Roteiro

Atrações para curtir nesta sexta (2)

Por: Redação VEJASÃOPAULO.COM - Atualizado em

Maio Fotografia no MIS 2014
Registro da Primavera de Praga pelas lentes de Josef Koudelka: mostra Maio Fotografia no MIS começa na sexta (Foto: Divulgação)

Confira abaixo uma seleção de programas para aproveitar no meio do feriadão do Dia do Trabalho:

 

 

  • Andreia relembra personagens do mestre do butô Kazuo Ohno em A Flor Boiando Além da Escuridão. De 2 a 4/5/2014.
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  • Em sua primeira edição, realizada no ano passado (2013), o festival trouxe uma boa seleção de companhias nacionais e estrangeiras. Desde terça (29/4/2014), o evento reúne quatro atrações gringas e uma daqui. Mas atenção: a maior parte das atrações está com ingressos esgotados — a da noite de abertura, da trupe britânica Akram Khan Company, e a de sábado (3/5), da israelense Batsheva Dance Company. A boa notícia é que a performance dessa última poderá ser vista no domingo (4/5), de graça, na área externa do Auditório Ibirapuera. Em ambas as apresentações eles mostram a enérgica Deca Dance, repleta de cenas coletivas. A coreógrafa canadense Louise Lecavalier é a convidada de quarta (30/4), com So Blue, inspirada em gestos do cotidiano, e o grupo chinês TAO Dance Theater estrela as peças 4 e 5 na quinta (1º/5). A única representante brasileira é a carioca Focus Cia. de Dança. Na sexta (2/5), o elenco de sete bailarinos interpreta Ímpar, de Alex Neoral, cuja trama aborda o tempo e o espaço ao combinar acontecimentos fragmentados. Programação: 29/4: 21h, iTMOi, por Akram Khan Dance Company 30/4: 21h, So Blue, por Louise Lecavalier 1/5: 21h, 4 e 5, por TAO Dance Theater 2/5: 21h, Ímpar, pela Focus Cia. de Dança 3/5: 21h, Deca Dance, por Batsheva Dance Company 4/5: 18h, Deca Dance, por Batsheva Dance Company - gratuito (plateia externa) Pelo Brasil: o festival também leva espetáculos a Recife, Rio de Janeiro e Curitiba.
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  • Pindorama fecha uma trilogia de montagens sobre a água e o Brasil. A partir do tema da coletividade, inspirado pelo trabalho do grupo no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, o elenco cria imagens de tempestades, ventanias e naufrágios. Dias 9, 10, 11 e 12/6/2015.
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  • Quem sempre quis conhecer a Amazônia pode se aproximar do clima da floresta sem sair da cidade. Basta percorrer os 1.200 metros da exposição para entrar em contato com a região por meio de instalações, murais, fotos e vídeos. O primeiro espaço serve para mostrar o modo de vida da população, com a reprodução de uma típica casa cabocla. É possível também tocar em sementes do lugar — em um ofurô cheio delas, a criançada faz a farra. Em outro ambiente, ganham o foco temas como ciência, biodiversidade e clima, além de mitos e lendas. Por fim, surge uma reflexão. Uma instalação denominada Escada para a Construção do Futuro apresenta projetos ambientais e sociais que contribuem para a preservação da floresta. A cenografia é de Guilherme Rossi e da arquiteta italiana Valentina Mion. Anna Claudia Agazzi assina a curadoria. Estreou em 30/11/2013. Até 10/5/2015. Não deixe passar: do lado de fora, vale passear pela Vila Amazônica e conhecer produtos oriundos da região que fazem parte do nosso cotidiano em espaços como a casa da borracha. Devido ao recesso de fim de ano, a exposição tem reabertura prevista para o dia 21 de janeiro.
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  • Museus

    Catavento Cultural e Educacional

    Avenida Mercúrio, s/n, Brás

    Tel: (11) 3315 0051

    14 avaliações

    Entre os dezoito museus administrados pela Secretaria de Cultura do Estado, o Catavento Cultural e Educacional, no Brás, é o mais visitado da capital. As escolas costumam bater cartão no museu educativo Catavento, mas o passeio também fica legal em família. Primeiro ponto para aproveitar: acorde cedo no sábado, dia em que a entrada é grátis. Quem chega lá por volta das 11 horas consegue as senhas para as oficinas mais interessantes do dia. Entre as atividades mais procuradas estão a parede de escada de 7 metros de altura e o estúdio de TV. no espaço Vida, monitores simulam expedições de pesquisa no oceano e abordam a teoria da evolução, de Charles Darwin, de um jeito que entretém adultos e crianças.

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  • Do centro da cidade até o Sesc Interlagos são 30 quilômetros. Mas o longo percurso vale a pena. Além de se divertirem com muita área ao ar livre em meio à Mata Atlântica, as crianças vão curtir esta exposição sobre o universo dos 156 contos dos irmãos Grimm, escritos entre 1812 e 1815. Há várias instalações interativas espalhadas por 2.150 metros quadrados. Nas Escadas Coloridas, dá para subir e espiar dentro de caixas. Em uma delas, bonecos falantes representam os personagens de Os Três Cirurgiões. Mas, se a ideia é ouvir um pouco de história, vale visitar o Bosque, onde as aventuras são narradas por vozes de artistas como Francisco Cuoco. Seres misteriosos, como um pássaro falante, surgem numa trilha externa. Completam o passeio 43 xilogravuras do pernambucano José Francisco Borges, presentes no livro Contos Maravilhosos Infantis e Domésticos, de Jacob e Wilhelm Grimm, que serviu de base para a mostra. Estreou em 21/2/2014. Até 02/11/2014.
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  • Malabarismo, acrobacias e toda a magia do universo circense são exibidos nas apresentações da trupe circense Cia. Suno. Neste sábado (26/4) e no sábado (3/5) será apresentado O Buraco, às 17h. O show conta a história de uma palhaça acrobata (Helena Figueira) que é desafiada a atravessar um buraco infinito, andando em uma corda bamba. Cortejo Suno convida a plateia a acompanhar dois palhaços, um músico, um perna-de-pau, uma bailarina e um maestro em demonstrações com música ao vivo. As sessões rolam neste domingo (27/4) e na quinta (1°/5), às 16h30. Participam Duba Becker, Aldo Júnior, Fernando Proença e Helena Figueira. Até 3/5/2014.
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  • Parques de diversão

    O Mundo da Xuxa

    Avenida Das Nações Unidas, 22540, Jurubatuba

    3 avaliações
  • Eles fizeram algo surpreendente para a época e o lugar: o fim da década de 50, na Alemanha. Interessados em inovações tecnológicas e dispostos a deixar para trás os anos melancólicos do pós-guerra, alguns artistas se dedicaram tanto a explorar o movimento e a luz que chegaram a incorporar motores, lâmpadas e outros objetos luminosos a suas obras. As reuniões e exibições organizadas no ateliê de Otto Piene e Heinz Mack, em Düsseldorf, deram origem ao grupo Zero, o pioneiro no uso desses recursos, além de materiais comuns, a exemplo de papel e plástico, e o próprio corpo como meio de expressão artística. Para essa mostra, a curadora Heike von den Valentyn trouxe 57 peças de autores que participaram dos encontros ou se identificaram com eles. Logo na primeira sala, a instalação Geschichte des Feuers (História de Incêndio), de Piene, consegue um efeito encantador ao projetar luz através de papelão furado em uma base giratória. Ali também há telas de Yves Klein e um Bicho incrivelmente dourado de Lygia Clark. A instalação Spiegelwand und Mobile (Parede Espelhada e Móbile), de Christian Megert, traz pedaços de espelho pendurados capazes de criar inúmeros fragmentos de realidade — e infinitas possibilidades de selfies, já que a obra está liberada para fotografias. A exposição ainda apresenta uma vertiginosa sala escura cheia de fios iluminados com luz negra, onde se perde a noção de profundidade, e quadros de Jesús Rafael Soto. De 4/4/2014 a 15/6/2014.
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  • O olhar para a China antiga e a forma como as tradições se inserem no atual momento do país são temas que aparecem em boa parte das 110 obras desta mostra. O enfoque está nas peças produzidas nos últimos trinta anos, quando os artistas que nasceram no fim da Revolução Cultural estavam chegando às universidades e observavam os efeitos da abertura econômica. Resume bem a época a escultura Very Yao, de Ai Weiwei, que empilha 46 bicicletas e remete aos tempos em que elas tomavam as ruas, hoje divididas com os carros. Nas telas de forte inspiração pop da dupla Lou Brothers são enaltecidos símbolos da sociedade de consumo, a exemplo de refrigerantes e fast-food, num momento em que a entrada para o capitalismo era motivo de grande ansiedade. O custo desse crescimento aparece nas trinta esculturas que compõem a série Migração, de Chen Qiulin. Ele teve sua cidadezinha natal inundada para a construção de uma hidrelétrica — isso forçou mais de 1 milhão de pessoas a deixar suas casas nos arredores. Nem tudo na seleção possui apelo político direto. O público ganha a chance de apreciar também belos itens têxteis e de arte do século X. De 10/4/2014 a 18/5/2014.
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  • Esboços e gravuras dos últimos vinte anos de vida de Joan Miró (1893-1983) compõem a mostra em cartaz na Caixa Cultural. Boa parte dos desenhos são estudos para futuras obras, tão despretensiosos que foram feitos em papéis amassados ou pedaços de papelão. Apesar de não serem os trabalhos mais nobres do surrealista, permitem conhecer seu processo criativo. Por exemplo, quando experimentou usar cortiça e lixa como suporte para suas criações em nanquim e giz de cera — peças raras de ser vistas. Ou os testes de cor feitos a cada impressão da mesma gravura. O lirismo conquistado por linhas simples e por uma restrita paleta de cores, tão características de sua produção, sobressai em toda a montagem, que reúne peças do acervo do curador Alfredo Melgar. Amigo do artista, ele é o autor das fotografias exibidas. A intimidade dos dois resultou em imagens do catalão em seu ateliê, em momentos descontraídos com a família e ao lado de uma escultura feita por Alexander Calder (famoso pelos móbiles) em homenagem a Miró. Até 20/4/2014. Amizade e influências: a relação entre Calder e Miró era tão forte que se chegou a dizer que os móbiles eram a materialidade das abstrações das telas de Miró.
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  • Museus

    Masp

    Avenida Paulista, 1578, Bela Vista

    Tel: (11) 3149 5959

    VejaSP
    16 avaliações

    O mais importante museu da América Latina reúne 8000 obras em seu acervo, a maior coleção de arte europeia fora do continente e dos Estados Unidos. Quadros emblemáticos de Van Gogh, Renoir, Rembrandt, Monet, Manet, Picasso, Modigliani impressionam qualquer pessoa que passa por lá. A coleção, porém, vai muito além disso: tem núcleos dedicados à arte brasileira, moda, arqueologia, fotografia, entre outros. Desde o segundo semestre de 2014, a instituição tem como presidente o empresário Heitor Martins, que convidou Adriano Pedrosa para ser o diretor artístico da instituição. Atualmente, o Masp tem passado por uma fase de grandes mudanças em sua programação, conselho, café, loja e estrutura.

    Sua mais importante mudança é a volta dos cavaletes de vidro a partir de dezembro de 2015. Eles foram criados pela arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi, também autora do projeto do atual prédio da instituição, na Avenida Paulista, inaugurado em 1969. Por si só, a construção de vidro e concreto aparente, é um desenho único; e seu vão-livre, uma referência para todo o mundo. Para expor os quadros que estavam sendo, então, garimpados pelo empresário Assis Chateaubriand e crítico Pietro Maria Bardi, Lina criou cavaletes presos a blocos de concreto, de maneira que, dependurados, os quadros "flutuam". Em 1996, durante a gestão de Julio Neves, a expografia foi derrubada, e substituída por paredes tradicionais.

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  • Depois de receber dois blockbusters, as mostras dedicadas ao cineasta Stanley Kubrick e ao roqueiro David Bowie, o Museu da Imagem e do Som muda o foco para a arte das câmeras. Maio Fotografia no MIS 2014 apresenta sete exposições que trazem a produção de novatos, itens de acervo e, mais interessante, quatro individuais de artistas importantes para a história da fotografia. Um deles é Valdir Cruz, paranaense radicado nos Estados Unidos que clicou as transformações de sua cidade natal, Guarapuava, por trinta anos. Personagens de expressão marcante e as araucárias e pastagens típicas da região estão lá em grandes ampliações em preto e branco. Outro destaque é a sala com 75 obras do checo Josef Koudelka. Ele retrata a invasão soviética em 1968, no evento que ficou conhecido como Primavera de Praga. Koudelka conseguiu que os negativos fossem levados para Nova York, onde ficaram guardados sob um pseudônimo. O trabalho lhe rendeu o prêmio Robert Capa anos depois. Muito coloridas e cheias de ironia são as fotos de Gregory Crewdson, que reproduzem cenas dos subúrbios americanos, onde todas as construções surgem lindas mas a desilusão de seus moradores revela-se arrebatadora. Há ainda os registros das incursões de Robério Braga ao Quênia — no primeiro plano aparecem os detalhes das vestimentas das tribos, os rostos ficam escondidos pela sombra. Apesar de as exposições não terem uma pegada tão pop, valem a visita, sobretudo pela variedade de olhares a ser apreciados. De 2/5/2014 a 22/6/2014.
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  • Certos espetáculos conseguem conquistar o espectador pela simplicidade. Esse é o caso da comédia escrita pela israelense Anat Gov (1953-2012), capaz de provocar risos e também reflexões em quem estiver disposto. Na trama, um homem misterioso (Dan Stulbach) entra no consultório de Ana (Irene Ravache), uma psicóloga fatigada depois de um dia de trabalho. Deprimido, ele pensa em se matar, mas esse ato viria seguido de uma consequência extrema — afinal, ele é o Criador. Ateia, Ana nunca dedicou seu tempo às orações e, em alguns momentos, chegou a ser dominada pela revolta. Custou a aceitar, por exemplo, o fato de ter um filho autista (Pedro Carvalho). Em cena, a carismática Irene cativa pela forma como expressa a perplexidade da personagem e se mostra fundamental para estabelecer a empatia com a plateia. Stulbach, por sua vez, se sai melhor quando consegue controlar o exagero inicial apoiado na segurança da parceira. Estreou em 28/3/2014. Até 29/3/2015. Tema universal: a peça, escrita por Anat Gov em 2008, já foi montada em Israel, na Argentina, na Itália e nos Estados Unidos.
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  • Principal marca do diretor Gabriel Villela, a transformação do óbvio adquire em Um Réquiem para Antonio uma proporção surpreendente. O texto escrito por Dib Carneiro Neto recupera uma história contada em uma celebrada peça de teatro assinada por Peter Shaffer e no oscarizado filme de Milos Forman Amadeus, de 1984. Portanto, a novidade poderia ficar zerada. Não para Villela, um encenador que, acertando ou errando, enfrenta o diferente. Dramático ao extremo, o original ganha contornos fortes de tragicomédia, influenciada pela estética circense e pela chanchada, para mostrar a história de inveja que une dois grandes compositores, o italiano Antonio Salieri (1750-1825) e o austríaco Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791). Agonizante no leito, Salieri (interpretado por Elias Andreato) mergulha em um delírio e acerta as contas com Mozart (vivido por Claudio Fontana), que, morto aos 34 anos, foi seu rival artístico. Como clowns, Andreato e Fontana deslizam na arena transformada em picadeiro. A dupla troca de registro e ganha a empatia do público sem ofuscar a biografia de Salieri e Mozart. Muitas vezes, os diálogos parecem improvisos, tamanha a espontaneidade. Acompanhadas do pianista Fernando Esteves, as atrizes e cantoras Nábia Vilela e Mariana Elisabetsky fazem intervenções pontuais. Estreou em 17/1/2014. Prorrogada até 4/5/2014.
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  • Com direção de Martha Kiss Perrone e Joana Levi, o drama foi construído com base nas cartas de Rosa Luxemburgo (1871-1919) escritas, em sua maioria, nas prisões alemãs do começo do século XX. Polonesa, Rosa foi um dos expoentes do comunismo. As atrizes Lowri Evans, Lucia Bronstein e Martha Kiss Perrone trazem as palavras da revolucionária ao público ainda por meio do vídeo e da música. Estreou em 18/4/2014. 
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  • Clássicos são sempre muito bem-vindos. Adaptado por Jorge Louraço, o drama histórico Ricardo III, escrito por William Shakespeare em 1591, retorna ao palco para abrir o Shakespeare Projeto 39, que pretende encenar em uma década as 39 peças do bardo inglês. A narrativa situa-se no século XV, depois da Guerra das Rosas, que opôs os clãs York e Lancaster na disputa pelo trono inglês. Com a morte do irmão, o rei Eduardo IV, o então duque de Gloucester inicia a sórdida ascensão ao poder. Concebida por Marcelo Lazzaratto, a encenação despojada busca justamente evidenciar a poesia irretocável do texto e usa de poucos elementos cênicos como apoio. Na pele do protagonista, o ator Chico Carvalho surpreende pela firmeza com que encara o desafio. Reproduz a vilania do personagem calcado em uma tensão psicológica que evidencia o seu desequilíbrio mental, com gestos trêmulos e um olhar vidrado. O deslize foi Lazzaratto não ter em mãos um elenco com a mesma desenvoltura e até tempo de preparação para valorizar os demais personagens. Mayara Magri, André Corrêa, Evas Carretero, Imara Reis, Maria Laura Nogueira, Rafael Losso e Heitor Goldflus quase nada acrescentam ao contracenar com Carvalho. A exceção fica com Renata Zhaneta, que imprime força e personalidade à revoltada Rainha Margareth. Estreou em 24/10/2013. Até 11/5/2014.
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  • Depois do sucesso de Félix na novela Amor à Vida, Mateus Solano volta ao palco na equivocada comédia dramática escrita por Paula Braun. A trama traz Arnaldo (Solano), um homem que esquece como é lidar com a própria rotina. O pequeno surto toma proporções maiores, e um de seus desafios será fazer sua mulher (Karine Teles) perceber que a vida não é tão objetiva. A direção de Jefferson Miranda não consegue definir as intenções da montagem e flerta simultaneamente com o realismo e o absurdo sem pensar na compreensão do espectador. Solano pouco se desafia na proposta e prefere cativar o público pela obviedade. Com Alcemar Vieira e Isabel Cavalcanti. Estreou em 11/4/2014. Até 8/6/2014.
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  • Três anos atrás, Capitão América — O Primeiro Vingador mostrava o surgimento do personagem na década de 40. Tinha um clima de matinê passadista e, por isso, diferenciava-se de outros filmes estrelados por super-heróis. Nesta nova aventura, o rumo é outro. A trama começa muito bem ao enfocar o drama tragicômico de Steve Rogers (Chris Evans) tentando se adaptar ao mundo moderno. Não pense, porém, que o roteiro vai por aí. Rogers logo encara um inimigo mascarado (o tal soldado invernal do título) e percebe algo de errado na S.H.I.E.L.D., organização comandada por Alexander Pierce (Robert Redford) da qual também fazem parte o Homem de Ferro e Thor. Quando o chefe de Rogers, Nick Fury (Samuel L. Jackson), sofre um atentado que o deixa à beira da morte, a situação se complica. O Capitão América, acompanhado da Viúva Negra (Scarlett Johansson), segue, então, no objetivo de encontrar os responsáveis pelos estragos. O humor dá as caras timidamente e as boas cenas de ação se resumem a três ou quatro. Diretores de Dois É Bom, Três É Demais (2005), os irmãos Anthony e Joe Russo são especializados em diálogos azeitados e nota-se neste novo trabalho uma tendência para a falação, por vezes excessiva. Estreou em 10/4/2014.
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  • A saga Jogos Vorazes ganha um filhote. Adaptação do primeiro livro da trilogia da americana Veronica Roth, de 25 anos, Divergente tem praticamente os mesmos ingredientes do concorrente: uma heroína, ambientação pós-apocalíptica e jovens divididos em grupos. Neste caso, os personagens se espalham por cinco facções: Abnegação, Erudição, Audácia, Amizade e Franqueza. Beatrice (papel da nova queridinha do cinema americano, Shailene Woodley) pertence à família da Abnegação, que pratica o bem e detém o poder político. Ao chegar aos 16 anos, ela faz um teste de aptidão e descobre: é uma “divergente” porque também possui características da Audácia e da Erudição. Seu destino seria a morte, mas ela esconde o resultado dos pais e muda de time. Ao entrar para a equipe da Audácia, vai precisar encarar muitos desafios. Os integrantes são fortes, velozes e responsáveis pela proteção dos cidadãos. Com árduo treinamento e um técnico durão (papel de Theo James), Tris (seu novo apelido) passa a entender melhor o mundo à sua volta. Sem a cafonice visual de Jogos Vorazes e bem mais didático, o longa-metragem fala a língua dos adolescentes, público que pretende atingir. Estreou em 17/4/2014.
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  • Na comédia, Edna (Lilia Cabral) fica desesperada ao descobrir que seu filho, Julio, desapareceu sem deixar notícias. Ela vai ao morro conversar com um traficante, o suposto sequestrador, e, estabanada, sai de lá com uma sacola cheia de drogas. Ao descobrir que pode ganhar dinheiro com o tráfico, monta um QG em sua casa a fim de ter grana para pagar o resgate. Com Fiuk e Carolina Dieckmann. Estreou em 17/4/2014.
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  • Conforme foi divulgado dias atrás, o ator Paul Walker, morto em novembro de 2013, terá uma versão digital para que sejam concluídas as filmagens de Velozes & Furiosos 7. A primeira parte da trama de O Congresso Futurista aborda uma vertente desse assunto. Num futuro próximo, a atriz Robin Wright, do seriado House of Cards, interpreta a si mesma. Com 44 anos, não consegue mais bons papéis e está destinada a ser esquecida pela indústria do cinema. Seu empresário (Harvey Keitel) já tinha perdido as esperanças quando um estúdio faz uma proposta arriscada para Robin. Quer escanear seu corpo e suas expressões para usá-las em filmes de qualquer tipo. A princípio, ela recusa, mas, tendo de cuidar de um casal de filhos, acaba aceitando. Com a grana no bolso, Robin precisa desaparecer do mapa e, assim, sua imagem ficará eternamente jovem na tela. Não faltam ao novo trabalho de Ari Folman, diretor israelense de Valsa com Bashir (2008), originalidade, ousadia, humor nas entrelinhas, melancolia e muita piração. Os primeiros 45 minutos são estrelados por atores; o restante é uma animação lisérgica com personagens fictícios e reais, a exemplo de Tom Cruise e Grace Jones. Trata-se do momento em que Robin, já um desenho, chega ao tal congresso futurista para ser homenageada. Conselho para quem vai pegar uma sessão: deixe-se levar pela história hipnótica, feita de ilustrações magníficas e roteiro viajandão. Estreou em 27/3/2014.
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  • A tradicional noitada eletrônica de sexta costuma trazer nomes estrangeiros. Nesta noite, o projeto Red Axes, do duo israelense Dori Sadovnik e Niv Arzi, lança tracks mais alternativas inspiradas na disco e no house. Também estão escalados Exequiel, Magal, Renato Ratier e Adnan Sharif, entre outros, para completar o line-up. Dia 8/4/2016.
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  • Padarias

    Alegria Padaria e Comidaria Brasileira

    Rua Doutor Rafael de Barros, 272, Paraíso

    VejaSP
    20 avaliações

    Poderia ser só mais uma história meio “hippie”. O baiano Marcelo Martins, de 37 anos, jogou para o alto uma carreira de sucesso na indústria cosmética (e estressante, a ponto de lhe causar uma parada cardíaca aos 35 anos) para fazer pão. Mas soube transformar a ideia em um bom negócio. Primeiro, inscreveu-se no curso de panificação de Rogério Shimura, um dos melhores da área. Ao conhecimento técnico, acrescentou uma pitada de criatividade em quitutes que buscam uma identidade brasileira. Vale provar o bolinho (sim, bolinho, não cupcake) de Nutella com banana. Outra pedida deliciosa nesse estilo, o negrito tem massa bem escura de chocolate. A consistência molhadinha e firme fica ainda mais interessante com uma fruta (morango, por exemplo) e calda de creme de leite e leite condensado por cima. Cada um custa R$ 8,90. Pule o pão de queijo com duras bolinhas de tapioca em volta (R$ 1,50). Prefira a broa de milho (R$ 5,50), o joelho (um enroladinho de presunto e queijo na massa fina; R$ 4,80) ou o pão bola de alho bem marcante (R$ 5,80).

    No meio da tarde: dê uma escapada do trabalho para pegar a padaria mais calma e peça a empada de palmito (R$ 5,90), que faz qualquer um mais feliz.

    Preços checados em 8 de abril de 2014.

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Fonte: VEJA SÃO PAULO