes de regiões como Austrália, África e Indonésia. São cangurus, equidnas, vombates e leões-marinhos. Há ainda lêmures, que ganharam fama com o personagem Rei Julien do filme Madagascar (2005), e suricatos, similares a Timão, do desenho O Rei Leão (1994). Um casal de coalas deve chegar em breve.

    + Conheça as novidades do Aquário de São Paulo

    O ala antiga ainda atrai atenções. Um tanque gigante de 1 milhão de litros de água salgada abriga diversas espécies aquáticas. Para observá-las, adultos e crianças ficam em um espaço que lembra um navio naufragado. Os peixes são vistos através de placas acrílicas quando se olha para a frente ou para o alto.

    Por ali circulam oito tubarões-lixa e o tubarão-mangona Pancho, que tem 1,80 metro de comprimento e pesa 100 quilos. Em outro setor estão mamíferos aquáticos a exemplo de lontras e o peixe-boi Tapajós, ameaçado de extinção e vindo da Amazônia. Por ali, a sensação é de uma visita à Amazônia. O público conhece também reproduções de lugares como a Patagônia, no pinguinário, cheio de aves originárias da região do sul da Argentina. O lago dos jacarés faz uma referência ao Pantanal.

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  • SESC

    Sesc Pompeia

    Rua Clélia, 93, Água Branca

    Tel: (11) 3871 7700

    2 avaliações

    O projeto arquitetônico de Lina Bo Bardi mantém a estrutura original da antiga fábrica de tambores da década de 1930. A primeira parte da unidade foi inaugurada em 1982 e, em 1986, abriu para o público o bloco esportivo. Lá dentro, o centro de cultura e lazer tem na programação cerca de 120 atrações musicais ou teatrais por mês. Há ainda quadras esportivas, piscina, espaços de exposições, restaurante e choperia, que fazem jus à frequência intensa, de 1,25 milhão de pessoas a cada ano. O teatro, de estrutura fora do convencional, tem duas frentes de plateia, com o palco entre elas. As poltronas, de madeira, sem estofado, remetem aos antigos teatros greco-romanos, que tinham assentos de pedra.

     

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  • Considerado por críticos como o melhor da América do Sul, o acervo do Masp ganhou uma nova configuração dentro do projeto do curador Teixeira Coelho de periodicamente desenvolver recortes que possibilitem leituras diferentes da coleção. Passagens por Paris reúne 51 trabalhos de artistas relacionados de alguma forma com a capital francesa, considerada o centro mundial da arte na virada do século XIX para o XX. Vale a pena rever quatro maravilhas do holandês Vincent Van Gogh, raramente reunidas no museu, com destaque para as pinceladas grossas de Passeio ao Crepúsculo e Banco de Pedra no Asilo de Saint-Remy. Ainda há pérolas de Cézanne, Matisse e Vuillard. Estreou em 7/12/2013.
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  • A abertura da exposição que faz uma retrospectiva da carreira e da vida de uma das estilistas mais importantes do Brasil coincide com os cinquenta anos do Golpe Militar. Isso foi intencional. Zuzu Angel (1921–1976) deixou sua marca na história da moda ao desenvolver novos tecidos e ser uma das pioneiras em incorporar elementos tropicais no vestuário da alta sociedade. Mas ela também passou os últimos cinco anos de vida lutando para encontrar pistas do filho Stuart Jones, militante de esquerda torturado e morto pela ditadura. Ocupação Zuzu traz 400 itens que contam essa trajetória. Há vestidos de noiva nada tradicionais feitos com renda nordestina e um que substitui a saia por uma calça, além de diversos modelos estampados que fariam sucesso hoje. Etiquetas de roupas, croquis e esboços revelam seu trabalho; as fotos de família, sua intimidade. No subsolo, entra-se em contato com a angústia da mãe que, em busca do filho, passou a vestir apenas preto, em sinal de luto. Ali estão três conjuntos negros e o cinto de crucifxos usado no desfle-protesto realizado em Nova York. Diversas cartas pedindo ajuda, peças com tanques bordados e até uma foto do acidente de carro de circunstâncias duvidosas que a matou completam a imersão no criativo e trágico universo de Zuzu. De 1º/4/2014 a 11/5/2014.
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  • Um recorte de uma das coleções particulares mais importantes do mundo promete lotar o Centro Cultural Banco do Brasil nas próximas semanas. Visões na Coleção Ludwig traz 78 trabalhos adquiridos pelo empresário alemão da indústria de chocolates Peter Ludwig (1925-1996). A quantidade de peças obtidas foi tamanha — oficialmente chegou a 20.000, mas há quem diga que eram 50.000 — que suas doações deram origem a diversos museus. No período mais ativo, ele chegou a comprar um item por dia, que variava de arte pré-colombiana a manuscritos medievais, passando pela vanguarda russa. As obras exibidas nos cinco andares do CCBB foram escolhidas do acervo do Museu Russo de São Petesburgo, e sobressai a seleção de pop art. Estarão reunidos exemplares de grandes nomes desse movimento, como Andy Warhol (um retrato do próprio Ludwig), Jasper Johns, Roy Lichtenstein e Claes Oldenburg. Do neoexpressionismo alemão, que retomou a pintura na década de 80, há Georg Baselitz, Markus Lüpertz e Anselm Kiefer. A mostra ainda apresenta uma pintura de Pablo Picasso (um dos preferidos de Ludwig) e uma tela de Jean-Michel Basquiat, famoso por graftar muros em Nova York. De 25/1/2014 a 21/4/2014.
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  • Lançado na Broadway em 1997, o musical O Rei Leão, de Roger Allers e Irene Mecchi, é a versão do longa da Disney, de 1994. Portanto, ao conferir a superprodução nos palcos, é quase inevitável que a memória afetiva dos fãs da animação fale mais alto. Os elementos para o encanto da plateia estão todos ali. Cenários e figurinos caprichadíssimos, uma iluminação sob medida, capaz de fazer saltar aos olhos os efeitos de manipulação de bonecos, e um elenco afinado de 53 atores para cantar as letras compostas por Gilberto Gil (nem sempre fluentes e complementares à dramaturgia) adaptadas dos originais de Elton John. A trama mostra Simba (interpretado por Tiago Barbosa, quando adulto), o herdeiro do trono de Mufasa (o ator César Mello), o Rei Leão. Ao crescer, Simba envolve-se em uma série de artimanhas do tio Scar (Felipe Carvalhido), que planeja se livrar do sobrinho para ganhar o poder. Com direção de Julie Taymor, a montagem cumpre a promessa de ser um show, um torpedo repleto de efeitos para um público ávido de emoções. Falta, no entanto, espontaneidade às atuações. Um dos poucos a sobressair é Ronaldo Reis, intérprete do suricato Timão, capaz de imprimir bom humor ao personagem. Estreou em 28/3/2013. Até 14/12/2014. Na quinta (11), haverá sessão extra, às 16h. + Veja os bastidores do musical O Rei Leão + Saiba onde jantar depois de assistir ao espetáculo
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  • Criada por Andrew Lloyd Webber e Tim Rice em 1970, a ópera-rock ressuscitou discussões por onde passou nas últimas quatro décadas. Jesus Cristo, Judas Iscariotes e Maria Madalena (interpretados respectivamente por Igor Rickli, Alírio Netto e Negra Li) são apresentados aqui cheios de crises e contradições. Dirigida por Jorge Takla, a atual montagem enfoca a derradeira semana de Jesus, desde a chegada a Jerusalém até o dia da crucificação. Figura mobilizadora da atenção popular, o protagonista desperta a inveja de uns, como a do amigo Judas, e a preocupação dos que detêm o poder, envolvendo-se em embates políticos. Takla reforça a ascensão meteórica do personagem a ídolo pop — e o carisma de Rickli colabora muito para isso. A plateia acompanha seu apogeu e crucificação como se ele fosse uma celebridade fabricada no século XXI. Em um crescente, a dramaturgia em versos seduz. Se Negra Li se destaca mais pela afinação, Netto e Rickli sublinham nuances dramáticas de Judas e Jesus. Chamam atenção também as atuações de Fred Silveira, como Pilatos, e Wellington Nogueira, responsável por um dos melhores momentos na pele de Herodes. Estreou em 14/3/2014. Até 1º/6/2014. Números grandiosos: 28 atores e uma orquestra de onze instrumentistas, sob a direção musical de vânia Pajares, estão no palco. O espetáculo soma 26 números divididos em dois atos.
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  • Três anos atrás, Capitão América — O Primeiro Vingador mostrava o surgimento do personagem na década de 40. Tinha um clima de matinê passadista e, por isso, diferenciava-se de outros filmes estrelados por super-heróis. Nesta nova aventura, o rumo é outro. A trama começa muito bem ao enfocar o drama tragicômico de Steve Rogers (Chris Evans) tentando se adaptar ao mundo moderno. Não pense, porém, que o roteiro vai por aí. Rogers logo encara um inimigo mascarado (o tal soldado invernal do título) e percebe algo de errado na S.H.I.E.L.D., organização comandada por Alexander Pierce (Robert Redford) da qual também fazem parte o Homem de Ferro e Thor. Quando o chefe de Rogers, Nick Fury (Samuel L. Jackson), sofre um atentado que o deixa à beira da morte, a situação se complica. O Capitão América, acompanhado da Viúva Negra (Scarlett Johansson), segue, então, no objetivo de encontrar os responsáveis pelos estragos. O humor dá as caras timidamente e as boas cenas de ação se resumem a três ou quatro. Diretores de Dois É Bom, Três É Demais (2005), os irmãos Anthony e Joe Russo são especializados em diálogos azeitados e nota-se neste novo trabalho uma tendência para a falação, por vezes excessiva. Estreou em 10/4/2014.
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  • O diretor Paulo Morelli lançou em 2003 uma desastrosa comédia chamada Viva Voz. Quatro anos depois, subiu alguns degraus de qualidade com o correto Cidade dos Homens. Agora, o cineasta dá um grande salto neste drama intenso, de diálogos afiados, personagens sensíveis e atores em sintonia. A trama começa em 1992 e flagra um grupo de sete amigos em um sítio isolado na Serra da Mantiqueira (a locação é deslumbrante). Com seus 20 e poucos anos, os colegas são desencanados, apaixonados por literatura e flertam, por brincadeira, uns com os outros. Uma tragédia, porém, interrompe a união. Em 2002, a turma se reencontra com um objetivo: desenterrar uma caixa com mensagens escritas por eles uma década atrás. Felipe (Caio Blat) casou-se com Lúcia (Carolina Dieckmann) e virou um escritor bem-sucedido por causa de um único livro. Também moram juntos Drica (Martha Nowill) e o crítico literário Cazé (Julio Andrade). Silvana (Maria Ribeiro) ainda está à procura da cara-metade, enquanto Gus (Paulo Vilhena) jamais perdeu o interesse por Lúcia. Sem ir muito adiante, nota-se no enredo um mote idêntico ao de Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos (2010), de Woody Allen. Trata-se, contudo, de um detalhe que não atrapalha um roteiro sobre as escolhas erradas da vida e as decisões a ser tomadas diante de conflitos reveladores. Estreou em 27/3/2014.
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  • Embora o tema já tenha sido mais bem abordado em filmes como Além da Fronteira e Uma Garrafa no Mar de Gaza, este drama toca com vigor na conflituosa relação entre judeus e palestinos em Israel. O foco recai sobre Razi (Tsahi Halevi), agente do serviço secreto israelense, e Sanfur (Shadi Mar’i), adolescente de 15 anos que mora em Belém, na Cisjordânia. Após um ataque a bomba em Jerusalém, Razi recruta Sanfur como informante para espionar seu irmão, um terrorista de escusas ligações com o Hamas. Em troca, o jovem de origem humilde recebe presentes que vão de celular a calça jeans. A partir da metade, a trama toma mais fôlego por causa do ritmo de tensão permanente. O diretor Yuval Adler pertenceu ao serviço de inteligência do Exército de Israel e escreveu o roteiro em parceria com o muçulmano Ali Waked, jornalista especializado na causa palestina. A união da dupla rendeu uma história de pontos de vista distintos e estarrecedores. Estreou em 3/4/2014.
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  • Conforme foi divulgado dias atrás, o ator Paul Walker, morto em novembro de 2013, terá uma versão digital para que sejam concluídas as filmagens de Velozes & Furiosos 7. A primeira parte da trama de O Congresso Futurista aborda uma vertente desse assunto. Num futuro próximo, a atriz Robin Wright, do seriado House of Cards, interpreta a si mesma. Com 44 anos, não consegue mais bons papéis e está destinada a ser esquecida pela indústria do cinema. Seu empresário (Harvey Keitel) já tinha perdido as esperanças quando um estúdio faz uma proposta arriscada para Robin. Quer escanear seu corpo e suas expressões para usá-las em filmes de qualquer tipo. A princípio, ela recusa, mas, tendo de cuidar de um casal de filhos, acaba aceitando. Com a grana no bolso, Robin precisa desaparecer do mapa e, assim, sua imagem ficará eternamente jovem na tela. Não faltam ao novo trabalho de Ari Folman, diretor israelense de Valsa com Bashir (2008), originalidade, ousadia, humor nas entrelinhas, melancolia e muita piração. Os primeiros 45 minutos são estrelados por atores; o restante é uma animação lisérgica com personagens fictícios e reais, a exemplo de Tom Cruise e Grace Jones. Trata-se do momento em que Robin, já um desenho, chega ao tal congresso futurista para ser homenageada. Conselho para quem vai pegar uma sessão: deixe-se levar pela história hipnótica, feita de ilustrações magníficas e roteiro viajandão. Estreou em 27/3/2014.
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  • Uma das animações mais aguardadas do ano, Rio 2, infelizmente, tende a provocar certa decepção na plateia, sobretudo a adulta. Tudo por causa da comparação com o desenho animado pioneiro, de 2011, também dirigido pelo brasileiro Carlos Saldanha. As maiores falhas aparecem em duas frentes: roteiro fraco e vilões-clichê. Além de o fator novidade ter ido para o espaço, os personagens se deslocaram para a Amazônia e não há criatividade em relação ao filme original — a não ser nos números musicais, excessivos, porém deslumbrantes. Na trama, as ararinhas-azuis Jade e Blu continuam morando no Rio de Janeiro e têm três filhotes. Eles passam o réveillon na Cidade Maravilhosa (na bela cena de abertura), mas se mandam para a Floresta Amazônica quando Jade descobre que aves da mesma espécie vivem por lá. Na chegada, ela reencontra o pai turrão e a família. O principal inimigo agora é um madeireiro responsável pelo desmatamento. Sem piadas espirituosas nem ação incessante (alguns dos trunfos do primeiro filme), Rio 2 sobrevive da cantoria e das coreografias dos pássaros, inspiradas nos balés aquáticos de Esther Williams. Estreou em 27/3/2014.
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  • A saga Jogos Vorazes ganha um filhote. Adaptação do primeiro livro da trilogia da americana Veronica Roth, de 25 anos, Divergente tem praticamente os mesmos ingredientes do concorrente: uma heroína, ambientação pós-apocalíptica e jovens divididos em grupos. Neste caso, os personagens se espalham por cinco facções: Abnegação, Erudição, Audácia, Amizade e Franqueza. Beatrice (papel da nova queridinha do cinema americano, Shailene Woodley) pertence à família da Abnegação, que pratica o bem e detém o poder político. Ao chegar aos 16 anos, ela faz um teste de aptidão e descobre: é uma “divergente” porque também possui características da Audácia e da Erudição. Seu destino seria a morte, mas ela esconde o resultado dos pais e muda de time. Ao entrar para a equipe da Audácia, vai precisar encarar muitos desafios. Os integrantes são fortes, velozes e responsáveis pela proteção dos cidadãos. Com árduo treinamento e um técnico durão (papel de Theo James), Tris (seu novo apelido) passa a entender melhor o mundo à sua volta. Sem a cafonice visual de Jogos Vorazes e bem mais didático, o longa-metragem fala a língua dos adolescentes, público que pretende atingir. Estreou em 17/4/2014.
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  • O drama concorreu a quatro prêmios no Oscar e ficou a ver navios. Steve Coogan produziu e escreveu o roteiro desta versão para o cinema do livro Philomena, publicado em 2009 pelo jornalista Martin Sixsmith e lançado no Brasil pela Verus Editora. A história real traz lances comoventes e parece extraída da ficção. Em 1952, a jovem irlandesa católica Philomena (Sophie Kennedy Clark) dá à luz um menino num convento. Mãe solteira, ela fica separada do bebê, que ganha pais adotivos três anos depois. Philomena jamais conseguiu esquecer o trauma. Na Londres de 2002, sua filha procura o repórter desempregado Martin Sixsmith (Coogan) na intenção de ajudar a mãe a reencontrar o primogênito. Com faro para uma boa reportagem, ele oferece a dolorosa história de Philomena, agora vivida pela magnífica Judi Dench, a uma publicação. Levada pelo diretor Stephen Frears (A Rainha), a trama tem boas reviravoltas, certo humor e um ótimo confronto de personalidades entre os protagonistas.  Estreou em 14/2/2014.
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  • Felizes Juntos (1997), Amor à Flor da Pele (2000) e Um Beijo Roubado (2007) são alguns dos filmes do diretor chinês Wong Kar Wai. Belos trabalhos, sem dúvida. Em sua nova produção, merecidamente indicada ao Oscar de melhor fotografia e fgurino, o cineasta consegue se superar no visual. Tanto que a estética chega a atravancar a narrativa algumas vezes. Muito bem enquadrados, os planos traduzem a perfeição com que o realizador quer contar a trajetória do personagem verídico Yip Man, interpretado pelo ator-fetiche de Kar Wai, Tony Leung. Embora não seja mencionado, Yip Man foi mentor do astro do cinema Bruce Lee. O drama biográfico começa no fim da década de 30 e flagra o protagonista como um grande lutador de kung fu. Casado e com filhos, ele tem sua vida virada do avesso quando há a grande invasão dos japoneses na China, em 1938. Yip Man é obrigado a se mudar para Hong Kong e ainda deixar para trás um amor do passado, papel da atriz Zhang Ziyi. Estreou em 17/4/2014.
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  • Na comédia, Edna (Lilia Cabral) fica desesperada ao descobrir que seu filho, Julio, desapareceu sem deixar notícias. Ela vai ao morro conversar com um traficante, o suposto sequestrador, e, estabanada, sai de lá com uma sacola cheia de drogas. Ao descobrir que pode ganhar dinheiro com o tráfico, monta um QG em sua casa a fim de ter grana para pagar o resgate. Com Fiuk e Carolina Dieckmann. Estreou em 17/4/2014.
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  • A reforma do prédio que hoje abriga o Centro Cultural Banco do Brasil, em 2001, foi um dos grandes ganhos da região central. De lá para cá, ele recebeu exposições importantes, além de outras atrações bacanas, e movimentou aquele pedaço. Esse símbolo da cidade vai comemorar seus treze anos com o espetáculo Invasão Baiana, com apresentações gratuitas no Vale do Anhangabaú. Como indica o nome, o evento traz representantes da robusta cena musical da Bahia, entre gente nova e consagrada. O coletivo influenciado pela música jamaicana Dubstereo e a banda Maglore ficam encarregados de abrir o palco no domingo (20/4). Na sequência virão os roqueiros do Vivendo do Ócio, formado por Luca Bori (baixo), Dieguito Reis (bateria), Jajá Cardoso (voz e guitarra) e Davide Bori (guitarra). Eles mostram Eu Gastei e Nostalgia. Tom Zé encerra a festança com faixas do disco Todos os Olhos (1973). Os shows seguem no feriado do dia 21 de abril de 2014, quando se exibe a ótima Orkestra Rumpilezz, grupo de percussão e sopros regido pelo maestro Letieres Leite. Depois, é a vez da cantora Marcia Castro, que interpreta canções autorais e de compositores como Cartola. Encerra a celebração a banda BaianaSystem junto do guitarrista Pepeu Gomes. Dias 20 e 21/4/2014.
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  • Lanchonetes

    Lanchonete da Cidade - Cerqueira César

    Alameda Tietê, 110, Jardim Paulista

    Tel: (11) 3086 3399

    VejaSP
    21 avaliações

    Não é só o ambiente da rede de lanchonetes que tem cara de outros tempos. Aqui, os milk-shakes também guardam um gostinho de antigamente. Eles aparecem em nove versões. O de gianduia (R$ 27,00) leva sorvete de chocolate Diletto e chantili, enquanto o chamado frapê de coco (R$ 25,50), com matéria-prima Rochinha, traz lascas do fruto. O de creme (R$ 22,00) é simples e bom: aos poucos, ele vai se misturando à calda de caramelo da borda. A reverência ao passado para por aí. Os hambúrgueres têm uma pegada mais atual, com discos de carne altos e rosados. Novidade, o chic bombom (R$ 33,00) é montado no pão brioche com queijos fundidos e cebola caramelada.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Padarias

    Bella Paulista

    Rua Haddock Lobo, 354, Cerqueira César

    Tel: (11) 3214 3347

    VejaSP
    19 avaliações

    O endereço nunca fecha (exceto em datas especiais) e vive lotado a qualquer hora — aliás, conseguir um lugar por ali não é tarefa das mais fáceis. Se a fome atacar na madrugada, pelo menos há a alternativa de pedir o brasileirinho (R$ 40,80), um escalope de filé-mignon grelhado com cebola salteada guarnecido de arroz, batata frita e uma cumbuca generosa de feijão, que não vai além do razoável. Se o cuidado no preparo dos pratos e sanduíches não é impecável, o tamanho das gigantescas porções agrada aos mais gulosos. Para encarar o lanche apelidado de paraíso, dependendo do apetite, serão necessárias duas bocas. Feito na ciabatta, na baguete ou no pão sírio, leva picanha maturada, queijo estepe, tomate, alface e mostarda. Custa R$ 38,80. Todos os dias entre 18h e 3h, faz sucesso o bufê de sopas (R$ 43,00 por pessoa). Estão inclusos no valor pães, frios, bolos, doces e sucos.

    Preços checados em 19 de julho de 2016.

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  • Hamburguerias

    General Prime Burger - Itaim Bibi

    Rua Joaquim Floriano, 541, Itaim Bibi

    Tel: (11) 3060 3333

    VejaSP
    7 avaliações

    Trata-se de uma bem-sucedida rede comandada pelo Grupo Egeu, dos restaurantes Italy e Kaá. Apesar do cardápio variado, o que faz sucesso são os hambúrgueres, todos na linha dos chamados gourmets. De nome comprido e autoexplicativo, o brie cheese burger salada (R$ 35,00) traz um disco de 210 gramas de angus mais... queijo brie e salada. O mesmo acontece com o the original cheeseburger with english cheddar (R$ 35,00), composto ainda de picles e cebola-roxa. O lanche pode ser acompanhado de batata frita com parmesão, salsa e um toque de azeite trufado (R$ 25,00) que, ainda bem, não chega a roubar a cena.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Vai às compras, ao cinema ou fazer uma refeição no intervalo do trabalho? Saiba onde matar a fome e fugir de fast foods e praças de alimentação
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  • Instant Article / Pizzarias

    As melhores pizzarias da cidade

    Atualizado em: 3.Mai.2016

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Fonte: VEJA SÃO PAULO